desfaço os sinais dos inventores de mentiras, e enlouqueço os adivinhos

Obama trabalhando duro para fomentar a globalização | 13Abr2010 13:47:59

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No silêncio da noite de 17 de Dezembro de 2009, o Presidente Barack Hussein Obama colocou os Estados Unidos da América sob a autoridade da organização internacional de polícia conhecida por INTERPOL, concedendo à organização total imunidade para operar nos Estados Unidos.

A Ordem Executiva n.º 12425 concede à INTERPOL (Organização Internacional de Polícia Criminal) um novo nível de imunidade diplomática total concedida às embaixadas estrangeiras e outras “Organizações Internacionais” seleccionadas, conforme estabelecido na Lei sobre imunidades das organizações internacionais dos Estados Unidos, de 1945 (http://www.ipu.org/finance-e/PL79-291.pdf), aprovada pelo 79.º Congresso a 29 de Dezembro de 1945. A lei concede a determinadas organizações uma lista de “imunidades” incluindo a secção 2(c) que afirma:

“Secção 2(c) Os bens móveis e imóveis de organizações internacionais, independentemente do local onde se encontrem e de quem os detenha, gozam de imunidade de busca, salvo se tal imunidade for expressamente renunciada, e de confiscação. Os arquivos das organizações internacionais serão invioláveis.”

Ao serem eliminadas palavras da Ordem Executiva n.º 12425 do Presidente Reagan, de 1983, este organismo internacional responsável pela aplicação da lei opera agora em solo americano sem necessidade de prestar contas, fora do alcance do nosso próprio braço principal de aplicação da lei, o FBI, e goza de imunidade dos pedidos da Lei sobre a liberdade de informação (FOIA).

O que é que isto quer dizer exactamente?  Quer dizer que a INTERPOL tem agora total autoridade para conduzir investigações e outras actividades relacionadas com a aplicação da lei em solo americano, com total imunidade das leis americanas como a Lei sobre a liberdade de informação e com total independência de fiscalização do FBI. Em resumo, um organismo global de aplicação da lei tem agora total autoridade para aplicação da lei nos Estados Unidos, sem que a lei ou os organismos de aplicação da lei norte-americanos estipulem qualquer controle sobre o seu poder.

Porque é que havíamos de colocar uma força policial internacional acima da lei americana? Porque é que havíamos de conceder a uma força policial internacional imunidade das limitações que constrangem o FBI e outros organismos americanos responsáveis pela aplicação da lei? Porque é que de repente é necessário ter, no Departamento de Justiça, um repositório para esconder ficheiros do governo que, deste modo, ficarão fora das possibilidades de escrutínio do Congresso, dos organismos americanos responsáveis pela aplicação da lei, dos media e do povo americano?

Pelo menos uma resposta a estas perguntas é muito clara.  Está em curso um golpe nos Estados Unidos da América, cujo objectivo é o estabelecimento de uma total e incontestada autoridade sobre os cidadãos — uma “transformação fundamental” dos Estados Unidos em que os cidadãos não têm qualquer recurso jurídico contra um governo central autoritário.

Fontes: Andy McCarthy in National Review; Threatswatch.com; Henry Lamb, Sovereignty International, Inc.
http://jrenseyblog.wordpress.com/   (Fev 2010)

 


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