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Fatos insanos a respeito da cultura de pandemônio sexual na Alemanha de Weimar - 02Jun2018 16:15:00

 Adaptado de Lea Rose Emery

A República de Weimar, também conhecida como Alemanha entreguerras, durou de 1919 a 1933, e foi grosso modo um pandemônio sexual.  Em termos de liberação sexual e decadência religiosa, não houve nada mais escancarado do que a explosão sexual da Berlim da década de 20.  Assim, o que estava realmente acontecendo? Você provavelmente deparou-se com a República de Weimar imortalizada em filmes como ?Cabaré?, mas essas histórias de vida reais da decadência de Weimar são muito melhores.  Em ?Inferno?, eles fazem os movimentos de dança de Liza parecer claramente comportada.

A liberação sexual e ousados movimentos progressistas de arte como o cinema expressionista, Dada, e Bauhaus explodiram na Alemanha do pós-guerra, apesar de os termos restritivos do Tratado de Versalhes terem criado numerosos problemas políticos e sociais.  Como o escritor Mel Gordon pontua, essa Renascença cultural abastecida de drogas e sexo nasceu da profunda ansiedade instilada pela Primeira Guerra Mundial: ?Sexo apenas não era o bastante, diz, o Francês teria curtido, como uma boa refeição ou música.  Era particularmente sexo que estava sempre misturado como tudo o mais, como perigo, poder ou morte.?

A reação conservadora ao novo progressismo sexual e artístico, cuja culpa fora depositada nos Judeus, acasalava-se com inflação obscena e efervescência social, criando o perfeito coquetel no qual misturou-se o Nazismo, para assim terminar no caos da República de Weimar.

Mas enquanto foi bom, tudo estava acontecendo na República de Weimar, uma orgia torvelinhante da vida moderna.  Era momento de bissexualidade e travestismo, basicamente um pandemônio sexual não-binário.  E o sexo na Alemanha de Weimar estava por toda a parte.  Homossexualismo, nudez, prostitutas e orgias eram fáceis de conseguir, assim como drogas e álcool.  Pense em festas regadas a cocaína no Cabaré e você começará a imaginar.  Acrescente no topo disso a tendência crescente do Nazismo e você terá os requisitos de um botão de pressão para uma bonança de falta de disciplina obscena e libidinosa.

Assim, dê uma olhada nesses relatos de vida real do que estava ocorrendo na República de Weimar ? você nunca irá olhar para os alemães da mesma forma novamente.

A Erótico-mania Omnissexual da Berlim de Weimar era turbinada por uma mania de cocaína

O uso recreativo da cocaína começou a desenvolver-se ao redor da Alemanha na aurora da Primeira Guerra Mundial.  Como Carl Ludwig Scheilch escreveu em seu ensaio "Cocainismo" em 1921, "Na mania frenética que dominou toda nossa cultura moderna antes da guerra havia um desejo extático pela intensificação."  Essa necessidade era satisfeita pela cocaína.  Assim que o violento fervor da guerra se acalmou, o alemão precisou de estímulo, movendo-se aos nightclubs de Berlim, onde o uso da cocaína explodiu: "... o uso ilícito da cocaína se tornou uma característica notória da vida noturna de Weimar."

A cocaína estava por quase toda parte na Berlim de Weimar, até o ponto que o poeta Carl Zucherson liricamente a salpicava no ar que ele respirava: "O ar era sempre fresco e temperado.  Não era necessário dormir muito e a gente nunca ficava cansado.?  Um livro sobre Berlim daquele tempo, ?Crianças da Noite.  Imagens da Vida Bandida? continha uma seção chamada ?Figuras Noturnas da Cidade," em que está escrito o seguinte:

"Os vendedores de salsicha não vendem somente seus petiscos de salsicha, mas oferecem a seus clientes inesperados prazeres proibidos.  Por um lado ele também fez um próspero comércio de varejo de cocaína, o pó branco venenoso, e nessa conexão sua clientela poderia muito bem ser mais abrangente e leal.  Não se tem idéia do quão rapidamente o vício em cocaína se arraigou na Alemanha; amplo grupos populacionais arruinaram-se desesperançosos nesses domínios.  Pode-se estimar que trinta por cento de todas as prostitutas, apostadores e pederastas são usuários de cocaína, e igualmente em outras ocupações, em particular artistas a cocaína encontrou seus escravos leais."

A nevasca constante de Berlim foi auxiliada por E. Merck, o produtor mundial principal de cocaína farmacêutica, situado na Alemanha.  Cafés serviam cocaína aos clientes, que a aspiravam abertamente nas mesas.  Era possível também comprar ópio, haxixe, maconha e até mesmo cola para cheirar.  Como Barbara Ulrich demonstra em seu livro, ?As Garotas Quentes da Berlim de Weimar?, o uso de cocaína chegou de mão em mão com o hedonismo e a experiência sexual.  Conforme um escritor contemporâneo registrou, "diz-se que a cocaína aumenta a libido, a potência e a inclinação para todas as atividades sexuais" e poderia "estimular a latente tendência homossexual numa mulher e torná-la lésbica por um tempo". Assim, o lesbianismo e a atividade bissexual ou sexo grupal eram abastecidos pela cocaína.

O uso impregnado da cocaína na República alimentou a era da "erótico-mania... cabarés, clubes de sadomasoquismo, bordéis ... e o status como a Meca para fetiches podólatras fora de controle..." e "depravação excessiva."  Em Berlim, "... a atmosfera da cidade parecia transportar seus habitantes para um estado de frenesi sexual quase permanente." Sexo grupal entre pessoas de todos os gêneros, sexos, tendências e orientações eram abastecidos pela cocaína, álcool e outras drogas na "... incessante orgia que era a Berlim de Weimar."

A boemia e liberdade do Cabaré, um livre-mercado andrógino e pansexual

Cabarés eram o centro da vida noturna cultural na Berlim de Weimar, uma espiral de álcool, drogas, sexo, moda e arte performista.  O iniciante dramaturgo Bertol Brecht uma vez foi ao palco de um cabaré de Berlim para apresentar a ?Balada do Soldado Morto?, uma balada satírica obscura na qual o exército alemão trazia à tona os corpos dos soldados e os enviavam de volta ao front, que era provavelmente uma droga depressora e desorientadora para as pessoas expelirem carreiras e fornicassem na entrevista.

Além dos cabarés, Berlim tinha centenas de bares, que eram altamente especializados fornecedores de héteros, gays, lésbicas, travestis homens e travestis mulheres, e expansivos pansexuais ocasionais.  Um provocativo performista andrógino certa vez respondeu a uma consulta a uma convidada estimada a respeito de seu gênero, ?Eu sou o sexo que você deseja que eu seja, Madame.?

Em seu jubiloso bacanal dos arredores, berlinenses era possível encontrar também um show especial chamado ?Noites Belas?, um absurdo coquetel de noite na ópera e passeio sórdido a um clube de striptease.  Conforme descrito por Tony Perrottet na publicação da Universidade de Drexel ?A Alta Sociedade", ?muitos outros cabarés eram simplesmente clubes de strip ou desfiles exibicionistas conhecidos eufemisticamente como ?Noites Belas?, onde clientes depravados sentavam com binóculos muito embora a uma distância de somente 15 pés.?

A história da diversão do sexo oral por detrás dos bastidores

Marlene Dietrich merece duas manchas nessa lista, que faz sentido, dado que uma vez foi descrita como "talvez a mais ocupada e apaixonada bissexual na teatral Berlim".  Que honra! Obviamente, muitos americanos conhecem a atriz alemã pelos papéis em filmes clássicos como o ?O Expresso de Shanghai?, ?A Marca da Maldade?, ?O Diabo Feito Mulher?, e ?A Vênus Loira?, mas antes que ela desembarcasse em Hollywood, Dietrich era uma controversa bomba atômica sexual da cena alemã.

Os flertes de Dietrich por trás de bastidores na cena teatral selvagem da Berlim de Weimar eram particularmente fascinantes. Ela era conhecida pelo seu apetite sexual predador, que se manifestava em tudo de uma tal forma selvagem, incluindo um banquete vaginal improvisado parcialmente público com a colega atriz Edith Edwards.  O ator alemão registrado (e insano) Klaus Kinski, que namorou Edwards por muitos anos depois que a República de Weimar entrou em colapso (e era 27 anos mais jovem do que ela), relata o seguinte conto em sua auto-biografia: "Marlene rasgou as roupas de baixo de Edith nos bastidores de um teatro de Berlim e, usando somente sua boca, levou Edith ao orgasmo".

Anita Berber, sacerdotisa da depravação, que ingeria substâncias químicas tóxicas para suas práticas

Quando alguém escreve um livro chamado ?Os Sete Vícios e Cinco Profissões de Anita Berber?: A Sacerdotisa da Depravação da Berlim de Weimar, você toma conhecimento que o assunto era tão licencioso quanto se sucederia.  Uma dançarina profissional, Berber também foi chamada de uma ?mulher totalmente pervertida?, a ?Condessa do Pecado?, ?a encarnação viva do pecado?, e ?uma encarnação do perverso".  Há gente no mundo que poderia matar alguém por um título como a Sacerdotisa da Depravação, que suplica pelo questionamento, como ela o mereceu?

Berber era uma hedonista extravagante, engajava-se em drogas e álcool com devassidão.  Um de seus favoritos 'coquetéis' era clorofórmio e éter misturado numa tigela, que ela mexeria com pétalas de rosa branca.  Isso indubitavelmente a deixava torta, e provavelmente também havia matado um punhado de células de seu cérebro.  Ela também gostava de cocaína, morfina e ópio.

Acima e além de sua propensão por químicas letais embebidas para ficar excitada, Berber era mais conhecida por suas conquistas sexuais. Havia rumores que ela interessava-se por dominação e sadomasoquismo, e era famosa por romper fronteiras sexuais e de gênero em performances burlescas nuas e andróginas.  Assim como o seu uso de drogas, Berber era aberta em seu bissexualismo libidinoso, que freqüentemente expunha um complete desrespeito pelas esferas pública e privada.  Tome, por exemplo, esse relato:

"À medida que os pequenos flertes noturnos viravam sussurros sugestivos e apalpação, Anita erguia-se e executava um apaixonado tango com Mia, uma atraente ruiva e a parceira de uma notória lésbica chamada Ellen.  Enquanto o público agregava-se ao redor das dançarinas embriagadas, Anita metodicamente empalmava os bicos do seio da voluptuosa garota até quase o colapso de uma rendição orgásmica.  Ellen corria para apoiar sua instável amante e mandava Anita se sentar.  A atmosfera crepitava com tensão e provocação sexual."

Talvez Berber seja mais sucintamente resumida pelos contemporâneos que a descreveram como ?o espírito mais fora do comum que eu já encontrei no bizarro submundo da sexualidade humana.?

Cortar o ganso, a mais sadística diversão sexual da República de Weimar

Cortar o ganso é mais sexy do que parece.  Talvez.  Seu interesse se reside em provavelmente amar ou detestar Marquês de Sade.  Se você é um desviado sexualmente multitarefas e saboreia a oportunidade de misturar sodomia, bestialidade e uns outros atos imundos fora do menu de imundície ao mesmo tempo, cortar o ganso é apropriado a seu tubo de esgoto.

Em sua memória, ?Os Europeus?, o jornalista italiano Luigi Barzini descreve esse não-usual ato sexual oferecido na República de Weimar:

"Eu vi cafetões oferecendo algo a alguém: garotinhos, garotinhas, jovens roubstos, mulheres libidinosas, animais.  A história chega aos contornos de que um ganso macho cujo pescoço é cortado no apropriado momento do êxtase, o que daria o mais delicioso frisson de todos ? na medida em que se permite curtir sodomia, bestialidade, homossexualismo, necrofilia e sadismo num só ato.  A gastronomia, também, na medida em que se poderia comer o ganso mais tarde."

Você poderia comer o ganso mais tarde.  Aquelas palavras deveriam assombrar seus sonhos.  Embora para ser justo, é provavelmente uma morte menos agonizante do que o foie gras.

A moda era uma ferramenta agressiva para afirmar sexualidade e gênero na Berlim gay

Se você já viu um filme expressionista alemão, sabe que a moda de Weimar era algo incrível.  Era ruidosa, gótica, sexual, macabra, enfeitada, pungente e ousada.  Imagine desenhistas alemães se apropriando da estética francesa e você está na proximidade.  Apesar disso, a moda apresentava tanto forma quanto função na República de Weimar, e em muitos casos, sua função era tornar os padrões de sexualidade e gênero ousados e agressivos.

Nos cabarés de Berlim, homens e mulheres usavam roupas para expressar atitudes não-binárias rumo ao gênero, revelando uma fluidez que era assustadoramente progressista para o início do século XX.  A apropriação de vestimenta tradicional unissex era um padrão social para muitos na República de Weimar.  Conforme Katie Sutton escreve em ?A Mulher Masculina na Alemanha de Weimar", ?... no interior da emergente subcultura homossexual feminina, modas masculinas tomavam os significados que resistiam às codificações e tendências dominantes."

Robert Beachy, autor de Berlim Gay, afirmava finalmente da sexualmente liberada cultura gay da Berlim entreguerras durante uma entrevista com NPR.  Claire Waldoff, Beachy declarou:

"... ela era na realidade uma lésbica.  Ela vivia com sua parceira.  Nem todas suas amigas eram gays ou lésbicas, assim ela se socializava com vários outros entretenedores, mas sua sexualidade era algo que nunca foi oculta.  E provavelmente a maioria das pessoas entendia que ela realmente amava mulheres e estava com uma mulher.  Assim, penso eu, isso era o bastante de parte de sua identidade."

A moda era também usada pelas mulheres para fazerem declarações sobre liberação econômica e sexual.  De acordo com Katharina von Ankum, autora de ?Mulheres em Metropolis: Gênero e Modernidade na Cultura de Weimar?, para muitas mulheres, "[m]oda prometia liberação sexual, mobilidade sexual e gratificação narcisista fora dos confinamentos das políticas de identidade tradicionais."

E então havia Anita Berber, outrora bebedora de clorofórmio e éter absorvida em pétalas de rosa, que promoveu a sexualidade e moda até o ponto que você pudesse fazer uma curta caminhada com a bunda de fora tendo orgias no transporte público:

"A moda vanguardista era a bonita dançarina ruiva e a estrela do cinema mudo Anita Berber, que vagava com seu rosto polvilhado com um repulsivo branco e um vívido batom vermelho, completamente nua debaixo de um casaco de pele de marta, exceto por uma corrente de ouro em volta de seu tornozelo e um filhote de chimpanzé em seu ombro.  Uma vez moderadas garotas alemãs começaram a copiar seu estilo, e até prostitutas acharam difícil prosseguir com os padrões de sensualidade exposta."

Fluidez de gênero era um ótimo divertimento e orgias com travestis eram um paraíso não convencional

Trocas de papéis de gênero eram algo imenso durante a República de Weimar.  Travestismo era uma atividade popular, até entre heterossexuais, e freqüentemente vinha de mão em mão com exploração de gênero e sexualidade não-binários num ambiente seguro.  O escritor austríaco Stefan Zweig (que, tenha em mente, era crítico de toda essa liberação sexual), descreveu a perversão desta forma:

"Berlim transformou-se na Babel do mundo.  Alemães trouxeram à perversão todo seu sistema de veemência e amor.  Garotos caracterizados com cinturas artificiais desfilavam na Kurfürstendamm ? Mesmo Roma [antiga] não conheceu orgias como a Berlim da subcultura travesti, onde centenas de homens em roupas de mulheres e mulheres em roupas de homens dançavam sob os benevolentes olhos da polícia.  No meio do colapso geral dos valores, um tipo de insanidade estabeleceu-se precisamente naqueles círculos de classe média que tiveram até aqui sido abalados em sua ordem.  Jovens mulheres orgulhosamente gabavam-se serem pervertidas, ao ponto que serem suspeitas de virgindade aos dezesseis fosse considerado uma desgraça em toda escola em Berlim."

Tudo provavelmente abastecido por quantidades insanas de cocaína e álcool, pois quem está pronto a se travestir em 1924?

Famosa demonesa libidinosa, Marlene Dietrich, roubou a adolescência de Greta Garbo e quebrou seu coração

Embora uma vez se pensou que a lenda das telas de cinema suecas, Greta Garbo, e a notória demonesa de Hollywood Marlene Dietrich não fossem particularmente bem familiares, a escritora Diana McLellan alega ter provas reveladoras que essas duas deusas das telas foram verdadeiramente amantes no início de suas carreiras.

Em 1925, na idade dos 19, Garbo, que estava vivendo em Berlim, apareceu na Joyless Street ao lado de Dietrich, que tinha 23.  Dietrich negou consistentemente ter estado no filme, e na medida em que nenhum impresso completo disso sobreviveu, ficou difícil provar seu erro.  McLellan estudou extensivamente a cena sobrevivente para ver a performance de Garbo.  Durante o processo, e utilizando diversas fotos antigas como meio de verificação, é quase certo que ela e Dietrich aparecem em várias cenas-chave na Joyless Street.

De acordo com a pesquisa de McLellan, Garbo e Dietrich tiveram um tórrido romance no local de filmagem.  A jovem impressionável Garbo caiu de joelhos por Dietrich, que não tinha qualquer interesse em um relacionamento duradouro.  O romance foi incendiário, mas rápido, e deixou ambas atrizes amarguradas com a vida.  Dietrich, posteriormente, confidenciou ao amigo e escritor Sam Taylor que Garbo foi uma não-inteligente "garota escandinava" que vestia roupas íntimas imundas.

