desfaço os sinais dos inventores de mentiras, e enlouqueço os adivinhos

A Grã-Bretanha é o pior lugar para se ser criança em todo o mundo desenvolvido | 15Jul2009 14:00:00

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Um recente relatório das Nações Unidas revelou que a Grã-Bretanha é o pior lugar para se ser criança em todo o mundo desenvolvido. Esta situação alarmante pode contudo não constituir uma grande surpresa para muitas pessoas do país, especialmente para aqueles que assistiram à degradação da Família, da autoridade da Família e dos seus direitos básicos promovida por governos sucessivos.

Como não ensinar as crianças sobre sexo               
As autoridades britânicas promovem programas de educação sexual que fariam corar um marinheiro numa altura em que se atingem no país valores record de doenças sexualmente transmissíveis e gravidez de adolescentes.
Um recente relatório das Nações Unidas revelou que a Grã-Bretanha é o pior lugar para se ser criança em todo o mundo desenvolvido. Esta situação alarmante pode contudo não constituir uma grande surpresa para muitas pessoas do país, especialmente para aqueles que assistiram à degradação da Família, da autoridade da Família e dos seus direitos básicos promovida por governos sucessivos.

Um dos piores exemplos da acção destrutiva efectuada sobre a vida familiar são os programas de educação sexual impostos às escolas. Com o apoio destes programas, entram nas salas de aula os assim denominados especialistas em saúde sexual que estimulam as crianças desde os 12 anos a terem uma vida sexual activa. Isto não só tem destruído a inocência da infância como tem dado à Grã-Bretanha o pior lugar nos rankings de saúde sexual entre os países do mundo ocidental e uma enorme taxa de famílias mono-parentais.

Os pais na penumbra

Não foi há muito tempo que o Daily Telegraph publicou uma página completa intitulada: “Aulas de sexo explícito originam protestos”. John Clare, autor do artigo, descrevia a fúria de alguns pais cujos filhos de 12 anos tinham sido submetidos a descrições de sexo explícito nas próprias aulas. Nestas aulas ensinaram-lhes actos de sodomia, sexo oral e masturbação mútua.

Depois de investigar o assunto cuidadosamente John Clare disse ter chegado a 3 conclusões desagradáveis: “Em primeiro lugar o uso deste tipo de conteúdos explícitos e crus parece estar generalizado. Segundo, as escolas não informaram os pais de modo claro sobre aquilo que estavam a ensinar aos alunos de 12 anos. E em terceiro lugar, os pais praticamente não têm nenhuma possibilidade de conhecer o conteúdo das aulas de educação sexual dadas aos seus filhos.”

A única informação que é suposto os pais conhecerem – de acordo com as orientações do Governo – é a afirmação corrente de que “os alunos aprendem como desenvolver e manter relações positivas, e que corpos e mentes saudáveis conduzem a uma vida saudável...” Esta política de secretismo, que mantém os pais às escuras relativamente àquilo que ensinam aos seus filhos sobre sexo e sobre o tipo de actividade sexual que deve ser promovida, tem-se mostrado desastrosa para muitas crianças e para as suas famílias.


Um caso dramático

Uma das situações mais tristes que me lembro de ter acompanhado como jornalista, foi o de uma mãe a cuja filha tinham sido prescritas pílulas contraceptivas sem o seu conhecimento. A mãe apenas teve conhecimento do facto quando um dia estava a limpar o quarto da filha e descobriu as pílulas. Telefonou imediatamente à organização para o planeamento da família que tinha prescrito o medicamento e foi-lhe dito que não tinha nada que se meter no assunto. Legalmente a mãe não tinha nenhum direito a saber que tinham prescrito pílulas contraceptivas à filha. Legalmente não poderia fazer nada para o impedir e isso encerrou a questão.

A mãe tentou explicar que a filha tinha uma situação clínica que, de acordo com as indicações do fabricante, a impedia de tomar aquele medicamento. Ao que replicaram que a filha estava sob a sua supervisão médica, que a decisão tinha sido dela e que a mãe não tinha nada a ver com isso. Mais tarde a filha contou-lhe que mantinha relações com um rapaz de 19 anos. A organização local para o planeamento da família tinha considerado que aquela era uma “relação estável” e por isso lhe tinham prescrito a pílula.

