desfaço os sinais dos inventores de mentiras, e enlouqueço os adivinhos

Líderes pró-família alarmados com os convidados pessoais do Papa Francisco para o Sínodo | 06Out2015 20:05:29

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Líderes pró-vida e pró-família de todo o mundo estão alarmados com uma lista divulgada hoje [15 Setembro] pelo Vaticano contendo os nomes daqueles que irão participar no próximo Sínodo sobre a Família, incluindo uma lista especial de 45 prelados escolhidos a dedo pelo Papa Francisco, muitos dos quais apoiam publicamente posições contrárias aos ensinamentos ou prática da Igreja Católica. 

“O Sínodo Ordinário tem uma agenda heterodoxa e muitos dos prelados que vão participar já mostraram que apoiam essa agenda ou que não estão dispostos a reagir contra ela”, afirmou hoje em comunicado de imprensa o Voice of the Family, um grupo de leigos católicos de importantes organizações pró-vida e pró-família de todo o mundo.

“A família corre agora um grave perigo que vem não só do interior da Igreja mas também de instituições internacionais e governos nacionais”, afirmou o grupo.

A lista de “membros de nomeação papal ” inclui uma série de figuras controversas cujas ações ou declarações levaram os católicos de diferentes partes do mundo a questionar a sua ortodoxia:

  • Cardeal Walter Kasper, antigo presidente do Conselho Pontifício do Vaticano para a Promoção da Unidade dos Cristãos, que esteve por trás da proposta do ano passado para se alterarem os ensinamentos católicos sobre a receção da sagrada comunhão pelos católicos divorciados e casados de novo que vivem objetivamente fora das leis de Deus.
  • Cardeal Godfried Danneels, antigo arcebispo de Mechelen-Bruxelas na Bélgica, que em 1990 tentou convencer o rei Balduíno da Bélgica a promulgar um projeto de lei sobre o aborto. Em 2013, Danneels referiu-se às leis sobre o “casamento” homossexual como um “desenvolvimento positivo”. O cardeal Danneels foi apanhado de modo infame numa gravação a pedir encarecidamente a uma vítima de 13 anos de abuso sexual às mãos do seu amigo e colega bispo Roger Vangheluwe para não ir à polícia. Esta é a segunda vez que ele é pessoalmente convidado pelo Papa Francisco para ser um padre sinodal.
  • Blase Cupich, arcebispo de Chicago, que defendeu que a sagrada comunhão fosse dada a políticos católicos a favor do aborto. Em 2011, Cupich, então bispo de Spokane, proibiu os padres da sua diocese de participarem na vigília pró-vida semestral “40 Dias Pela Vida”. Respondeu à recente decisão do Supremo Tribunal dos Estados Unidos de redefinir o casamento dedicando-se fundamentalmente a denunciar a discriminação contra os homossexuais em vez de criticar a imposição do “casamento” entre pessoas do mesmo sexo.
  • Bruno Forte, arcebispo de Chieti-Vasto, Itália, considerado o responsável pela redação da controversa secção sobre homossexualidade do infame relatório intercalar do Sínodo que falava em “aceitar e valorizar a orientação sexual [dos homossexuais]”. Ao ser questionado sobre a linguagem, Forte afirmou que os homossexuais têm "direitos que devem ser protegidos", chamando às uniões homossexuais uma "questão de civilização e respeito por essas pessoas".
  • Cardeal Christoph Schönborn, arcebispo de Viena e presidente da Conferência Episcopal da Áustria, que se identifica como o arquiteto intelectual do chamado “ecumenismo do estilo de vida” que pede à Igreja para alterar a sua abordagem pastoral para se concentrar nos “elementos positivos” das relações sexuais que violam a lei natural e os ensinamentos da Igreja. Schönborn aprovou uniões civis para os homossexuais, dizendo ao Tablet em 2013 que “pode haver uniões entre pessoas do mesmo sexo e que precisam do respeito e mesmo da proteção do direito civil”.
  • Cardeal Timothy Michael Dolan, arcebispo de Nova Iorque, que liderou este ano a parada do Dia de S. Patrício como grande marechal após defender como “sensata” a decisão dos organizadores de permitir pela primeira vez que um grupo de ativistas abertamente homossexuais marchasse no evento. Em março de 2014, Dolan felicitou o jogador de futebol homossexual Michael Sam no programa "Meet the Press" da NBC por anunciar publicamente que era homossexual, dizendo “Bom para ele… eu não teria sentimento de juízo sobre ele”.
  • Cardeal Donald Wuerl, arcebispo de Washington, um dos principais proponentes de se dar a sagrada comunhão aos católicos que promovem publicamente graves males morais, como os políticos a favor do aborto. Em 2012, Wuerl retirou a um padre os seus poderes por recusar a comunhão a uma budista lésbica que, segundo se diz, tinha apresentado a sua “amante” lésbica ao padre na sacristia momentos antes da missa do funeral da sua mãe. A arquidiocese emitiu um pedido de desculpas público à mulher, criticando as ações do padre.
  • Cardeal Dionigi Tettamanzi, antigo arcebispo de Milão, que concordou com a proposta de Kasper apresentada ao Sínodo no ano passado no sentido de que a Igreja devia oferecer a sagrada comunhão aos católicos em situação de divorciados que voltaram a casar pelo civil.
  • Cardeal Angelo Sodano, decano do Colégio Cardinalício do Vaticano, que tentou parar as investigações das alegações de abuso sexual contra o frei Marcial Maciel Degollado, fundador dos Legionários de Cristo, caído em desgraça.
  • Cardeal Oscar Andrés Rodríguez Maradiaga, arcebispo de Tegucigalpa, presidente da Conferência Episcopal das Honduras e conselheiro próximo do Papa Francisco, que chefiou uma conferência fortemente liberal em Roma este mês com a participação de numerosos oradores que defendem a posição de Kasper.
  • Cardeal Lluis Martinez Sistach, arcebispo de Barcelona, que obstruiu anos de provas de grupos pró-vida de que estavam a ser feitos abortos num hospital católico sob a sua vigilância. Recusou-se a excomungar ou disciplinar um padre da sua diocese que financiou os abortos de duas jovens e que se gabava de abençoar uniões homossexuais.
  • Cardeal Raymundo Damasceno Assis, arcebispo de Aparecida, Brasil, e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do país, que antes do Sínodo do ano passado elogiou a “retórica mais suave e tolerante de Francisco, especialmente no que diz respeito à homossexualidade”. Numa entrevista de outubro de 2014 à LifeSiteNews, Assis lamentou que por muito “estáveis” que fossem as relações homossexuais, a Igreja não as aprovava.
  • Cardeal Luis Antonio Tagle, arcebispo de Manila, Filipinas, que no início deste ano denunciou aquilo que disse ser a utilização pela Igreja de linguagem “dura” e “severa” para descrever os pecados do adultério e do comportamento homossexual por ocasião de uma conferência da juventude no Reino Unido. Mais tarde disse aos repórteres locais que a Igreja tem de reaprender os seus ensinamentos sobre “misericórdia”.
  • Cardeal John Dew, arcebispo de Wellington e presidente da Conferência Episcopal da Nova Zelândia, que fez uma intervenção no Sínodo do ano passado pedindo à Igreja para desistir da linguagem tradicional que descreve o pecado como “desordenado” de forma que “as pessoas não vejam nem oiçam a Igreja a julgar ou a condenar”. Dew também tem defendido a admissão dos divorciados que voltaram a casar pelo civil na sagrada comunhão.
  • Victor Fernández, arcebispo titular de Tiburnia, Argentina, que é um dos principais conselheiros teológicos do Papa e que criticou veladamente o cardeal Gerhard Mueller, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, por se opor à orientação do Papa Francisco. Fernández, que foi um dos redatores do relatório final do Sínodo em outubro passado e que participou na redação da encíclica papal sobre o ambiente, disse aos repórteres em maio que o Papa “tem como objetivo reformas que são irreversíveis”.
  • Padre Antonio Spadaro, diretor da revista italiana La Civilta Cattolica, que é amigo pessoal do Papa e que tem promovido repetidamente na sua revista a proposta de Kasper e outros argumentos semelhantes destinados a liberalizar os ensinamentos morais da Igreja sobre o casamento e a família.

