desfaço os sinais dos inventores de mentiras, e enlouqueço os adivinhos

Denunciante de 7/7 demitido por expor a bandeira falsa | 22Nov2012 12:08:03

 


De qualquer forma, vamos agora divulgar um relatório especial de um delator dos atentados de 7/7; o nosso repórter Patrick Henningsen conseguiu esta entrevista exclusiva, num tema muito interessante. Regressamos depois com mais notícias. Mas fique atento, esta noite temos um grande programa.

Este é o jornal da noite do Info Wars

Londres, 7/7 - O evento terrorista que mudou o curso da política europeia de segurança interna. Um ataque devastador que atingiu o metro e autocarros. Foi tão ousado como brilhante na sua execução.

A versão oficial é a de que quatro muçulmanos radicais britânicos, cuja operação perfeitamente planeada e gerida custou a vida a cerca de 52 vítimas inocentes.

Em 2010, ao compilar uma avaliação anual de ameaça estratégica, o analista principal da divisão de secretas da polícia de South Yorkshire, Tony Farrell,descobriu que a versão do governo de que tinham sido extremistas islâmicos a levar a cabo os ataques, tanto do 11 de Setembro como de 7/7, era uma mentira perpetrada pelo código de silêncio da imprensa convencional e com a cumplicidade do Governo.

Uma posição que levou à sua demissão.

O Infowars.com teve a oportunidade de falar com o Sr. Farrell numa recente audiência do tribunal de apelação do emprego, em Londres, onde ele lança alguma luz adicional sobre o seu caso pendente:

Meu nome é Tony Farrell. Eu trabalho para a polícia de South Yorkshire...
Costumava trabalhar para a Polícia de South Yorkshire como  analista principal de assuntos secretos; trabalhei para eles durante 17 anos.E em setembro de 2010, após tomar uma posição em julho de 2010, no quinto aniversário dos atentados de Londres,assumi uma posição que levou à minha demissão.

A minha posição era que, no que tinha a ver com o terrorismo, uma avaliação da ameaça estratégica, que incorporava entre outras coisas a ameaça do contra-terrorismo, à luz da constatação de que  o 11 de Setembro e o 7/7 não se passaram de acordo com as versões que os governos queriam em que acreditássemos, eu já não era capaz de dizer que a ameaça provinha do extremismo islâmico, tal como a retórica do Governo afirmava naquela altura e os meus superiores na Polícia de South Yorkshire queriam que eu dissesse.

Eu pensei que seria discriminação contra as comunidades muçulmanas em South Yorkshire e noutros locais. Eu fui ter com o meu chefe, alertei-o para o facto de existir todo tipo de informação disponível e em fontes abertas, incluindo o trabalho de Alex Jones, que expunha isso naquela altura - isso foi verdadeiramente influente - e eles reprimiram-me, recusaram-se a contemplar a noção de que a ameaça poderia ser outra coisa que não o extremismo islâmico. E disseram: 'Tu e eu, Tony, somos apenas soldados rasos do nosso Governo; nunca conseguirás que o Governo diga a verdade.

Então, eles não estavam a dizer “Estás errado Tony!”, estavam apenas a dizer “Concorda com a mentira e diz que a ameaça provém do terrorismo islâmico.” E eles tentaram colocar-me na saúde ocupacional.

Agora, naquele tempo, eu colaborei. Mas a 8 de julho, fui trabalhar nesse dia, após me ter apercebido da verdade dos factos, apenas cerca de uma semana ou duas antes. Eu tinha-lhes dado o alerta vermelho, eles ignoraram, e foram-me encurralando. Agora eu me sentia que tinha que mentir e dizer que a ameaça era algo... diferente daquilo para o qual a análise apontava. Eu não podia mentir naquela situação, devido aos padrões profissionais de honestidade e integridade, etc. Então, naquele momento, eu ... Na manhã do dia oito de julho, fiz uma matriz de avaliação estratégica absurda.

