desfaço os sinais dos inventores de mentiras, e enlouqueço os adivinhos

Monckton 2014 – Apresentação Sobre Mudanças Climáticas e Governo Mundial | 12Fev2016 21:12:05

 


>> O nosso último ano de liberdade?

É um particular prazer ser apresentado aqui na Austrália, como Visconde Monckton de Brenchley; porque, quando fazem isto na Escócia, por causa das peculiaridades do sotaque local, sai algo como por favor dêem as boas vindas ao Monckton distraído. Então, o Monckton distraído tem agora o grande prazer de vos falar sobre o que chamo o nosso último ano de liberdade e coloco um ponto de interrogação nisso porque, enquanto puder fazer algo sobre a questão, vamos tentar assegurar-nos de que pelo menos o mundo ocidental, e eventualmente o mundo inteiro, disfruta da liberdade que a Austrália já disfruta.

Agora, eu coloco este título em particular porque existe uma ameaça e essa ameaça vem, como poderão ver aqui, das Nações Unidas e da esquerda mundial e não vale a pena pretender que seja de outra maneira, mas o alarme sobre o clima não é instigado por cientistas do clima, não é motivado por quaisquer circunstâncias adversas no cllima mundial, como irão ver, é motivado por uma ideologia política totalitária. E, se formos de volta até à antiga China Imperial, aí, os filósofos da política meditaram pela primeira vez, bem, qual é a separação fundamental na política a nível global, ou a política nacional, ou em qualquer tipo de política; e essa separação faz-se, entre os maníacos do controle por um lado, e a brigada do viver e deixar viver pelo outro. Aos maníacos do controle ou totalitários chamam-lhes legalistas e chamam aos liberais, que são a maioria dos que estão nesta sala, eles chamam-nos confucionistas, segundo o nome de um dos seus grandes antigos filósofos e estadistas.

E é o lado confucionista que tende a perder neste momento, à medida que a extrema esquerda internacional toma de assalto instituição atrás de instituição, não apenas nos meios de comunicação e nas editoras, mas também nas Nações Unidas e várias instituições supranacionais como a UE. Estas são agora estruturas largamente socialistas, dominadas por ambições totalitárias,
sendo uma delas e não das menos importantes, a ambição de estabelecer um governo global.

E se pensam que eu, ao falar de uma Nova Ordem Mundial, estou a ser de alguma forma intelectual e extremista, nos próximos momentos, vou fornecer-lhes evidência do que tem vindo a acontecer nas Conferências Anuais de Dezembro Sobre o Clima, organizadas pelo Convenção-Quadro das Nações Unidas, sobre a Mudança do Clima.

E, recentemente houve uma marcha pelo clima em Nova Iorque e para meu espanto o próprio Secretário Geral das Nações Unidas, foi para a rua e marchou, lado a lado com os burlões e os comunistas, abandonando a objectividade e imparcialidade a que o seu cargo obriga; e fiquei chocado com o seu comportamento. Considero isto uma perigosa indicação de que as Nações Unidas, elas próprias, já estejam nas mãos, em carácter permanentemente, da facção legalista e totalitária da política global, e que essa facção, se tiver oportunidade, ou na Conferência Sobre o Clima em Dezembro deste ano em Lima, ou na Conferência em Dezembro do próximo ano em Paris, tentará estabelecer o Governo Mundial que, graças à intervenção da China, não conseguiu estabelecer em Copenhaga em 2009. E aqui está o logotipo deste Encontro de Cúpula sobre o Clima, como podem ver, é vermelho e âmbar e verde.

>> ENCONTRO DE CÚPULA SOBRE O CLIMA 2014 - ACÇÃO CATALIZADORA

E aqui está uma das ameaças para a sociedade em que vivemos, por causa do desflorestamento. E como sabem existem no momento umas mil e quinhentas ideas distintas que eles dizem irão prejudicar várias coisas, incluindo os cães terem que fazer fila para encontrar uma árvore e satisfazerem as suas necessidades. E também, chegou agora mesmo, notícia de última hora, extremamente sigiloso, este é o plano de Turnbull [1º Ministro] para produzir energia renovável na Austrália.

