desfaço os sinais dos inventores de mentiras, e enlouqueço os adivinhos

Doug Casey sobre a América Que Foi – agora o Estado (Policial) Unido da América | 02Mai2013 19:27:24

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(Entrevistado por Louis James, Editor, International Speculator)

L: Doug, depois de conversas como a que tivemos na semana passada, muitas vezes recebemos cartas de leitores furiosos que o acusam de detestar a América, de falta de lealdade e talvez até de traição. Essas pessoas não sabem nem compreendem o que eu sei sobre si – que gosta da ideia do que era a América. É o Estado Unido em que se tornou que você simplesmente despreza. Se calhar devíamos tentar explicar-lhes o que se passa?

Doug: Duvido que funcione; é uma tarefa difícil, tentar explicar coisas às pessoas que têm ideias tão fixas que verdadeira e literalmente não querem ouvir nada que possa ameaçar as suas noções. Uma pessoa que se sente ameaçada por ideias e que responde com emoção age irracionalmente. Como é possível ter uma discussão com alguém cuja emoção ganha à razão? Como é que se começa a destrinçar o pensamento de pessoas que se vão reunir esta semana para agradecer a abundância produzida pela liberdade e pelo trabalho árduo – a famosa ética de trabalho puritana – comendo um peru comprado com senhas de alimentação?

Mas podemos expor as ideias, para que conste.

L: Eu levo uma cópia se alguma vez o julgarem por crime de pensamento – o que está assustadoramente perto de se concretizar nos dias que correm e de se chamar traição ainda por cima.

Doug: Não está só perto; está aqui. Experimente dizer uma anedota não aprovada numa fila de segurança num aeroporto hoje em dia.

L: É verdade. Onde começar?

Doug: No princípio. A América foi fundada como uma confederação de países independentes – isso é que é um Estado. Ou era, na nossa língua. Os Estados Unidos da América originais eram uma confederação de países que se juntaram para se protegerem de países maiores e mais poderosos que receavam que pudessem ser hostis. Não se trata de uma interpretação contestada da história, mas de um facto tão sólido como aqueles que o estudo da história produz – e contudo um facto muito pouco conhecido.

L: Falámos brevemente sobre este assunto nas nossas conversas sobre a Guerra Civil e a Constituição.

Doug: Pois foi... sendo que a versão reduzida é que a Constituição dos EUA foi essencialmente um golpe; os delegados àquilo que agora chamamos a Convenção Constitucional não tinham poderes para substituir o governo existente – apenas para melhorar os Artigos da Confederação entre os estados então independentes. Os autores da Constituição redigiram-na com a noção de um governo nacional já existente, mas acalmaram os receios de perda de soberania estadual chamando ao novo governo os "Estados Unidos da América" – um malabarismo verbal que funcionou durante mais de meio século. A seguir os estados do sul decidiram exercer o que essas palavras implicam; o seu direito de sair da união. Embora a escravatura fosse e seja uma atividade totalmente criminosa à qual me oponho de todas as formas possíveis, os estados do sul tinham o direito de se separar, tanto do ponto de vista jurídico como ético. Mas a questão foi resolvida pela força, não pela razão, e ganhou o lado errado.

L: Outro golpe?

Doug: Foi mais uma exposição do primeiro para que todo o mundo visse. Mas nessa altura já era demasiado tarde. Apesar disso, a relativa liberdade dos EUA – porque foi durante muitos anos muito mais livre do que os outros países – tornou possível aos artistas, engenheiros, inventores e empresários florescer e criar uma sociedade mais rica e mais poderosa do que qualquer outra que o mundo já vira. É a isto que eu chamo a ideia da América – a América Que Foi.

