desfaço os sinais dos inventores de mentiras, e enlouqueço os adivinhos

Grupo LGBT descobre que a América já não gosta da sua política de identidade radical e entra em pânico | 12Fev2018 13:26:17

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A aceitação das pessoas "LGBT" - que tinha aumentado imenso nos últimos anos - atingiu o seu máximo e começou a diminuir de acordo com um relatório revelado pelo grupo de defesa dos media LGBT, a GLAAD. 

O relatório da GLAAD, baseado numa sondagem da Harris Poll, fez disparar fortes campainhas de alarme, sirenes e luzes a piscar nos meios de comunicação social homossexuais e convencionais. Uma manchete anunciava: "Relatório chocante conclui que a aceitação das pessoas LGBTQ está a andar para trás na era de Trump."

"Num único ano, observámos um declínio significativo daquilo que tinha sido uma América cada vez mais tolerante para uma América atualmente menos favorável", afirmou a Harris Polling numa declaração com base num comunicado de imprensa da GLAAD, acrescentando que "esta base de aceitação perdida é transversal a muitas pessoas na sociedade americana".

No relatório do ano passado, 53% dos americanos disseram que se sentiam "muito" ou "relativamente" confortáveis com as pessoas LGBT. Este ano, esse valor caiu quatro pontos para 49%, uma diminuição de quase 8%.

A LGBT, Inc. está assustada. Efetivamente, a LGBT, Inc. foi prematuramente condescendente, à semelhança das meias-irmãs da Cinderella antes do baile.   

Contudo, os resultados não nos devem surpreender.

A miragem está a desaparecer

A normalização da homossexualidade, do casamento entre pessoas do mesmo sexo e, agora, do transgenerismo apoiou-se sempre no poder do politicamente correto para produzir consentimento a níveis insustentáveis e irreais.

É uma miragem - uma grande ilusão - criada não pela aprovação sincera da maioria neste país, mas pelo seu silêncio.

Na era de Obama, o politicamente correto mostrava os seus dentes afiados, silenciando todos os que tinham opiniões contrárias a toda e qualquer parte da ideologia LGBT.

Jornalistas, académicos, políticos e juristas aproveitaram o poder do politicamente correto e foram recompensados com montes de elogios e declarações por demonstrarem a sua fidelidade às forças progressistas.

As empresas ficaram satisfeitas por se juntarem ao "lado correto da história".

Os que resistiram foram rapidamente punidos por ousarem discordar de noções insustentáveis como o casamento entre pessoas do mesmo sexo e o transgenerismo. Perguntem a Jack Phillips do Colorado, dono da Masterpiece Cakeshop, cujo destino se encontra agora nas mãos de nove juízes do Supremo Tribunal dos Estados Unidos, ou a Barronelle Stutzman do estado de Washington, proprietária da loja de flores Arlene's Flowers, ou a uma série de padeiros, floristas, fotógrafos, fabricantes de t-shirts, proprietários de bancas de produtos agrícolas e donos de restaurantes.

Nem mesmo os chefes de grandes empresas como o CEO da Mozilla, Brendan Eich, e, literalmente, os neurocirurgiões - como o neurocirurgião pediátrico de renome mundial Dr. Ben Carson, atualmente Secretário da Habitação e Desenvolvimento Urbano - ficaram imunes à retaliação arrasadora da LGBT, Inc. 

Notícias falsas e ciência falsa
(Fake news e fake science)


Para além disso, o público tem sido alimentado com uma dieta regular de propaganda. Notícias falsas e ciência falsa foram servidas como pratos principais.

Em 2015, "quando um importante estudo publicado na Science, que pretendia mostrar que as campanhas pessoais levadas a cabo por pessoas LGBT tinham um efeito espantosamente grande nas opiniões das pessoas", Maggie Gallagher da National Review fez saber que "o estudo tinha sido totalmente falso e de tal forma que um único estudante de pós-graduação, David Broockman, não tinha tido dificuldade em o desmascarar. (O 'estudioso' até tinha criado bolsas de estudo falsas de fundações reais, facilmente verificadas, agradecendo-lhes publicamente por bolsas de estudo que elas nunca tinham concedido.)"