Eu fora encurralado para mentir e atirei esta análise de ameaça estratégica ao meu superior, dizendo a verdade sobre o 11 de Setembro, a verdade sobre 7/7 e outros aspectos criminosos que poderiam interessar à Polícia de South Yorkshire mencionei-os como irrelevantes. Foi ridículo, mas foi para refletir o absurdo da situação em que me puseram, em que fiquei encurralado e fui forçado a mentir. E mentir contra a população muçulmana no Reino Unido. Enquanto isso, à luz do conceito estratégico do Governo, da estratégia de combate ao terrorismo do Governo, “Rich Picture”. As forças policiais em Inglaterra e Gales, bem como nas comunidades, estavam, a ser encorajadas a recolher informações sobre muçulmanos, visando mesquitas, universidades.

Bom, tudo isso teria a sua utilidade, se fosse lá que estivesse a ameaça; Mas, à luz do 11 de Setembro e do 7/7, e de outros erros judiciários para os quais já estava alerta nessa altura, pensei, 'sem provas, não o posso afirmar’.

Isso é verdadeiramente discriminatório para com os meus irmãos e irmãs muçulmanas.
E a ameaça, quase de certeza, era interna. Em qualquer capacidade. Agora, eu não sabia claramente como é que os ataques haviam sido perpetrados, quais os agentes do estado, mas o que eu sei com toda a certeza, é que o Relatório da Comissão do 11 de Setembro, o documento oficial do Home Office, é apenas um aglomerado de mentiras. Não existe outra palavra para o que é; é simplesmente ridículo.

Assim, à luz deste conhecimento, tomei a minha posição, sabendo muito bem que teria provável um desfecho doloroso, acabando provavelmente com a minha demissão. Mas minha consciência disse-me ‘aguenta isto, Tony, em vez de te prostituíres’.

Eles queriam resolver a situação e tratar-me como se estivesse louco. Foi aí que me enviaram para a terapia ocupacional. Primeiro resisti. Mas lá fui para a terapia ocupacional e regressei com um atestado de saúde limpo. Em Setembro fui a uma reunião de despedimento e desafiei-os a agirem e a deixarem-me entregar uma avaliação estratégica que resolvesse tudo por completo, para dizer que aquilo que eu defendia era mais do que justificado.

Eles não quiseram saber e disseram-me: ‘as tuas crenças podem muito bem-estar corretas, tens um registro exemplar na Polícia de South Yorkshire, excelente trabalho – mas isso é incompatível com aquilo que temos neste momento’.

Por isso, ‘é uma ocasião muito triste, mas vamos despedir-te’. Já agora, podes recorrer.
Eu recorri para a autoridade policial, que apenas carimbou o acordo e disse ‘os pontos de vista de Tony Farrell, escreveu o consultor... os pontos de vista do Tony Farrell são bizarros’. Ninguém investigou nada; era ‘bizarro’.

Depois seguiu para o trabalho... de forma mais formal, para o tribunal do trabalho. Procurei assessoria jurídica e eles disseram-me: ‘o melhor é apostarmos numa discriminação, com base nas suas crenças religiosas filosóficas – o que é uma coisa incomum para fazer. Infelizmente, para mim, eu aceitei seguir este plano. Como eu tinha dito, 'se me perguntar o que é uma ameaça, eu digo que é uma satânica Nova Ordem Mundial. Mas eu nunca diria isso se não tivesse descrença no 11 de Setembro e no 7/7. ‘Ah, isso é religioso /filosófico!’, até certo grau.

Portanto, fui levado por esse caminho e tivemos a pré-audiência, no tribunal, para discutir se a minha era uma crença filosófica, porque se o fosse, eu estaria protegido. Mas o juíz, de certo modo de forma correta, diagnosticou… ‘Não, não: na causa do bloqueio, Estava o facto de eu não acreditar no 11 de Setembro e no 7/7, com base em dados empíricos. Não em crenças filosóficas. Foi nesta base que fui demitido.