"Garbo," McLellan explica que ela "se sentiu traída por um monstro que falava de seus segredos, debochava de suas raízes e desprezava-a em seu sexo.  Ela ficou ferida, constrangida e traumatizada."

Prostituição era desregulada, amplamente difundida e pesadamente politizada

Conforme Laurie Marhoefer da Universidade de Siracusa escreveu em "Degeneração, Liberdade Sexual e Política na República de Weimar, 1918-1933,"houve um movimento para desregulamentar a prostituição na Alemanha entreguerras que resultou numa nova lei.  Em 1927, o Reichstag aprovou uma lei que tornou perfeitamente legal para mulheres vender sexo na Alemanha sem supervisão policial."

A depender de seu interesse, você podia obter prostitutas entregues numa limousine com champagne ou escolher uma pessoa detonada na rua.  Apesar disso, conforme Jill Suzanne Smith do Bowdoin College explica, a prostituição na República de Weimar não foi simplesmente um nível capitalista de reforço dos valores patriarcais de acordo com o qual heterossexuais iam atrás de mulheres para compra.

"A historiadora Julia Roos, por exemplo, demonstra em seus arquivos que a participação ativa de prostitutas no debate público sobre a reforma da prostituição criou um ?contra-discurso? que ?contradisse a difusão de estereótipos das prostitutas como apáticas e ?degeneradas?.?  Realmente, Roos argumenta que uma análise da prostituição é central para uma investigação das drásticas mudanças em papéis de gênero que tomaram lugar durante a República de Weimar... Em vez de ler a prostituição simplesmente como um indicador do entrincheiramento das estruturas patriarcais, pode também ser lido para expor fendas naquelas completas estruturas."

Como Stephen Lemons escreve para o Salon, conforme a inflação tornava o papel moeda essencialmente sem valor, as mulheres tomavam as ruas em rebanhos procurando por clientes precisamente para que elas pudessem comer e manter um telhado sobre suas cabeças.  Algumas até moviam-se em grupos com as filhas.

Como é tornado abundantemente claro em ?Sexo e a República de Weimar: Emancipação Homossexual Alemã e a Ascensão do Nazismo?, havia uma plenitude de prostitutos masculinos em Berlim de todas as posições do espectro sexual.  Com cuidado com o retrocesso conservador contra o hedonismo de Weimar, havia um mito popular na Alemanha que os prostitutos masculinos eram em sua maioria homens héteros que se permitiam ser usados como gays para que pudessem roubá-los.  Se somente os gays pudessem ser parados, aqueles voluntariosos prostitutos héteros poderiam ser convertidos em bons e produtivos alemães.

Fonte:





Fonte: https://judaismoemaconaria.blogspot.com/2018/06/fatos-insanos-respeito-da-cultura-de.html

Os principais mentores do politicamente correto - 03Mar2018 14:24:00


por Pat Buchanan

Como sub-comissário da cultura no regime de Bela Kun, Lukacs colocou suas auto-descritas idéias "demoníacas" em ação no que veio a ser conhecido como "terrorismo cultural."

Como parte desse terrorismo, ele instituiu um programa radical de educação sexual nas escolas Húngaras.  As crianças eram instruídas no amor livre, no intercurso sexual, na natureza arcaica dos códigos da família de classe média, na obsolescência da monogamia,   e a irrelevância da religião, que priva o homem de todos os prazeres.  As mulheres, também, eram chamadas a se rebelarem contra os costumes da época.

O propósito de Luckacs em promover a licenciosidade entre as mulheres e crianças era destruir a família, a instituição central do Cristianismo e da cultura Ocidental.  Cinco décadas depois de Lukacs fugir da Hungria, suas idéias seriam entusiasticamente abraçadas pelas pessoas que nasceram durante o Baby Boom na "revolução sexual."

O segundo discípulo foi Antonio Gramsci, um Comunista Italiano que começou mais recentemente a merecer reconhecimento merecido como o maior estrategista Marxista do século XX.

Debilitado na prisão, perto da morte por tuberculose, Gramsci finalmente foi liberto, mas morreu em 1937 aos quarenta e seis. Mas em suas agendas na prisão ele deixou os projetos para uma bem sucedida revolução Marxista no Ocidente.

Ao invés de tomar o poder primeiro e impor uma revolução cultural de cima, Gramsci argumentou que os Marxistas no Ocidente devem primeiro mudar a cultura; depois o poder cairia em suas mãos como frutas maduras.  Mas para mudar a cultura, seria necessário uma "longa marcha através das instituições"- arte, cinema, teatro, escolas, universidades, seminários, jornais, revistas e a nova mídia eletrônica, o rádio.  Uma por uma, havia de ser capturada e convertida e policiada em uma agência da revolução.  Então, o povo poderia ser vagarosamente educado a entender e até a saudar a revolução.

Gramsci encorajou seus camaradas Marxistas a formar frentes populares com intelectuais Ocidentais qeu compartilhavam seu desprezo pelo Cristianismo e pela cultura burguesa e que formavam as mentes dos jovens.  Mensagem aos camaradas: "É a cultura, estúpido!" Na medida em que a cultura Ocidental pariu o capitalismo e sustentava-o, se essa cultura pudesse ser subvertida, o sistema cairia com seu próprio peso.  Na capa de seu desbocado bestseller de 1970, The Greening of America, o manifesto da contracultura, o escritor Charles Reich imitava Gramsci com perfeição:

Há uma revolução chegando. Ela não será como as revoluções do passado.  Ela brotará com o indivíduo e com a cultura, e mudará a estrutura política somente como seu ato final.  Não requererá violência para ter sucesso, e não pode ser bem sucedida resistida com violência.  Está neste momento se difundindo com rapidez espantosa, e já nossas leis, instituições e estrutura social está mudando em conseqüência ....

Essa é a revolução da nova geração.

A ESCOLA DE FRANKFURT VEM PARA A AMÉRICA

Em 1923, Lukacs e os membros do partido Comunista Alemão fundaram, na Universidade de Frankfurt, um Instituto para o Marxismo modelado no Instituto de Marx-Engels em Moscou. Depois de alguma reflexão, eles decidiram por um nome menos provocativo, o Instituto pela Pesquisa Social.  Logo se tornaria conhecido simplesmente como a Escola de Frankfurt.

Em 1930, um Marxista renegado e admirador do Marquês de Sade, Max Horkheimer, se tornou seu diretor. Horkheimer, igualmente, concluiu que Marx errou. A classe trabalhadora não acordava para seu papel como vanguarda da revolução.  Já, os trabalhadores Ocidentais estavam com felicidade entrando na classe média, a detestada burguesia.

Com a direção de Horkheimer, a Escola de Frankfurt começou a retraduzir o Marxismo em termos culturais.  Os antigos manuais de campo de batalha foram jogados fora, e novos manuais foram escritos.  Para os antigos Marxistas, o inimigo era o capitalismo; para os novos Marxistas, o inimigo era a cultura Ocidental. Para os antigos Marxistas, o caminho para o poder era a derrubada violenta do regime, como em Paris em 1789 e em São Petersburgo em 1917. Para os novos Marxistas, o caminho para o poder era não violento e requereria décadas de trabalho paciente.  A vitória viria somente depois que as crenças Cristãs morressem na alma do Homem Ocidental. E isso aconteceria somente depois que as instituições de cultura e educação fossem capturadas e alistadas por aliados e agentes da revolução.  Ocupando as instituições do Ocidente, suas "fortalezas e fortificações", e o Estado, o "canal exterior", caíram sem luta.

Mais ou menos na mesma época, o crítico de música Theodor Adorno, o psicólogo Erich Fromm e o sociólogo Wilhelm Reich juntaram-se à Escola de Frankfurt. Mas, em 1933, a história intrometeu-se brutalmente. Adolf Hitler chegou ao poder em Berlim, e como as lideranças da Escola de Frankfurt eram Judaicas e Marxistas, eles não eram algo idôneo para o Terceiro Reich. A Escola de Frankfurt empacotou sua ideologia e voou para a América.  Também partindo estava um estudante graduado pelo nome de Herbert Marcuse. Com a assistência da Universidade de Columbia, eles instalaram sua nova Escola de Frankfurt em Nova Iorque e redirecionaram seus talentos e energias para minar a cultura do país que lhes deu refúgio.

Entre as normas armas de conflito cultural que a Escola de Frankfurt desenvolveu estava a Teoria da Crítica.  O nome soa benigno o suficiente, mas significa uma prática que é tudo menos benigno.  Um estudante da Teoria Crítica a definia como o "a crítica essencialmente destrutiva de todos os principais elementos da cultura Ocidental, incluindo o Cristianismo, a autoridade, a família, patriarcado, hierarquia, moralidade, tradição, moderação sexual, lealdade, patriotismo, nacionalismo, hereditariedade, etnocentrismo, convenção e conservadorismo".

Usando a Teoria Crítica, por exemplo, o Marxista cultural repete insistentemente a acusação que o Ocidente é culpado por crimes genocidas contra toda civilização e cultura que ele encontrou. Sob a Teoria Crítica, repete-se que as sociedades Ocidentais são os maiores repositórios da história de racismo, sexismo, nativismo, xenofobia, homofobia, anti-semitismo, fascismo e nazismo.  Sob a Teoria Crítica, os crimes do Ocidente fluem do caráter do Ocidente, como modelado pelo Cristianismo.

A Teoria Crítica no fim das contas induz ao "pessimismo cultural", um sentido de alienação, de falta de esperança, de desespero onde, muito embora prósperas e livres, um povo venha a enxergar sua sociedade e país como opressivo, mau e indigno de sua lealdade e amor. Os novos Marxistas consideraram o pessimismo cultural uma pré-condição necessária de mudança revolucionária.

Sob o impacto da Teoria Crítica, muitos da geração dos anos sessenta, a maioria privilegiada em história, convenceram-se que estivessem vivendo em um inferno intolerável.

Mas o livro mais influente já publicado pela Escola de Frankfurt foi ?A Personalidade Autoritária?. Em seu enfeite de altar da Escola de Frankfurt, o determinismo econômico de Karl Marx é substituído pelo determinismo cultural. Se uma família é profundamente Cristã e capitalista, dirigida por um pai autoritário, você pode esperar que os filhos cresçam racistas e fascistas.

Onde Marx criminalizava a classe capitalista, a Escola de Frankfurt criminalizou a classe média.

Tendo descoberto o habitat do fascismo nas famílias patriarcais, Adorno agora identificava seu habitat natural: a cultura tradicional: "É uma hipótese bem conhecida que a suscetibilidade ao fascismo é um fenômeno mais caracteristicamente de classe média, que `está na cultura' e, conseguintemente, aqueles que obedecem ao principal dessa cultura serão os mais preconceituosos."

Eles afirmavam sem rodeios que indivíduos criados em famílias dominadas pelo pai, que são exagerados patriotas e seguem religiões antigas, são fascistas incipientes e nazistas em potencial.  Como uma cultura conservadora e Cristã gera o fascismo, aqueles profundamente imergidos em tal cultura devem ser observados com atenção pelas tendências fascistas.

Essas idéias foram internalizados pela Esquerda.  Já em meados dos anos 60, figuradas conservadores e de autoridade que denunciavam ou se opunham à revolução no campus eram rotineiramente rotulados de "fascistas".

Comitê Central de Moscou em 1943:

Membros e organizações de fachada devem continuamente causar desconforto, desacreditar e degradar nossos críticos.  Quando obstrutores se tornarem muito irritantes, rotulem-nos como fascistas, nazistas ou anti-semitas .... A associação se tornará um ?fato? na mente pública, após suficiente repetição.

Desde os anos 60, oponentes estigmatizados como inimigos ou doentes mentais foram a arma mais efetiva no arsenal da esquerda.  Eis a "formula secreta" descrita pelo psicólogo e escritor Thomas Szasz: "Se você quer rebaixar o que uma pessoa está fazendo . . . chame-a de doente mental." Por detrás disso tudo está uma agenda política.  Nossa sociedade doentia está em necessidade de terapia para curar-se de seu preconceito inato.

Essa é a raiz do "estado terapêutico" ? um regime onde o pecado é redefinido como doença, o crime se torna um comportamento anti-social e o psiquiatra substitui o padre.  Se o fascismo está, como diz Adorno, "na cultura", então todos nós educados naquela antiga cultura do país e de Deus dos anos 40 e 50 estamos em necessidade de tratamento para nos ajudar a encarar face a face os preconceitos e intolerâncias nos quais fomos marinados desde o nascimento.

Uma outra intuição de Horkheimer e Adorno era perceber que a estrada para a hegemonia cultural era através de condicionamento psicológico, não por argumento filosófico. As crianças poderiam ser condicionadas na escola a rejeitar as crenças morais e sociais de seus pais como racistas, sexistas e homofóbicas e condicionadas a abraçar uma nova moralidade.

A indústria do entretenimento . . . tem absorvido completamente a ideologia do Marxismo cultural e a prega incessantemente não somente em sermões, mas em parábolas: mulheres fortes espancando homens fracos, crianças mais espertas que seus pais, negros mais ricos confrontando a violência dos brancos mais pobres, homossexuais viris que levam vidas normais.  Isso tudo é fábula, uma inversão da realidade, mas a mídia do entretenimento faz parecê-la real, mais assim do que o mundo que se apresenta além da porta da frente.

Marcuse forneceu a resposta para a pergunta de Horkheimer: Quem desempenhará o papel do proletariado na esperada revolução cultural?

Os candidatos de Marcuse: juventude radical, feministas, militantes negros, homossexuais, os alienados, os anti-sociais, os revolucionários do Terceiro Mundo, todas as vozes iradas das "vítimas" perseguidas do Ocidente. Esse seria o novo proletariado que derrubaria a cultura a cultura Ocidental. Entre os "oprimidos", os recrutas potenciais para essa revolução, o próprio Gramsci incluía todos os "grupos marginalizados da história . . . não somente os oprimidos economicamente, mas também as mulheres, as minorias raciais e muitos criminosos." Charles Reich era o eco de Marcuse e Gramsci: "Um dos caminhos que a nova geração luta para sentir-se como estranhos é identificar-se com os negros, os pobres, com Bonnie e Clyde, e com os perdedores desse mundo. " Coincidentemente, em 1968, o ano de ?Bonnie e Clyde?, um filme romantizando dois assassinos pervertidos, foi candidato a um Oscar.

As sociedades do passado foram subvertidas por palavras e livros, mas Marcuse acreditava que sexo e drogas eram armas superiores.  Em ?Eros e Civilização?, Marcuse urgia um abraço universal ao Princípio do Prazer. Rejeitar inteiramente a ordem cultural, dizia Marcuse (era sua "Grande Recusa"), e nós podemos criar um mundo de "perversidade polimorfa?.

Os livros de Marcuse eram consumidos.  Ele se tornou uma figura culta.  Quando estudantes se revoltaram em Paris em 1968, eles carregavam faixas proclamando "Marx, Mao e Marcuse".

"Faça amor, não guerra" era o slogan inspirado no próprio Marcuse. Em ?Um Homem Dimensional?, ele defendia a ditadura educacional. Em "Tolerância Repressiva", ele exige uma nova "tolerância libertadora" que implica na "intolerância contra movimentos de direita e tolerância de movimentos da esquerda".  O duplo padrão contra o qual a Direita se enfurece, e que permite aos conservadores serem ridicularizados pelos pecados que são perdoados à Esquerda, é a "tolerância repressiva" em ação.

A antiga visão Marxista de trabalhadores se sublevando para derrubar seus soberanos capitalistas foi ontem.  Hoje, Herbert Marcuse e seus sequazes colocariam um fim a uma corrupta civilização Ocidental, ocupando suas instituições culturais e convertendo-as em agências de reeducação e da revolução. Como Roger Kimball, escritor e editor na New Criterion escreve:

No contexto das sociedades Ocidentais, a "longa marcha através das instituições" significava o nas palavras de Herbert Marcuse - "trabalhar contra as instituições estabelecidas enquanto nelas trabalhasse".  Era principalmente por esses meios ? através da insinuação e infiltração em vez do confronto ? que os sonhos contra-culturais de radicais como Marcuse triunfaram.

Para Marxistas culturais, nenhuma causa classifica-se de forma mais elevada do que a abolição da família, que eles desprezavam como uma ditadura e a incubadora de sexismo e injustiça social.

Hostilidade à família tradicional não era novidade aos Marxistas. Em ?A Ideologia Alemã?, o próprio Marx escreveu que os machos patriarcais consideram esposas e filhos primeiramente como propriedade.  Em ?A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado?, Engels popularizou a convicção feminista que toda discriminação contra as mulheres provém da família patriarcal. Erich Fromm argumentava que as diferenças entre os sexos não era inerente, mas uma ficção da cultura Ocidental.  Fromm se tornou um pai fundador do feminismo. Para Wilhelm Reich, "A família autoritária é o estado autoritário em miniatura .... O imperialismo Familial é . . . reproduzido no imperialismo nacional".  Para Adorno, a família patriarcal era o berço do fascismo.

