desfaço os sinais dos inventores de mentiras, e enlouqueço os adivinhos

Universidade rejeita negador do holocausto | 19Jun2009 13:50:00

Universidade rejeita negador do holocausto

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Uma universidade retirou a categoria de membro honorário a um pesquisador depois de este ter publicado um artigo alegando que as câmaras de gás de Auschwitz nunca existiram.
    Nicholas Kollerstrom, um académico com especialidade em astronomia, colocou o artigo, A Ilusão das “Câmaras de Gás” de Auschwitz, no site do Comité Revisionista para um Debate Aberto sobre o Holocausto.
    Ele afirmou que apenas um milhão de judeus morreram durante a guerra e que “o único programa intencional de exterminação em massa nos campos de concentração da 2ª GM tinha como alvo alemães”.
    O Dr. Kollerstrom, com 61 anos, um membro honorário do Colégio Universitário de Londres (UCL) até terça-feira, manteve as suas alegações esta semana, mas expressou surpresa por terem causado ofensa.
    E insistiu que a universidade “na realidade, não me informou sobre o que é que é tão terrível neste artigo”.
    Queixou-se de que tinha sido acusado de “crime de pensamento” depois de ter passado meses de pesquisa para fazer o trabalho. Acrescentou: “Se um pequeno número foi gaseado, então seguramente que a comunidade judaica deveria ficar agradada de não ter sido tão medonho.”
    Ele escreveu que: “Esperemos que as crianças visitantes sejam ensinadas convenientemente sobre a elegante piscina em Auschwitz, construída pelos prisioneiros, que aí tomavam banhos-de-sol nas tardes de Sábado e Domingo ao mesmo tempo que assistiam aos desafios de pólo aquático; e que lhes sejam mostradas as pinturas das suas aulas de arte, que ainda existem; e que sejam informadas da biblioteca do campo que possuía 45.000 volumes de onde os prisioneiros podiam escolher, mais uma lista de periódicos; e as seis orquestras do campo de Auschwitz / Birkenau, as suas representações teatrais, incluindo uma ópera para crianças, o cinema semanal do campo e até o bordel especial ali estabelecido.”
    O Dr. Kollerstrom, de St. John’s Wood, na Londres NW, diz que prefere apelidar-se de revisionista em vez de negador. Os revisionistas, diz, “preferem olhar para a história europeia sem tanto ódio e amargura.”
    Afirma também ter sido vítima de “uma calúnia” por parte de utilizadores de blog que o acusaram de ter simpatias pela extrema-direita e que colocaram na internet uma imagem trabalhada de modo a mostrá-lo com um uniforme nazi.
    “Tenho alguns bons amigos judeus e nunca tive o mínimo interesse pelo movimento Nazi,” disse. “Nunca vou à Alemanha. Sempre pertenci a coisas como o Partido dos Verdes, CND e Respect.”
    Um porta-voz da UCL afirmou: “As opiniões expostas pelo Dr. Kollerstrom são diametralmente opostas aos fins, objectivos e ao espírito da UCL, de tal modo que não desejamos ter absolutamente nenhuma associação com elas ou com o seu originador.
    “Por isso, não temos outra opção que não seja terminar a associação de pesquisa com o Dr. Kollerstrom, com efeitos imediatos.”
    Uma fonte da universidade afirmou também que tinha havido preocupação quanto a opiniões que o Dr. Kollerstrom tinha feito em relação a teorias da conspiração sobre os atentados bombistas de 7 de Julho de 2005 em Londres e os ataques terroristas de 11 de Setembro de 2001. As suas áreas de pesquisa incluem a teoria Newtoniana e a descoberta britânica de Neptuno no século 19. É também o autor de um guia anual sobre Jardinagem e Plantação com a Lua, que contém capítulos sobre “Usando o Zodíaco das Estrelas” e “A Lua e a Produtividade das Culturas”.
    Eis aqui um excerto de um dos seus artigos no site CODOH: “O Zyklon-B foi usado em Auschwitz como um insecticida. De modo a tentar manter a higiene era vital que os colchões fossem despiolhados.
    O gás cianídrico era absorvido por grânulos tipo argila, desenhados de modo a tornar o gás letal tão “seguro” quanto possível.
    Se for hoje a Auschwitz, não poderá ver nenhuma câmara de gás autêntica. Vê cabanas em pedra, e peritos testificaram que não poderiam ter sido usadas para gasear pessoas, devido a problemas em vedá-las (o Zyklon-B liberta o seu gás cianídrico bastante lentamente).”
    Noutro escreveu:
    “As sentenças de Nuremberga foram tornadas finais e vinculativas para a RFA [República Federal da Alemanha] pós-guerra. Desde então a Alemanha pagou 100 biliões de marcos alemães a Israel como compensações pelo Holocausto – claramente, isso precisa de ser reembolsado.
    “A Alemanha deveria seguir o conselho do chefe iraniano Ahmadinajad e parar de pagar, porque esses fundos fornecem uma motivação indevida para as “memórias” do holocausto. A Alemanha está a tentar manter a lenda do holocausto, e dessa forma ajudar o estado de Israel.”

http://www.thejc.com/home.aspx?ParentId=m11&SecId=11&AId=59657&ATypeId=1

http://www.tellingfilms.co.uk/video/0514_Between%20The%20Headlines.mov - video

Noticia original: 25 Abr 2008, Daniella Peled

 


 

 


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