Foi despedimento sem justa causa. Poderiam eles ter-me dispensado? Não era razoável que eles me demitissem. E em setembro ... Ao terceiro dia de setembro de 2011, com Lionel Crane, que me representou de forma leiga e não pôs de parte todos os meios para ter representação legal...
Perdi também a justa causa em audiência jurídica.

Agora, temos motivo de recurso, fizemo-lo e o juiz negou o provimento, sem perspetivas razoáveis de sucesso. Mas há uma regra no Tribunal de Apelação do Trabalho, que aproveitámos para nos levar a tribunal hoje.

Então, ex parte, eu próprio em frente ao juiz – sem a Polícia de South Yorkshire presente ... O argumento foi o de dizer realmente que o que eu estava a fazer... Não era uma crença religiosa, foi um ato de divulgação de interesse público. Era uma divulgação protegida. Eu, como analista das secretas, tinha andado a testar a análise e eles não deviam ter-me demitido só porque não gostaram da análise.

Eu estava a falar a verdade ao poder. Não a verdade que eles me queriam impingir, que eles estão a permitir que seja a única verdade. Mas aquilo que considero, como o analista, um teste da
avaliação, como sendo “a verdade”. No meu melhor entendimento. Coloquei então uma inferência nisto. Eu não disse que estava absolutamente certo. Eu disse que ‘a inferência era de que era quase certo que se tratava de um trabalho interno, 95% no Reino Unido, 99% nos EUA, com o 11 de Setembro.

Também disse que o sistema de matriz, da avaliação pura - e a minha primeira licenciatura foi em Estatística – era uma tentativa ridícula do Governo, nacional, da agência policial nacional, de quase controlar a mente e rebaixar o pensamento nas secretas, no processo reflexivo de análise criminal, na análise de uma ameaça. Porque fariam eles isto? Assim, o racional dentro da matriz era aumentar artificial e deliberadamente o medo decorrente do extremismo islâmico e o pânico do ataque terrorista. Então o JTAC, (Centro de Análise Conjunta do Terrorismo) emitia sempre os níveis de ameaça como quase eminente, alta ou grave.

Agora, no sistema de pontuação tradicional, que tinha de ser transferido localmente,
independentemente das secretas locais... e dos danos potenciais que o terrorista pode fazer, até onde pode ir a imaginação?

Poderia ser qualquer coisa. Assim, a consequência, os danos, a probabilidade, tudo isso significava que os recursos teriam de ser alocados para... ou contabilizados no ramo especial e
dentro do MI5. Mas, sem as provas das secretas como apoio. E, à luz do 911 e 7/7, não concordando com o relato oficial, senti que tinha de tomar uma posição sobre a avaliação da ameaça estratégica. Era totalmente ridícula, sempre pensei nisso dessa forma, mas com os acontecimentos, pensei: ‘chega’.

Foi por isso que tomei uma posição acerca da ameaça estratégica. Foi por isso que estive hoje em tribunal, a argumentar que não se tratava, na realidade, de uma crença filosófica religiosa, e concordamos nisso. Não existe nenhuma querela com a polícia, não há factos que difiram daquilo que estamos a afirmar. Enquanto analista, eu estava a fazer uma divulgação protegida. Estava a fazer o meu trabalho, eu tinha o dever de cuidar, de apresentar a verdade. Agora, eles não têm de aceitar a verdade, mas lá porque não gostaram da minha análise sobre a ameaça,  eles... Seria razoável que eles me demitissem?

Agora, se suprimem a análise estratégica dessa forma ... Porque uma análise das secretas é um processo evolutivo em que apresentamos o nosso relatório e em que o seu oficial superior poderá não concordar consigo, mas começa-se a convergir, para chegar à verdade. São conhecidas novas informações e, frequentemente, convergimos para a verdade. Por isso, ao fazer o meu trabalho de analista das secretas, fui demitido por revelar qual era a minha análise. Eu defendo exatamente aquela análise, 18 meses depois; nada se veio a descobrir que desafie, mesmo remotamente, ela estar certa. Estava certo naquilo que fiz.