Mais recentemente, foi desmascarado um estudo de um investigador da Universidade de Columbia que afirmava que o stress minoritário estava a fazer com que os homossexuais morressem uns 12 anos mais cedo do que os heterossexuais. Os autores do estudo afirmaram, quando foi publicado, que "os resultados deste estudo sugerem um alargamento das consequências do preconceito de forma a incluir a morte prematura".

A imprensa adorou a história e as manchetes dos jornais anunciaram: "O preconceito pode matar? A esperança de vida de lésbicas, homossexuais e bissexuais cai 12 anos nas comunidades anti-homossexuais." 

Os órgãos de comunicação social, desde o Medical Daily à Reuters passando pela U.S. News & World Report, espalharam alegremente a notícia.

Até à data, o estudo, Structural stigma and all-cause mortality in sexual minority populations, foi citado mais de 100 vezes em revistas profissionais, de acordo com a Web of Science da Clarivate Analytics.

No entanto, não era verdade. Não era ciência; era lixo. Provou-se que os resultados do estudo não são reproduzíveis e muito provavelmente em breve haverá uma retratação. Mas só depois de terem sido causados muitos danos.

Reivindicar (falsamente) que falar contra o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo e o transgenerismo mata pessoas, força os dissidentes politicamente incorretos a permanecerem silenciosos.

Essa reivindicação falsa fazia parte da grande ilusão.

Recentemente, um homossexual, Chad Felix Greene, escreveu na The Federalist que o noticiado pico de homicídios anti-LGBT é uma notícia falsa: "Os órgãos de comunicação social LGBT estão alarmados com uma reportagem segundo a qual os homicídios anti-LGBT duplicaram em 2017, mas o contexto dos crimes sugere que o aumento pode ser exagerado."

"Se examinarmos mais de perto, parece que 4 dos 52 casos em 2017 foram possivelmente movidos contra pessoas LGBT", analisou Greene, "no entanto as manchetes dos jornais continuam a bradar um aumento de 86% nos crimes de ódio contra pessoas LGBT. Quanto mais os media LGBT manipulam a narrativa para perpetuar o medo politicamente conveniente, menos os americanos médios apreciam a verdadeira violência contra a comunidade homossexual e transsexual. Este comportamento pouco ético no jornalismo e nas organizações de defesa só prejudica as pessoas que tenta proteger."

Os peritos homossexuais começam a perceber que os excessos da LGBT, Inc. são o seu calcanhar de Aquiles

Outro homossexual, Andrew Sullivan, apresentou uma avaliação sóbria do relatório da GLAAD na revista New York. 

"Os principais meios de comunicação social não têm outra explicação que não seja, ora bem, Trump, e uma cultura mais tolerante da intolerância", afirmou Sullivan. "Mas ninguém parece reparar no profundo desvio no tom e na substância da defesa da igualdade dos homossexuais nos últimos anos, e na radicalização da ideologia e retórica do movimento."

Sullivan diz que, desde que o Supremo Tribunal dos EUA estabeleceu o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo em 2015: 

    Como muitos de nós vimos os nossos objetivos em grande parte cumpridos e avançámos, a extrema esquerda preencheu o vazio. O movimento é agora, retoricamente, tanto sobre raça e género como sobre orientação sexual ("interseccionalidade"), prefere alternativas ao casamento em vez da igualdade do casamento, vê os homens brancos como "problemáticos," a masculinidade como tóxica, o género como fluido e a raça como fundamental. Não têm qualquer desejo de parecerem "virtualmente normais"; desprezam a "política de respeitabilidade" - o que significa a maioria das políticas fora da esquerda. Acima de tudo, defendem o transgenerismo, uma ideologia que vai muito além de reconhecer a dignidade e humanidade e a igualdade civil dos transsexuais entrando numa crítica de género, masculinidade, feminilidade e heterossexualidade. "Viver e deixar viver" passou a ser: "Se não acredita que o género é não-binário, é um fanático." Ficaria chocado se esta viragem súbita na mensagem não afetasse de alguma forma negativamente as opiniões de alguns heterossexuais sobre os homossexuais.

