desfaço os sinais dos inventores de mentiras, e enlouqueço os adivinhos

O Plano Secreto Contra a Arte | 26Out2009 16:25:17

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A Minha Cama” de Tracey Emin


Desde Darwin e Freud que tem havido uma completa “reavaliação dos valores”. Tudo foi posto de pernas para o ar. Podemos atribuir este terrível estado de coisas [...] em particular a um grupo de pensadores revolucionários conhecidos como a Escola de Frankfurt.

“Nunca antes houve tão poucos em posição de fazerem tolos, maníacos ou criminosos de tantos.”
HG Wells, The Shape of Things to Come [As Coisas que Estão Por Vir]

Vou começar com uma confissão: sou uma artista falhada. Desde que me lembro que queria pintar. A única coisa que me impediu de o fazer foi a falta de talento. A primeira vez que fiz um auto-retrato, conferindo com o espelho no meu quarto para ver como estava progredindo, a minha colocou um fim abrupto nas minhas ambições artísticas ao exclamar, “Caramba, que macaquinho tão engraçado!”

Foi um acordar rude para uma artista de nove anos.

Uma década mais tarde perguntei-me a mim própria em que é que consistia a arte. Um dia encontrei esta frase numa biografia de Burne-Jones, anotei-a rapidamente no meu diário e meditei nela durante um ou dois dias, “Por pintura eu entendo um belo sonho romântico de algo que nunca foi, nem nunca será – com uma luz melhor do que qualquer luz que já brilhou – numa terra que ninguém pode definir ou lembrar, apenas desejar – e com formas divinamente belas.”
 

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 Waterhouse, A Dama de Shalott, 1888.

Arte como costumava ser, quando os pintores sabiam pintar. Hoje isto seria considerado Kitsch.

 

Quando li aquela frase quase desmaiei. Eu era uma rapariga sensível, dada a crises de desmaios à menor oportunidade. Foi então que cheguei à conclusão que não havia verdadeiramente diferença entre poesia e pintura, entre pintura e música. Todas, à sua própria maneira, buscavam Deus – se bem que um Deus que poderia não existir – mas um Deus de qualquer forma. Deus era beleza. Deus era ânsia, Deus era o fogo na rosa.

Isto era o que eu pensava então. Eu era jovem e insensata.

A arte, descobri mais tarde, tem a ver com fazer dinheiro. O Judaísmo Organizado ensinou-me isso. Paul Rosenberg, o negociante de arte, diz, “Um quadro só é belo quando vende.” O presidente judeu da galeria Marlborough, Frank Lloyd, confirma: “Só existe uma medida do sucesso para gerir uma galeria: fazer dinheiro.”

A questão que precisamos perguntar é: Quem dirige o Mercado da Arte e como é que ele se tornou num circo de freaks?

A Arte Deveria Fazê-lo Miserável

Façamos uma pequena viagem pelo mundo da arte com Israel Shamir. O Sr. Shamir, afinal, é uma pessoa não apenas bem informada sobre arte mas é também um organizador de excursões em Jerusalém. Ele concorda comigo quanto à natureza sagrada da arte. “Nenhuma arte sem Cristo,” diz ele. Por “Cristo” ele quer diz muito mais do que O Jesus histórico. Ele refere-se ao Logos, o Princípio de Cristo, o domínio da lei num universo divinamente ordenado.

Desde Darwin e Freud que tem havido uma completa “reavaliação dos valores”. Tudo foi posto de pernas para o ar. Podemos atribuir este terrível estado de coisas [...] em particular a um grupo de pensadores revolucionários conhecidos como a Escola de Frankfurt  (para uma introdução detalhada às ideias destes marxistas neo-Freudianos, a maior parte dos quais eram refugiados judeus da Alemanha Hitleriana, que fugiram para a América, ver o capítulo 5 do livro “The Culture of Critique” de Kevin MacDonald’s).

Tal como um dos membros do grupo, Theodor Adorno, embarcou num plano para destruir a música ocidental, assegurando ao mundo que a música atonal era uma boa coisa porque era discordante e feia, outros no grupo lançaram-se na tarefa de destruir a arte e forçá-la até ao seu reductio ad absurdum: luzes acendendo e apagando num quarto vazio, camas por fazer com preservativos e calcinhas ensanguentadas espalhadas à volta, e latas lacradas contendo o excremento do próprio artista.
 

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“Merda do Artista” de Piero Manzoni
 

Um dos fundadores da Escola de Frankfurt, Georg Lukács, perguntou retoricamente, “Quem nos salvará da civilização ocidental?” Ele próprio começou a operação de salvamento, convencendo-se a sim mesmo que a melhor maneira para alcançar isto era criar uma “cultura de pessimismo” e “um mundo que fora abandonado por Deus.” Fiche.
       

Um outro destes gigantes da mente, Walter Benjamin, acreditava que o objectivo da arte era fazer as pessoas tão miseráveis quanto possível, pois o pessimismo era um preliminar essencial para a revolução mundial. “Organizar o pessimismo,” realçava ele de forma portentosa, “não significa nada mais do que expelir da política a metáfora moral”. Benjamin teve sucesso demais em se fazer a si próprio miserável. Ele cometeu suicídio.