Mas as sementes de destruição já estavam lançadas logo no princípio – com as Leis dos estrangeiros e de sedição a serem talvez o primeiro passo altamente visível na direção errada. A seguir veio a afirmação enérgica de um governo nacional, com os estados reduzidos a regiões administrativas através da Guerra da Secessão do Sul, de 1861 a 1865. Não sou fã de governos estaduais, a propósito, mas pelo menos são mais pequenos e estão mais próximos dos cidadãos do que o governo federal. Outro passo importante na direção errada foi dado com a Guerra Hispano-Americana de 1898, em que os EUA adquiriram um império ultramarino à força. Em seguida veio outro passo importante negativo com a criação da Reserva Federal e do imposto sobre o rendimento, ambos em 1913, mesmo a tempo da Primeira Guerra Mundial. Demorou tempo até estas coisas provocarem o colapso do sistema, porque ainda era uma economia bastante livre.

L: Mas que colapsou, colapsou, em 1929…

Doug: Sim. E levou à Grande Depressão de 1929 a 1946, que só durou tanto tempo por causa do desastre completo do Novo Acordo (que discutimos recentemente). O Novo Acordo injetou ideias socialistas-fascistas no pensamento americano dominante como um ácido venenoso, corrompendo o cerne da ideia da América que em tempos fizera dela um ótimo lugar. O processo foi concluído com a Grande Sociedade de Lyndon Johnson, que estabeleceu efetivamente a base do Estado providência-Estado militarizado. Preparou de facto o cenário para o desastre total ético, económico, social, político e mesmo militar que agora se desenrola diante dos nossos olhos.

Ainda assim, o coração palpitante da ideia da América – o que quer dizer tanto a liberdade social como económica – demorou a corromper. Tal como um homem forte que não sabe que caminha para um ataque de coração, a cultura americana não atingiu verdadeiramente o seu pico a não ser na década de 1950. O Cadillac “rabo de peixe” de 1959 é um símbolo deste pico, a meu ver.

L: Depois tivemos Johnson e a sua política de "armas e manteiga" – Guerra no Vietname e Guerra à Pobreza ao mesmo tempo – a que se seguiu o manhoso do Dick a dar um pontapé no último pilar de sustentação ao retirar o dólar do ainda que teórico padrão-ouro.

Doug: Sim. Nixon foi talvez um presidente ainda pior que Johnson, com a desvalorização do dólar em 1971 e a criação da Guerra contra a Droga. As coisas entraram numa espiral descontrolada desde então. Em The Casey Report, escrevemos imenso sobre estas últimas décadas e como conduziram e moldaram o que está a acontecer agora. Mas tenho que dizer que o enfoque foi em grande parte financeiro.

L: Que é o que devia ser, numa publicação concebida para ajudar os investidores a navegar nestes tempos turbulentos.

Doug: Sim, mas a corrupção vai muito além disso, além mesmo das guerras sem sentido e da política estrangeira idiota que discutimos na semana passada. A América, em tempos a terra dos bravos e a casa da liberdade, está a caminhar para se tornar num Estado policial – pior do que qualquer um que tenhamos visto no passado, incluindo a União Soviética e a Alemanha Nazi.

L: Como é que pode ficar pior do que eles?

Doug: Porque agora o Big Brother tem uma tecnologia melhor, que permite uma eventual manipulação e controlo da população com a qual Estaline e Hitler nunca sonharam. E porque os EUA costumavam ser um lugar tão bom, muitas pessoas foram levadas a pensar que continua a ser o mesmo que era. Mas não há mais semelhança entre a América de antigamente e os EUA de hoje do que havia entre a Roma da República e a Roma dos últimos imperadores. Além disso, a maioria dos americanos misturou o governo com a sociedade. Não só são coisas diferentes, muitas vezes são contraditórias.

L: Pensei que tinha dito que era um otimista!

Doug: Sou. Mas isso é para quem sobreviver ao mau bocado pelo qual a economia global – e todas as pessoas deste planeta – está prestes a passar. Estou sempre a dizer-lhe que a Depressão Ainda Maior que aí vem vai ser ainda pior do que eu penso. Pode pensar que estou a brincar, mas não estou. Acho que, principalmente pelos motivos que discutimos na nossa conversa sobre tecnologia, o que vier a seguir será não só mesmo melhor do que eu imagino, será melhor do que eu consigo imaginar… mas primeiro temos que passar um mau bocado. Não vejo maneira de o contornar. A sério que não.