Infelizmente pouco tempo depois a rapariga teve uma trombose muito grave que o médico especialista atribuiu ao facto de lhe ter sido erradamente prescrita a pílula. O rapaz, pelo qual ela tinha começado a tomar a pílula, depois da doença não quis saber mais nada sobre a namorada. Não foi sequer vê-la ao hospital. E o mesmo fizeram os médicos que lhe receitaram os contraceptivos.

O mito do sexo seguro

Há vários anos que a taxa de gravidez na adolescência na Grã-Bretanha é a mais elevada da Europa Ocidental, e a resposta do Governo e das organizações para o planeamento da família tem sido sempre a mesma: mais educação sexual para crianças cada vez mais novas. O que espanta é que ter relações sexuais com menores sempre tem sido considerado um crime. Mas parece que prescrever pílulas contraceptivas a miúdos de 12 anos, oferecerlhes preservativos e encorajá-los a ter relações sexuais deixou de ser considerado um crime pelo Governo. Alguns membros de organizações para o planeamento da família chegam mesmo a dizer que as raparigas deviam tomar a pílula desde os nove anos.

O grande mito que tem sido propagado pelas políticas de educação sexual é o do “sexo seguro”, pelo qual se afirma que uma pessoa não contrairá doenças sexualmente transmissíveis se usar o preservativo. Mas isto é falso. É um facto aceite medicamente que os preservativos garantem na melhor das hipóteses uma protecção limitada contra o papiloma vírus humano (HPV). Este é o vírus responsável por 90% dos cancros do colo do útero e tem causado a morte de mais mulheres do que o vírus da SIDA (HIV).

Mesmo no que diz respeito à SIDA, os preservativos somente oferecem uma protecção parcial. Esta é a razão que explica a existência de uma espécie de “bomba relógio HIV” na GrãBretanha. Esta é a razão para terem disparado os casos de sífilis, gonorreia e clamídia,e para a epidemia de doenças sexuais que o Governo não está interessado em discutir.

(...)

Uma lição da história

Alguns dos que observaram mais de perto as políticas do Governo em matéria de educação sexual estão convencidos de que existe um motivo mais sinistro. Eles acreditam que o verdadeiro objectivo daqueles programas é a destruição da moral Cristã e da Família.

A história da origem daquele tipo de programas é muito elucidativa. O primeiro programa de educação sexual foi introduzido por George Lukacs durante o regime bolchevique húngaro de 1919. Lukacs, que na altura era comissário para a Cultura, pretendia a “extinção dos valores tradicionais” e a “destruição revolucionária da sociedade”. Para o conseguir ordenou que ensinassem as crianças a ter relações sexuais; que lhes dissessem que o casamento era uma realidade ultrapassada e que as estimulassem a discordar dos seus pais e da sua moral antiquada.

Brock Chisholm, o médico canadiano que se tornou Director Geral da Organização Mundial de Saúde (OMS)*, determinou que as crianças deveriam ser libertadas dos preconceitos nacionais, religiosos ou culturais que lhes são impostos pelos seus pais. Entre outras coisas, promoveu que a educação sexual fosse dada nas aulas, “eliminando os costumes dos seus antepassados, se fosse necessário usando a força”. Tal como Valerie Riches apontou no livro “Educação sexual ou doutrinação? (Sex Education or Indoctrination?)” um outro defensor do planeamento da família, Mary Calderone, exortou a que “as crianças fossem libertas das suas famílias” e que “a família tal como a conhecemos fosse abolida”.

Aparentemente na mesma linha, a British Health Education Authority (Autoridade Britânica da Educação para a Saúde) e os distribuidores de contraceptivos como os Brook Advisory Centres opõem-se fortemente a quaisquer direitos dos pais no que diz respeito à educação sexual dos seus filhos.

Já é tempo de que os pais exijam os seus direitos e insistam em conhecer aquilo que ensinam aos seus filhos em segredo e atrás das suas costas. E voltemos a dar às crianças a sua inocência.


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Noticia original publicada em: 4ABR2007

Autor: William Keenan

 


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