Para decapitar a família com o pai como seu chefe, a Escola de Frankfurt defendia as alternativas de matriarcado, onde as mães mandam na casa, e a "teoria andrógina", na qual os papéis na família de macho e fêmea são intercambiáveis, e mesmo revertidos. Boxe para mulheres, mulheres em combate, rabinos e bispos mulheres, Deus como Ela, G.I. Jane por Demi Moore, Sigourney Weaver como Rambo estimulando um aterrorizado e contraído soldado em Aliens, e todos os filmes e demonstrações que retratam as mulheres como duras e agressivas e os homens como sensíveis e vulneráveis testemunham o sucesso da Escola de Frankfurt e a revolução feminista que ajudou a parir.

Como Lukacs, Wilhelm Reich acreditava que o caminho para destruir a família era através de políticas revolucionárias sexuais e educação sexual precoce. O aparecimento da educação sexual nas escolas fundamentais na América se deve a Lukacs, Reich, e à Escola de Frankfurt.

Na morte do Ocidente, a Escola de Frankfurt deve ser acreditada como a principal suspeita e cúmplice. A propaganda agressiva contra a família que ela defendia contribuiu para o seu colapso.  A família nuclear hoje representa menos de ¼ dos lares americanos. E a liberação das mulheres dos papéis tradicionais de esposa e mãe, a qual a escola estava entre os primeiros a defender, conduziu ao rebaixamento e declínio daqueles papéis na sociedade americana.

Milhões de mulheres ocidentais agora compartilham a hostilidade das feministas pelo casamento e maternidade.  Milhões adotaram a agenda do movimento e não têm qualquer intenção de se casar e nenhum desejo de ter filhos.  Seu abraço ao Princípio do Prazer de Marcuse, suas jornadas de trabalho na revolução sexual significam afastar-se do casamento.  E, como nosso divórcio e as taxas de natalidade demonstram, até os casamentos registrados são menos estáveis e menos frutíferos. Nas desabitadas nações da Europa, mesmo nas antigas nações Católicas, o uso de contraceptivos é quase universal. Contracepção, esterilização, aborto e eutanásia são os quartos cavaleiros da "cultura da morte". A pílula e a camisinha se tornaram a foice e o martelo da revolução cultural.

Nos anos 50, Khrushchev ameaçou "nós enterraremos vocês".  Mas nós os enterramos.  Todavia, se o homem Ocidental não encontra um caminho para repensar sua taxa de natalidade em desmoronamento, o Marxismo cultural será bem sucedido onde falhou o Marxismo Soviético.

Um retorno a uma taxa de fertilidade mais elevada naqueles países cuja fertilidade esteja declinando até o presente pode ser esperada somente se houver uma mudança no "estado de ânimo" desses países, uma mudança do pessimismo presente até o estado de mente que poderia ser comparado àquele da era do "baby-boom", durante a era da reconstrução do pós-2ª Guerra Mundial.

Nenhuma tal "mudança de estado de ânimo" é remotamente visível no Antigo Continente, onde as taxas de natalidade continuam a despencar.

Em um terço de século, o que era denunciado como a contra-cultura se tornou a cultura dominante, e o que era a cultura dominante tem se tornado, na frase de Gertrude Himmelfarb uma "cultura dissidente."  Os valores da revolução dominam o homem médio.  O Politicamente Correto domina.  O desafio de nossa nova ortodoxia qualifica-se como "discurso de ódio", o desrespeito aos seus dogmas como um sinal de doença mental.

O Politicamente Correto é Marxismo cultural, um regime para punir os dissidentes e estigmatizar a heresia social como a Inquisição punia heresia religiosa. Sua marca registrada é a intolerância.  Classificando seus adversários como inimigos, doentes mentais, escreve o jornalista Peter Hitchens em sua lamentação por seu país, ?A Abolição da Grã-Bretanha?, o novo regime imita dos métodos do Instituto Serbsky da União Soviética, que costumava classificar dissidentes políticos como Natan Sharansky como insanos, antes de trancafiá-los em um hospital psiquiátrico.  O que Americanos descrevem com a "frase casual . . . politicamente correto", diz Hitchens, é "o sistema de pensamento mais intolerantes para dominar as Ilhas Britânicas desde a Reforma." Assim também nos Estados Unidos.

Opor-se às ações afirmativas qualifica-o como um racista.  Insistir que há papéis na sociedade inadequados para as mulheres, tais como comandante da frota de guerra, é ser rotulado como um sexista.  Se você acredita que a imigração está indo muito além de nossa coesão social, você é um nativista ou um xenófobo.  Em 1973, a Associação Psiquiátrica Americana foi intimidada por militantes dos direitos dos gays em remover o homossexualismo das listas de desordens mentais.  Agora, alguém que considere-a uma desordem sofre de uma doença da alma chamada homofobia.

O estudioso e escritor Paul Gottfried chama isso de "a desumanização do dissidente".

Palavras são armas, disse Orwell. Tradicionalistas já têm que descobrir efetivas contra-medidas.  Por chamar um inimigo de racista ou fascista, você não precisa mais responder aos seus argumentos.  Ele deve defender seu caráter.  Em um tribunal, o acusado é inocente até que a culpa ser provada.  Mas se a acusação é racismo, homofobia ou sexismo, há hoje a presunção da culpa.  A inocência deve ser provada pelo acusado além de uma dúvida razoável.

Orwell escutou a palavra "fascista" ser utilizada tão freqüentemente que ele presumia que, se Jones chamasse Smith de um fascista, Jones queria dizer "Eu odeio Smith!" Mas se Jones tivesse dito, "Eu odeio Smith," ele estaria confessando um ódio anticristão. Chamando Smith de fascista, ele não necessita explicar o motivo pelo qual odeia Smith ou não pode superar Smith num debate; ele forçava Smith a provar que ele não é um admirador secreto de Adolf Hitler. Huey Long estava certo.  Quando o fascismo veio até a América, ele veio no nome do anti-fascismo.

Que Lukacs, Gramsci, Adorno, Marcuse e a Escola de Frankfurt tiveram imensa influência na história cultura e intelectual da América é inegável.  Mas, diferente dos Bolcheviques, eles não atacaram um Palácio de Inverno, não tomaram o poder, e não impuseram suas idéias pela força e pelo terror; eles não eram gigantes, como Marx, a quem os homens prestaram homenagem.  Poucos Americanos mesmo os conhecem.  Ninguém, nem mesmo Marcuse, era um São Paulo, um Lutero, ou um Wesley. Eles eram renegados intelectuais e inadaptados morais, sim, mas foram também homens que pensavam de forma não convencional, e puseram em circulação as idéias de como uma revolução bem-sucedida poderia ser lançada no Ocidente, contra o Ocidente.  E suas idéias triunfaram.  As elites Americanas, que podem nem mesmo saber hoje quem foram os pensadores de Frankfurt, ingeriram suas idéias como ração.

Margaret Sanger, a fundadora da Planned Parenthood, foi uma radical mais famosa do que qualquer um da Escola de Frankfurt, e ela antecipou suas idéias: "Apelos de controle de natalidade para os radicais avançados porque é calculado minar a autoridade das igrejas cristãs. Eu espero ansiosamente ver a humanidade livre algum dia da tirania do Cristianismo não menos que do capitalismo.

Foram Lukacs, Gramsci, Adorno e Marcuse homens indispensáveis? Provavelmente não, mas eles desenvolveram a estratégia e as táticas de uma revolução Marxista bem sucedida no Ocidente, e a cultura que eles prepararam para destruir não é mais a cultura dominante na América ou no Ocidente.  Eles começaram suas vidas como párias e podem terminar no lado vencedor da história.


Fonte: https://judaismoemaconaria.blogspot.com/2018/03/os-principais-mentores-do-politicamente.html

Catecismo de uma Revolução - 03Mar2018 14:15:00

por Pat Buchanan

O que essa nova religião, essa nova fé que veio nas asas da revolução, abraça e ensina? Em quê ela difere da antiga?

Primeiro, essa nova fé é do e para nosso mundo apenas.  Ela se recusa a reconhecer qualquer ordem moral ou autoridade mais elevada. Quanto ao próximo mundo, ela entrega-se com felicidade ao Cristianismo e as crenças tradicionais, contanto que eles fiquem fora da esfera pública e das escolas públicas.  Quanto aos antigos relatos bíblicos da criação, Adão e Eva, a serpente no jardim, pecado original, a expulsão do Éden, Moisés no Monte Sinai e os Dez Mandamentos sendo escritos em pedra e obrigando a todos os homens ? acreditem aqueles que desejarem, mas nunca novamente sendo ensinados como verdades. Como verdade, as descobertas por Darwin e confirmadas pela ciência, é que nossa espécie e o mundo são resultados extraordinários das eras de evolução. "A ciência afirma que a espécie humana é uma emergência das forces evolucionárias naturais", declara o Segundo Manifesto Humanista, escrito em 1973.  Aquele retrato na parede das aulas de biologia dos macacos caminhando sobre quatro patas, depois sobre duas e então e desenvolvendo-se no Homo erectus ? é como tudo aconteceu.

O novo evangelho tem como seus axiomas governantes: não há Deus; não há valores absolutos no universo; o sobrenatural é superstição.  Todas as vidas começam aqui e terminam aqui; seu objetivo é a felicidade humana nesse único mundo que conhecemos.  Cada sociedade estabelece seu código moral própria para seu próprio tempo, e cada homem e mulher têm um direito a fazer o mesmo.  Como a felicidade na vida termina e nós somos seres racionais, nós temos um direito a decidir quando a dor de viver pesa mais que o prazer de viver e a terminar com essa vida, tanto por si mesmos quanto pela assistência da família e médicos.

No domínio moral o primeiro mandamento é "Todos os estilos de vida são iguais."  Amor  e seu concomitante natural, sexo, são saudáveis e bons.  Todas as relações sexuais voluntárias são permissíveis, e todas são moralmente iguais ? não é assunto de ninguém, mas próprio, e certamente não é assunto do Estado proibir.  Esse princípio ? todos os estilos de vida são iguais ? é para ser escrito na lei, e aqueles que se recusarem a respeitar as novas leis devem ser punidos.  Desrespeitar um estilo de vida alternativo mancha alguém como um preconceituoso.  Discriminação contra aqueles que adotam um estilo de vida alternativo é um crime. Homofobia, não homossexualismo, é o mal que deve ser erradicado.

"Tu não julgarás" é o segundo mandamento.  Mas a revolução não é somente julgadora; ela é severa com aqueles que violam seu primeiro mandamento.  Como defender esse aparente duplo padrão?

De acordo com o catecismo da revolução, o antigo código moral Cristão que condena o sexo fora do casamento e sustenta que o homossexualismo seja anti-natural e imoral tem raiz no preconceito, na intolerância bíblica, no dogma religiosa e na tradição bárbara. Esse repressivo e cruel código Cristão foi um impedimento à realização e felicidade, e responsável pela ruína de incontáveis vidas, especialmente aquelas dos gays e lésbicas.

O novo código moral é baseado na razão iluminada e no respeito por todos.  Quando o Estado escreveu o código moral Cristão na lei, ele codificou intolerância.  Mas quando nós escrevemos nosso código moral na lei, avançamos as fronteiras da liberdade e protegemos os direitos das minorias perseguidas.

Um corolário do novo código moral que santifica a liberdade sexual logicamente se segue que os preservativos e o aborto são necessários para prevenir conseqüências indesejadas do amor livre ? desde herpes ao HIV, à gravidez ? esses devem ser tornados disponíveis a alguém que é sexualmente ativo, desde a quinta-série se necessário for.

Sob o novo catecismo, o uso das escolas públicas para doutrinação de crianças em crenças cristãs é estritamente proibido.  Mas as escolas públicas podem e deveriam ser utilizadas para doutrinar as crianças em uma tolerância de todos os estilos de vida, uma apreciação da liberdade reprodutiva, respeito por todas as culturas, e a desejável diversidade racial, étnica e religiosa.  Nas novas escolas, os dias santos da Páscoa, comemoração da Paixão, Crucifixão e Ressurreição de Cristo estão fora como feriados.  O Dia da Terra, para o qual é ensinado às crianças amarem, preservarem e protegerem a Mãe Terra, é o nosso dia de reparação e reflexão, do qual nenhuma criança está isenta.  O ambientalismo, escreveu o estudioso conservador Robert Nisbet, está "bem no seu caminho de ser a terceiro onda de batalha redentora na história Ocidental, a primeira sendo o Cristianismo, a segunda o socialismo moderno."

A revolução cultural não é a respeito de criar um campo representado por todas as crenças; é a respeito uma nova hegemonia moral. Depois que todas as bíblias, livros, símbolos, mandamentos e feriados forem purgados das escolas públicas, essas escolas deverão ser convertidos em centros de aprendizado da nova religião.  Eis John Dunphy escrevendo com renovada franqueza em 1983 no ?The Humanist? a respeito do novo papel das escolas públicas americanas:

?A batalha pelo futuro da humanidade deve ser travado e vencido nas salas de aula das escolas públicas por professores que percebam corretamente seu papel como prosélitos de uma nova fé, uma religião da humanidade .... Esses professores devem  expressar a mesma abnegada dedicação dos pregadores fundamentalistas mais radicais, pois eles serão ministros de alguma espécie, utilizando uma sala de aula em vez de um púlpito para conduzir valores humanistas em quais sejam os assuntos que ensinarem .... A sala de aula deve e se tornará uma arena de conflito entre a antiga e o novo - corpo pútrido do Cristianismo, junto com seus males adjacentes e miséria, e a nova fé do humanismo, resplandecente em sua promessa de um mundo em que o ideal ?do amor ao próximo? nunca realizado será finalmente atingido.?

Na política, a nova fé é globalista e cética do patriotismo, pois um excessivo amor à patria muito freqüentemente conduz à suspeita dos vizinhos e por conseguinte à guerra.  A história das nações é uma história de guerras, e a nova fé planeja um fim às nações.  Apoio para a ONU, ajuda estrangeira, tratados para banir minas terrestres, abolir armas nucleares, punir crimes de Guerra, e perdoar as dívidas das nações pobres são as marcas do homem e da mulher progressistas.  Não importa que uma instituição supranacional seja formada ? a Organização Mundial do Comércio, o Protocolo de Kyoto para prevenir o aquecimento global, a nova Corte Criminal Internacional da ONU ? a revolução apoiará a transferência de autoridade e soberania das nações para novas instituições de governança global.

"O CÂNCER DA HISTÓRIA DO HOMEM"

Mas uma religião necessita de demônios assim como de anjos.  E muito do que a nova fé ensina é resultante de um ódio ao que ela enxerga como um vergonhoso, mau e delitivo passado.  Para a revolução, a história do Ocidente é um catálogo de crimes ? escravidão, genocídio, colonialismo, imperialismo, atrocidades, massacres ? cometidos por nações que professavam-se Cristãs.  "A raça branca é o câncer da história do homem", escreveu Susan Sontag, uma mãe natural da revolução, em 1967.

Movendo essa acusação, a revolução tem objetivos completares: aprofundar um senso de culpa para desarmar moralmente e paralisar o Ocidente, e extrair desculpas e reparações incessantes até que a riqueza do Ocidente seja transferida para seus acusadores.  É extorsão moral de proporções épicas, a exploração do milênio.  Se o Ocidente permite aos seus inimigos tenham esse êxito, nós merecemos ser roubados de nossa herança.

A erradicação da idéia de culturas e civilizações superiores é, assim, um assunto de primeira ordem da revolução.

Igualdade é o primeiro princípio.  Quem peca contra a igualdade é extra ecclesiam, fora da igreja.  Na nova revelação, nenhuma religião é superior, nenhuma cultura é superior, nenhuma civilização é superior. Todas são iguais.  É "diversidade" a representação na sociedade de todos os credos, cores e culturas na nação multiétnica e multicultural que nós devemos aspirar e, em súplicas, sermos guiados.

Como a igualdade é seu princípio central, a revolução cultural ensina que os verdadeiros heróis da história não são conquistadores, soldados e estadistas que construíram as nações ocidentais e criaram os grandes impérios, mas aqueles que avançaram a causa mais elevada ? a igualdade dos povos.  Assim, o fim da segregação no Sul e do apartheid na África do Sul são triunfos maiores do que a derrota do comunismo, e Mandela e Gandhi são os verdadeiros heróis morais do século XX.  Assim, Martin Luther King sustenta-se no mais elevado panteão Americano, e qualquer estado que recuse desprezar um feriado para celebrar seu nascimento deve ser boicotado.

Como a igualdade é um princípio fundamental, uma democracia de um voto para cada pessoa é a mais elevada forma de governo e somente a verdadeiramente legítima forma.  Ela somente pode ser imposta pela força, como foi sobre a Alemanha e o Japão, e igualmente ao Iraque.  Intervenção militar para interesses nacionais é egoísta e ignóbil, mas intervenção moral que derrama sangue na causa da democracia, como na Somália, Haiti e nos Bálcãs ? nada é mais puro.

Através desse padrão, a revolução julga a moralidade das guerras Americanas.  A Guerra de 1812, a Guerra Mexicana-Americana, as Guerras aos Índios, e a Guerra Hispano-Americana podem ter assegurado ao continente um minúsculo custo em vidas, mas essas guerras são poluídas para sempre pelo espírito expansionista e chauvinista da América em seus combates.  E embora a Coréia e o Vietnã fosse combatidos para salvar pequenas nações do assassino comunismo Asiático, elas eram guerras insensatas ou injustas. Pois nós nos aliamos com regimes corruptos e combatemos para manter os países em nosso campo de uma Guerra Fria que nunca teve a claridade moral da guerra contra o fascismo.

