desfaço os sinais dos inventores de mentiras, e enlouqueço os adivinhos

Ideologia do género e outros dogmas da nova ordem global | 06Jul2016 20:07:15

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(John-Henry Westen, Diretor da LifeSiteNews, proferiu o seguinte discurso no Rome Life Forum a 6 de maio de 2016.)

A coberto da luta contra a homofobia, da educação sexual, da liberdade de escolha, dos direitos dos LGBT e da não discriminação, assistimos à imposição da ideologia do género. Uma ideologia que é afirmada em todo o mundo com fervor religioso. No entanto, contrariamente à fé cristã, este conjunto de crenças é imposto em vez de ser proposto.

É o suporte intelectual do movimento homossexual. Sugere que o sexo de uma pessoa não é determinado biologicamente, mas que foi social e historicamente construído e que as pessoas devem ter a opção de determinar o seu próprio sexo – ou género. Trata-se de um sistema de crenças que nega a realidade corporal e proíbe mesmo a consideração dos fatores de risco associados à atividade sexual anormal. Emprega o sistema de educação, a legislação nacional, os ataques à religião e a Igreja num esforço para conseguir a adesão total.

Para demonstrar até que ponto a nova fé é omnipresente, poderão constatar que existem atualmente 71 géneros diferentes para escolher quando nos registamos no Facebook – a rede social mais popular do mundo com mais de mil milhões de utilizadores ativos.

Mas tal como diria Gabriele Kuby, existem implicações muito mais graves uma vez que a ideologia foi adotada pelos governos e está a ser introduzida nos códigos jurídicos em todo o mundo ocidental. Ela afirma que, agora que a teoria do género foi amplamente adotada, os ideólogos do género insistem que “a sociedade deve não só tolerar mas
aceitar de forma positiva qualquer tipo de orientação sexual”.


Uma nova religião

Esta ideologia, assumiria eu, é profundamente religiosa, com profundas implicações religiosas. Tal como o Papa Francisco tem dito repetidamente, a insistência na “teoria do género” é um tipo de “colonização ideológica” em que, à semelhança da “juventude hitleriana”, nos vêm impor a sua “doutrina”.

O Papa Bento XVI explicou a “profunda falsidade” da teoria do género e a “revolução antropológica nela contida”. Descreveu a teoria do género como as pessoas a contestarem “o facto de possuírem uma natureza pré-constituída pela sua corporeidade, que funciona como um elemento definidor do ser humano". Em vez de reconhecer que Deus criou homens e mulheres, a teoria argumenta que estas são conceções sociais e que agora podemos decidir por nós próprios.

“Quando a liberdade para ser criativo se transforma na liberdade para se criar a si mesmo, então, necessariamente, o próprio Criador é negado e, consequentemente, o próprio homem como criatura de Deus é degradado na essência do seu ser, como a imagem de Deus no centro do seu ser”, concluiu Bento XVI. “A defesa da família tem a ver com o próprio homem. E torna-se claro que, quando se nega Deus, a dignidade humana também desaparece.”

Conforme explicaram os bispos croatas: “Portanto o homem, sob uma impressão gradualmente crescente do [seu próprio] poder e convencido de que não existe uma ordem natural pré-estabelecida das coisas, começou a colocar[-se] cada vez mais no lugar de Deus e a reclamar para si próprio o papel de criador e legislador omnipotente, cuja liberdade é absoluta.”


Origem satânica

O filósofo Peter Kreeft observou que a guerra cultural, na sua quase totalidade, está centrada numa deformação da união conjugal.

O aborto, o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo, a contraceção, o adultério, a pornografia, a promiscuidade, a educação sexual, o divórcio, a homossexualidade, a fertilização in vitro, a investigação em células estaminais embrionárias, estão todos relacionados com a sexualidade.

Em resposta a por que é que há de ser assim, há duas citações atribuídas à Bem-Aventurada Virgem Maria pelas crianças de Fátima que são importantes. A primeira relatada pela Bem-Aventurada Jacinta Marto: "Os pecados que levam mais almas para o Inferno são os pecados da carne.” E a segunda enviada numa carta pela Irmã Lúcia ao Cardeal Caffara na qual ela afirma que Nossa Senhora lhe disse que “a batalha final entre Deus e o reino de Satanás será sobre o casamento e a família".