L: Tudo bem, sei que acredita nisso. Pode fundamentar a afirmação sobre o Estado policial?

Doug: Ora bem, em vez de lhe apresentar relatos anedóticos – de que todos os dias temos mais carradas – deixe-me referir um comentário bastante perspicaz feito num blogue de um professor de direito da Universidade George Washington chamado Jonathan Turley, intitulado 10 Razões porque os EUA já não são a terra da liberdade. Tenho a certeza que não vejo tudo da mesma forma que o professor, mas a lista chamou-me a atenção por ser bastante precisa e muito importante para as pessoas compreenderem.

L: Tenho a certeza que não quero ouvir, mas tudo bem, avance.

Doug: [Risos] Talvez não queira, mas sei que dá valor à verdade. Estes pontos sublinham algo que eu digo há anos: a Carta dos Direitos é completamente letra morta. Basicamente é desprovida de significado e até as meras declarações de intenções são raras. Citá-la tem como resultado a troça, para já não falar na prisão como radical perigoso.

Francamente, nunca pensei que a situação das liberdades civis pudesse ficar pior do que no tempo de Cheney-Bush, mas ficou. Obama não anulou nada do que eles fizeram – e ainda acrescentou mais. Vamos então à lista. Primeiro:

Assassínio de cidadãos dos EUA
: "O presidente Obama reivindicou, tal como fez o presidente George W. Bush antes dele, o direito de dar ordens para matar qualquer cidadão considerado terrorista ou instigador do terrorismo."

Claro que o próprio conceito de terrorismo é altamente maleável, com mais de 100 definições a circular por aí – tal como discutimos. Mas independentemente disso, agora é aceite que o presidente e os seus lacaios têm o direito de matar quase toda a gente. Este conceito vai ficar completamente descontrolado depois do próximo grande incidente terrorista real ou imaginado.

L: Isso lembra-me dos poderes extraordinários concedidos aos agentes do governo para combaterem a Guerra Contra Algumas Drogas – como os estatutos RICO – que agora se voltaram contra os cidadãos normais que nada têm a ver com o tráfico de droga.

Doug: Exatamente. Uma vez que se conceda um poder ao Estado – qualquer que seja a boa razão porque pense que ele a necessite – ele utilizará esse poder para os fins que os que mandam acham que servem os seus interesses. E os que mandam nunca são santos.

A seguir:

Detenção por tempo indefinido: "Ao abrigo da lei assinada no mês passado, os suspeitos de terrorismo devem ser detidos pelos militares; o presidente tem também autoridade para deter por tempo indefinido os cidadãos acusados de terrorismo."

Este foi um precedente estabelecido por Guantánamo, onde muitos dos acusados continuam a apodrecer sem sequer um julgamento num pseudo-tribunal.

Justiça arbitrária: "Cabe agora ao presidente decidir se uma pessoa vai ser julgada nos tribunais federais ou num tribunal militar, um sistema que foi ridicularizado em todo o mundo por não ter as proteções básicas do processo equitativo. Bush alegou esta autoridade em 2001 e Obama continuou esta prática."

À medida que o governo se torna mais poderoso, é completamente previsível que tudo – incluindo o sistema de justiça – se torne ainda mais politizado. E o governo muito raramente abdica de um poder que adquiriu. Gosto particularmente do acórdão do Supremo Tribunal de abril de 2012 que permite que qualquer pessoa que seja presa por qualquer coisa – incluindo deitar lixo na rua ou atravessar a rua fora da passadeira – seja revistada com desnudamento.

L: Nota para os leitores: não conseguem ouvir a voz do Doug, mas garanto-vos que a maneira como ele utiliza a palavra "gosto" é sarcástica.

Doug: É isso. Continuando:

Buscas sem mandado: "O presidente pode ordenar agora vigilância sem mandado, incluindo novas capacidades para forçar as empresas e organizações a fornecerem informações sobre as finanças, comunicações e associações dos cidadãos. Bush adquiriu este amplo poder ao abrigo da Patriot Act (Lei Patriótica) em 2001 e, em 2011, Obama alargou o poder, incluindo buscas de tudo desde documentos de negócios a registos de bibliotecas."