E contanto que seja uma "boa guerra", os fins justificam os meios no catecismo da revolução.

Richard Nixon é denunciado pelo "bombardeiro assassino" de Hanói para livrar nossas prisioneiros de Guerra, por bombardear o Vietnã do Norte e, segundo consta, ter matado 1900 pessoas por treze dias. Já, Harry Truman é para sempre um herói, muito embora tenha ordenado o bombardeio atômico de Hiroshima e Nagasaki, matando 140.000 civis e por ter enviado 2 milhões de prisioneiros de guerra russos de volta para serem torturados e mortos por Stálin na Operação Keelhaul.

Para a revolução cultural, o inimigo está sempre na Direita, e a revolução não perdoa ou esquece.  Compare a busca impiedosa para a sepultura do General Pinochet, o ditador que esmagou o Castrismo no Chile, com as expressões de aflição com as mortes dos parceiros de Mao, Chou En-lai e Deng Xiaoping.

Como a história demonstra, todos os povos, culturas e civilizações não são iguais.  Alguns atingiram grandeza com freqüência, outras nunca.  Todos os estilos de vida não são iguais.  Todas as religiões não são iguais.

De fato, como a todos os homens são entregues diferentes dons, talentos e virtudes, a única forma de atingir a igualdade de resultados é a tirania. Aqueles que incessantemente revisam testes de aptidão acadêmicos, porque os resultados colidem com seus preconceitos, dão então pontos extras aos estudantes baseado no critério étnico, depois rejeitam os testes porque eles ainda produziram os resultados desejados, são ideólogos sem esperança cujas falsas idéias a respeito da natureza humana nunca sobreviverão a sua primeira colisão com a realidade.

Diga-se mais, um farmacêutico local pode vender preservativos a adolescentes de treze anos, mas venda cigarros aos mesmos e você será perseguido por colocar em risco sua saúde e sua moral.  Livros que proclamam que "Deus está morto", ou que São Paulo era um homossexual, ou que o celibato é defeituoso ou que Pio XII foi o "Papa de Hitler" atrairão análises pela "coragem", "criatividade" e "irreverência."

No século XIX, blasfêmia era um crime em muitos estados.  Hoje, blasfêmia, vulgaridade e obscenidades são aceitáveis, mesmo em horário nobre, mas humor étnico é "discurso de ódio" que deve ser punido severamente.

Eis o espírito militante da ortodoxia modernista.

CRIMES DE ÓDIO

Como qualquer religião, a nova revelação tem seu próprio catálogo de crimes morais.  Os mais odiosos são os "crimes de ódio", agressões motivadas por ódio a uma cor, credo, origem nacional ou orientação [sic] sexual da vítima.

No catecismo da revolução, o assassinato de homossexuais por serem gays, e de negros por serem negros, são os piores crimes, piores até do que abuso infantil seguido de morte.

Carpenter e Brown eram amantes, e o ultimo masturbava-se enquanto Brown sodomizava o garoto.  Mesmo assim, sua tortura e abuso seguido de morte quase não repercutiu na imprensa nacional. Por que? Porque foi um "crime sexual", não um "crime de ódio", e porque mostrar homossexuais em atos de barbarismo sadísticos não se ajusta ao script de vilão e vítima de nossa elite cultural.

Quando o julgamento de Brown foi marcado, o Washington Times era quase o único dos jornais nacionais a reportar o processo. "A discrepância [na cobertura nacional dos assassinatos de Shepard e Dirkhising] não é apenas real", escreveu Andrew Sullivan, um homossexual e colunista da New Republic, "é incrível." Sullivan descobriu trezentas histórias sobre o assassinato de Shepard em uma pesquisa na base de dados Nexis no quinto mês depois do assassinato, mas somente quarenta e seis histórias sobre o assassinato de Jesse Dirkhising. A FOX NEWS foi a única rede de comunicações a reporter o julgamento e condenação do assassino Brown. A grande mídia converteu-se em uma arma de comunicação da revolução.

O menino Jake Robel, de seis anos de idade, morreu de uma forma horrenda.  Enquanto sua mãe Christy foi comer um sanduíche em uma lanchonete, em Independence, Missouri, Jake foi deixado atado no cinto de segurança no banco de trás de seu Chevy Blazer. Christy deixou as chaves na ignição.  Kim Davis, trinta e quarto anos, recém-saído da cadeia, observou-a ir até a lanchonete e pulou no assento do motorista.  Christy Robel correu para resgatar seu filho, abrindo a porta para arrancá-lo.  Davis arrastou o garoto ainda atado ao cinto de segurança.  Christy Robel gritou histericamente para ele parar.  Davis olhou para o banco de trás, então para o espelho retrovisor, e pisou no acelerador, arrastando o garoto por cinco milhas até ser parado por motoristas que reconheceram o corpo do garoto sendo arrastado ao longo da Estrada.  Por que esse crime não ganha atenção nacional? Porque Jake Robel era branco e Davis é negro.  Crimes de ódio são a forma da elite cultural de traçar racialmente um perfil de homens brancos.

Mas essa campanha para codificar certos crimes como "crimes de ódio" não tem nada a ver com justiça e tudo a ver com ideologia.

No catecismo da revolução, os trinta assassinatos de jovens pelo sadista John Wayne Gacy não são qualificados como crimes de ódio, mas tivesse Gacy sido agredido saindo de um bar gay para propor uma ?amizade?, ele teria sido qualificado.


Fonte: https://judaismoemaconaria.blogspot.com/2018/03/catecismo-de-uma-revolucao.html

A descristianização da América - 03Mar2018 14:05:00

por Pat Buchanan

A resposta de Gramsci ? uma "longa marcha" através das instituições.  Os marxistas devem cooperar com progressistas para capturar as instituições que moldaram as almas dos jovens: escolas, faculdades, cinema, música, arte e a nova mídia de massa que veio sem censura a todos os lares, rádio e, depois da morte de Gramsci, televisão.  Uma vez que as instituições culturais fossem capturadas, uma esquerda unida poderia começar a descristianização do Ocidente.  Quando, após várias gerações, isso fosse realizado, o Ocidente não mais seria o Ocidente, mas uma outra civilização, e o controle do Estado seguiria inevitavelmente o controle da cultura.

Mas, como o Cristianismo começou a morrer no Ocidente, algo mais ocorreu: povos Ocidentais começaram a parar de ter filhos.  Pois a correlação entre fé religiosa e grandes famílias é absoluta.

Onde quer que o secularismo triunfe, as populações começam a encolher-se e morrer.

Parece uma lei férrea: mate a fé de uma nação, e seu povo cessará de reproduzir.  Exércitos estrangeiros ou imigrantes então entram e preenchem os espaços vazios. Descristianizando a América, a revolução cultural descobriu um contraceptivo tão efetivo quanto a pequena pílula do Dr. Rock.

Meio século atrás, a Suprema Corte foi capturada por ideólogos judiciais que entenderam seu poder latente de transformar a sociedade.

Onde a Primeira Emenda proibiu o Congresso de fazer qualquer lei "relativamente à instituição de uma religião", e requereu o Congresso a respeitar o "livre exercício" da fé, a Suprema Corte reinterpretou as palavras para justificar um ataque antecipado sobre o Cristianismo.  Todas as bíblias, livros, cruzes, símbolos, cerimônias e feriados cristãos foram retirados da esfera pública e escolas públicas.

Se a América cessou de ser um país Cristão, é porque ela cessou de ser um país democrático.  Esse é o real coup d'etat.

Aborto foi um crime; agora é um direito.  Assim disse a Corte.  Orações voluntárias na escola violam a Primeira Emenda, mas dançarinas nuas em nightclubs não mais. Quando o Estado do Colorado votou em um referendo para deter a legalização do homossexualismo, a Suprema Corte decidiu que os motivos dos votantes eram suspeitos e o rejeitou.

"Nosso direito e nossas instituições devem necessariamente ser baseadas e incorporadas pelos ensinamentos do Redentor da humanidade", disse a Suprema Corte na decisão de 1892, Igreja da Santíssima Trindade v. Estados Unidos.  "Nossa civilização e nossas instituições são enfaticamente Cristãs."  Isso a América aboliu, pela ordem de uma diferente Corte.  O antigo consenso moral desmoronou, e a comunidade moral erguida sobre isso não mais existe.

"A Corte, não o povo, é agora o agente da mudança na sociedade Americana", escreve o Prof. William Quirk, co-autor de ?Judicial Dictatorship? (Ditadura Judicial).

O catecismo da revolução ensina que o homossexualismo é uma preferência, não um pecado, e aqueles que tratam os gays e lésbicas de forma diferente são intolerantes que devem ser expostos e reeducados.

Pois homossexualismo não é liberação, é escravidão.  Não é um estilo de vida; é um estilo de morte.

A única forma que o movimento dos direitos dos gays pode ser bem sucedido fazendo a sociedade aceitar o homossexualismo como natural, normal, moral e saudável, é primeiro descristianizar essa sociedade.  E, reconhecidamente, eles estão progredindo.

? Um em quatro filhos nascidos de brancas são fora do casamento.  Em 1960, o número era 2%. Três em quatro brancas não casadas tiveram relacionamentos na idade dos 19.  Em 1900, o número era de 6%. Suicídios de adolescentes são o triplo do que eram no início dos anos 60.  Os testes dos estudantes secundaristas estão entre os mais baixos das nações industrializadas;

? Abortos nos EUA agora perfazem cerca de 1,2 a 1,4 milhões por ano, a taxa mais alta do Ocidente, com 40 milhões executados desde Roe v. Wade. Os nascimentos para mulheres casadas nos EUA, de 4 milhões em 1960 caiu para 2,7 milhões em 1996;

? A taxa Americana de divórcio é 350% maior desde 1962, e um terço de todas as crianças Americanas agora vivem em lares de pais solteiros;

? Aproximadamente 2 milhões de Americanos estão na cadeia, 4,5 milhões em condicional. Em 1980, apopulação em prisão era de 500.000;

? Há seis milhões de viciados em drogas nos EUA;

Essas são as estatísticas de uma sociedade decadente e moribunda, os primeiros frutos da revolução cultural que está descristianizando a América.  Lendo essas estatísticas, recorda-se de Whittaker Chambers em ?Witness?: "A história é confundida com as ruínas das nações que se tornaram indiferentes a Deus, e morreram."


Fonte: https://judaismoemaconaria.blogspot.com/2018/03/a-descristianizacao-da-america.html

História da raça negra - 07Ago2017 17:24:00


A cada mês de fevereiro, Americanos são forçados a aturar um mês inteiro de referências à cultura afro-étnica, suas figuras históricas e libertadores.  Sem dúvida, muitos acreditam que os afro-descendentes precisam de seu próprio mês para explorar uma densa e bem sucedida história.

Nada poderia ser mais distante da realidade.  Ironicamente, fevereiro é o mês mais curto do ano, e afro-étnicos têm a história mais curta e mais despida de eventos de qualquer grupo étnico.

Pare por um momento e faça a si mesmo a seguinte pergunta: posso arrolar uma única contribuição que qualquer pessoa de descendência Africana deu à humanidade como um todo? Tente pensar em qualquer invenção, sistema político, religião, idioma ou inovação.

Sem consultar um programa de buscas você provavelmente não pode pensar em nada.  A resposta mais comum é: ?George Washington Carver inventou a manteiga de amendoim.?

Ok, vamos fingir que a manteiga de amendoim não foi realmente inventada por um euro-canadense em 1884, [1] poderia realmente ser possível que contribuições de afro-étnicos por mais de 5.000 anos de história humana atingissem uma versão pastosa de uma noz que um desmedido número de pessoas sucedam ser alérgicas?

Salvo poucas coisas obscuras e grandemente irrelevantes, o povo africano não acrescentou nada ao progresso da humanidade.

Pode-se ouvir um grito de protesto irrompendo: ?E Martin Luther King!?? Resposta: MLK não fez nada para a humanidade como um todo.  Ele somente se beneficiou da situação de seus camaradas Afro-americanos.  King importunou e conseguiu jogar um monte de gente na cadeia, até que euro-americanos, em Washington D.C. decidissem deixar afro-americanos viverem lado a lado com Caucasianos.

Se alguém fosse ao centro de Montgomery, Alabama, poderia ver posteriormente o que a liberação afro-americana custou a essa grande cidade Americana (decadência urbana, vitrines vazias e elevação de taxas de crime).

O QUE AFRO-ÉTNICOS NUNCA FIZERAM

Por que povos subsarianos têm tão pouca história e tão poucas realizações a sua conta, é necessário descrever seu passado pelo que nunca fizeram.  Eles devem ser definidos no negativo.  Esse é o único meio de comunicar sua história.

Há nove inovações básicas que povos africanos nunca desenvolveram por si mesmos.

(I) Nenhuma sociedade afro-étnica criou uma linguagem escrita. [2]

Já foi dito: ?Não há história Africana?. [3] O mencionado é correto porque nenhum grupo Africano desenvolveu a escrita.  Eles simplesmente não podiam registrar os eventos que eles experimentavam.

A história da África Subsariana começou somente quando exploradores Europeus começaram a documentar seus encontros com os nativos Africanos.  Hoje, governos Africanos usam sistemas de linguagem escrita para eles criados por euro-étnicos, que necessitavam de um meio de governá-los na seqüência da conquista colonial.

(II) Nenhuma sociedade afro-étnica criou uma religião não-animista.

A ?religião? da África é o animismo.  Animismo, porém, não é uma religião na tradicional compreensão da palavra.  Africanos simplesmente nunca escaparam da concepção infantil e humana que todas as coisas são como eles.  Por exemplo, Africanos acreditam que barro, pedras e nuvens têm espíritos.

Todos os bebês são animistas, [4] assim a ?religião? Africana é simplesmente um meio de dizer que a mente afro-étnica nunca amadureceu metafisicamente para além do estado infantil.

(III) Nenhuma sociedade afro-étnica desenvolveu uma forma de governo salvo tribos primitivas e grandes arranjos de homens. [5]

Não há grandes dinastias Africanas subsarianas ou direitos complexos baseados em sistemas políticos porque o poder na África sempre foi baseado na força bruta e em homens fortes.

Alguns historiadores modernos falam a respeito de ?impérios? Africanos, mas esses eram Estados atrasados, a maioria dos quais indignos de compartilharem a mesma definição como ocorre com os Impérios Romano e Britânico.

(IV) Nenhuma sociedade afro-étnica inventou a roda. [6]

Parece incrível, mas Africanos nunca inventaram a roda.  Hoje, a invenção da roda é, em tom de brincadeira, lembrada em histórias em quadrinhos e ilustrações, e o inventor da roda é freqüentemente retratado como um homem da caverna.  Por nossa própria análise das sociedades, Africanos parecem inferiores aos habitantes de cavernas.

(V) Nenhuma sociedade afro-étnica nunca domesticou um animal. [7]

Apesar de na África abundar gado e grandes herbívoros, Africanos nunca domesticaram animais por sua própria conta.

Enquanto há 3 (três) mil anos os patriarcas bíblicos estavam perambulando com rebanhos de camelos, ovelhas e cabras, Africanos estavam caçando búfalos com espetos de pedra não tendo a mais leve idéia que poderiam adestrar tais criaturas.

(VI) Nenhuma sociedade afro-étnica já cultivou a agricultura. [2]

O povo da África nunca inventou a agricultura.  Eles nunca aprenderam como domesticar a vegetação pra comer.  Africanos somente aprenderam a agricultura rudimentar com a chegada dos Europeus.

(VII) Nenhuma sociedade afro-étnica inventou qualquer tipo de calendário ou sistema de data. [2]

Eles viviam literalmente sem um conceito de tempo.

(VIII) Nenhuma sociedade afro-étnica construiu uma construção de dois andares. [2]

Antes que os Europeus chegassem, nenhuma estrutura construída no Sul da África sustentava-se acima de um andar.  Além disso, especulava-se que eles nunca construíram uma estrutura sem barro (até castores constroem moradias de barro). [8]

(IX) Nenhuma organização afro-étnica explorou o exterior da África subsariana, ou criou um respeitoso navio. [2]

Enquanto alguns africanos foram capturados e arrastados por traficantes árabes e europeus de escravos, nunca houve qualquer exploração livre realizada pelos subsarianos.

Enquanto as pequeninas nações Escandinavas estavam estabelecendo colônias em volta do globo na América moderna de hoje pelo ano 1000 DC, [9] nenhum grupo de Africanos fez isso ao Madagascar.

EM COMPARAÇÃO

A embaraçosa história do povo Africano pode ser diretamente contrastada com a história dos Europeus.

Os povos Caucasianos deram origem a praticamente tudo: o computador, o avião, a arma, o republicanismo, o telefone, a lâmpada, carros, o método científico, energia nuclear, o piano.

Durante o século XIX, Europeus conquistaram virtualmente o globo inteiro.  Suas obras de filosofia, seus sistemas de leis, suas teorias econômicas agora sustentam o sistema mundial inteiro.  Até a moda euro-étnica é agora universalmente aceita como padrão.  As línguas inglesa, espanhola e francesa são faladas no mundo inteiro.

