desfaço os sinais dos inventores de mentiras, e enlouqueço os adivinhos

“The King’s Torah”: justificação legal para ataques aos gentios | 22Set2010 16:46:33

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"The King's Torah", o "best seller" de Israel justifica o terror
 

Interpretações conservadoras do direito judaico, actualmente a serem utilizadas para justificar a reinstalação dos palestinianos e mesmo a remoção total de todos os não judeus da Grande Palestina e das zonas adjacentes, há muito que são utilizadas para justificar actos como o ataque ao USS Liberty, os ataques à bomba contra instalações dos EUA no Egipto e, de forma menos aberta, ataques de terror “sob bandeira falsa” atribuídos a muçulmanos mas perpetrados pelas forças de segurança israelitas.  O rabi Yitzhak Shapira e o rabi Yosef Elitzur, vistos como a consciência ética por detrás do governo de Netanyahu, adoptaram a seguinte posição, tal como relata Jonathan Cook:

“No livro de 230 páginas, Shapira e o seu co-autor, o rabi Yosef Elitzur ("The King’s Torah", actualmente o livro mais vendido em Israel) argumentam que o direito judaico permite matar não judeus numa grande variedade de circunstâncias. Segundo os autores, os judeus têm o direito de matar gentios em qualquer situação em que “a presença de um não judeu ponha em perigo as vidas de judeus”, mesmo que o gentio “não seja de todo culpado pela situação que foi criada”. 

    O livro sanciona a matança de crianças e bebés não judeus: “Existe uma justificação para matar bebés se for claro que irão crescer para nos fazer mal e, numa situação deste tipo, pode-se-lhes deliberadamente fazer mal e não apenas durante o combate com adultos”. 

    Os rabis sugerem que fazer mal aos filhos de líderes não judeus se justifica se daí resultar que venha a ser feita pressão sobre estes para alterarem as suas políticas.  Os autores defendem também que sejam cometidos “actos de crueldade para criar o equilíbrio certo de terror” e que sejam tratados todos os membros de uma “nação inimiga” como alvos para retaliação, mesmo que não estejam a participar directamente nas actividades hostis” (terrorismo sob bandeira falsa).


Esta lógica permite que seja feito o uso de força mortífera contra os cristãos, se as suas mortes avançarem a causa da segurança israelita, mesmo que seja apenas através de lucro económico.  Assim, se um ataque como o 11 de Setembro levasse a América a participar em guerras contra os inimigos de Israel ou se, como no Afeganistão, as empresas israelitas fossem lucrar com a venda de armas ou narcóticos, todas as mortes de gentios, independentemente da sua inocência, seriam justificadas pelo direito judaico tal como indicado no Tora.

    Se um ataque aos Estados Unidos fizesse com que o país entrasse em guerra com o Irão, mesmo que esse ataque fosse cometido por israelitas, seria legal de acordo com o direito israelita, o mesmo direito que está por trás da justiça que deveria ser feita no caso do ataque ao Mavi Marmara.

    Frequentemente, contudo, crê-se que os ataques contra Israel foram encenados, não só para incutir medo e raiva na população mas também para continuar a tradição de “holocausto” da vitimização dos judeus como justificação para políticas que já suscitaram 62 vetos nas Nações Unidas por parte dos EUA, vetos contra sanções impostas contra Israel por violações do direito internacional.

    É de esperar o aumento dos ataques a Israel, rapidamente associados ao Hezbollah e ao Irão, ataques sem vítimas ou com a morte de trabalhadores estrangeiros ou de emigrantes russos.  Este modelo tem sido repetidamente utilizado, como por exemplo o “ataque” de 18 de Março que matou um trabalhador ”convidado” tailandês isolado, programado para coincidir com a visita da Alta Comissária da União Europeia para a segurança, Catherine Ashton, crítica da política de "apartheid" de Israel em Gaza.

    Numa nota à margem, 400 filhos de “trabalhadores convidados” vão ser expulsos de Israel esta semana.  Eventualmente, todos serão expulsos, culpados de destruírem “o carácter judeu” através de falta de “pureza racial”.

    Quando os EUA e Israel libertaram Sharam Amiri, o alegado cientista nuclear do Irão, aprendemos uma coisa.  Existe um inventário de muçulmanos, talvez presos, talvez raptados, talvez atraídos para efeitos de detenção, rendição, prisão ou “guardar no frio”, o que quiserem chamar-lhe.  Cada um deles tem uma “lenda” complicada construída à sua volta, que os descrevem como um “atirador solitário” ou “cérebro dos terroristas”.  Este é o grupo que irá fornecer os nomes e as fotos que iremos ver depois do próximo ataque de terror.

    Tal como Wayne Madsen nos descreveu esta semana, este foi o processo que a CIA e a Mossad utilizaram para criar Osama bin Laden a partir do nada.  A organização que conhecemos como Al Qaeda é, ela própria, uma criação falsa, uma invenção para servir inicialmente como terroristas quando precisávamos deles e como inimigos quando também precisávamos deles:

“Recortes de imprensa reunidos pela CIA e descobertos nos ficheiros da CIA armazenados nos Arquivos Nacionais apontam para uma agência muitíssimo interessada em todas as fugas de informação sobre o programa altamente classificado da CIA-Mossad para estabelecer Osama Bin Laden e os elementos mais radicais dos mujahidin afegãos como os principais líderes dos rebeldes anti-soviéticos na década de 1980.

O WMR [Wayne Madsen Report] analisou atentamente os ficheiros da CIA e o que surge é uma imagem complicada dos principais serviços de informações de segurança da América e de Israel, em conivência com a Arábia Saudita, a estabelecerem laços financeiros e a talharem programas de informações secretas para fornecerem mão-de-obra e apoio financeiro a Bin Laden e aos seus aliados no Afeganistão. Foram estes mesmos elementos que mais tarde criaram a chamada “Al Qaeda”, que o falecido ministro britânico dos Negócios Estrangeiros, Robin Cook, descreveu como nada mais do que uma “base de dados” de organizações de fachada, apoiantes financeiros e operacionais de campo da CIA. No entanto, uma componente omitida por Cook na criação da Al Qaeda é a participação de Israel”.


Começa a surgir um padrão de evidências de que joguetes [ingl. dupes] “guardados no frio” e organizações sustentadas pela CIA/Mossad possam ter participado não só nos ataques de Bombaim mas também nos ataques à bomba de Londres e Madrid.  Pistas adicionais conduzem a ataques a tropas americanas no Iraque e no Afeganistão e contra as forças de segurança no Paquistão, em particular contra os ISI do Paquistão, principal alvo das histórias da imprensa na recente divulgação do WikiLeak.

http://www.veteranstoday.com/2010/08/02/gordon-duff-false-flag-nuke-attack-on-u-s-justified-king-torah/




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