Estou por isso satisfeito com o que fiz, pelo dever de cuidar, segui a minha consciência e infelizmente acabei demitido e à beira da falência, mas... E a razão pela qual estou a fazer isto não é para a compensação; acredito que é do interesse público manter este caso em curso. O juiz, hoje negou provimento. O recurso, a causa do tribunal de apelação disse: ‘Não, a Polícia de South Yorkshire foi razoável...’ Eles comportaram-se razoavelmente em demitir-me e, do ponto de vista jurídico, não podemos contestar isso.

No entanto, ele deixou... Ele não fechou totalmente essa porta. Não completamente. Portanto, existe possibilidade de recurso; agora estamos a entrar naquela área bastante alta, em que a divulgação de novo interesse público, porque eu não estava legalmente representado na sala para a audiência, certo, nós nunca citámos o Ato de Divulgação de Interesse Público. O representante do Reino Unido em setembro não era um advogado treinado.

Mas, para todos os efeitos, ele estava a argumentar que eu estava a fazer uma divulgação protegida e que, como tal, eu não deveria ter sido despedido, especialmente sendo eu o analista a avaliar a ameaça.  Se a análise é o produto, a própria análise de defesa estratégica, que deve manter os chefes de polícia acordados durante a noite... Quanto a eu estar a dar informações intragáveis... Estava apenas a fazer o meu trabalho; porque deveria ser demitido? Sabe, todas as provas que foram apresentadas até hoje, relativas à análise do 7/7, e em todas as pessoas que têm escrito extensamente sobre o 11 de Setembro…

É que eu não sou um maluquinho isolado. Existem académicos conceituados, vultos... Prestou algum juramento quando assumiu o cargo?  Assinei atos oficiais secretos... Mas prestou algum juramento de proteção do interesse público? Sim. Absolutamente, sim. Somos funcionários públicos e temos o dever de cuidar e é esse dever de cuidar que me impele a falar a verdade sobre este assunto. Não se trata de uma questão trivial que possa ser contornada. Eu fiz o meu trabalho como analista-chefe das secretas e não me arrependo de nada, aconteça o que acontecer. Temos, naturalmente, outras instâncias, o Supremo Tribunal. Mas aquilo que preciso é de denunciar isto para que ... Nós temos, nós podemos começar a demonstrar “qualidade dos danos”. Por outras palavras, é altura do público acordar para isto, porque é perigoso se não o fizermos e se eu conseguir aquele apoio público, quer dizer… não estou prestes a apoiar o “movimento pela verdade”, mas tem de ser mais falado antes de chegar ao Supremo Tribunal.

Mas, curiosamente, o juiz deixou em aberto. Portanto, não é inconcebível que a análise que
está disponível, que desacredita completamente o 11 de Setembro e o 7/7, possa ser realmente apresentada em tribunal. E isso é tudo que podemos esperar. Se o conseguiremos ou não, já é outra questão. Mas estou empenhado em continuar a tentar até cair ou até vencer, sejam quais forem as consequências. É assim importante, na perspetiva do interesse público. E eu tive a sorte de ter conhecido na semana passada um personagem muito interessante, Michael Simpson QC,
que apareceu numa entrevista no Alex Jones Show, e a sua área secundária, para além de ser advogado, é a de analista de informação estratégica, nos mais altos níveis.

Ele tem contatos na América, na CIA, nos Serviços Secretos britânicos, no MI5 e MI6 e ele próprio diz que há aqui algo radicalmente errado. Agora, os seus pontos de vista não correspondem
exatamente com os meus, mas há o suficiente em comum e o seu respeito e apreciação pela a função de análise de informação secreta – segundo me disseram – fá-lo-á  demonstrar a importância destas funções em tribunal. Porque, de certa forma, ele próprio é um analista de informações secretas. Portanto, será muito útil que ele venha na última hora, porque até a semana passada, eu estava a fazer isto sozinho e não teria qualquer hipótese. Pelo menos um sinal de que houve um debate de alta qualidade muito forte e saudável, no campo jurídico, durante esta manhã. E está no registro público?