A privacidade é atualmente um conceito completamente morto, tanto de um ponto de vista jurídico como prático. Se quisermos manter a privacidade, neste momento não temos alternativa a não ser a deslocalização para fora dos EUA.

L: Ou qualquer país ocidental avançado. Li que existem mais câmaras de vigilância por quilómetro quadrado em Londres do que em qualquer outro lugar.

Doug: Também já ouvi isso. Sendo o oposto verdade na Argentina rural, é uma das coisas de que gosto desse país. De volta à lista:

Elementos de prova secretos: "O governo utiliza agora por rotina elementos de prova secretos para deter pessoas e emprega elementos de prova secretos nos tribunais federais e militares. Força também a anulação de processos contra os Estados Unidos apresentando simplesmente declarações de que os processos fariam o governo revelar informações classificadas que prejudicariam a segurança nacional…"

"Segurança nacional" significa, basicamente, nada mais do que segurança do governo, o que significa cobrir as pessoas que pertencem ao governo. A Alemanha Nazi e a URSS eram Estados de segurança nacional. Conforme tentei explicar no passado, uma vez atingida uma massa crítica, é impossível reformar um governo. Acho que atingimos esse estado nos EUA.

Crimes de guerra: "O mundo clamou para que fossem processados os responsáveis pelo afogamento simulado de suspeitos de terrorismo durante a administração Bush, mas a administração Obama afirmou em 2009 que não permitiria que funcionários da CIA fossem investigados ou processados por essas ações. Isso esvazia completamente não só as obrigações decorrentes de tratados, mas também os princípios de direito internacional de Nuremberga."

Tortura praticada por operacionais de campo sob a tensão de combate é uma coisa; tortura como política oficial é outra. Mas a tortura é atualmente aceite nos EUA. Pior, existem crimes de guerra muito mais graves do que a tortura que estão a ser cometidos em nome dos EUA e que são deixados impunes.

L: Esta é, afinal, uma versão muito mais sombria do mesmo governo dos EUA que infetou deliberadamente cidadãos americanos negros com sífilis só para ver o que acontecia e que enviou cidadãos americanos de descendência japonesa para campos de concentração durante a Segunda Guerra Mundial.

Doug: Exatamente. O ponto seguinte é:

Tribunal secreto: "O governo aumentou o uso do secreto Tribunal de Vigilância de Inteligência Externa, que alargou os seus mandados secretos de forma a incluir pessoas consideradas como estando a ajudar ou a encorajar governos ou organizações estrangeiras hostis. Em 2011, Obama renovou esses poderes, incluindo a autorização de buscas secretas a pessoas que não fazem parte de um grupo terrorista identificável."

Já não vivemos num país livre quando a privacidade dos cidadãos é nula, mas 100% de secretismo para o governo e para as pessoas que este emprega.

Imunidade de recurso judicial: "Tal como a administração Bush, a administração Obama tem vindo a exercer pressão para que seja aceite a imunidade para as empresas que colaboram na vigilância de cidadãos sem mandado, bloqueando a possibilidade de os cidadãos contestarem a violação de privacidade."

O governo realocou algumas das suas funções – entre as quais não será de desprezar a utilização de pessoal externo em zonas de guerra. Cada vez mais, estar associado ao governo é equivalente a ter um cartão de "saida livre da prisão". Na URSS chama-se a isto um "krisha" – um telhado.

Supervisão permanente dos cidadãos
: "A administração Obama tem defendido com sucesso a sua reivindicação de que pode utilizar dispositivos com GPS para supervisionar todos os movimentos de cidadãos visados sem obter uma decisão ou controlo do tribunal."

Por muito mau que isto seja, é só um exemplo. Há ainda a utilização de vants (drones) domésticos e de centenas de milhares de câmaras que tiram fotografias de tudo e todos.

