desfaço os sinais dos inventores de mentiras, e enlouqueço os adivinhos

Memorável Discurso de 6 Minutos De Daniel Hannan Sobre o Brexit | 17Out2017 17:22:30

 


E o terceiro orador desta noite, a favor da proposta de sair, por favor recebam o conservador, membro do Parlamento Europeu, Daniel Hannan.

Senhoras e senhores, convido-vos a tornar-me desnecessário e, já agora, a tornar o Nigel desnecessário também, e não estaria a fazer esse convite se não estivesse convencido de que vão haver colocações em abundância, para membros do Parlamento recém- desempregados, no aumento de prosperidade que vai chegar a este país quando sairmos da União Europeia.

E digo-vos porque estou tão confiante sobre esta predição; se usasse uma palavra apenas, seria, obsoleta. Acabámos de escutar o Chuka dizer que estes não são os anos 50; ele disse isso como se estivesse a transmitir uma visão original. Com certeza! Não estamos nos anos 50 e é por essa razão que ultrapassámos uma construção dirigista de cima para baixo, a ressaca de uma era em que os custos de transporte eram altos, e a refrigeração dispendiosa, e os blocos regionais de comércio pareciam coisa do futuro;

mas meus amigos esse mundo tornou-se completamente obsoleto com o avanço tecnológico. Esta é a era da internet, dos voos de baixo custo, do Skype, é tão fácil negociar com uma firma na Nova Zelândia como com uma firma em França, de facto é até mais fácil, porque a firma kiwi falará Inglês e terá leis comuns; nunca a proximidade geográfica foi tão irrelevante como agora, então porquê? Porque é que nos prendemos à parte do mundo que não está a passar por significativo crescimento económico?

Acordos de comércio
Durante os últimos dez anos, a economia chinesa cresceu para o dobro, a economia da Índia duplicou em tamanho, a economia da Etiópia duplicou em tamanho, mas a zona euro, por incrível que pareça, no final do ano passado estava igual a 2006! Cada continente neste planeta cresceu nesta década passada excepto a Antártica e a Europa! Nós somos um povo que faz comércio, somos um povo ligado ao mar, um povo ligado por laços de idioma e leis, por hábitos e história, por comércio e migração, para todo o continente e arquipélago. Não temos grandes recursos naturais aqui; temos que avançar no mundo por aquilo que compramos e vendemos, isso significa que temos de estar onde estão os clientes, e enquanto estivermos na União Europeia não podemos assinar acordos de comércio independentes com os países fora da UE.

O acordo da UE com a Austrália tem estado suspenso porque alguns produtores de tomate italianos estão presentemente a contestá-lo; o acordo da UE com o Canadá está parado por causa de uma disputa sobre vistos romenos, sem qualquer relacionamento., Como é que nos deixámos colocar numa posição em que não podemos realizar esses acordos? A Liz citou alguns dos grandes organismos quasi-autónomos internacionais e homens de Davos, que nos dizem ser do nosso interesse ficar, ela disse que não há nada para o simples cidadão.

Salários mais altos
Deixem que vos cite um par de indivíduos que são líderes da campanha do ficar: Paddy Ashdown diz que se sairmos isso significará alimentos mais baratos; e o Lord Rose diz que se sairmos isso significará salários mais altos, ora eu penso que se a Liz estivesse realmente interessada nos interesses da classe trabalhadora da qual ela se diz porta-voz, deveria ter mais consideração por essas opiniões do que os brados das organizações internacionais quasi-autónomas com estrela Michelin, que não pagam impostos e que ela vê como sendo os árbitros do nosso interesse nacional.

Custo económico
Porque é que estamos a pagar para pertencer à única união alfandegária mundial estagnada, a pagar dezanove mil milhões de libras brutas, onze mil milhões de libras líquidas cada ano, certo, para colocar isto em contexto, no ano passado, acabámos de ouvir acerca dos, vocês sabem os deputados do Partido Trabalhista estavam contra todas estas alianças, ah, reduções, no último parlamento, o parlamento de 2010 a 2015, de acordo com o IEF (Instituto de Estudos Fiscais), todo o programa de austeridade conseguiu poupar trinta e cinco mil milhões de libras.

Durante o período desse mesmo parlamento, a nossa contribuição bruta à UE foi de
oitenta e cinco mil milhões de libras, a nossa contribuição líquida foi de quarenta e dois mil milhões de libras; então, mesmo que insistam em considerar o valor líquido, essa retirada líquida teria dado conta de todo o programa de austeridade e ainda haveria saldo suficiente para diminuir um centavo ao imposto sobre rendimentos.

Preço democrático
Mas o preço não é apenas financeiro, existe também um preço democrático. Combatemos uma guerra civil neste país para implantar o princípio de que as leis não deveriam ser passadas nem os impostos aumentados, excepto pelos nossos próprios representantes eleitos. E agora, o supremo poder legislativo e executivo está nas mãos, não apenas de pessoas as quais não foram eleitas por vós mas pessoas que, ah, pessoas que geralmente são colocadas nesses cargos, após terem perdido as eleições! Tais como Peter Mandelson, e o Neil Kinnock e agora o Jackson, os únicos que foram expressamente rejeitados pelo seu eleitoradosão convidados a ir e legislar para nós de qualquer maneira.

Se a UE fosse sobre cooperação, se fosse como a NATO e todas as coisas que o Chuck estava a dizer, ninguém teria problema com isso, certo? Era preciso ser-se doido para estar contra a ideia de trabalhar com os países vizinhos. Podemos tomar como certo que todos nós nesta plataforma e todos vocês nesta sala são a favor de cooperar com os nossos vizinhos imediatos e aliados? O problema está na presunção de querer legislar para nós, que quer tomar para si atributos e autoridade de estado.

Isolacionismo?
Ninguém está a falar, quer dizer, Nick, ninguém está a falar em descartar clichés, fechar pontes e lançar fora as chaves, ninguém está a falar de isolacionismo! Em mais nenhum lugar do mundo os países têm de pedir licença para viver debaixo das suas próprias leis, não é verdade? A Nova Zelândia não está em vias de se juntar à Austrália, e não vamos por aí a dizer, ó estes deploráveis austro céticos, quando é que eles vão perceber que são apenas uma pequena ilha costeira, agarrada a noções antiquadas de soberania, certo? Japão!, Não está em vias de se juntar à China!, tanto quanto sei, e as pessoas não dizem, ó, estes sino céticos preconceituosos, quando é que eles vão meter nas suas cabeças que perderam o seu império, é uma coisa naturalmente saudável! Para uma democracia viver debaixo das suas próprias leis, enquanto negoceiam e cooperam com cada um dos outros países no mundo!

Nós somos a quinta maior economia do planeta, com o quarto maior poder militar, nós somos um dos cinco membros do Conselho de Segurança, quão maiores temos que ser antes de termos a confiança de levantar os nossos olhos para horizontes mais distantes e redescobrir aquela vocação global que em tempo considerávamos assegurada?

Daniel Hannan!







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