desfaço os sinais dos inventores de mentiras, e enlouqueço os adivinhos

Radiação de Fukushima contamina o abastecimento de leite dos EUA para níveis 300% superiores aos máximos da EPA | 28Abr2011 16:02:36

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A Agência de Protecção do Ambiente dos EUA (EPA) continua a publicar novos dados que revelam que diversas amostras de leite e de abastecimento de água nos EUA acusam valores cada vez mais elevados nas análises de elementos radioactivos como o iodo-131, o césio-134 e o césio-137, todos a serem continuamente emitidos da precipitação radioactiva em curso, proveniente da central nuclear de Fukushima Daiichia. A partir de 10 de Abril de 2011, 23 reservas de abastecimento de água nos Estados Unidos acusaram resultados positivos nas análises do iodo radioactivo-131 (http://opendata.socrata.com/w/4ig7-...) e, pior ainda, as amostras de leite de pelo menos três localidades nos Estados Unidos acusaram resultados positivos nas análises do iodo-131 a níveis que ultrapassam os níveis máximos de confinamento (MCL) da EPA (http://opendata.socrata.com/w/pkfj-...).

No que diz respeito às reservas de abastecimento de água, é importante notar que a EPA só está a efectuar análises ao iodo radioactivo-131. Não existem leituras nem dados disponíveis para o césio, o urânio ou o plutónio  os quais, tanto quanto sabemos, estão a ser continuamente emitidos de Fukushima  muito embora estes elementos sejam muito mais letais do que o iodo-131. Mesmo assim, as reservas de abastecimento de água seguintes acusaram até agora resultados positivos para o iodo-131, encontrando-se as datas de colheita das amostras indicadas entre parênteses à direita:

Los Angeles, Calif. - 0.39 pCi/l (4/4/11)
Philadelphia (Baxter), Penn. - 0.46 pCi/l (4/4/11)
Philadelphia (Belmont), Penn. - 1.3 pCi/l (4/4/11)
Philadelphia (Queen), Penn. - 2.2 pCi/l (4/4/11)
Muscle Shoals, Al. - 0.16 pCi/l (3/31/11)
Niagara Falls, NY - 0.14 pCi/l (3/31/11)
Denver, Colo. - 0.17 pCi/l (3/31/11)
Detroit, Mich. - 0.28 pCi/l (3/31/11)
East Liverpool, Oh. - 0.42 pCi/l (3/30/11)
Trenton, NJ - 0.38 pCi/l (3/29/11)
Painesville, Oh. - 0.43 pCi/l (3/29/11)
Columbia, Penn. - 0.20 pCi/l (3/29/11)
Oak Ridge (4442), Tenn. - 0.28 pCi/l (3/29/11)
Oak Ridge (772), Tenn. - 0.20 pCi/l (3/29/11)
Oak Ridge (360), Tenn. - 0.18 pCi/l (3/29/11)
Helena, Mont. - 0.18 pCi/l (3/28/11)
Waretown, NJ - 0.38 pCi/l (3/28/11)
Cincinnati, Oh. - 0.13 pCi/l (3/28/11)
Pittsburgh, Penn. - 0.36 pCi/l (3/28/11)
Oak Ridge (371), Tenn. - 0.63 pCi/l (3/28/11)
Chattanooga, Tenn. - 1.6 pCi/l (3/28/11)
Boise, Id. - 0.2 pCi/l (3/28/11)
Richland, Wash. - 0.23 pCi/l (3/28/11)

Mais uma vez, estes números não incluem os outros elementos radioactivos que estão a ser espalhados por Fukushima, pelo que não é possível dizer quais eram, efectivamente, os níveis reais de radiação cumulativa nestas amostras. Os números também foram obtidos há duas semanas e só muito recentemente foram divulgados. Se fossem obtidas amostras actuais num número ainda maior de cidades e se as análises efectuadas incluíssem os muitos outros elementos radioactivos além do iodo-131, provavelmente os níveis de contaminação reais seriam assustadoramente mais elevados.

Mas, à maneira típica do governo, a EPA continua a insistir que está tudo bem, muito embora uma quantidade crescente de reservas de abastecimento de água dos Estados Unidos acuse resultados positivos apenas para os elementos radioactivos que a agência está a analisar  e estes níveis parecem estar a aumentar em resultado directo da situação na central de Fukushima, que continua a piorar sem fim à vista (http://www.naturalnews.com/032035_F...).

A água, contudo, pode ser o menor dos nossos problemas. Novos dados da EPA publicados no domingo mostram que pelo menos três amostras de leite diferentes, provenientes de diferentes partes dos Estados Unidos, acusaram resultados positivos na análise do radioactivo iodo-131 a níveis que excedem o limiar máximo de segurança da EPA, que é actualmente 3,0 picoCuries por litro (pCi/l).

Em Phoenix, Arizona, uma amostra de leite obtida a 28 de Março de 2011, acusou 3,2 pCi/l. Em Little Rock, Arkansas, uma amostra de leite obtida a 30 de Março de 2011 acusou 8,9 pCi/l, o que representa quase três vezes o limite da EPA. E em Hilo, no Havai, uma amostra de leite colhida a 4 de Abril de 2011 acusou 18 pCi/l, um nível seis vezes superior ao limiar máximo de segurança da EPA. A mesma amostra do Havai acusou também 19 pCi/l para o césio-137, que tem uma meia-vida de 30 anos (http://www.naturalnews.com/031992_radioactive_cesium.html), e uns chocantes 24 pCi/l para o césio-134, que tem uma meia-vida de pouco mais de dois anos (http://opendata.socrata.com/w/pkfj-5jsd/y34g-bnf3?cur=w_bE5ToS3hx&from=root).

Por que motivo é esta contaminação do leite significativa? O leite, como é evidente, geralmente representa o estado geral da cadeia alimentar porque as vacas comem erva e estão expostas aos mesmos elementos que as colheitas de produtos alimentares e as reservas de abastecimento de água. Por outras palavras, quando o leite das vacas começa a acusar resultados positivos para os níveis elevados de elementos radioactivos, isto é indicativo de contaminação radioactiva de todo o abastecimento alimentar.

E mesmo com as amostras de leite, a EPA diz insensatamente para não nos preocuparmos porque o seu limiar de 3,0 pCi/l é, alegadamente, apenas para a exposição prolongada. Mas a triste verdade deste caso é que a situação de Fukushima já é uma situação prolongada. Não só parece que os núcleos dos reactores de Fukushima continuam a derreter, uma vez que as condições na central não melhoraram desde o terramoto e o tsunami, como muitos dos elementos radioactivos que já foram libertados nas semanas anteriores têm meias-vidas longas e se espalharam por metade do mundo.

O outro problema com as garantias ocas da EPA de que os níveis de radiação são demasiado baixos para terem um impacto negativo nos seres humanos é o facto de a agência nem sequer ter um conhecimento preciso da exposição total real à radiação de todas as fontes (água, alimentos, ar, chuva, etc.). Quando se associa a exposição perpétua de várias fontes apenas aos números que já foram publicados, existe uma ameaça muito real de danos graves em resultado da exposição.

A EPA e outras agências governamentais estão constantemente a comparar a radiação de Fukushima à radiação de fundo e dos aviões numa tentativa de minimizar a severidade da exposição, muito embora estes sejam dois tipos completamente diferentes de exposição à radiação.

11 Abr 2011, Ethan A. Huff, colunista

Learn more:
http://www.naturalnews.com/032048_radiation_milk.html#ixzz1K5BNbxKt









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