>> EXTREMAMENTE SIGILOSO – Imagem chocante do plano de Turnbull para energia renovável
Aqui estão estes infelizes, estes totalitários, estes legalistas, estes ambientalistas comunistas, em fila,

>> UNIDOS PARA ACÇÃO AMBIENTALISTA. ... ACÇÃO AMBIENTALISTA - #CLIMA2014 - EU SOU PELA ACÇÃO AMBIENTALISTA

O homem com o chapéu azul, é o matreiro Moon. Ele é o Secretário Geral das Nações Unidas, que Deus nos ajude, e, a 2ª pessoa à sua direita, podem ver o Al Chato (Al Gore), com quem já tentei várias vezes ter um debate. Então, caro Al querido, sei que és um grande apreciador dos meus vídeos, se estiveres a assistir, o meu desafio para ti continua de pé: sobe ao palco e debate comigo sobre este assunto, ou desaparece para sempre!

Bem, aqui vai o desafio, mas não acho que vá responder, já que nunca o fez nos últimos 7 anos. Mas lá estão todos eles, a marchar pelo clima; mas o clima tem estado perfeitamente bem nos últimos quatro mil milhões e meio de anos, não é agora, de repente, que vai precisar da ajuda destes lunáticos e comunistas. E eu chamo-os de a tendência semáforo, os verdes demasiado amarelos para admitirem que são realmente vermelhos!

>> A Tendência Semáforo... - ... apelidam-se de verdes... - ... porque são demasiado amarelos... - ... para admitirem que são é Vermelhos

Bem, agora vamos rever a história recente da tentativa, feita pelas Nações Unidas, para fundar um Governo Mundial.

Copenhaga 2009
Começamos em Copenhaga em 2009. Aí foi produzido um esboço de um acordo, e esse esboço de acordo tinha entrelaçado a palavra “governo”

>> A Catástrofe de Copenhaga 2009
>> 'Governo' Mundial - 'O esquema para o novo arranjo institucional no âmbito da Convenção terá como base três pilares: governo; mecanismo facilitante; e  mecanismo financeiro ...' - O esboço do Acordo de Copenhaga, da UNFCCC, Anexo 1, Parágrafo 38 (15 Setembro 2009)

e a palavra governo aparece de facto no esboço do acordo e aqui podem ver uma das vezes em que ela aparece; agora, esta é a primeira vez que vi a palavra governo usada num contexto global, numa proposta de esboço de acordo. Então esta é o preciso texto do esboço de acordo de 15 de Setembro de 2009, que eles esperavam ter podido impor ao mundo em Copenhaga; e inesperadamente foram barrados por quem não se esperava, da parte de um país autoritário, totalitário, comunista, a China, que disse não estar preparada para tolerar esta ideia.

Então, a nossa liberdade foi salva pelo Presidente do Conselho Estatal Wen Jinbao, que resistiu a 55 minutos de balidos persuasores da parte do Sr. Obama e avançou resolutamente para o palco e disse, depois de ouvir aquele homem quase uma hora, tomo o compromisso de que a China não se envolva mais com este acordo. E a coisa acabou aí. Eu era o único representante não-governamental presente, os outros tinham sido todos banidos e eu entrei porque me juntei à delegação dos EUA, e houve um funcionário das Nações Unidas que tentou evitar a minha entrada, e o chefe da delegação dos EUA, que era o Congressista Joe Barton do Texas, um homem bom, dirigiu-se a ele, olhou-o nos olhos e disse: “ele está comigo!” Oh, oh, sim Senhor. E e eu entrei e vi este grande momento onde o acordo de Copenhaga caiu, mas eles não desistiram.  Aqui estão algumas das coisas que estavam nesse acordo de Copenhaga:

>> O tentado golpe de estado ao clima - 'O governo será regido pelo COP (Conference of the Parties = Conferência das Partes) com o apoio de um novo organismo subsidiário de adaptação, e de um Conselho Executivo responsável pela gestão dos novos fundos e dos processos e organismos facilitadores relacionados. – Projeto de Acordo de Copenhaga, Anexo 1, Parágrafo 38

eles iam ter este governo, que seria governado pela Conferência dos Estados Partes junto do Grupo de Trabalho da Convenção sobre as Mudanças no Clima, das Nações Unidas, com o apoio de um novo organismo subsidiário de adaptação,
e toda uma panóplia de outras estruturas burocráticas. Os mercados livres deixariam de existir.

>> O fim dos mercados livres - '... um mecanismo facilitador, preparado para facilitar o projeto, adopção e execução das políticas públicas, um instrumento dominante, ao qual as regras de mercado e dinâmicas relacionadas deveriam estar subordinadas.' – Esboço do Acordo de Copenhaga, Anexo 1, Parágrafo 36

O mercado livre iria estar sujeito a políticas públicas e as políticas públicas estariam sujeitas às Nações Unidas.

>> Um vasto custo económico - Imposto sobre as Nações ricas: 2% do PIB - Imposto sobre as transacções financeiras: 2% - Mais de 300 novas burocracias - Poder para interferir nas economias dos estados - ...e nos seus assuntos ambientais - Um regime de protecção mundial - Multas ilimitadas por desobediência - Acordo de Copenhaga, excerto

Iria haver um imposto anual de 2% do PIB sobre as nações ricas, Austrália e outros países do gênero, e isso era só o começo, haveria igualmente um imposto de 2% sobre todas as transações financeiras e dado que as margens de lucro nas transações financeiras nos mercados de capital mundiais são medidas em centésimos de ponto percentual, ou pontos base como são conhecidos, isto teria prejudicado seriamente e eventualmente teria acabado com o capitalismo, porque é disso que se trata este processo, não tem nada a ver com o clima, não tem absolutamente nada a ver com o impacto do homem sobre o clima, tem tudo a ver com o estabelecimento da internacional socialista no coração das Nações Unidas e fazer com que todas as nações dobrem o joelho perante esta nova ditadura e o clima é um mero pretexto para encobrir o que estão a tentar fazer. Aqui estão as cláusulas democráticas para a eleição do Novo Governo Mundial. Fui bastante cuidadoso, demorei muito para as compilar,

>> Cláusulas democráticas – Não aparecem em nenhuma parte do rascunho do Acordo de Copenhaga

ali estão elas todas... não há nenhumas. E, quando revelei a existência deste acordo pela primeira vez, em 14 de Outubro, exatamente um mês depois de ter sido colocado num canto obscuro da página de internet das Nações Unidas, alguém filmou os últimos quatro minutos da minha palestra onde falava sobre este acordo, e foi colocado no YouTube, e passados dez dias tinha recebido dois milhões e setecentas mil visitas, só nesta página, um milhão noutra página, meio milhão noutra, várias outras com duzentas e cinquenta mil. Toda a gente estava a ver este discurso até que... alguém carregou doze páginas falsas, com pontos de exclamação, traços, nada que se quisesse ler ou pudesse ler, mas cada uma destas páginas fictícias continha as palavras "vídeo de Monckton", então, cada vez que alguém o procurava encontrava estas páginas falsas, a pergunta é, como é que estas páginas apareciam, que ninguém estava interessado em ler, quando o meu vídeo tinha recebido dois milhões e setecentas mil visitas, e normalmente os motores de busca teriam escolhido isso primeiro?

Bem, é aqui que começa a ser dispendioso, para quem fez isto, porque pagaram a todos os motores de busca para colocar as páginas falsas antes da minha, para que quando as pessoas tentassem encontrar o vídeo, encontrassem uma das páginas falsas, elas encontravam doze páginas falsas antes de encontrarem isto, isso interrompeu a cadeia viral e parou repentinamente os dois milhões e setecentas mil visitas com grande estrondo. E recebi um telefonema, inesperadamente, de um professor na Universidade A&M do Texas, Earle Stone, e ele disse, eu monitorizo a internet e você foi alvo de um dos ataques mais extraordinário de recusa de serviço que tenho visto e explicou o que acabei de vos explicar, e eu disse, quanto é que isso terá custado?