Euro-étnicos mapearam e exploraram o globo inteiro.  Sem eles, o mundo nada saberia sobre as antigas civilizações que eles escavaram e estudaram para moderna compreensão.  O Cânon Ocidental da literatura supera todas as outras tradições.  Com efeito, uma comparação de todos os demais grupos de povos na terra nem chega perto da sabedoria do Ocidente.  Suas pinturas são poderosas, vívidas e realistas.  Suas esculturas parecem ser vivas.  Sua arquitetura consiste das mais magníficas estruturas já sonhadas pela mente humana: torres que pairam as nuvens, a majestade das catedrais góticas, abóbadas que parecem desafiar as leis da gravidade.  Enquanto outros povos do mundo adoravam a lua, os euro-étnicos conquistaram-na, plantando sua bandeira em seu solo.

CONCLUSÃO

Civilização é definida como ?...uma forma de cultura humana em que muitas pessoas nos centros urbanos dominaram a arte de fundir metais, e desenvolveram um método de escrita.? [10]

Por essa definição, nunca houve qualquer civilização orgânica afro-étnica.  Todas as realizações modernas na África ocorreram como resultado de exposição a Europeus e Mediterrâneos.

Até hoje, apesar de intensivas escavações arqueológicas na África, nenhuma grande realização afro-étnica havia sido descoberta.

Que tipo de cultura pode um grupo étnico realmente possuir sem uma religião, sistema escrito ou tecnologia? Civilização implica que um grupo do povo ostente alguma coisa que não peles de animais e habite em lugares superiores a cabanas sujas.

Como o Presidente Richard Nixon (supostamente) disse: ?A raça negra é a única raça que nunca fundou uma civilização.?

Sem ter estabelecido uma civilização, que espécie de história os afro-étnicos realmente tiveram?

NOTAS

[1] "A Canadian History of Peanut Butter." Peanut Bureau of Canada. 2015. Acesso em 10 de Maio de 2016. http://www.peanutbureau.ca/media-resources/news/229-a-canadian-history-of-peanut-butter.html

EXCERTO: "Marcellus Gilmore Edson de Montreal foi a primeira pessoa a patentear a moderna manteiga de amendoim como doce de amendoim.  Publicado em 1884 pelos governo dos EUA, Edson patenteou o produto terminado no processo de moenda de amendoins torrados.  Sua patente é baseada na preparação de uma pasta de amendoim como intermediária à produção do produto moderno que conhecemos como manteiga de amendoim."

[2] Taylor, Jared. "Race Differences in Intelligence." American Renaissance. August, 2012. Acesso em 10 de Maio de 2016. http://www.amren.com/features/2012/08/race-differences-in-intelligence

[3] Citação de palestra de Hugh Trevor-Roper University of Sussex em Outubro de 1963.

EXCERTO: ?Está na moda hoje falar como se a história Européia fosse sem valor: como se historiadores, no passado, prestaram demasiada atenção a ela, hoje em dia nós deveríamos prestar menos atenção.  Universitários, seduzidos como sempre, pela mudança de ares jornalísticos, reclamam que deveriam ser ensinados sobre a história da África negra.  Talvez, no futuro, haverá alguma história Africana a ser ensinada.  Porém, no presente não há, ou muito pouco: há somente a história dos Europeus na África.  O resto é ampla escuridão, como a história da América Pré-Colombiana.  E escuridão não é um assunto para a história? (de um livro impresso em 1965).

[4] Miller, Susan, Ellen Booth Church, and Carla Poole. "Ages & Stages: How Children Use Magical Thinking." Scholastic. 2015. Acesso em 10 de Maio de 2016. http://www.scholastic.com/teachers/article/ages-stages-how-children-use-magical-thinking

[5] Watson, Corey. "Breaking the Cycle of Big Man Rule in Africa." Portland State University. Acesso em 10 de Maio de 2016. http://www.pdx.edu/honors/sites/www.pdx.edu.honors/files/Watson.pdf

[6] Lamprecht, Jan. "Black Africans: Their Own Worst Disaster." The African Executive. 2002. Acesso em 10 de Maio de 2016. http://www.africanexecutive.com/modules/magazine/articles.php?article=277

EXCERTO: "Africanos nunca inventaram a roda.  A maioria dos Africanos nem mesmo estabeleceram cidades.  Sua agricultura primitiva não poderia sustentá-los por muito tempo e assim eram nômades.  A propriedade da terra, como definido na moderna sociedade Ocidental, tem pouco significado aos negros daquele tempo."

[7] Diamond, Jared. Arizona State University. Acesso em 10 de Maio de 2016. http://alliance.la.asu.edu/temporary/fogel/FogelDiamondGunsKey.pdf

[8] Alguns sugeriram que a estrutura de pedra conhecida como ?Grande Zimbabwe? foi construída pelos Africanos subsarianos.  Porém, a maioria das evidências sugere que foi construída como um posto de troca por um povo marinheiro de fora.  Como esse autor sabe, o Grande Zimbabwe e seus acampamentos associados são os únicos exemplos de construção de pedra na África Subsariana.

[9] "Exploration of North America." History Channel. 2009. Acesso em 10 de Maio de 2016. http://www.history.com/topics/exploration/exploration-of-north-america

EXCERTO: "A história da exploração do América do Norte dura um milênio inteiro e envolve uma disposição ampla de poderes Europeus e unicamente caracteres Americanos.  Ela começou com a breve permanência dos Vikings na nova terra encontrada, cerca de 1000 DC e continuou através da colonização da Inglaterra da costa do Atlântico no século XVII, que projetou a fundação dos Estados Unidos da América."

[10] The History Guide. Acesso em 10 de Maio de 2016. http://historyguide.org/ancient/lecture1b.html


Fonte: https://judaismoemaconaria.blogspot.com/2017/08/historia-da-raca-negra.html

Livro expõe a dimensão maçônica ao ataque nuclear de Nagasaki - 07Ago2017 17:21:00

por James Perloff
(resumido por henrymakow.com)

O despejamento de bombas atômicas no Japão em 1945 foi completamente desnecessário; o Japão, em verdade, já havia oferecido rendição em virtualmente os mesmos termos que os EUA aprovaram no final da guerra.

Por que os controladores de Truman ordenaram bombardeio nuclear no Japão? Como eu cresci progressivamente ciente da falta de misericórdia da psicopatologia talmúdica.  Mas depois da descoberta de ?Atomic Bomb Secrets? por David Dionisis, podemos ser bem  mais específicos.  Essa jóia muito bem escrita de 217 páginas documentada com 496 notas de rodapé, abre a tampa do sórdido episódio.

Depois que o Cristianismo primeiramente atingiu o Japão no século XVI, encarou crescentes esforços, incluindo tempos de severa persecução, mas gradualmente estabeleceu-se, centrado em Nagasaki, que foi apelidada de "Vaticano Japonês".  Em 1945, algo em terno de 50.000 residentes em Nagasaki eram Cristãos.

Depois que o Enola Gay despejou a bomba "Little Boy" em Hiroshima em 06 de Agosto, o avião denominado Bock's Car (também escrito bockscar) carregou a bomba "Fat Man" até Nagasaki em 09 de Agosto.  A maioria da tripulação de 12 homens acreditava que seu objetivo fosse Kokura, e um alvo secundário somente seria selecionado se o tempo interferisse.  Dionisi esforçou-se para menosprezar o clamor de "pouca visibilidade" usado por longa data para justificar o redirecionamento do avião para Nagasaki.

A bomba "Fat Man" do Bock's Car foi detonada diretamente sobre a Catedral de Urakami, a maior catedral no Oriente inteiro.  Em Nagasaki (250.000 residentes), 73.844 foram mortos, 74.909 feridos, e mais de 120.000 sofreram efeitos da radiação.

Truman e outros burocratas norte-americanos posteriormente alegaram que havia um alvo militar: o estaleiro Mitsubishi.  Mas o Bock's Car voou três milhas acima do estaleiro antes de despejar suas ogivas.  A catedral foi obliterada; o estaleiro deixado virtualmente incólume.  Seu famoso guindaste peixe-martelo, construído em 1909, ainda está de pé.

Não deveríamos fazer vistas grossas ao fato que Nagasaki expulsou os franco-maçons em 1926; por volta dos anos 30 o Japão os baniu inteiramente.  Teria sido a bomba de Nagasaki ?o troco? para isso?

Dionisi compreensivelmente registra: quando Satanistas conduzem um sacrifício humano, acreditam que eles extraem poder da morte da vítima.  Em Nagasaki, mais de 70.000 vidas, a maioria das quais Cristãos, foram incinerados num altar satânico.

Quando as pessoas contemplam o bombardeiro nuclear do Japão, a maioria pensa: "Hiroshima".  Dionisi considera isso um truque psicológico pela PTB (a quem chama a "irmandade da Morte").  O primeiro bombardeiro destacou-se na mente do público, enquanto o alvo principal (a Cristã Nagasaki) tornou-se amplamente negligenciado.

Noutra burla macabra, um padre Católico e um ministro Protestante foram persuadidos a abençoar o Bock's Car antes que partisse em sua missão.  Posteriormente, ambos se arrependeram profundamente.

OUTROS ACHADOS

Um detalhe inovador que eu aprendi de Dionisi é o papel da bomba A na divisão da Coréia em Norte e Sul.  Eu discuti a justificação artificial para essa divisão alhures, mas Dionisi argumenta que os cientistas japoneses estavam desenvolvendo sua própria bomba atômica.  Depois de pesquisa inicial no Japão, o projeto foi transferido para a região de Konan do norte da Coréia (até então um protetorado Japonês).  Essa área foi selecionada por múltiplas razões: disponibilidade de urânio, o poder que as represas Chosin poderiam gerar, e (talvez o mais importante) à distância dos bombardeiros americanos.

Conceder no pós-guerra à União Soviética o controle da Coréia do Norte (supostamente sua recompensa por uma mera participação de cinco dias na Guerra do Pacífico) agora faz bem mais sentido.  Não somente foi a trama de dar a Stalin os planos e materiais para a bomba atômica (como documentado em 1952 pelo despachante do Programa de Empréstimos, George Racey Jordan, em seu livro dos Diários de Major Jordan), foram lhe dando as instalações do Japão a fim de montar uma.

Um outro fato convincente eu aprendi com Dionisi: a horrivelmente sangrenta batalha de Okinawa (mais de 150.000 mortes) foi completamente desnecessária para ganhar a Guerra; foi disputada para convencer os Americanos que as bombas A foram necessárias.  O livro de Dionisi é acumulado com outra informação que eu nunca havia escutado a respeito de Stalin e da Franco-maçonaria.

Desse livros, você aprenderá o motivo pelo qual Pyongyang tornou-se capital da comunista Coréia do Norte, e o motivo pelo qual espionar as alegações eram niveladas com o Dr. J. Robert Oppenheimer (o líder científico do Projeto Manhattan).  Oppenheimer e outros, citando Dionisi: "foram enganados para acreditarem que as bombas atômicas seriam detonadas sobre alvos militares, com isso limitando as mortes civis. (   ) Falando ao Presidente Truman depois que Nagasaki fora destruída, Oppenheimer contou-lhe, 'Sr. Presidente, eu me sinto com sangue nas mãos.'  A Irmandade da Morte detestava Oppenheimer por depois se opor à bomba de hidrogêneo e destruiu sua carreira acusando-lhe de espionar pela União Soviética."

Você também aprenderá a respeito dos campos de prisioneiros de Guerra americanos que morreram em Nagasaki.  E leia suas notas de rodapé.  Ao contrário da maioria delas, que são recitações maçantes de nomes e datas de editores, as de Dionisi estão carregadas com informações colaterais; elas constituem um "livro dentro de um livro."


Fonte: https://judaismoemaconaria.blogspot.com/2017/08/livro-expoe-dimensao-maconica-ao-ataque.html

O que são raças? - 07Ago2017 17:16:00

por Jan Klein e Naoyuki Takahata

A população humana é divida em raças? A resposta depende do entendimento particular desse termo e as pessoas que falam de raças deveriam, portanto, primeiro especificar o que exatamente a palavra quer significar para si.  A divisão original da espécie humana em raças foi baseada em diferenças visíveis e evidentes entre indivíduos.  Viajantes europeus na África notaram que o povo desse continente tendia a ter pele marrom escura ou negra, cabelo negro enrolado, um nariz largo e lábios grossos.  Similarmente, exploradores que retornaram da Ásia  Central e Oriental reportaram que os habitantes dessa parte do mundo tinham pele amarelada, cabelo áspero e um invólucro de pele estendendo-se desde as pálpebras através do canto interior do olho (uma característica chamada o invólucro epicântico).  Essas características contrastavam com aquelas dos Europeus, que tendiam a ter pele clara, cabelo claro, seja liso ou ondulado, olhos azuis, nariz estreito e lábios bastante finos.  Esses três tipos vieram a ser chamados de raças negróides, mongolóides e caucasóides, mas nós haveremos que referir-lhes como Africanos, Asiáticos e Europeus, respectivamente.  Posteriormente, a lista de raças foi estendida para incluir pessoas de outros continentes, subcontinentes e grupos de ilhas, especificamente Índios Americanos, Australianos, Índios e Oceânicos (Melanésios, Micronésios, Polinésios).  Estudo mais apertado, porém, revelou uma considerável variação entre as maiores raças nos caracteres utilizados inicialmente para sua delineação.  Assim, por exemplo, 36 tons de pigmentação de pele foram descritos, abrangendo desde negro da cor do azeviche até quase branco.  Usando essas bem como outras características, raças adicionais ? mais de uma centena ? foram descritas e antropólogos não foram capazes de concordar sobre o mais apropriado sistema de classificação, nem sobre quão detalhada a subdivisão deveria ser.

Conforme o número de raças crescia, crescia também o ceticismo.  O grande número de raças, a existência de intermediários, e o agrupamento hierárquico de grupos de indivíduos sugeridos por alguns antropólogos que as características sobre as quais a classificação era baseada variavam continuamente e, conseguintemente, qualquer divisão em grupos discretos era arbitrária e sem significância biológica.  Parecia que quais fossem dois grupos delineados por um ou mais características físicas pudesse ser vinculada por uma série de características intermediárias, fornecendo uma transição estável e sem interrupção de um grupo para o outro.  A linha contínua parecia alcançar desde unidades familiares até o fim da população global.  Demais a mais, a classificação baseada em uma característica visível freqüentemente não é compatível com aquela baseada em outras características.  A partir de todas essas observações, alguns antropólogos concluíram que era um exercício de futilidade classificar humanos em raças e que seria melhor abandonar o inteiro conceito de raça humana.  Essa conclusão também apareceu confirmada pelo mau uso e abuso do conceito em alguns países para o propósito de discriminação, opressão e mesmo genocídio.

O propósito de livrar-se do conceito de raça no geral é atualmente somente um extremo em um âmbito de visões.   Não é certamente compartilhada por todos os antropólogos e é de nenhuma forma a opinião da maioria do público de forma geralParece ser uma conclusão atingida mais sobre a base dos credos políticos e filosóficos do que sobre argumentos científicosDe modo correspondente, antropólogos que realmente sustentam essa opinião freqüentemente tentam berrar para seus oponentes em vez de convencê-los através da apresentação de fatos.  Seu método favorecido de argumentação é rotular qualquer um que discorda com eles de racistas.  O público, porém, parece não se impressionar com sua retórica.  Ele recusa acreditar que as diferenças que vêem são uma mera invenção de suas imaginações.  Uma pessoa leiga pode contar com um alto grau de precisão bastando apenas por vislumbrar seus traços de rosto...

Exceto para alguns antropólogos, todos parecem ser capazes de distinguir as pessoas de diferentes partes do mundo em um olhar para sua aparência externa.  Isso, aparentemente, é também a visão de alguns administradores do governo em países com programas desenhados para combater a discriminação racial.

Obviamente, há uma lacuna de credibilidade sobre esse assunto entre alguns antropólogos de um lado e o público, assim como o governo de alguns países sobre outros.

Uma forma de esclarecer os argumentos entre antropólogos e reconciliá-los com o público poderia ser afastar-se dos caracteres físicos e do foco nos genes.  


Fonte: https://judaismoemaconaria.blogspot.com/2017/08/o-que-sao-racas.html

O octopus legal judaico-maçônico - 07Ago2017 17:13:00

por Frederick Rotir

O Distrito Sul da corte federal de justiça de Nova Iorque, localizada em baixo Manhattan, é literalmente o "Olho Luciferiano" do "Empire State", e é literalmente a mais importante corte federal de justiça no país, e possivelmente o mundo, um tão notável negócio de ?engenharia social e experimentação legal? da Cabala Sionista localizada ali.

Esses juízes federais gostam de ver "como podem escapar impunes", de forma que em seguida impõem ao resto dos Estados Unidos quem deve seguir inconscientemente sua direção na Corte do 2º Circuito dos EUA (da qual a Corte de Nova Iorque é a principal corte de justiça).

Ela está a anos-luz adiante das cortes federais do resto da América em termos de dinheiro, poder, mídia, diversidade racial/cultural.

Em acréscimo, essa jurisdição compreende o principal Banco Central com todas as reservas de ouro do mundo inteiro uns poucos quarteirões distante na 33 Liberty Street, Nova Iorque, NY, no subterrâneo cerca de cinco andares abaixo (o lugar de outro bombardeiro terrorista uns poucos anos atrás).

