desfaço os sinais dos inventores de mentiras, e enlouqueço os adivinhos

“Noé” promove a crença gnóstica luciferiana de que o Criador deste mundo é mau | 07Jul2014 13:04:36

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Russell Crowe no papel de Noé

No novo êxito de bilheteira de Hollywood, “Noé”, o Criador deste mundo é retratado como um maníaco homicida malvado que odeia completamente a humanidade e a Serpente é retratada como o ser que guarda o segredo que irá repor a “centelha divina” na humanidade. Infelizmente, a maioria dos cristãos (mesmo os que fizeram uma crítica negativa deste filme) passou completamente ao lado dos temas gnósticos luciferianos que são abertamente promovidos por este filme. Escrevi anteriormente sobre a forma como “Noé” transforma os anjos caídos nos “bons” que ajudam de facto Noé a construir a arca, mas os temas ocultos neste filme são muito mais profundos do que isto. O realizador Darren Aronofsky teceu habilmente elementos do luciferianismo, do gnosticismo e mesmo da cabala em todo o filme. Ao longo dos anos, centenas de milhões de pessoas por todo o mundo que virem este filme serão expostas ao evangelho luciferiano sem se aperceberem disso.

Existem muitas vertentes diferentes de gnosticismo, mas na versão que eu chamo “gnosticismo luciferiano”, o Criador deste mundo é um ser malvado conhecido como “o Demiurgo” e a Serpente é um ser bom que possui o conhecimento secreto (“gnose”) que vai ajudar a humanidade a redescobrir a “centelha divina” que reside dentro dela. É deste modo que a Wikipédia descreve a forma como os gnósticos tendem a ver Deus…

O gnosticismo apresenta uma distinção entre o Deus incognoscível mais elevado e o “criador” demiúrgico da matéria. Vários sistemas de pensamento gnóstico apresentam o Demiurgo como antagónico à vontade do Ser Supremo: o seu ato de criação ocorre numa aparência inconsciente do modelo divino e por isso é fundamentalmente imperfeito, ou então é formado com a intenção malevolente de aprisionar aspetos do divino na materialidade. Assim, nesses sistemas, o Demiurgo age como uma solução para (ou, pelo menos possivelmente, o problema ou causa que dá origem a) o problema do mal.

Na forma mais radical de gnosticismo cristão, o Demiurgo é o “Deus ciumento” do Antigo Testamento.


E é precisamente assim que o Deus da Bíblia é retratado em “Noé”, como realçou recentemente o Dr. Brian Mattson…

Exceto que quando os gnósticos falam sobre “O Criador” não estão a falar sobre Deus. Oh, aqui num mundo desafogado a viver dos frutos da cristandade, o termo “Criador” traduz em geral o Deus vivo e verdadeiro. Mas aqui têm um pouco de “gnosticismo 101”: o Criador do mundo material é um ser de baixo nível, ignorante, arrogante, ciumento, exclusivo e violento, filho bastardo de uma divindade de baixo nível. É responsável pela criação do mundo “não espiritual” da carne e da matéria, e ele próprio é tão ignorante do mundo espiritual que se acha o “único Deus” e exige obediência absoluta. Em geral chamam-lhe “Yahweh”. Ou outros nomes, também (Ialdabaoth, por exemplo).

Este Criador tenta manter Adão e Eva afastados do verdadeiro conhecimento do divino e, quando eles desobedecem, enfurece-se e expulsa-os do jardim.

Por outras palavras, caso não esteja a entender o enredo: a serpente teve sempre razão. Este “deus”, “O Criador”, que eles adoram, está a esconder-lhes algo que a serpente dará: a própria divindade.


Em “Noé”, o Criador é essencialmente o mau e a serpente o bom, tal como no gnosticismo puro e duro.

Outra forma como o gnosticismo se manifesta no filme é que Adão e Eva são retratados como seres inteligentes, brilhantes e luminescentes antes da Queda. É apenas depois da Queda que eles passam a ser de carne e osso.

Isto também é gnosticismo puro. No século II d.C., Ireneu de Lyon escreveu o seguinte referindo-se aquilo em que um grupo específico de gnósticos acreditava…

“Adão e Eva tinham anteriormente corpos claros, luminosos e, por assim dizer, espirituais, tal como tinham sido feitos. Mas quando vieram para aqui, os corpos ficaram escuros, obesos e ociosos.”


Podemos encontrar também esta doutrina no cabalismo de acordo com o Dr. Mattson…

Ocorreu-me que uma tradição mística relacionada mais estreitamente com o judaísmo, chamada cabala (que a cantora Madonna popularizou há coisa uns dez anos atrás), teria certamente defendido uma opinião semelhante, uma vez que se trata essencialmente de uma forma de gnosticismo judaico. Limpei o pó (é mesmo verdade: tive de limpar o pó) da minha cópia da obra de Adolphe Franck do século XIX, The Kabbalah, e rapidamente confirmei as minhas suspeitas:

“Antes de serem enganados pela subtileza da serpente, Adão e Eva estavam não só isentos da necessidade de um corpo, como não tinham mesmo corpo — ou seja, não eram da terra.”