E ele disse, não menos, e fez questão de salientar que era o mínimo absoluto, não menos que um quarto de milhão de dólares. Isso foi o que se gastou para prevenir que eu deixasse o mundo saber que este acordo sobre o clima, que iria tirar a nossa liberdade e a nossa democracia para sempre, estava no papel, e prestes a ser aprovado sem votação pelos políticos a dormir no posto, em Copenhaga, mas graças à China isso não aconteceu.

Cancun 2010
Bem, agora vamos até Cancun, em Dezembro do ano seguinte. E e aqui eles decidiram não mencionar mais o Governo Mundial, por enquanto pelo menos;

>> O Cataclismo de Cancun, 2010

em vez disso estabeleceriam os mecanismos do Governo Mundial, na forma de algumas das burocracias que seriam necessárias.

>> A Nova Ordem Mundial - 1. Grupo do Sistema de Adaptação - 2. Grupo de Planeamento de Adaptação dos Países Menos Desenvolvidos - 3. Comité de Adaptação - 4. Centro Internacional de Investigação Para Melhorar a Adaptação - 5. Organismo de Clarificação de Suposições e Condições nos Compromissos Nacionais Sobre as Emissões de Efeito Estufa - 6. Organismo de Negociação para um Nível de Determinação na Agregação das Reduções de Emissões e Objectivos Individuais

E aqui estão algumas dessas burocracias, e, aqui estão mais algumas,

>> A Nova Ordem Mundial - 7. Departamento de Revisão das Diretivas para as Comunicações Nacionais - 8. Departamento do Processamento das Comunicações Multilaterais - 9. Grupo para o Processo de Desenvolver Modalidades e Diretrizes para o Processo de Conformidade - 10. Registo das Ações de Mitigação Nacionais Adequadas pelos Países em Desenvolvimento - 11. Departamento de Consulta Internacional e Análise

e mais algumas,

>> A Nova Ordem Mundial - 12. Organismo de Supervisão do Processo para a Compreensão das Diversas Ações de Mitigação Submetidas e o Apoio Necessário - 13. Organismo para Desenvolver Modalidades de Registo das Ações de Mitigação Nacionais Adequadas 14. Departamento para Levar a Cabo um Programa de Trabalho para o Desenvolvimento das Várias Modalidades e Diretrizes 15. Fundo incorporado ao Fundo Verde de Copenhaga

havia mais

>> A Nova Ordem Mundial - 16. Departamento do Programa Mundial de Agricultura para Melhorar a Implementação do Artigo 4, Parágrafo 1(c) da Convenção Tendo Em Consideração o Parágrafo 31 - 17. Fórum sobre o Impacto da Implementação de Medidas de Resposta - 18. Departamento do Programa de Trabalho para Lidar com o Impacto da Implementação das Medidas de Reação - 19. Secretariado Provisório para a Fase Preparatória do Novo Fundo

e mais

>> A Nova Ordem Mundial - 20. Organismo de Revisão das Necessidades de Recursos de Financiamento dos Países em Desenvolvimento no âmbito das Mudanças Climáticas e Identificação de Opções para a Mobilização desses Recursos - 21. Organismo de Assistência à Conferência das Partes no Exercício das suas Funções com Respeito ao Mecanismo Financeiro - 22. Oficina Especializada nas Modalidades Operacionais do Mecanismo Tecnológico

e todas estas burocracias estavam listadas no Acordo de Cancun, que foi votado por todas as nações, e aqui estão mais algumas,