Além disso, o Papa João Paulo II observou na sua Teologia do Corpo, a união sagrada do homem e da mulher em casamento - a união conjugal - é uma imagem fulcral, gravada na humanidade, da relação trinitária à qual somos chamados na vida que está por vir. Os Pais da Igreja descrevem a Trindade como o Pai amando o Filho com amor pleno e o Filho amando o Pai com amor pleno e essa completa entrega de Si Próprios Um ao Outro é, ela própria, o Espírito Santo. É também, como ensina São Paulo, a imagem essencial da relação de Cristo com a Sua Igreja.

Assim Satanás, cujo objetivo principal consiste em desviar a humanidade do céu e de Cristo, fez disto o seu principal ponto de ataque – distorcer a imagem mais importante da relação trinitária à qual somos chamados e distorcer a imagem da própria relação de Cristo com a Sua Igreja.


A perseguição

Tal como eu disse no início, esta nova religião é imposta em vez de ser proposta. Gabriele Kuby expressa-o desta forma: “Está a desenvolver-se um novo totalitarismo sob a capa da liberdade [sexual].” “A destruição da família desenraíza todos os seres humanos. Tornamo-nos seres humanos atomizados que podem ser manipulados para fazerem tudo.”

Ainda no mês passado, o Papa Francisco descreveu-a como uma "perseguição educada” ou “bem educada” que procura limitar os direitos à liberdade de religião e à objeção de consciência. No seu estilo característico, o Papa afirmou que esta “perseguição educada” da “qual pouco se fala” vem “disfarçada de cultura, disfarçada de modernidade, disfarçada de progresso”.

Visa as pessoas, acrescentou, “por quererem ter e manifestar os valores de um Filho de Deus… É uma perseguição que tira ao homem a sua liberdade, até de objeção de consciência!”

“Vemos todos os dias que os países poderosos criam leis que nos forçam a ir por este caminho … uma nação que não segue estas leis modernas, estas culturas ou que, pelo menos, não quer tê-las nas suas leis, é acusada, é perseguida educadamente”, observou ele.

Tanto o martírio como as perseguições “educadas” têm “um chefe”, disse ele. “Jesus chamou-lhe o príncipe deste mundo”.

“E quando os poderes querem impor atitudes, leis contra a dignidade do Filho de Deus, eles perseguem e vão contra o Criador, contra Deus. É a grande apostasia”, disse Francisco.


Os resultados da perseguição


Na América do Norte e na Europa Ocidental vimos, nos últimos 20 anos, padeiros, fotógrafos de casamentos, floristas, professores, conselheiros, personalidades mediáticas, atletas profissionais, proprietários de alojamento e pequeno almoço, presidentes da Câmara, donos de gráficas, políticos, pais adotivos, chefes de bombeiros, magistrados e polícias multados e alguns perderem os empregos e modos de vida por criticarem a homossexualidade ou o "casamento" homossexual.

A perseguição foi dirigida objetivamente aos líderes religiosos. Em 2003, o pastor sueco Ake Green fez um sermão sobre homossexualidade pelo qual foi acusado do crime de ódio e condenado a um mês de prisão. Green recorreu da decisão que foi anulada em 2005, tendo havido recurso e finalmente foi absolvido por sentença definitiva mais tarde em 2005 após o Supremo Tribunal sugerir que, embora ele violasse a lei sueca, o Tribunal Europeu não confirmaria a condenação.

Para que não pensem que isto só podia acontecer na Suécia ultraliberal, digo-vos que a mesma intimidação surgiu em 2014 num dos estados mais conservadores dos Estados Unidos da América. A presidente manifestamente lésbica da Câmara da cidade de Houston, no Texas, emitiu intimações exigindo que cinco pastores anulassem quaisquer sermões que tratassem da homossexualidade e da identidade do género. Caso não obedecessem, poderiam ser acusados de desobediência ao tribunal.

No Canadá, dois bispos foram levados a comissões dos direitos humanos devido às suas posições em defesa dos ensinamentos católicos tradicionais sobre homossexualidade.

As escolas também estiveram na mira do programa de reeducação desde o início. Nem mesmo as escolas católicas e privadas estão isentas. Um bispo católico canadiano foi ameaçado que lhe seria negado o financiamento da escola católica caso ele não retirasse os ensinamentos contra os atos homossexuais das classes de educação religiosa – infelizmente ele consentiu. Outros bispos, através de pressões de vários tipos, permitiram a educação sexual abrangente, clubes homossexuais e outros programas de doutrinação nas suas escolas.