Sim, está no registro público.

Aí têm, Tony Farrell, um analista da polícia no Reino Unido, analista das secretas, a denunciar a situação e a mais tarde ser expulso da agência; É claro que aqui não há gato, tenho certeza…
De qualquer forma, temos o aniversário dos atentados de 7/7 daqui a poucas semanas, em julho, mais uma boa razão para incidir a nossa atenção sobre este tema e sobre todas as bandeiras falsas: o 11 de Setembro, o atentado de Madrid, a lista é realmente infinita e supostamente tem tudo a ver com a Al Qaeda.

Mas, então, se estamos a apoiar a Al-Qaeda no Médio Oriente… Que está novamente a aquecer.
Não só voltamos a erguer a Al Qaeda como estamos a apoiar os rebeldes líbios a derrubar Kadafi e também estamos a apoiar a queda de Assad, que está a aquecer para o estado de guerra. Na verdade, o próprio Assad já declarou que a Síria está num estado de guerra, facilitando muito a aceleração do Ocidente, naquilo que já foi apelidado de guerra encoberta,  tudo parte do caminho até à Pérsia e da possível atração da Rússia, da China e de outras entidades para uma III Guerra Mundial mais vasta, ou o que lhe quiserem chamar. Esperemos que isso não aconteça.

Mas é claro, os rebeldes sírios invadiram a imprensa estatal, mataram sete pessoas e tomaram de facto o controlo daquela estação televisiva. É importante, naturalmente, para o reforço do regime de Assad, também emblemático para o levantamento dos rebeldes. Mas, porém, os rebeldes são forças ocidentais apoiadas pelo Al Qaeda.

Hillary Clinton, Secretária de Estado e todas as outras entidades das Nações Unidas têm estado a apoiar o conselho de transição nacional Sírio. Basma Kodmani esteve na reunião Bilderberg deste ano, portanto, é muito claro que o conselho de transição não está apenas ligado à Al-Qaeda, mas a todo o Ocidente. Eles estão apenas a tentar depor Assad, de forma a conseguirem firmar a posição Ocidental naquela parte do globo. Mas é complicado, com as nossas ligações  à Rússia e à China e com a teia que tecemos...

Temos Condoleezza Rice de regresso às notícias, há quem diga que ela é uma potencial candidata a Vice-Presidente para Romney. Mas de qualquer forma, ela adora esta linha dura para com a Síria, ela quer que apoiemos os rebeldes porque, bem, a Rússia está a financiar Assad. E apesar de ter a certeza que isso é verdade, não precisamos fortalecer ainda mais as forças rebeldes que já apoiamos. Eles já foram treinados pela CIA, Mossad, MI6 britânico, tudo isso. Nós colocámo-los lá. É um jogo inteiramente geoestratégico e é o lugar perfeito para realçar porque é que a esquerda e a direita não têm realmente nenhuma diferença distinta nos nossos EUA ocupados; porque ambas querem a guerra no Médio Oriente. Em muitos aspetos, o regime de Obama tem sido mais eficaz em derrubar peças de dominó sem fazer ruir todo o jogo. A guerra do Iraque ainda está em curso. É uma grande controvérsia, com muitos manifestantes. A coisa na Líbia foi rápida. Bem rápida. A Primavera Árabe no Médio Oriente, foi supostamente movimento democrático. Mas analisemos aquilo que temos um ano mais tarde.

Temos um Egito controlado pela Irmandade Muçulmana, todas aquelas zonas estão a ficar cada vez mais radicalizadas e o Ocidente simplesmente adora. Eles querem um choque de civilizações. É isso que estes neo-cons e estas pessoas, a esquerda de Obama e o CRE... tudo. Eles fazem parte deste grupo maior. Todos querem um maior choque de civilizações. Basta analisar. Huntington, penso eu, escreveu este livro.







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