"A indiferença da esquerda pela liberdade religiosa", acrescentou Sullivan, "também teve consequências."

Sullivan concluiu que a presidência de Trump não é a única a culpar pela reviravolta impressionante na aceitação da LGBT, Inc.: "É também alimentada por uma reação de muitas pessoas comuns aos excessos da esquerda da justiça social - sobre imigração, raça, género e orientação sexual."

Os peritos em órgãos de comunicação LGBT também começam a perceber que a LGBT, Inc. foi longe demais e estão dispostos a admitir que a política de identidade afundou o navio da campanha presidencial de Hillary Clinton em 2016.

"Hillary Clinton estava no seu melhor e muito animadora quando falou dos interesses americanos nos assuntos mundiais e da forma como se relacionam com o nosso conceito de democracia", escreveu o professor Mark Lilla da Universidade de Columbia no New York Times pouco tempo depois da derrota de Clinton.

"Mas no que diz respeito à vida no país, ela teve tendência durante a campanha para perder essa grande visão e cair na retórica da diversidade, apelando explicitamente aos eleitores afro-americanos, latinos, L.G.B.T. e mulheres em cada paragem", escreveu Lilla. "Foi um erro estratégico. Se vamos mencionar grupos na América, mais vale mencioná-los todos. Se não o fizermos, os que ficam de fora vão reparar e sentir-se excluídos."

Não se esqueçam: A candidata Clinton estava a falar para uma audiência cheia de doadores homossexuais e lésbicas quando classificou os apoiantes de Trump de "deploráveis", porque são "racistas, sexistas" e "homofóbicos".  

A grande pretensão desgastada

Agora, na era de Trump, quando o politicamente correto está a perder o seu jugo sobre a América, as pessoas estão a começar a sentir-se outra vez livres para afirmarem as suas crenças pessoais muito profundas (que são desprezadas pela LGBT, Inc. e pelos seus colaboradores progressistas).

A grande pretensão engendrada pela LGBT, Inc. tinha atingido um nível de grandiosidade inimaginável. A ilusão teve tanto sucesso que as pessoas comuns sobrestimaram a dimensão da população gay e lésbica de uma forma impressionante. 

A Gallup relata que o público americano acredita, em média, que 23% dos americanos são gays ou lésbicas, quando de facto apenas cerca de 1,7% são. Isso é catorze vezes (1.400%) o número real de gays e lésbicas autoidentificados. E qual é o número real de transsexuais autoidentificados? Menos de três milésimos (0,003) da população dos Estados Unidos - apenas 700.000 pessoas, menos do que a população de Columbus, Ohio.

Agora essa ilusão está a desfazer-se.

O que fará a América comum quando finalmente entender que foi alvo de propaganda e que, em vez de um em cada quatro dos seus vizinhos serem homossexuais, menos de dois em cada 100 são? E o que acontecerá quando as pessoas comuns perceberem que os homossexuais, sempre retratados como extremamente divertidos, engraçados e fixes na televisão e no cinema, são realmente bullies que querem destruir as nossas vidas e o nosso modo de vida se nos recusarmos a fazer-lhes um bolo?

Numa incrível manifestação de ironia, destacando o facto de a LGBT, Inc. ter ido arrogantemente longe demais, o relatório anual da GLAAD sobre a aprovação de homossexuais e transsexuais tem o título de "Acelerar a aceitação"

A aceitação da LGBT, Inc. já não está a "acelerar". Está a escorregar pela montanha que tão rapidamente trepou nos últimos anos, desesperadamente à procura do travão de emergência.

5 Fevereiro 2018 (LifeSiteNews)

https://www.lifesitenews.com/blogs/lgbt-group-finds-america-doesnt-like-its-radical-identity-politics-anymore







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