TAREFA: CORROMPER NO INTUITO DE CONTROLAR

Sob a égide e supervisão do Juiz Chefe Robert Katzmann, e precedido pelo igualmente culpável Cabalista Dennis Jacobs, os juízes federais do Distrito Sul são agrupados nos seguintes subgrupos, cada qual com as seguintes responsabilidades:

O Grupo de Juízes Negros? vários juízes federais, tais como Gregory Woods, George Daniels, Vernon Broderick e Andrew Carter, foram literalmente selecionados para frustrar, sabotar e obter julgamentos sumários por violações de direitos civis em Nova Iorque.

Seu outro trabalho é acobertar os crimes de estados terroristas como Arábia Saudita e Israel, enquanto normalmente coloca sobre a parede inocentes inimigos de Israel, tais como Irã.

Os litigantes predominantes aparecendo na sua corte são minorias raciais, religiosas e étnicas com sinceras reclamações contra vários membros do governo corrupto de Nova Iorque, tais como vítimas de maus policiais, oficiais de governo corruptos e juízes de piso, crianças fora do controle de assistentes sociais, burocratas inescrupulosos e outros que ganham a vida mamando as tetas dos contribuintes da cidade de Nova Iorque.

Os casos e controvérsias trazidos diante do Distrito Sul invariavelmente são designados a qualquer dos acima chamados ?juízes negros?, cujo trabalho, através de vários mecanismos legais e corruptos, é matar e ocultar esse gênero de casos de direitos civis.  Porque quem então suspeitaria de um ?juiz negro? em não censurar violação a direitos civis? É a melhor forma de acobertar os fatos já pensada.

Mas esses juízes negros há muito tempo venderam suas almas para os Todo-Poderoso dólar, progresso na carreira, desejo por poder e prestígio, e lealdade para seus mestres Sionistas Franco-maçônicos Cabalistas Luciferianos.  Com a vasta maioria deles tendo sido apontada pelo ex-supremo Tio Tom e Franco-maçom Presidente Barack Obama, não há dúvida que seus altos crimes e contravenções, e traições aos contribuintes está protegido por cima pelo verdadeiro Príncipe das Sombras.

O Grupo Feminista? liderado pela principal Sio-Feminista Juíza Shira Scheindlin, que recentemente aposentou-se da tribuna, era literalmente apontada pelo Estado Sionista Luciferiano como uma prostituta "protetora da classe" para torturar aqueles diante dela que estão litigando contra a máfia do Estado policial feminista, atualmente em voga, e dirigido por tais organizações satânicas como a traficante de órgãos Planned Parenthood, a National Organization of Women, e outros grupos feministas financiados por banqueiros, cujo único papel é emascular o homem norte-americano, destruir a família americana, e forçar as crianças americanas a depender do Estado, das drogas, abuso, prostituição infantil, tráfico e pornografia.  A grasna das bruxas Sionistas juízas federais, liderada pela suprema feiticeira Shira Scheindlin, é absolutamente sem paralelo nos Estados Unidos, e seu trabalho é manter a máfia feminista fazendo horas extras para destruir pedra fundamental da América, a família.

O Grupo de Juízes de Banqueiros ? liderado por pessoas desprezíveis como o Juiz Alvin Hellerstein, esse grupo é primeiramente responsável por camuflar e sancionar no atacado roubos e desfalques de trilhões de dólares por administradores de fundos hedge como Stephen Cohen do SAC Capital, Paul Singer do Elliot Capital, e Larry Silverstein a quem eles permitiram ludibriar sua companhia de seguros pagando-a $7 bilhões de dólares por dois "ataques terroristas" de 9/11 em sua preciosa política de seguros do World Trade Center, a construção que ele "adquiriu" somente poucas semanas antes desses "ataques."  No último caso, o Juiz Alvin Hellerstein foi culpável por fraude do seguro.

Sob as cores da lei e da autoridade, esse subgrupo de juízes federais literalmente deram significado à frase, "você pode roubar mais dinheiro com uma caneta e uma mala do que com uma arma".

A maioria desses juízes brancos ou judeus nessa grandiosa camuflagem financeira federal veio de escolas preparatórias privilegiadas e das escolas Ivy League.  Na graduação, eles eram provisionados nos mais prestigiosos e ricos "escritórios de advocacia", onde seus clientes provinham de grandes bancos, grandes corporações, complexos industriais militares e outros componentes importantes e centrais da proverbial elite do Estado Sionista Cabalista Franco-maçônico.

Eles entendem completamente seu papel em promover e continuar os enormes crimes financeiros originados do grande playground monetário internacional de Nova Iorque.  Esses juízos estão ali para ajudar outros Luciferianos Sionistas Franco-maçons que roubam gigantescamente o dinheiro dos outros povos.


Fonte: https://judaismoemaconaria.blogspot.com/2017/08/o-octopus-legal-judaico-maconico.html

Controle Judaico ? Fato Consumado 126 anos atrás - 07Jul2017 17:10:00


por Henry Makow Ph.D

Precisamos retornar a 1890 para compreender o que tomou lugar.  Um artigo no periódico oficial do Vaticano, La Civitta Cattolica, datado de 23 de Outubro de 1890 revela como os Católicos percebiam os Judeus 126 anos atrás.  O artigo confirma que um culto satânico, o Judaísmo Cabalista, colonizou a humanidade alavancando seu controle de crédito e franco-maçonaria.  A sociedade está realmente "possuída satanicamente".

Nossas lideranças políticas e culturais são "testas de ferro" ? fachada para os banqueiros centrais cabalistas.  Isso é o motivo pelo qual nossos "líderes" são tão pervertidos, criminosos e vis.  Para assegurar que eles cumpram as ordens, são filmados em situações sexuais comprometedoras.  Para assegurar que a estrutura podre inteira não entre em colapso, os banqueiros criaram um estado policial, usando o terrorismo (que eles instigam) como um pretexto.  "Democracia" é uma charada elaborada.

Multiculturalismo e diversidade, feminismo e homossexualismo, imigração muçulmana e de latinos são empregadas para dividir e desestabilizar.  A maioria do povo "coopera para prosperar", para colaborar com sua própria escravidão.

O sucesso geralmente depende do apoio à agenda do governo mundial Judaico-Maçônico.  Judeus comuns não estão cientes dessa agenda.  Judeus e não-Judeus sofrem da mesma forma de uma falsa consciência, embora não a conheçam.

CIGANOS COM DINHEIRO

O artigo de 1890 começa descrevendo a "invasão de israelitas em todos os setores da vida pública e social" na Europa e na Rússia.  Cristãos estão reunindo-se para cessar "a proliferação dessa praga" e "suas conseqüências mais perniciosas".

"Uma vez tendo adquirido a liberdade e igualdade civil em toda esfera com os Cristãos e as nações, a barragem que havia contido anteriormente os Hebreus, lhes foi aberta, e, em curto tempo, como uma torrente devastadora, eles penetraram e, com perspicácia, tomaram o comando de tudo: ouro, comércio, o mercado de commodities, as mais elevadas nomeações na administração política, no exército e na diplomacia; educação pública, imprensa, tudo caiu nas mãos ou migrou às mãos daqueles que estavam inevitavelmente dependendo eles... as leis e instituições dos estados impedem a sociedade Cristã de desprender-se do jugo da audácia Hebraica, imposta à guisa de liberdade".

O artigo critica os objetivos malévolos das lideranças Judaicas.  O povo chorando por "ódio", são na realidade os verdadeiros inimigos.  Eles tencionam o "extermínio da civilização Cristã" que 126 anos mais tarde está próximo da realização.  O Talmud enxerga todos os não-Judeus como sub-humanos, isto é, bestas.  Judeus Talmúdicos enxergam-se como a "raça mais elevada da humanidade" designada a "reivindicar a todos o bem-estar do universo...".  Seu Messias deve ser "um grande conquistador que põe as nações sob o jugo dos Judeus". (Isso é onde Cristo falhou pelos olhos Judaicos.)

O Talmud "ensina que um Israelita é mais agradável a Deus do que os anjos do paraíso; que golpear um Judeu é como golpear o próprio Deus...".

Judeus comuns como eu não sabem nada do Talmud e não compartilham essas visões.  Porém, suspeito que eles deveriam informar a agenda da NOM que é gerenciar a humanidade como um moderno agronegócio.

O artigo atribui ao anti-semitismo sua louca megalomania Judaica, sua imoralidade e "apetite insaciável para enriquecer-se através da usura..."

"REMÉDIOS"

O artigo pergunta, 'Como defender a civilização Cristã quando todas as instituições sociais ? governo, mídia, educação e a economia ? caíram sobre controle dos banqueiros Judeus Cabalistas e seus agentes franco-maçons?'

Os Hebreus "são uma praga na sociedade Cristã".  Guerra contra eles é justificada.  Infelizmente, aos Cristãos faltam os meios necessários e crueldade.  Ele não deseja "lançar mão de derramamento de sangue."

O autor argumenta que a riqueza Judaica deveria ser confiscada: "É absolutamente legítimo... para a nação pilhada recuperar o prejuízo obtido dos ganhos dos bandidos... Ouro é a arma mais poderosa pela qual os Judeus exterminam a religião e oprimem o povo ... Há pelo menos o direito de desapropriar essa arma deles."

Os Judeus deveriam ser considerados estrangeiros e não permitidos na terra onde trabalham, que está caindo rapidamente nas suas mãos.  Mas eles ainda podiam possuir propriedade urbana.  Ele contempla expulsar todos os Judeus como uma solução.

O autor reconhece que nem todos os Hebreus são "bandidos, trapaceiros, usurários, franco-maçons, deseducados e corruptores de costumes ... um certo número não é cúmplice nas trapaças dos outros.  Como poderiam esses inocentes serem "incluídos na punição?" O autor cita em oposição argumentos que a urgência da situação justifica superar todos os escrúpulos morais.

A seguir ele muda de direção e diz: "Mesmo supondo que o remédio do banimento universal dos Hebreus fosse possível agora, não estaria de acordo com o meio de pensar e agir da Igreja Romana."

Nós vimos que uma "Conferência anti-Judaica" de notáveis Cristãos organizada em 1882 reconheceu que não há remédio.  A Civilta Cattolica também reconhece que é uma "impossibilidade prática" enquanto nossos governos estão sob controle Judaico:

"O instrumento escolhido pelos Céus para punir a degenerada Cristandade de nosso tempo é os Hebreus", diz ele.  Europa se tornará "somente uma gigantesca plantação explorada pelos Judeus através do labor e suor dos Cristãos reduzidos à escravidão."

Essa visão da Nova Ordem Mundial tem 126 anos!

CONCLUSÃO

O único meio para lutar contra a "praga" teria sido imitar as táticas dos franco-maçons e dos Judeus maçons.  Obviamente, isso não estava "de acordo com os meios de pensar e agir da Igreja Romana".

"Anti-Semitas" sempre cometeram o erro de culpar todos os Judeus em um modo racista, forçando-os, desta forma, a agirem como escudos humanos para os banqueiros Cabalistas.  Os banqueiros até financiam o anti-semitismo para manipular seus "irmãos menores" dessa maneira.  Apesar das aparências, os Judeus não são homogêneos.  Oponentes da dominação Judaico-Maçônico deveriam focar a liderança.  E por causa da franco-maçonaria, expulsar todos os Judeus não faria qualquer diferença.  A sociedade como um todo abraçou completamente o controle bancário Judaico.  Morderam a isca.

Trump e Brexit oferecem uma vaga esperança.  Mas, devido ao fardo do povo, acredito que eles representem uma mudança de tática em vez de uma direção.  Obama, Trump e Hillary são todos criptojudeus. A Suprema Corte é 4/9 Judaica e querem um quinto Judeu, Merrick Garland.  Isso é o que eles denominam de "Diversidade".

Conscientes da dominação Judaica (também denominada "anti-semitismo") está crescendo.  O que preocupa é que a consciência do papel da franco-maçonaria não se dá da mesma forma.  Isso me leva a pensar que os Judeus comuns pagarão o pato do que os Judeus ricos e franco-maçons estão fazendo.

Nossa melhor esperança é a comunicação instantânea proporcionada pela Internet.


Fonte: https://judaismoemaconaria.blogspot.com/2017/07/controle-judaico-fato-consumado-126.html

"Reforma do Pensamento" comunista utilizada para homossexualizar a América - 07Jul2017 17:03:00

por Charles Socarides MD (*)
?Thought Reform and the Psychology of Homosexual Advocacy? (1995)
(Excertos por henrymakow.com)

O trabalho original sobre controle do pensamento foi feito por Robert J. Lifton, um intrépido psiquiatra do exército americano, em 1961, posteriormente na faculdade de Yale, que descrevia a tomada de poder da China, como resultou numa dramática mudança nas crenças de uma população, com severas punições mentais e físicas distribuídas a quem quer que sustentasse um ponto de vista diferente.

As técnicas utilizadas para mudar radicalmente a atmosfera intelectual e emocional dos Chineses guardam, em minha opinião, uma similaridade espantosa à ?lavagem cerebral? de uma nação com relação ao homossexualismo (ver "Thought Reform and the Psychology of Totalism: A Study of "Brainwashing" in China" por Robert J. Lifton, M.D., W.W. Norton and Company, 1961).

Vamos primeiramente dissertar sobre o "controle da comunicação humana" efetivada pelo movimento homossexual.  Para esse propósito, eu deveria apropriar-me livremente das observações do Dr. Lifton e apontar o que é visivelmente similar na propaganda de ambos movimentos: totalitarismo comunista e totalitarismo homossexual.

O movimento gay estabeleceu domínio quase completo não somente sobre a comunicação individual com o mundo externo ? isto é, tudo que se vê e escuta, lê e escreve, experimenta e expressa sobre o assunto do homossexualismo (uma censura da qual todos vocês estão conscientes) ? mas também penetrou na vida íntima de cada um, isto é, na comunicação consigo mesma.

Como Lifton sugeriu, uma tal atmosfera é desconfortavelmente evocativa do ?1984? de George Orwell.  Esse tipo de comunicação tem a concepção de um ar de onisciência, uma convicção que a realidade é a posse exclusiva do movimento gay, pois esses engenheiros sociais gays consideram seu dever criar um ambiente compreendendo nada mais nada menos que a ?verdade?, como eles a vêem.  O indivíduo médio é, assim, privado, como Litfon aponta, ?da combinação de informação externa e reflexão íntima?, que se requer para testar as realidades do ambiente e sustentar uma medida de identidade dele separado.

Repare no fato que a APA pode ser tão cega aos fatos da vida, à evidência científica de mais de cem anos fornecida por pesquisa psicanalítica, ao fato que as crianças, garotos e garotas, diferem anatomicamente e psicologicamente e são desenhadas anatomicamente e psicologicamente para se complementarem, e à erosão da estrutura e coesão familiares, tão implícitas na aprovação do homossexualismo.

Em tal ambiente urge submeter-se a um ?fechamento pessoal? libertador da incessante batalha com enganosas sutilezas da verdade e, portanto, num sentido que se é programado.  Ninguém ousa falar claramente.  Se inteligência e honestidade individual forçam-na resistir, esta pessoa sente-se distanciada.

Uma outra característica do controle de pensamento é "extensa manipulação pessoal.  Essa técnica psicológica, de acordo com Kirk e Madsen, procura provocar específicos padrões de comportamento e emoção de tal forma que eles parecerão ter surgido espontaneamente do interior do ambiente.

Isso o que ocorreu gradualmente com a aceitação do homossexualismo como normal por um grande segmento do público.  Parece espontâneo, parece como se fosse diretamente percebido como sendo alguma lei de desenvolvimento social, ou estando na vanguarda de uma missão, uma nova forma de pensamento e desenvolvimento.  O indivíduo médio é estimulado a sentir: "Homossexualidade é verdade; é a ausência de preconceito; é a ausência de discriminação; é a vontade do povo ? porque todo o povo deseja ser livre ? gay é livre, gay é liberdade.

Exceto que homossexualidade, em minha opinião é uma "liberdade tão distante", (explorado em meu livro, A Freedom Too Far, 1995, Adam Margrave Books, Phoenix, AZ) uma liberdade imaginária, uma liberdade que realmente não existe, pois isso é uma liberdade que flutua na face da realidade do desenho masculino/feminino, na face da própria evolução ? é uma liberdade que não pode ser dada.  Se alguém questiona a correição da visão gay, porém, esse questionamento está considerando ser estimulada para propósitos mais baixos ? a ser regressivo, egoísta e insignificante.

O indivíduo médio sente-se incapaz de escapar.  E isso é o motivo pelo qual pessoas importantes e simples ? todos da municipalidade de uma grande cidade, desde jogadores de baseball, padres, donas de casa e similares ? podem integrar a marcha do Orgulho Gay e atender a chamada da agenda homossexual na televisão como representando democracia, não-discriminação e liberação.  É o motivo pelo qual as mulheres jovens retornam do Maine e anunciam com absoluta convicção: "Mas estamos sobre a alta base moral".  Isso explica como membros do conselho de alunos em Cloverdale, CA podem votar com consciência tranqüila para incluir educação sexual homossexual nos currículos escolares no mesmo nível daquela da heterossexualidade com a racionalização que eles estão simplesmente demonstrando como "compaixão".