E sabem que mais? O Dr. Mattson realçou também que o primeiro filme de longa-metragem de Aronofsky era todo sobre a cabala…

Descobri que a primeira longa-metragem de Darren Aronofsky foi: Pi. Quer saber de que trata? Quer mesmo? Tem a certeza?

Cabala.

Se acha que é uma coincidência, pode pedir a alguém que goste de si que lhe marque um exame ao cérebro.

Uau.

Quando li isso pela primeira vez, fiquei absolutamente espantado.

Um filme que favorece abertamente o gnosticismo e o cabalismo foi passado aos cristãos como um “filme bíblico” e milhões deles estão a morder o isco completamente.

No gnosticismo, a humanidade tem uma natureza dupla. A parte física vem do Criador mau, mas existe também uma parte boa que vem do “verdadeiro Deus”. Segundo a crença gnóstica, o Criador mau está constantemente a tentar fazer com que a humanidade não descubra a “centelha divina” que, supostamente, reside dentro de todos nós. Segue-se um breve resumo da forma como os gnósticos veem a humanidade…

A natureza humana reflete a dualidade que se encontra no mundo: em parte foi feita pelo falso criador Deus e em parte consiste na luz do Verdadeiro Deus. A humanidade contém um componente físico e psíquico perecível, assim como um componente espiritual que é um fragmento da essência divina. Esta segunda parte é muitas vezes referida simbolicamente como a “centelha divina”. O reconhecimento desta natureza dupla do mundo e do ser humano ganhou, na tradição gnóstica, o epíteto de “dualista”.

Os humanos ignoram em geral a centelha divina que neles reside. Esta ignorância é fomentada na natureza humana pela influência do falso criador e dos seus arcontes que, em conjunto, estão apostados em manter os homens e mulheres ignorantes sobre a sua verdadeira natureza e destino. Tudo o que nos faz manter presos a coisas terrenas serve para nos manter em servidão a esses governantes cósmicos inferiores. A morte liberta a centelha divina da sua humilde prisão, mas se não tiver sido realizado um trabalho substancial de gnose pela alma antes da morte, torna-se provável que a centelha divina seja repelida e depois reincorporada nas dores e na escravatura do mundo físico.

Nem todos os humanos são espirituais (pneumáticos) e estão portanto prontos para a gnose e a libertação. Alguns são seres ligados à terra e materialistas (hiléticos), que reconhecem apenas a realidade física. Outros vivem em grande parte na sua psique (pessoas com poderes de perceção extrassensorial). Essas pessoas normalmente confundem o Demiurgo com o Verdadeiro Deus e têm pouca ou nenhuma consciência do mundo espiritual para além de matéria e mente.


No gnosticismo, o conhecimento secreto (“gnose”) é a chave para a “libertação” e para o “esclarecimento”.

E quem dá esse conhecimento secreto?

Vem da Serpente. Ela estava a tentar dar esse conhecimento secreto sobre a centelha divina a Adão e Eva no Jardim do Éden e, supostamente, tem vindo sempre a fazê-lo desde então.

Em “Noé”, esse conhecimento secreto é representado pela pele da serpente que aparece em todo o filme. No filme, essa pele de serpente foi supostamente largada pela Serpente no Jardim do Éden. Eis outro excerto do artigo recente do Dr. Brian Mattson…

A ação tem início quando Lameque está prestes a abençoar o filho, Noé. Lameque, de forma bastante estranha para um patriarca de uma família seguidora de Deus, tira uma relíquia sagrada, a pele da serpente do Jardim do Éden. Enrola-a no braço, estica a mão para tocar no filho — exceto que, nesse momento, um grupo de saqueadores interrompe-os e a cerimónia não é concluída. Lameque é morto e o “vilão” do filme, Tubalcaim, rouba a pele de cobra. Noé, por outras palavras, não obtém o benefício que a pele da serpente lhe conferiria.


Este filme é luciferiano até o caroço.

É apenas mais um passo na enorme campanha de propaganda em curso para convencer o mundo de que o Deus Criador da Bíblia é mau e que Lucifer (“o Portador da luz”) é bom e está a tentar “esclarecer” a humanidade.

Sobre o autor: Michael T. Snyder é um antigo advogado de Washington D.C. que publica atualmente The Truth. O seu novo livro de suspense, “The Beginning Of The End” [O Começo do Fim], está agora disponível em Amazon.com.

http://thetruthwins.com/archives/noah-promotes-the-luciferian-gnostic-belief-that-the-creator-of-this-world-is-evil






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