>> A Nova Ordem Mundial - 23. Organismo de Lançamento do Processo Para Uma Maior Definição dos Papeis e Funções do Novo Grupo de Assistência à Conferência das Partes no Exercício das suas Funções com Respeito ao Mecanismo Financeiro - 24. Comité Executivo da Tecnologia - 25. Rede e Centro da Tecnologia do Clima - 26 Organismo de Implementação do Programa de Trabalho sobre o Impacto da Implementação das Medidas de Reação

e algumas delas têm os nomes mais ridículos, quero dizer, não consigo ler isto aqui mas diz algo como, Organismo de Lançamento do Processo Para Uma Maior Definição dos Papeis e Funções do Novo Grupo de Assistência à Conferência das Partes, no Exercício das suas Funções com Respeito ao Mecanismo Financeiro e eles estavam a montar dúzias destes grupos, na verdade centenas destes grupos, na verdade, no fim das contas, quase mil

>> A Nova Ordem Mundial - 753-987. Rede de Centros de Tecnologia, Nacionais, Regionais, Sectoriais e Internacionais, Redes, Organização e Iniciativas. - Perto de 1000 novas burocracias

novas burocracias estavam a ser criadas nessa conferência. Agora, o único lugar onde poderiam ter visto este facto revelado era na página de internet do Comité Para um Amanhã Construtivo, que foi a agência através da qual consegui assistir a esta conferência. Nenhum dos dois mil jornalistas nessa conferência noticiaram sobre o surgimento de qualquer destes organismos, nem um sequer no mundo inteiro, silêncio total da parte dos meios de comunicação, complacente e largamente marxista. Eles não iam dar a realidade dos factos às pessoas. E a seguir foi Durban.

Durban 2011
>> O Descalabro de Durban 2011

Agora, eu tive um problema em Durban porque aconteceu que perguntei ao Chefe da Organização Mundial de Meteorologia, o Senhor Michel Jarraud, porque é que ele estava a dizer que se deveria ter em consideração as tendências climáticas a cada trinta anos quando os últimos trinta anos tinham todos estado na fase de aquecimento do Oscilação Decadal do Pacífico, e portanto, o aquecimento era em grande parte imputável a isso e não a nós. Ele ficou muito zangado por eu saber disso, então baniu-me da Conferência, por eu me ter atrevido a colocar uma questão! Então a minha delegação protestou sem efeito, então contratei um avião, com a ajuda deles, e aterrei na conferência de uma altura de três mil metros, e este é o meu "selfie," a saltar do avião, e foi uma descida e tanto,

>> O Céu está a Desabar! - O "Selfie" de Monckton

mas correu bem, na verdade, porque sendo em parte Irlandês, e estou agora no Clube Irlandês aqui em Brisbane, e que belo lugar ele é, apareci, sabia que um irlandês a cair do céu e a tentar atirar-se ao chão não era coisa de se perder. Então, tendo conseguido entrar de volta na conferência através deste artifício, porque a imprensa ficou doida, vocês sabem, aristocrata aterra na conferência, não ousaram deixar-me de fora depois daquilo. Então consegui aquilo a que eles chamam o projeto das conclusões pelo presidente, e estas eram as anotações do presidente da conferência sobre o que se esperava que a conferência decidisse; isto foi produzido no último dia da conferência, antes da última votação, e em grande parte isto era o que a conferência já tinha decidido. E uma vez mais, nem um dos dois mil jornalistas que estavam nessa conferência deu quaisquer detalhes daquilo que vos vou mostrar agora, sobre o que estava no projeto de conclusões pelo presidente:

>> Direitos de pessoa legal para a 'Mãe Terra' - 'Tribunal do Ambiente' internacional apenas contra as nações ocidentais - Concentrações de CO2 baixadas para 210 ppmv, exterminando árvores, plantas, e animais - Propostas retiradas do Acordo de Durban, 2011

eles iam dar direitos de pessoa legal à mãe terra: olá, daqui é a mãe terra, vou processá-los. E não era explicado como é que a mãe terra ia expressar os seus sentimentos, ainda menos, e isto foi realmente o que deitou abaixo esta proposta em particular, como é que ela ia pagar aos seus advogados.