O revolucionário marxista Willi Munzenberg não escondia qual era a sua missão nesta vida. Era destruir a civilização ocidental. Não estou a gozar. Para conseguir isso, disse ele, os “frankfurters” teriam que “organizar os intelectuais e usá-los de modo a fazerem a civilização ocidental cheirar mal. Só então, depois de terem corrompido todos os seus valores e tornado a vida impossível, podemos impor a ditadura do proletariado”. (Itálicos meus).

Resumindo: criemos um cultura de pessimismo. Façamos com que a civilização ocidental feda. Criemos um mundo sem Deus e levemos as pessoas ao desespero. Corrompamos os valores da sociedade e tornemos a vida impossível. Em resumo, criemos o inferno na terra.          
           
Em breve ficará claro para si, se você for um artista tentando afirmar-se, que o mundo artístico é dominado por judeus que estão mais que ansiosos em trazer este inferno à terra. O seu controle sobre o que agora passa por arte é tão tentacular como terrificante. A Arte metamorfoseou-se em Anti-Arte. “Para os judeus,” realça Israel Shamir, “o seu interesse como grupo baseia-se em minar a arte visual, pois não conseguem competir com ela. Um interesse de grupo ainda mais profundo é minar o cristianismo, o seu principal inimigo.”

Minar. Corromper. Criar discórdia. Levar à loucura. Destruir. Verbos para lembrar. Demos início à nossa excursão no mundo da arte, com Israel Shamir como guia, e tentemos obter uma perspectiva sobre o que se está a passar.

De galeria em galeria com o Sr. Shamir
Um dia Shamir descobre-se a si próprio na capital basca de Bilbau, na Espanha. Veio investigar o Museu de Arte Moderna mandado construir pela fabulosamente rica família (judia) Guggenheim. Sendo o maior edifício de Espanha, o Museu Guggenheim impressiona profundamente Shamir -  é como algo saído de um filme de ficção científica – mas quando ele entra no edifício fica fortemente desapontado.

Ei, que é que é esta lixeira toda? Bocados de ferro ondulado no chão como se fosse um depósito de sucata. Placas de ferro ferrugento num canto. Écrãs de vídeo ligando e desligando estupidamente. Formas geométricas vazias.  E, acreditem ou não, um andar inteiro dedicado a uma colecção de fatos de Armani. Puxa, vou-me embora daqui! Shamir diz a si próprio, fazendo fila para a saída.

E o que é que faz a seguir? Toma um avião para Veneza, e agora vemo-lo a pesquisar o famoso Museu Biennale, tentando fazer sentido de uma colecção de carros esmagados em exposição. Limpando a testa febrilmente, ele precisa de se sentar para se controlar. Não, não se sente aí senhor – essas cadeiras são uma obra de arte preciosa! Você quer ler um bom livro, Sr. Shamir, para libertar a sua mente de toda esta lixeira? Não tem problema. Aqui está uma estante cheia de livros. Sirva-se. Ou melhor, não se sirva! Esta estante, amontoada de livro velhos e bolorentos, também é uma peça de arte sublime! Sim, vinda de propósito de sublime, artístico Israel!  

Poderíamos pensar que, depois de sofrer todos estes desapontamentos, o Sr. Shamir teria feito as malas e partido de volta para Jaffa, determinado em nunca mais por o pé numa galeria de arte. Mas não, querendo castigar-se mais, o nosso guia artístico decide agora visitar um museu em Amesterdão onde é confrontado com uma colecção de troncos de porcos em decomposição. Para seu espanto, é informado que um cadáver imerso em formaldeído, em exposição neste mesmo museu, foi adquirido por $50,000 por um rico americano. Uau, um coleccionador de corpos!

A sua desilusão é total quando, ao visitar Copenhaga, ele encontra-se na Igreja de S. Nicolau. Sendo um convertido ao cristianismo, talvez ele vá lá para rezar. Se for esse o caso, ele fica entristecido ao ter a sua mente poluída pelas imagens que vê nas paredes daquela venerável velha igreja.. Aqui está uma fotografia de uma velha mulher nua, mirrada e doente. E aqui, mesmo ao lado, está uma enorme imagem aumentada da genitália feminina. E o que é isto? Ó, nada para se preocupar! Apenas uma foto de um par de rapazes a ter sexo oral. Homem, vamos lá! Isto é um acto saudável e natural! Que melhor local para a celebração da jubilosa sexualidade pagã do que uma igreja cristã?

“O que quer que seja que eles proclamaram como arte, era arte”, concluiu Shamir pesarosamente. “No princípio, estes eram trabalhos de valor duvidoso como as “pinturas abstractas” de Jackson Pollock. Com o tempo chegamos aos porcos em putrefacção, ao ferro ondulado e aos fatos Armani. A arte foi destruída.” [itálicos meus]
 
Notícia original: Dr Lasha Darkmoon

 

 

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