Os direitos dos pais também são vítimas da nova ideologia. Em várias cidades da América do Norte e da Europa, os pais são proibidos de retirar os filhos das classes de educação sexual, que são explicitamente a favor dos homossexuais, a favor do aborto e não só. Duas províncias do Canadá propuseram que, mesmo no ensino em casa, não seja permitido aos pais ensinar seja o que for contra o sexo homossexual.

Na Alemanha, os filhos são retirados aos pais e estes são presos se, no ensino em casa, ensinarem aos filhos a verdade e o significado da sexualidade humana.


Curvando-se perante o novo altar

Embora muitos bispos, tal como o arcebispo emérito e primaz da Bélgica, Andre-Joseph Leonard, tenham combatido corajosamente a nova ideologia mesmo apesar de agressões físicas, alguns membros da igreja capitularam perante a nova religião. Em dezembro do ano passado foi publicado um folheto com o carimbo da Conferência Episcopal Alemã no qual a “integração da perspetiva do género” foi descrita como se fosse inofensiva, como “uma estratégia política que quer contribuir para a igualdade de oportunidades entre mulheres e homens”.

Na maioria das dioceses no Ocidente, especialmente nas grandes cidades, encontra-se uma "paróquia homossexual" em que a fé católica é distorcida de forma a desculpar aqueles que vivem em grave pecado. Essas paróquias existem mesmo nas dioceses mais conservadoras da América.

Até mesmo o Vaticano se curvou perante o altar da nova religião.

A situação passou-se à volta da visita do Papa Francisco aos Estados Unidos em setembro passado. Primeiro ficámos radiantes por saber que o Papa se encontrara com Kim Davis, uma funcionária do condado de Kentucky que foi presa por se ter recusado a aprovar o casamento homossexual. O Santo Padre agradeceu a sua coragem e incentivou-a a “manter-se forte” na sua luta pelo casamento natural. A reunião trouxe esperança de que o Santo Padre visse e compreendesse as dificuldades que os apoiantes do casamento verdadeiro enfrentam na América; que as suas preocupações não fossem só as alterações climáticas, a pena de morte e o comércio de armas.

Foi então que aconteceu o impensável. O porta-voz do Vaticano, padre Ciro Benedettini, disse à ABC News que “o Vaticano não confirma nem desmente a reunião. Não serão dadas mais informações."

A não resposta alimentou especulações de que Kim Davis mentira sobre a reunião com o Papa para fins próprios. O Vaticano também se recusou a publicar e não publicou até agora fotos que foram tiradas na reunião, aumentando ainda mais as suspeitas da comunicação social sobre a mesma.

Quando finalmente foi reconhecido que a reunião tivera lugar, o Vaticano distanciou o Papa de Davis. O adido de língua inglesa do gabinete de imprensa do Vaticano, padre Thomas Rosica, descreveu aquilo que rotulou de "impacto negativo" da reunião do Papa com Davis e sugeriu que o Papa poderá não ter sido devidamente informado antes da reunião.

Um comunicado de imprensa oficial do Vaticano sugeriu abertamente que a reunião do Santo Padre com a funcionária do Kentucky sob ataque não fora uma audiência "real" - e que a reunião “não devia ser considerada como uma forma de apoio da sua posição em todos os seus aspetos específicos e complexos”.

A declaração do padre Lombardi dizia e passo a citar: “A única audiência real concedida pelo Papa na Nunciatura foi com um dos seus antigos alunos e respetiva família.”

Quem era este aluno "e respetiva família" a quem foi concedida a única audiência "real" com o Papa? Era o seu antigo aluno Yayo Grassi, homossexual praticante. Ele compareceu à audiência com o Santo Padre acompanhado do seu parceiro homossexual e de membros da sua família. E embora o Vaticano se recusasse a publicar fotos da reunião do Papa com Davis, o que levou muita gente a duvidar da reunião, houve fotos e até mesmo um vídeo da reunião do Papa com Grassi. No vídeo, vê-se o Papa a abraçar tanto Grassi como o seu parceiro homossexual.

Grassi disse à CNN que fora o próprio Papa a marcar a reunião com um telefonema pessoal feito semanas antes da sua visita. Em contrapartida, o padre Rosica disse que a reunião do Papa com Davis tinha sido marcada pelo Núncio nos EUA. Outras fontes do Vaticano afirmaram a vários meios de comunicação social que o Papa ficara “desagradavelmente surpreendido” com a reunião com Davis, afirmando que a reunião não era do conhecimento do Vaticano nem da Conferência Episcopal dos Estados Unidos, que se teriam oposto à reunião, de acordo com uma fonte da CBS no Vaticano.