Mas ia haver direitos de personalidade para a mãe terra e ela ia poder processar num novo tribunal internacional ambiental faz-de-conta onde apenas nações ocidentais poderiam ser julgadas, e serem responsabilizadas pela sua assim chamada dívida ambiental e essa dívida ambiental mundial também apareceu no acordo. Então, isto era realmente de doidos, bem, estávamos todos a ficar malucos, eles iam cortar as concentrações de CO2 na atmosfera, de 400 para cerca de 200 partes por milhão e o efeito disso teria sido simplesmente aniquilar quase totalmente a vida vegetal no planeta, e não demoraria muito até que os animais e os seres humanos seguissem o mesmo caminho.

Isto era o quão loucos estes delegados internacionais se tinham tornado, estavam totalmente desligados de qualquer forma de realidade científica, económica ou política, estavam a viver dentro das suas próprias bolhas luxuosas, a viajar para locais exóticos, tais como Bali, onde havia saias de palha de sobra, ou vários outros lugares à volta do mundo, que eram atrativos, como Copenhaga, como Durban, onde podiam divertir-se até às tantas da manhã, e aparecer ocasionalmente para participar na conferência. Então, aqui estão algumas das outras propostas, as emissões de efeito estufa ocidentais devem atingir um pico imediatamente,

>> As emissões de efeito estufa ocidentais devem chegar a valores máximos imediatamente - As nações ocidentais devem cortar as emissões “em mais de 100%” - Os direitos de patente dos inventores ocidentais nas nações do terceiro mundo devem ser descartados - Propostas excluídas da proposta de projeto de Durban, 2011

e aqui está uma muito boa, e estava mesmo escrita no pré-acordo,
as nações ocidentais devem cortar as suas emissões mais de cem por cento!
Esta é uma boa indicação do quão científica e matematicamente diminuídos, digamos, deficientes, incapacitados, estes delegados eram, que uma tal forma ridícula de se expressar pudesse aparecer de facto num acordo importante, um projeto de tratado internacional. Eles iam retirar os direitos de patente dos inventores ocidentais, pela primeira vez eles iam taxar e regulamentar o combustível naval e aeronáutico e eles iam proporcionar acesso equitativo ao espaço atmosférico global.

Este tipo de esta debilidade está impregnada em todos os documentos das Nações Unidas, mas isto é perigoso; oh, e as forças armadas iriam ser descartadas, não porque são a causa das guerras, mas porque são nocivas ao ambiente. Então nós temos que salvar o planeta. Bem, que fique muito claro, para os que pensam que precisamos salvar o planeta, o planeta foi triunfalmente salvo há dois mil anos atrás, e não precisa ser salvo outra vez!

Então eu coloquei um relatório destas e outras monstruosidades desse documento das conclusões do presidente, no "WattsUpWithThat," a maior página de internet sobre o ambiente. No espaço de um dia fomos contactados pela "WordPress," onde a "WattsUpWithThat" está alojada e cerca de quinhentos mil artigos de blog sobre todos os temas, à volta do mundo, todos os dias.

>> O relatório no " WattsUpWithThat" sobre as decisões tolas da conferência das Nações Unidas em Durban, atraíram mais visitas do que qualquer dos 500.000 artigos de blog, a nível mundial, alojados na "WordPress" no dia desta publicação

Essa era a quantidade de artigos que aparecia na altura, é maior agora mas então era assim, e eles disseram, temos por hábito informar a pessoa que recebe o maior número de visitas, de todos as postagens de blog cada dia, que é a número um; e esse artigo no qual fiz o que os meios de comunicação mundiais se recusaram a fazer e expliquei o que realmente se estava a passar, em seu nome, nesta conferência, esse artigo apareceu em primeiro lugar, porque as pessoas querem saber o que está a ser feito em seu nome nas negociações internacionais, então, se está aqui alguém dos meios de comunicação, podem colocar a mão no ar? Não vejo mãos.

Eles foram convidados?
 