DEMONIZANDO DISSIDENTES

Uma outra característica da reforma do pensamento é nos dividir em "puros" e "impuros" ? no bem absoluto e no mal absoluto.  O bom e o puro, obviamente, são aqueles que engolem a ideologia homossexual.  Relegados aos "maus e impuros" estão os protestos dos "dissidents? heterossexuais.  A instituição da heterossexualidade deve ser tornado impure, e esse existente estado de impureza deve ser dramatizado pelas exibições públicas de escândalo, projetadas pelos ativistas homossexuais contra figuras públicas, palestrantes, escritores ou psiquiatras com visões opostas.  Sr. Diaz [um Pastor] é tornado "impuro" e "mau" quando deve suportar acusação, condenação, e é atacado com epítetos de "Vergonha, vergonha, vergonha!" quando ele ousa dizer, "Eu não acredito que o comportamento homossexual é normal, e acredito no fato que introduzir milhares de atletas gays na cidade de Nova Iorque aumentará o número de casos de AIDS " ? o que ocorreria.  Tal virada ? uma virada do mundo de cabeça pra baixo ? é o que está ocorrendo.

Quando um indivíduo falha em encontrar os padrões predominantes de expulsar essas "impurezas de si", espera-se sentir humilhação e ostracismo, e, no fim das contas, pode-se desistir no intuito de recuperar seu "orgulho perdido".  Isso é indubitavelmente o que ocorreu na maioria dos segmentos da nação como um todo que foi tomada por esse totalitarismo psicológico da agenda gay, e que perdeu a capacidade de discernimento, objetividade e verdade.

Expliquei aqui pelo menos algumas das intricadas técnicas de desconcerto psicológico, como primeiramente relatado por Robert J. Lifton, no intuito de informar e proteger indivíduos e nações do insidioso e aterrorizantes efeito da reforma do pensamento.  Além disto, eu acredito que tais técnicas eram efetivamente e convincentemente utilizadas pelo movimento gay no intuito de converter legisladores, cientistas comportamentais, líderes religiosos e o público em geral a acreditar que o homossexualismo não deveria ser somente tolerado, mas encorajado, e com isso, elevando-o ao nível de uma instituição psicossexual normal a ser abraçada com sinceridade em nome da não-discriminação...

Amigos gays de heterossexuais não mais permanecerão amigos daqueles heterossexuais que lhes dizem "Eu tea mo, você sempre será meu amigo.  Eu defenderia até a morte seu direito de ser gay e que você seja livre de perseguição por quem quer que seja, mas eu também defendo meu direito de dizer que eu não acredito que homossexualismo é normal e não quero tal falsidade ensinada aos meus filhos na escola".  Todo o discurso humano entre amigos cessaria, desde então, quando endereçado a um ativista gay.  Esse é um caso de lealdade, e o heterossexual a partir daí será chamado de "intolerante", "sem inteligência", "dogmático" ou "homofóbico".

Não há padrão intermediário.  Isso é, no fim das contas, sobre a proteção da juventude da América de grupos tais como o NAMBLA e militantes homossexuais que buscam reduzir a idade de consenso sexual entre homens gays e garotos até a idade de catorze (como no Havaí, 1993) ou dezesseis (como na Inglaterra, 1994).

(*) Charles W. Socarides, M.D. é um ex-Membro da APA, Professor Clínico de Psiquiatria em Albert Einstein Collegeof Medicine em Nova Iorque, e Presidente da NARTH.


Fonte: https://judaismoemaconaria.blogspot.com/2017/07/reforma-do-pensamento-comunista.html

Os negros conseguem sustentar a civilização? - 26Jun2017 20:11:00

Resumido de http://www.christianityandrace.org/p/can-blacks-sustain-civilization.html

Hoje em dia, liberais bombardeiam os EUA com propaganda multi-étnica.  Eles têm encorajado a imigração de africanos subsarianos para o país.

Na terra natal desse autor, uma parte inteira da cidade foi invadida por africanos islâmicos que não conseguem falar uma única palavra em inglês.

Aqueles que abraçam o pluralismo étnico esperam que os Norte-Americanos acreditem que esses estrangeiros do Terceiro Mundo sejam o futuro de nossa magnânima civilização Ocidental.

Como Cristãos preocupados com o futuro de nossas comunidades, vizinhos e a posteridade, a questão que deveria ser perguntada: o povo de ancestralidade Africana pode sustentar a civilização Ocidental com suas instituições e expressões culturais complexas? Se não podem, é hora de os Cristãos começarem a confrontas rígidas questões.

Para qualquer um desejoso em investigar, há uma sólida quantidade de dados para construir respostas.  Eu gostaria de argumentar que nenhuma verdade histórica é mais certa do que essa de que afro-étnicos são incapazes de sustentar nossa civilização.

Avaliando a história da hoje arruinada cidade de Detroit, o hoje arruinado continente da África e a hoje arruinada ilha do Haiti, comparando-os ao Japão e Porto Rico deveria fornecer evidência suficiente para se julgar a habilidade de afro-étnicos para sustentar a civilização Européia.

DETROIT

Outrora, a maior fábrica no mundo, hoje a Packard Plant (Detroit) encontra-se em ruínas.  Devidoà evasão branca, as vastas áreas urbanas ao redor da América foram abandonadas aos residentes afro-americanos.  O mais espantoso exemplo dessa situação é a cidade de Detroit.  Depois da Segunda Guerra Mundial, Detroit era uma das cidades mais prósperas no mundo.  Ela recebeu o apelido de ?Paris da América do Norte.? [1]

Em 1950, a cidade era a quinta maior do país, com uma população de 1.849.568.  No auge do prestígio da cidade (1940), euro-americanos perfaziam 90.7% da população. [2] A população euro-americana de Detroit contraiu-se consideravelmente, portanto, desde meados do século passado.  Esse declínio demográfico prenunciou uma deterioração mais ampla da reputação e importância da cidade.

Hoje, afro-americanos perfazem 82.7% da população de Detroit (quase uma reversão completa de 1940), e a cidade encolheu para 680.250 habitantes. [3]

Em somente poucos anos a evasão branca causou a completa transformação de uma das mais célebres cidades no mundo de euro-étnicos para afro-étnicos.

Uma razão significante ao rápido êxodo de euro-americanos da cidade foi a violência afro-americana.  Isso foi exemplificado pelo tumulto da Twelfth Street, o segundo maior e mais destrutivo tumulto na história dos Estados Unidos.  Euro-americanos, temendo por suas vidas, deixaram Detroit depois da revolta.  Eles deixaram uma das cidades mais prósperas na terra nas mãos de afro-étnicos.

O conhecido economista negro Thomas Sowell comentou sobre o tumulto:

?Antes do tumulto do gueto de 1967, a população negra de Detroit tinha a mais alta taxa de casa própria de qualquer população urbana negra no país, e sua taxa de desemprego era de somente 3,4%.  Não foi o desespero que possibilitou o tumulto.  Foi o tumulto que marcou o início do declínio de Detroit a seu atual estado de desespero.  A população de Detroit hoje é somente metade do que foi um dia, e seu povo mais produtivo era aquele que se mandou.? [4]

Sowell cedeu que a violência étnica não irrompeu porque os afro-americanos estavam sofrendo uma terrível situação econômica, em verdade, o oposto era a verdade.  Esse evento somente fala a respeito da efetividade dos arranjos sociais multi-étnicos.

A importância da situação histórica de Detroit é que avaliando os últimos 60 anos da história da cidade, temos um aproximadamente perfeito estudo de caso do que ocorre quando a prosperidade do Ocidente e suas instituições são entregues àqueles de descendência africana.  Detroit é exemplar naquela que foi não entregue aos degenerados afro-étnicos, mas, como disse Thomas Sowell, ao povo afro-étnico mais próspero na América (e, portanto, do mundo).

A história do declínio e degradação de Detroit é bem conhecido, e qualquer um que esteja interessado deveria pesquisá-la pessoalmente. [5] O colapso de Detroit seguindo a substituição de sua população euro-étnica por afro-americanos é tão dramático que parece quase inacreditável.

Detroit arruinou-se ao estado atual desde os anos 50, que hoje é freqüentemente comparado a um ambiente pós-apocalíptico.  Muito de Detroit é caracterizado por sua extraordinária similaridade a um dilapidado mundo vazio em que a humanidade subitamente foi golpeada por um evento cataclísmico.

Em 2010, o ?History Channel? transmitiu um documentário chamado o ?Homem do Apocalipse?, em que o apresentador, Rudy Reyes, demonstrou como lidar com cenários se possa encarar depois de um evento catastrófico que repentinamente pôs termo à civilização... o documentários foi filmado nas ruínas de Detroit. [6]

Recentemente, um empresário engenhoso apresentou planos para transformar as lojas e vizinhanças desertas de Detroit num novo parque temático chamado ?Mundo Zumbi? (ou ?Z World?).  O slogan do park era: ?Todo mundo quer experimentar um apocalipse zumbi pelo menos uma vez.? [7] Várias maiores organizações de notícias (TIME, Detroit Free Press, LA Times etc.) debateram o plano com retornos positivos.

Em 2012, a cidade ficou em tão más condições, que o prefeito desvelou um plano para terraplanar (demolir) 25% dela, [8] mas Detroit ficou tão falida que o governo dos EUA teve que dar-lhe vinte milhões de dólares de estímulo federal para iniciar as demolições.

Em 2009, foi reportado que a cidade exauriu-se de comida, e que guloseimas estavam sendo descarregadas sob a vigilância de fatigados guardas das forças armadas. [9] Em verdade, Detroit não tem um único supermercado, que força seus habitantes a obterem comida nas lojas da periferia ou lojas de descontos.

A taxa de desemprego real da cidade é 50%. [10]

Dave Schultz, um Examinador da Polícia de Prevenção ao Crime da cidade, teve de comentar a respeito do estado de lei e ordem na Detroit de 2012: ?A cidade é uma virtual zona de guerra e o Departamento de Polícia de Detroit está indefeso hoje.? [11]

Brevemente depois de tal admissão, a afro-americana Ralph Godbee foi forçada a demiti-lo depois de distribuir promoções em troca de serviços sexuais. [12] Foi reportado que o Departamento de Polícia de Detroit se transformou num bordel.

Em 8 de Outubro de 2012, os oficiais de polícia de Detroit começaram a distribuir panfletos aos cidadãos dizendo: ?Entre em Detroit para Seur Próprio Risco . . . Detroit é a cidade mais violent da América.  A taxa de homicídio de Detroit é a mais elevada do país.  O Departamento de Polícia de Detroit é excessivamente carente?.  Comentando sobre os panfletos, o procurador da união da polícia, Donato Lorio, declarou: ?O DPOA acredita que há uma guerra em Detroit, mas deveria haver uma guerra contra o crime, não uma guerra contra seus oficiais?. [11]

Somente metade da população de Detroit pode ler. [13] O ex-presidente do conselho de alunos era um analfabeto funcional. [14]

A Wikipedia contém uma entrada inteira intitulada ?O Declínio de Detroit.? [15]

Alguns conservadores alegam que o declínio da cidade é devido à ideologia política liberal em lugar do grupo étnico que hoje habita a cidade.  Mas se isso fosse o caso, por que Pittsburg, Pennsylvania, uma cidade pilhada pelo colapso da indústria siderúrgica, ainda é considerada um grande lugar pra se viver? Pittsburg é preponderantemente liberal.  A resposta é óbvia: Pittsburg é também predominantemente euroétnica.

Por que Vermont, Maine e Oregon, são lugares estrelares para se viver apesar de suas tendências socialistas? Resposta: Porque aqueles lugares têm populações predominantemente euro-americanas.

Eu vivia formalmente em Columbia, Ohio.  Por vezes, eu dirigia pelas partes economicamente desprivilegiadas da cidade.  Eu via longo belas mansões construídas durante os dias de glória da cidade que tinham se tornado miseráveis ruínas negligenciadas, e os vizinhos que ali residem são predominantemente comunidades afro-americanas.

Alguns poderiam retorquir que as mansões arruinadas de Columbia tinham somente decaído de sua idade natural, mas a mais antiga parte residencial da cidade, German Village, é uma próspera e luxuosa vizinhança hoje habitada quase inteiramente por euro-americanos.

No passado, German Village foi saqueada por afro-americanos, e havia se tornado um pouco mais do que uma favela.  Mediante um processo de enobrecimento, porém, os afro-étnicos foram colocados pra fora com custos mais altos de vida e a área retornou a uma era de beleza e prosperidade; uma era que correspondia precisamente ao retorno dos euroétnicos.

Esse tipo de experiência pode ser repetido em diferentes cidades e subúrbios todo o país.  Quem tiver olhos abertos pod ever exemplos dos afro-étnicos sendo incapazes de sustentar a civilização que eles receberam.

Sempre que há uma maioria afro-étnica há também crime, ruína e desintegração econômica.  Seria um desafio (provavelmente impossível) nomear uma área predominantemente afro-americana que a maioria das pessoas sentir-se-iam confortáveis, mandando seus filhos pra noite.  Seria até mais desafiador encontrar uma única área afro-americana em que a classe média euro-americana queria viver?

Mesmo as mais gentis ?vizinhanças afro-americanas? não representam maioria afro-americana. [16]

ÁFRICA

No século XIX, a África ainda era um continente misterioso a respeito do qual pouco se conhecia.  Não havia civilizações com a qual os povos europeus se comunicavam, nunca existiram ali grandes exércitos que marcharam fora do interior daquela terra escura, e nunca houve qualquer coisa do outro lado do continente que garantiam rotas de comércio através dele.  A África era grandemente vista como um massivo obstáculo de terra ao redor do qua los mercadores europeus eram forçados a viajar em seu caminho até os prósperos grupos de povos do Extremo Oriente.

Para atingir a África no começo do século XV, os chineses cessaram a exploração do mundo por concluírem que, se o resto da população do mundo era afroétnica, não havia nada digno de ser visto.  Eles pensavam: o resto do mundo deve ser preenchido de incontáveis bárbaros. [17]

No século XIX, depois de brigarem por qualquer pedaço do globo, os impérios coloniais europeus tiveram pouco de deixar sem ser conquistado, senão o continente ao seu sul.  Leopoldo II da Bélgica tomou o controle da região do Congo, e o consolidou em 1890.  A luta pela África começou.  Grã-Bretanha, França, Alemanha e Itália começaram uma longa década de disputa para estabelecer seu próprio prestígio imperial sobre o Continente Escuro.

Os nativos africanos eram um pouco mais do que um incômodo ao longo do caminho do Europeu para controlar o continente.

Uma vez nas mãos dos impérios da Europa, administradores começaram a tornar as colônias africanas prósperas para os países-mães e seus habitantes.  Eles contruíram estradas, minas, plantações e tentaram educar os povos nativos tribais de forma que os tornassem úteis no novo sistema da África Ocidental que foi impulsionado.

A África estava (e ainda está) irrompendo com recursos naturais: diamantes, ouro, cobalto, oléo e madeira.  Esses recursos nunca foram utilizados por aborígenes não-civilizados.  Os Europeus desenvolveram essas indústrias e ensinaram os nativos como utilizá-las.  Nos anos 60, muito da África ganhou sua independência da Europa. [18] Quando os estados africanos lançaram-se à independência, foram assunto de incrível interesse.  Os Estados Unidos e a União Soviética tentaram ganhar influência sobre todo estado recém-liberto, considerando cada qual um de qualidade valiosa.

Desde que os Europeus chegaram na África, os nativos foram experimentando prontamente melhores condições de vida.  Somente umas poucas décadas depois, iniciou-se seu auto-governo, porém, essa tendência foi dramaticamente revertida a medida que ditadores egocêntricos e cruéis chegaram ao poder, a AIDS raptou o continente, a fome se instalou e guerras civis rasgaram a região.  Hoje, a África é vastamente diferente do que era quando os impérios Europeus liberaram aquelas novas nações à independência.  A África tornou-se sinônimo de insondável subdesenvolvimento, miséria e morte.

Pergunta-se: se Europeus e Mesopotâmios puderam trazer à luz bens tradicionais por milhares de anos, até que desenvolveram a maquinaria, por que os Africanos modernos não podem?

O problema não é a situação e sim o povo.

Em 2005, o historiador e expert na África, Martin Meredith, escreveu um livro sobre a história da independência Africana intitulado: ?The Fate of Africa: From the Hopes of Freedom, To the Heart of Despair?. O subtítulo do livro é uma bela exposição resumida em dez palavras da história da habilidade do povo Africano para governar-se.

Podemos ver o que ocorreu a África do Sul desde a queda do Apartheid em 1995.  A renda pessoal média no país caiu 40% desde que o governo euroétnico terminou. [19] Atualmente, 25% dos homens sul-africanos admitem que estupraram uma mulher. [20] Cinqüenta assassinatos ocorrem na África do Sul todos os dias.  Acumuladas, elas totalizam mais de 18 mil por ano num país de 48 milhões. [21] Em comparação, a Alemanha tem 800 assassinatos por ano com uma população de 81 milhões. [22]

A justificativa dada pela África do Sul geralmente é que esteve por vários anos sob ?opressão? euro-étnica.  Todavia, a Alemanha foi destruída duas vezes no último século, e metade do país foi despojado pelos comunistas por décadas.  Atualmente, a Alemanha está entre as economias mundiais mais fortes e, considerando seu lugar na Europa Moderna, está numa posição de novamente dominar o mais poderoso continente da história.