Assim, embora o Santo Padre se reunisse com Davis e a incentivasse e também elogiasse a liberdade religiosa no seu voo de regresso, o gabinete de imprensa do Vaticano transformou aquilo que devia ter sido uma rejeição do falso deus da revolução sexual numa genuflexão no altar do politicamente correto ou da própria ideologia.


A nova frente – pressão económica e perseguição

No movimento pela vida e pela família há muito que vemos a pressão económica internacional ser utilizada nos países em desenvolvimento para os forçar a acatar os novos dogmas de falsa liberdade, ideologia do género e uma concepção distorcida dos direitos humanos. As Nações Unidas, a Europa e a América do Norte condicionaram o dinheiro de ajuda aos países pobres à aceitação da contracepção, do aborto e da homossexualidade. Segundo o Bispo Badejo da Nigéria, até mesmo a ajuda ao combate ao Boko Haram foi dificultada pela recusa do país em aceitar o "casamento" homossexual.

Ultimamente, porém, assistimos à utilização destas mesmas táticas de pressão económica a nível nacional. Nos Estados Unidos, as grandes empresas usurparam efetivamente a democracia forçando funcionários eleitos a trair as pessoas que eles representam com a ameaça de ruína financeira.

Foi previsto por um especialista financeiro ativista homossexual em março de 2015. Tim Sweeney falou em derrotar as isenções de liberdade religiosa nos EUA no prazo de três anos. “Estamos numa encruzilhada em que as escolhas que fizermos significam que iremos lutar contra as isenções religiosas durante dois a três anos ou que teremos uma luta prolongada de vinte anos nas nossas mãos”, disse Sweeney a importantes quadros de empresas e a outras pessoas presentes no fórum executivo da Out & Equal Workplace Advocates, realizado em São Francisco.

Essa pressão financeira das empresas explodiu nos últimos meses numa ameaça monstruosa à democracia, reconhecida mesmo por alguns liberais como um desenvolvimento preocupante. Mesmo as descrições da situação vindas de meios de comunicação social que aplaudem os desenvolvimentos parecem um romance de terror. Esta é a descrição da situação na revista New Yorker de 25 de abril:

   No mês passado, executivos de mais de oitenta empresas, incluindo a Apple, a Pfizer, a Microsoft e a Marriott, assinaram uma carta pública ao governador da Carolina do Norte exortando-o a revogar a nova lei do estado (a proteger a liberdade religiosa). O Lionsgate Studio vai transferir a produção de uma nova série para outro estado, o Deutsche Bank cancelou planos para a criação de novos empregos e o PayPal cancelou planos para um centro global de operações. No Mississippi, a G.E., a Pepsi, a Dow e outras atacaram a lei como sendo “má para os nossos empregados e má para o negócio”. A Disney disse que deixaria de fazer filmes na Geórgia, que se tornou um local importante para a produção de filmes, se o governador assinasse a lei. Algo semelhante passou-se no ano passado em Indiana, após este estado ter aprovado uma lei de liberdade religiosa que permite às empresas discriminar contra clientes e empregados L.G.B.T. Pelo menos uma dezena de convenções de empresas transferiu-se para outros locais.

   Tudo indica que uma pequena demonstração de força empresarial pode fazer maravilhas. No mês passado, o governador da Geórgia vetou a lei de liberdade religiosa, reconhecendo implicitamente que este estado não pode dar-se ao luxo de perder o negócio da Disney, e o governador de Dakota do Sul, referindo a oposição do Citigroup e da Wells Fargo, vetou uma lei que teria exigido que as pessoas usassem a casa de banho que correspondia ao seu sexo biológico à nascença. No ano passado, os estados de Indiana e Arkansas alteraram as suas leis de liberdade religiosa após uma reação negativa das empresas (liderada, no Arkansas, pela Walmart).

Vimos a coerção financeira passar do nível internacional para o nacional. Tal como já referi, também começámos a vê-la afetar certas pessoas. Penso que não falta muito para que essa pressão seja aplicada a cada pessoa.

Esse desenvolvimento foi previsto há mais de 2000 anos no Apocalipse ou no Livro das Revelações. Nos capítulos 13 e 14 do Apocalipse lemos sobre a chamada “marca da besta”.

    16 E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita ou nas suas testas. 17 Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta ou o número do seu nome.

    9 E seguiu-os o terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta e a sua imagem, e receber o sinal na sua testa, ou na sua mão; 10 Também este beberá o vinho da ira de Deus, que se deitou, não misturado, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro. 11 E a fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre: e não têm repouso nem de dia nem de noite os que adoram a besta e a sua imagem, e aquele que receber o sinal do seu nome.