Tenho a certeza que foram convidados, mas não vieram, porque os meios de comunicação estão comprometidos com este lixo e não querem ter a sua visão do mundo despedaçada por alguns dos factos que vos mostrarei, à medida que esta palestra prossegue.

Qatar 2012
Depois veio, claro, a Catástrofe do Qatar, que aconteceu em Dezembro seguinte, estamos agora em 2012,

>> A Catástrofe do Qatar 2012

e podem ver ali um distinto senhor, nas suas vestimentas árabes; sou eu,

>> Monckton das Arábias

porque me foram presenteadas por um homem de negócios Árabe que estava no mesmo hotel que eu e debaixo das regras estritas da hospitalidade árabe eu tinha que as usar para a conferência no dia seguinte porque ele, tal como eu, era um delegado e teria notado e não teria ficado contente comigo se eu não o fizesse; então, aqui estou eu, vestido a rigor, como um árabe, à moda do Qatar. Agora, como sempre, fui ao centro de documentação, e disse, por favor posso ter o documento de projeto de conclusões do presidente. E disseram-me, não conhecemos da existência de tal documento.

>> Projeto de Conclusões do Presidente - 'Não sabemos do que está a falar' - Centro Documental das Nações Unidas, UNFCCC Doha

Tinham sido tão humilhados nos anos anteriores pela exposição do projeto de acordo, primeiro em Copenhaga, depois em Cancun e depois em Durban, e com o projeto de acordo de Durban tiveram de efetivamente cortar a eito, eles tiveram que cortar metade do texto, no dia seguinte ao meu artigo ter aparecido no "WattsUpWithThat," quando choveram torrentes de gargalhadas de todas as partes do mundo.

Então agora todo o processo do acordo é feito às escondidas, e recusaram-se a fornecer-me o projeto de conclusões pelo Presidente, recusaram-se a dá-lo a qualquer outra pessoa, negaram que existisse tal documento. E o chefe do centro de documentação das Nações Unidas, que em no passado se tinha certificado que sempre recebesse este documento, eu perguntei por ele, eles disseram, ele já não está mais com as Nações Unidas. Imagino o que lhe terá acontecido, mas foi ele que me disse, que ao ler-se estes documentos, temos que os ler com muita, muita atenção, porque o lema das Nações Unidas é impenetrabilidade transparente, e agora, claro, é apenas impenetrabilidade, desistiram de ser transparentes acerca deste processo, eles sabem que o mundo não o quer, sabem que cientificamente não é necessário, sabem que economicamente seria um desastre, não se importam, eles querem o seu governo mundial comunista, e vão tê-lo, a menos que sejam impedidos, vou dizer-vos num momento, como é que os vamos parar
e qual será a vossa parte para os parar.

>> O delegado de Myanmar, em representação da Iniciativa de Cooperação da Costa Asiática

E aqui estou eu discursando nessa conferência, agora, eu estava lá como delegado observador, mas tinha chegado cedo à última sessão da conferência, para ler alguns dos documentos da conferência e para, e sentei-me numa das cadeiras confortáveis dos delegados e não havia mais ninguém na sala excepto outro delegado a dormir profundamente na sua cadeira de delegado; elas eram muito confortáveis, as cadeiras dos delegados negociadores, as cadeiras dos delegados como nós, os meros observadores desprezíveis, eram bancos duros ao fundo da sala e então eu pensei em sentar-me numa das cadeiras confortáveis de delegado até que o delegado chegasse e ele não chegou mas a reunião começou de facto à minha volta, e todos os delegados chegaram, e como podem ver,