Extradição não judicial: "O governo tem agora a possibilidade de transferir tanto cidadãos como não cidadãos para outro país ao abrigo de um sistema conhecido como extradição não judicial, que foi denunciado por utilizar outros países, como a Síria, a Arábia Saudita, o Egipto e o Paquistão, para torturar suspeitos."

Sim, se alguém for raptado, existe a negação plausível se a tortura for feita no estrangeiro por terceiros. E o mais provável é que estes ainda tenham menos remorsos.

L: É uma lista muito deprimente, Doug.

Doug: E isto é só o princípio. Tal como já disse, eu não dito as regras – só tento contar a verdade como a vejo. A verdade é que há 15 anos seria impossível fazer uma lista como esta. Mas agora faz parte do firmamento. Pior, vai aumentar. À medida que a economia piorar ao longo dos próximos anos, as pessoas – agindo como chimpanzés amedrontados – vão pedir ao governo para "fazer alguma coisa". E ele vai. A tendência está a tornar-se hiperbólica.

L: Não posso negar… e concordo que provavelmente não vai parar. Portanto, se se trata de uma tendência certa, existem implicações para os investimentos?

Doug: Isto só vem reforçar aquilo que eu ando a dizer há algum tempo. Por maior que seja atualmente o risco de um cidadão norte-americano ao estar no mercado,
o maior risco singular para a sua riqueza e a sua saúde é o governo. As pessoas têm simplesmente que se internacionalizar para diversificar o seu risco político. Não é possível realçar o suficiente a importância que isso tem.

L: Iria ao ponto de dizer que ser um contribuinte nos EUA hoje em dia é como ser um judeu na Alemanha em meados da década de 1930?

Doug: É uma boa analogia. É caro e perturbador desenraizarmo-nos, mas o risco se não o fizermos é inimaginavelmente pior. E eu avisaria as pessoas noutros países para tomarem as mesmas precauções. Todos estes Estados-nação são dinossauros moribundos que vão causar imensos danos à medida que se debatem na sua agonia de morte. Nenhum lugar é completamente seguro, mas melhoramos as nossas probabilidades se não pusermos todos os ovos no mesmo cesto.

L: Muito bem, acho que já falámos disso muitas vezes. Existe alguma "jogada do Estado policial" – alguns investimentos que se pudessem fazer antes da nova Cortina de Ferro se fechar com estrondo? Fabricantes de algemas?

Doug: Não – eles agora têm aquelas coisas de plástico com um fecho de correr; são tão baratas que duvido que o fabricante consiga sequer fazer muito dinheiro em volume. Mas lembro-me de um discurso que presenciei na década de 90 feito por William Bennett, o ex-Czar das Drogas, que recomendou o investimento em prisões. Eu condenei-o como sociopata nessa reunião – mas ele tinha razão. No entanto, esse navio já partiu; é difícil acreditar que os EUA possam meter na cadeia mais do que os atuais 2,3 milhões de pessoas. Além disso, acho moralmente ofensivo capitalizar aquilo que considero serem empresas criminosas. Não, por agora o único imperativo absolutamente transparente é como disse acima: é necessário que tenham um Plano B pronto em caso de precisarem de partir imediatamente – e vão precisar dele rapidamente.

E para aqueles que vão celebrar o Dia de Ação de Graças esta semana, peço-vos que lembrem àqueles com quem vão trinchar o peru que foi o trabalho árduo e a liberdade de usufruir dele que criou a abundança que os peregrinos celebravam. Foi esse espírito empreendedor e a liberdade de o exercer que estiveram no cerne da ideia da América Que Foi – a ideia que fez a América grande. Os políticos corruptos que há muito vêm enfraquecendo esses valores, assim como os ideólogos obstinadamente ignorantes que os apoiam, são responsáveis por transformarem este país no Estado (Policial) Unido da América. Devem ser criticados e contestados em todas as oportunidades.

L: Muito bem, Doug. Obrigado por outra conversa desafiadora mas esclarecedora.

Doug: O prazer foi todo meu.

21 de novembro de 2012

http://www.caseyresearch.com/cdd/doug-casey-america-was-now-united-police-state-america







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