Ter uma marca que permite comprar e vender não tem mal em si, portanto tem de haver algo associado à obtenção da marca que faz com que o recebimento da mesma seja merecedor de condenação eterna. Uma sequência lógica seria que, para terem os meios para comprar e vender, talvez se pudesse exigir às pessoas que fossem cidadãos íntegros. Será que não se poderia exigir que assinassem uma espécie de declaração de direitos humanos para atestar esse estado?

Há mais de 20 anos que os ideólogos da nova religião global estão a trabalhar no sentido de introduzir nos documentos dos direitos humanos das Nações Unidas uma linguagem que apoie a nova ideologia. Tiveram um êxito parcial e com cada nova conferência da ONU vêm novas incursões.

Os provedores da nova religião atingiram um nível de saturação global no mundo desenvolvido que parece pronto para exigir a todos os cidadãos a adesão aos seus dogmas. Com falso amor e falsa misericórdia promete-se uma salvação universal a todos aqueles que aceitarem "com amor" os estilos de vida sexuais dos outros sem discriminação nem intolerância.

Muitos se perguntam como é que pessoas com tendências homossexuais que formam uma minoria tão pequena da população conseguem fazer com que a aceitação do seu estilo de vida sexual desviante seja um requisito universal.

Com a maioria do mundo envolvido em comportamentos sexuais aberrantes como o uso de pornografia ou contracepção, a ligação à proteção da aberração sexual da homossexualidade torna-se clara. Uma pessoa não pode permitir a condenação de uma perversão sexual quando ela própria está envolvida noutra, devendo, em vez disso, serem todas protegidas e aceites.

Nos próximos anos assistir-se-á a um aumento da perseguição que descrevi até agora. Existe um ódio crescente por aqueles que ousam discordar dos dogmas da nova religião vindo do público em geral que foi ensinado que a maioria dos problemas do mundo se deve àqueles que não querem abraçar o amor e a tolerância.

É instrutivo recordar a passagem do capítulo 11 do Apocalipse em que dois profetas do fim dos tempos são finalmente mortos pelo Anticristo. As Escrituras referem que os seus corpos devem ficar nas ruas durante três dias e todos se regozijarão e mandarão presentes uns aos outros “porquanto estes dois profetas tinham atormentado os que habitam sobre a terra”.

De que forma tinham eles atormentado os que habitam sobre a terra? Dando voz às suas consciências.

Kuby conclui o seu livro com a pergunta: “O que faz uma cultura quando deixa de ter uma forma de limpar a culpa porque fez dos homens os seus próprios deuses? Tem de silenciar a consciência, na esperança vã de que será então encontrada a paz interior.” Ela destaca três métodos para este silenciamento.

    Criar ideologias que façam o pecado parecer bom.
    Arrastar toda a gente para o pecado.
    Difamar, rejeitar e perseguir qualquer pessoa que dê voz à consciência.


Conclusão

Em conclusão, mantém-se a esperança juntamente com a fé e a caridade. O Cardeal Caffara recordou que quando a Irmã Lúcia lhe escreveu sobre a batalha final entre Nosso Senhor e Satanás ser sobre o casamento e a família, ela acrescentou estas palavras: “Não tenha medo, porque qualquer que trabalhar pela santidade do matrimónio e da família será sempre combatido e contrariado de todos os modos, porque este é a questão decisiva. E depois concluiu: Mas Nossa Senhora já lhe esmagou a sua cabeça.”

A batalha é do Senhor e Ele já ganhou. Nós estamos na equipa vencedora, apesar do que a situação aparenta ser. Compete-nos apenas fazer o melhor para cumprir a vontade de Deus nas nossas vidas e aceitar mesmo com graças todas as circunstâncias que Ele nos envia.

Tal como a Paixão nos traz a Páscoa, quanto mais difíceis forem os tempos maior será o bem que Deus trará deles. Ele nunca nos dá mais do que aquilo que podemos suportar e todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus.

Tal como o Papa Emérito Bento XVI disse na sua Homília da Páscoa em 2012, a Ressurreição de Jesus garante-nos que: "A vida é mais forte do que a morte. O bem é mais forte do que o mal. O amor é mais forte do que o ódio. A verdade é mais forte do que a mentira."

https://www.lifesitenews.com/blogs/gender-ideology-and-other-dogmas-of-the-new-global-order





 


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