Segundo o Voice of the Family, as nomeações indicam que a Igreja está a enfrentar uma grave crise.

“Chegou a altura de todos os católicos, a todos os níveis da Igreja, reconhecerem a gravidade da crise que nos rodeia”, disse o grupo. “Cada um de nós, clero ou leigos, tem o direito e o dever de defender a doutrina e a prática católica de ataques de membros da hierarquia.”

Entre os nomes dos escolhidos a dedo pelo Papa encontra-se um número mais pequeno de prelados conhecidos pelo seu firme compromisso com os ensinamentos católicos. Entre estes encontram-se:

  • Cardeal Wilfrid Napier, arcebispo de Durban, África do Sul, um dos mais sinceros bispos anti-Kasper no último Sínodo. Em abril, Napier afirmou que Kasper não devia ostentar o rótulo de “teólogo do Papa”, como muitos lhe têm chamado, devido à sua atitude desrespeitosa em relação aos africanos. Kasper criticou abertamente as contribuições dos bispos africanos no Sínodo do ano passado, dizendo a um repórter que a África “é totalmente diferente do Ocidente, especialmente quanto aos homossexuais” e que a maioria dos padres sinodais não ouvia os africanos sobre essa questão.
  • Cardeal Elio Sgreccia, antigo presidente da Pontifícia Academia para a Vida, considerado um guerreiro pelos católicos devido à sua defesa intransigente de toda a vida e da família. Sgreccia ganhou reputação internacional por utilizar linguagem forte para condenar a imoralidade prevalecente na cultura da morte, recusando-se a transigir em todas as questões relacionadas com a vida incluindo eutanásia, aborto, contraceção e investigação embrionária.
  • Cardeal Carlo Caffarra, arcebispo de Bolonha, que contribuiu para um livro publicado no mês passado pela Ignatius Press intitulado “Eleven Cardinals Speak" que defende os ensinamentos católicos sobre o casamento e a sexualidade. Caffarra tem argumentado que não pode haver contradições entre a doutrina e a prática da Igreja relativamente ao casamento. Criticou a proposta de Kasper por ameaçar erradicar o verdadeiro conceito de casamento dentro da Igreja.


Que a Igreja está a enfrentar uma crise sem precedentes é um tema que começa a ser realçado por prelados reconhecidos por muitos fieis católicos pelo seu forte compromisso com a defesa dos ensinamentos católicos. 

Na semana passada, o arcebispo Lenga, arcebispo emérito de Karaganda, Cazaquistão, disse à Polonia Christiana num vídeo explosivo onde também aparecia o cardeal Burke, que o Papa Francisco se revelará durante o Sínodo.

“O Papa mostrará durante o Sínodo de que lado está”, afirmou Lenga. “Se aceitar as declarações daqueles que querem distribuir a sagrada comunhão aos divorciados, haverá heresia na Igreja, e se não aceitar poderá haver um cisma na Igreja.”

O cardeal Burke afirmou na mesma entrevista que “encontramo-nos numa altura de crise dentro da Igreja”, sugerindo que “poderemos ter que dar o nosso todo (incluindo as nossas próprias vidas) para salvaguardar e promover a verdade da fé não só para nós e para a nossa própria geração mas também para aqueles que virão depois de nós”.

O arcebispo Lenga concluiu: "Ou estamos do lado de Cristo ou do lado do diabo. Não existe terceira opção. As pessoas comuns muitas vezes estão mais próximas de Cristo do que os padres".

https://www.lifesitenews.com/news/family-leaders-alarmed-at-popes-personal-invitees-for-synod






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