>> O delegado de Myanmar, em representação da Iniciativa de Cooperação da Costa Asiática

os meus guardadores, um de cada lado, eu escolhi aqueles dois por serem ainda mais feios que eu. Então, eu, no último momento da conferência, e todos já tinham falado, o presidente da conferência, que era um membro da família real do Qatar, ele disse, alguém mais gostaria de falar, mas tem que pertencer a um grupo, não apenas um indivíduo; então eu tinha este microfone, mesmo à minha frente, e tudo o que tinha a fazer para chamar a atenção do presidente era carregar no botão, então eu esperei e ninguém mais parecia queria dizer algo e então, sinto muito, carreguei no botão. E estava no ar. Então a República do Myanmar foi devidamente reconhecida... não me tinha dado conta de que era do Myanmar, eu tinha... então, um tanto à pressa tive que inventar um grupo adequado então pensei, vocês sabem, o que soaria como uma organização comunista de fachada, tal como todas as outras organizações comunistas de fachada que vão as estas conferências, então eu disse, represento a Iniciativa de Cooperação da Costa Asiática, e eu disse, temos apenas três coisas a falar, primeiro que tudo não tem havido aquecimento global há dezasseis anos, em segundo lugar, mesmo que houvesse, seria economicamente mais barato deixar acontecer e adaptarmo-nos, do que gastar um único centavo agora a tentar remediar a situação e em terceiro lugar portanto, precisamos de uma segunda opinião científica independente sobre os sinais, apenas para termos a certeza de que estas conferências estão a ir no caminho certo, e foi isso, quarenta e seis segundos...

Pandemónio! Ficaram radiantes por este anúncio que nenhum deles conhecia? Que não tinha havido nenhum aquecimento global durante dezasseis anos? O tanas! Vaiaram-me, e gritaram, e assobiaram, e buzinaram e se virem a gravação das Nações Unidas deste pedaço, que está no YouTube, vão reparar que a gravação é interrompida logo após a minha intervenção para que não possam ouvir estes delegados, adultos aparentemente, a comportarem-se como um grupo de adolescentes num concerto rock, quando lhes disseram que o Justin Babado não vai aparecer.

Então eu transmiti o meu ponto de vista, a imprensa mundial foi aos arames, quem pensa esta pessoa que é, nenhum aquecimento global há dezasseis anos?! Deve estar a brincar, deve estar a inventar, é o Monckton, ele está sempre a vir com coisas; e então eles descobriram, quando verificaram, que era verdade; e um número de delegações tinha escutado o que tinha dito, e dado conta que falava calmamente e com autoridade, e então decidiram pesquisar e descobriram que isto era correto e então dirigiram-se às Nações Unidas e disseram, mas ele diz que não tem havido aquecimento global nos dezasseis anos dos dezoito anos
que temos vindo a estas conferências, porque razão não temos sido informados disto?

Melbourne 2013
Então, em Melbourne, no Fevereiro seguinte, em 2013, o doutor Rajendra K. Pachauri, um engenheiro dos caminhos de ferro, que, por uma razão obscura está encarregado do Painel de Ciência do Ambiente das Nações Unidas, quis mostrar que sabia mais que eu então ele disse, há dezassete anos que não há aquecimento global, e se pensam que é indelicado da minha parte imitar o sotaque indiano, eu não estou a imitar o sotaque indiano, eu estou a imitar o Rajendra K. Pachauri, a imitar o sotaque indiano.

E então por isso talvez queiram verificar se este processo foi levado para a clandestinidade porque, afinal das contas, podem ir à página das Nações Unidas, podem aceder às páginas de cada uma destas conferências anuais, e podem aceder às decisões... ou será que podem? Aqui está o atalho para as decisões da conferência de Doha:

>> Decisões finais adoptadas pelo COP 18 e a CMP 8 - http://unfcc.int/meetings/doha_nov_2012/meeting/6815/php/view/decisions.php

conferência das partes 18, e, se clicarem nesse atalho, ele simplesmente vos levará  de volta à página onde o atalho está, e será assim continuamente, é um atalho auto-referente. E eu pensei, bem, talvez algum programador das Nações Unidas teve um dia cansativo e não fez isto bem, então pensei, vamos verificar a conferência de Varsóvia, à qual não pude ir, porque as Nações Unidas tinham-me banido para sempre,

>> A Vigairada de Varsóvia 2013




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