Recentemente, o próprio irmão de Barack Obama, George Obama, escreveu um livro intitulado ?Homeland: An Extraordinary Story of Hope and Survival?.  No livro, ele documenta o lúgubre estado do Quênia.  George reclamou que o Quênia estaria numa melhor situação se seu povo tivesse permitido os Europeus govenarem por um período de tempo mais longo:

?...deixe-me dizer-lhe algo.  Olhe para a África do Sul.  Eles estiveram sob os brancos desde os anos 90, e veja onde estão agora.  Eles são praticamente uma nação desenvolvida.  A corrupção nada lembra a corrupção daqui.  Então quem está em melhor situação?  Talvez, se nós tivéssemos deixado os brancos ficar um pouco mais, nós teríamos chegado onde a África do Sul está hoje.? [23]

Até um queniano nativo reconhece que o governo euro-étnico é a chave para tornar-se um estado africano bem sucedido.

Somente podemos imaginar quão terrível o Quênia devia ser se George Obama sonhava com um Quênia como a África do Sul.

Poderia ser preenchido muitos volumes com a tragédia da África pós-colonial (e alguns livros foram escritos): instabilidade governamental sem fim, inaudíveis relatos de corrupção, genocídios, pobreza dificilmente imaginável à mente Ocidental, incontroláveis doenças exterminando milhões, guerras civis intermináveis etc.

Um incidente particularmente horrível é o primeiro ?imperador? do Império da África Central que adorava alimentar com carne humana os dignatários estrangeiros. [24]

Tais contos, como aqueles que vem de fora da África, mesmo de meu tio missionário, parecem tão bárbaros para serem verdadeiros.  A África pós-Europa se tornou um continente de desordem anárquica comparável à America Ocidental do século XIX.  Na realidade, é certamente bem pior.

Considere a República Democrática do Congo, o maior país na África Subsariana.  O estado (se podemos chamá-lo assim) tem estado mais ou menos em Guerra desde 1997.  Bem mais de 5 mihões de pessoas foram assassinadas somente nos ultimos 5 anos.  A região foi apelidada de ?eternal zona de guerra?. [25]

O Sudão é o segundo maior país na região.  O país dividiu-se pela metade em 2011.  Essa separação foi o resultado da Segunda Guerra Civil Sudanesa que se iniciou em 1983 e ainda hoje devasta.  O Sudão esteve mais ou menos em Guerra pelos últimos 30 anos. [26]

O terceiro maior país afro-étnico é o Chade.  O Chade foi rotulado como um ?estado fracassado? pelo Fundo pela Paz. [27] Vários grupos rebeldes armados perambulam pelo país.  A única razão que qualquer governo exista de nenhuma maneira no Chade é que os franceses estão sustentando um regime fantoche na capital.

Chade e Mali encabeçaram as manchetes de 2012 quando um bando de criminosos nômades islâmicos empunhando picaretas e Kalashnikovs decidiram destruir as antigas tumbas em Timbuktu. [28] As tumbas estavam anteriormente listadas como ?sítios do patrimônio mundial? pela ONU.

Embora pudéssemos ir além avaliando a catastrophe que é a África pós-Européia se tornaria no fim das contas redudante.  Basta afirmar que 6 dos 10 estados fracassados no mundo estão na África (o outro, o Haiti, é afro-étnico). [27]

A completa região afro-étnica Subsariana é lar para bandos de tribos de vagabundos foras-da-lei estupradores e bandidos, despreocupados com a lei ou a estabilidade.  Os oficialmente reconhecidos ?líderes? rotineiramente roubam seu povo e estrangeiros colaboram com grupos para satisfazer sua avidez.

O website do Conselho das Relações Exteriores afirma que a África perde mais de $150 bilhões por corrupção a cada ano. [29]  Esse número definha os $22.5 bilhões que a região recebe dentro do mesmo período de tempo proveniente da generosidade do Ocidente. [29] Por que alguém arremessarias seus presentes misericordiosos ao buraco negro que a África se tornou? Governos afro-étnicos atualmente roubam mais do seu povo do que os colonialistas europeus já fizeram.

No livro ?In Africa: A Biography of a Continent?, John Reader resume a era pós-colonial européia da África com a seguinte introdução para o capítulo final:

?Os sonhos da África se tornar um continente de estados democráticos pacíficos rapidamente evaporou.  Mais de 70 golpes ocorreram nos primeiros trinta anos de independência.  Nos anos 90, poucos preservaram mesmo os vestígios de democracia.  Estados totalitários, presidentes pro resto da vida, e classe governante militar se tornaram a norma; recursos foram dissipados à medida que a elite acumulava riqueza e a maioria dos africanos sofreu.  Nigéria and Ruanda exemplificam o pesadelo; África do Sul preserva uma hesitante esperança de transformar os sonhos em realidade.? [30]

O escritor escreveu essas palavras em 1998, somente três anos depois do renascimento da África do Sul como uma nação politicamente afro-étnica.  As esperanças que ele colocou na África do Sul redimindo o continente seriam inapropriadas.  Como sabemos hoje, a África do Sul está decaindo rapidamente ao nível de corrupção, pobreza e caos que caracteriza seus semelhantes estados Africanos.  A totalidade da África está sendo envelopada num pesadelo.

HAITI

Negros recriaram a esqualidez Africana no Haiti.

Provavelmente alguém argumentará que a África é pobre por causa da geografia desfavorável, ou dirá que Detroit está arruinada por causa do ?racismo? Americano.  Essas desculpas não podem ser dadas para o Haiti.

Haiti é considerado um ?estado fracassado? pelo Fundo pela Paz. [27]

Haiti tem a mais elevada porcentagem de ancestralidade Africana no hemifério ocidental.  Haiti é também o país mais pobre do hemisfério Ocidental. [31]

Coincidência? Acho que não?

Ninguém pode culpar o clima ou geografia pelo fracasso do Haiti.  A ilha situa-se próximo a Porto Rico; o país mais desenvolvido e rico em toda América Latina.[32]

Porto Rico é  país mais rico do Caribe.  Chega a surpreender pouco que também tenha a maior população européia (Euro-Haitianos: 1-3%, Euro-Porto Riquenhos: 76.2%)? [31] [32]

Embora a Wikipedia não seja sempre confiável, a enciclopédia abre assim seu artigo sobre a ?Economia de Porto Rico?

?A economia de Porto Rico é classificada como economia de alta renda pelo Banco Mundial e como a economia mais competitiva na América Latina pelo Fórum Econômico Mundial... A geografia de Porto Rico e seu status politico são fatores determinantes para sua prosperidade econômica, principalmente devido a seu tamanho relativamente pequeno como ilha; sua falta de recursos naturais utilizados para produzir materiais em estado puro, e, conseqüentemente, sua dependência de importações.? [33]

A população do Haiti é três vezes maior do que de Porto Rico.  O Haiti tem três vezes a área territorial de Porto Rico.  Por que, então, PIB do Haiti é menor que 14% daquele de Porto Rico? [31] [32]

Outro argumento utilizado para justificar a pobreza da África é que os países afro-étnicos estiveram sob domínio colonial até os anos 60.  O argumento sugere que se os Europeus tivessem garantido a independência prematura às nações afro-étnicas elas estariam hoje mais desenvolvidas.

O problema: Haiti se tornou indendente do domínio colonial há 212 anos.  Porto Rico nunca se tornou livre.  Até hoje, Porto Rico é dominado por um poder colonial (Os Estados Unidos), e ainda se mantém anos-luz à frente do Haiti.

Um ultimo registro sobre o Haiti.  O Haiti é um exemplo perfeito de como os marxistas econômicos não podem ser culpados pelo fracassdo das sociedades afro-étnicas.  Haiti abraçou o livre-mercado [31] a um perímetro tal que os esquerdistas rotineiramente colocam a culpa pela pobreza dos países no capitalismo.  O país permanence em ruínas.

JAPÃO

QI elevado dos Japoneses foi bem sucedido em imitar a civilização branca na Ásia.

É curioso o que o Japão tem a ver com o povo de descendência Africana.  Os Japoneses servem como um contraste útil à baixa inteligência dos afro-étnicos.

Afro-americanos ainda são subdesenvolvidos depois de serem introduzidos na sociedade civilizada, e a África ainda é selvagem e caótica apesar de ser nutrida e instruída pelos Europeus por mais de 150 anos.  Os Japoneses, porém, rapidamente desenvolveram tecnologia européia em sua pequena ilha desde o tempo entre o primeiro contato com o Ocidente e a era quando o Ocidente podia tê-los conquistado e colonizado. [34]

Os portugueses conduziram o comércio com os africanos (por escravos) desde o século XVI.  Esses Africanos, porém, nunca desenvolveram tecnologia ou aprenderam qualquer coisa a partir dos desenvolvidos Europeus.  Africanos permancem primitivos até a atualidade.

Em 1854, o Comandante Americano Matthew Perry ancorou seu couraçado ao largo da costa do Japão e forçou os japoneses a aceitarem o comércio com os Americanos.  Por avistarem o gigantesco navio de guerra, os japoneses perceberam que estavam em apuros.  Sabiam que se não se modernizassem rapidamente, seriam dominados pelos superiors Americanos.

Diferente dos afro-étnicos, que nunca tiveram qualquer idéia de se desenvolverem no ritmo dos Europeus, os Japoneses (que possuem um QI médio superior aos Europeus) [35] rapidamente se modernizaram.  Somente cinqüenta anos depois, eles foram capazes de destruir o Império Russo na Guerra Russa-Japonesa, e estabelecerem-se como tipo de poder colonial no Extremo Oriente.  Eles fizeram toda essa modernização apesar de poucos recursos naturais e uma área geográfica diminuta.

Euro-étnicos e asiáticos do nordeste provaram-se capazes de sustentar a Civilização Ocidental.  Por outro lado, aqueles de etnia Africana continuarão desesperançosamente a ressuscitar o coração de escuridão onde quer que vão.

CONCLUSÃO

Depois de refletir sobre história, é impossível acreditar que qualquer grupo de pessoas da etnia Africana subsariana seja capaz de sustentar as instituições, prosperidade e padrões de vida ocidentais.

Em todas as situações, sociedades prósperas bem construídas capitularam à herança Africana.  No caso de Detroit, possivelmente a cidade mais próspera no interior do país mais próspero foi dada aos mais prósperos afro-étnicos no mundo.  Em décadas se tornou um uma paisagem pós-apocalíptica.

Na África, Europeus construíram sociedades modenas viáveis desde as selvagens às mais inóspitas (África era um vazio no mapa).  Esses colonialistas brancos construíram algo for a do nada e, então, deram o que pediram fosse construído pelos habitantes nativos.  Isso foi a maior liberalidade concedida na história do mundo.  Em décadas, os afro-étnicos mergulharam a África no caso, e forçaram os de descendentes de Europeus a alimentarem bilhões de suas crianças famintas.

Como podemos imaginar, depois de testemunhar tais colapsos catastróficos, de qualquer coisa sujeita à administração afro-étnica, que semelhança à Civilização Ocidental pode ser sustentada por aquele grupo de pessoas?

Por toda a parte afroétnicos vivem a recriar a África; seja no Haiti ou Detroit, Columbus ou Timbuktu.  Dar nossa civilização às pessoas de descendência Africana é como tornar a África (o pesadelo) no modelo social do futuro.

Crianças em idade escolar são sempre contadas que devem aprender história para que não a repitam.  A lição de que euroétnicos ocidentais não deveriam repetir o que nunca ficou mais claramente esclarecido para eles do quando consideravam o assunto do pluralismo étnico.  Deixar a América nas mãos das minorias e especialmente aqueles descendentes de africanos, não é nada mais do que suicídio civilizacional.

Um registro final.  Muitos cristãos argumentam que a religião cristã curaria toda a pobreza e crime se o povo somente a abraçasse.  Contrário a essa noção, afro-americanos e haitianos eram predominantemente cristãos por séculos.  Afro-americanos são consideravelmente mais religiosos do que euro-americanos [36], e, ainda assim, permanecem bem atrás de seus irmãos europeus.  As populações de muitos países empobrecidos da África têm os registros mais elevados de freqüência a igrejas de qualquer lugar na Terra.

NOTAS

[1] "Architect Louis Kamper Made Detroitthe 'Paris of the West'" Michigan Radio. September 1, 2014. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://michiganradio.org/post/architect-louis-kamper-made-detroit-paris-west#stream/0

[2] "Table 23. Michigan - Race and Hispanic Origin for Selected Large Cities and Other Places: Earliest Census to 1990." United States Census Bureau. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://www.census.gov/population/www/documentation/twps0076/MItab.pdf

[3] "Detroit(city), Michigan." United StatesCensus Bureau. 02 de Dezembro de 2015. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://quickfacts.census.gov/qfd/states/26/2622000.html

[4] Sugrue, Thomas. The Origins of the Urban Crisis: Race and Inequality in Postwar Detroit. Princeton University, 2000. 261-262. https://books.google.com/books?id=K3m64HT2kXsC&q=riot#v=snippet&q=riot&f=false

[5] Kersey, Paul. "Escape from Detroit: The Collapse of America's Black Metropolis." April, 2012.

[6] "TV Made In Michigan." Michigan Film and Digital Media Office. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://www.michiganfilmoffice.org/Made-in-Michigan/TV/Default.aspx

[7] "Z World Detroit." May 1, 2012. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://zworlddetroit.com/

[8] Kimball, Harry. "Battered Detroit Plans to Raze 25% of City." Newser. March 1, 2010. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://www.newser.com/story/82901/battered-detroit-plans-to-raze-25-of-city.html

EXCERTO: "A destruída Detroit não teria que batalhar para pagar pelos serviços nas vastas áreas da cidade que estão essencialmente abandonadas se elas não existissem ? assim, serão terraplanadas.  O Prefeito Dave Bing fez o cálculo em $300 milhões de déficit no orçamento e as 33.500 casas vazias e 91.000 lotes residenciais vazios e apareceram como a solução."

[9] Hargreaves, Steve. "Hunger Hits Detroit's Middle Class." CNN Money. August 1, 2009. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://money.cnn.com/2009/08/06/news/economy/detroit_food/

EXCERTO: "Do outro lado da rua, numa antiga vizinhança industrial, um entregador amontoa um carrinho de mão de bens do lado de fora de um armazém.  A dez pés um outro homem permanence vestido em uniforme militar, botas de combate e o que parece ser um jaqueta de artilharia anti-aérea.  Ele aparenta ser de Bagdá.  Mas isso não é o Iraque.  É o sudeste de Detroit, e ele está ali para vigiar as mercearias."

[10] "Detroit's Unemployment Rate Is Nearly 50%, According to the DetroitNews." Huffington Post Business. March 18, 2010. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://www.huffingtonpost.com/2009/12/16/detroits-unemployment-rat_n_394559.html

EXCERTO: "Oficialmente, a taxa de desemprego em Detroit está um pouco abaixo de 30%.  Mas o prefeito da cidade e líderes locais estão sugerindo um cálculo bem mais preocupante ? o a real taxa de desemprego, dizem, está próximo a 50%."

[11] "Detroit Has 8 Murders, 33 Shootings in 5 Days; No Outrage." Examiner. May 23, 2012. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://www.examiner.com/article/detroit-has-8-murders-33-shootings-5-days-no-outrage

"Enter At Your Own Risk: Police Union Says ?War-Like? Detroit Is Unsafe For Visitors." CBS Detroit. October 6, 2012. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://detroit.cbslocal.com/2012/10/06/enter-at-your-own-risk-police-union-says-war-like-detroit-is-unsafe-for-visitors

[12] Cook, Rebecca. "Detroit Police Chief Ralph Godbee Resigns amid Sex Scandal." NBC News. October 1, 2012. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://usnews.nbcnews.com/_news/2012/10/08/14298235-detroit-police-chief-ralph-godbee-resigns-amid-sex-scandal?lite

[13] "Report: Nearly Half Of Detroiters Can?t Read." CBS Detroit. May 1, 2012. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://detroit.cbslocal.com/2011/05/04/report-nearly-half-of-detroiters-cant-read

[14] Berman, Laura. "Does DPS Leader's Writing Send Wrong Message?" The DetroitNews. March 1, 2010. Accessed November 6, 2015. http://www.detroitnews.com/article/20100304/OPINION03/3040437

EXCERTO: "O presidente do quadro escolar de Detroit, Otis Mathis, está travando uma batalha juridical para dirigir o futuro acadêmico de 90 mil crianças, no menos bem sucedido distrito de uma grande cidade.  Ele também reconhece que ele tem dificuldade de compor uma sentence inglesa coerente."

[15] "Decline of Detroit." Wikipedia. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. https://en.wikipedia.org/wiki/Decline_of_Detroit

EXCERTO: "A cidade de Detroit, Michigan, atravessou um maior declínio econômico e demográfico nas décadas recentes."

[16] Higley, Stephen. "Top 25 Black Neighborhoods." The Higley 1000. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://higley1000.com/about-this-site/methodology/top-25-b

[17] "China's Great Armada." National Geographic. July 1, 2005. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://ngm.nationalgeographic.com/ngm/0507/feature2/map.html

[18] "A Chronological List of IndependenceDates for Africa." About.com. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://africanhistory.about.com/library/timelines/blIndependenceTime.htm

[19] Balls, Andrew. "Why South African Incomes Declined." The National Bureau of Economic Research. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://www.nber.org/digest/jan06/w11384.html

EXCERTO: "In Incomes in South Africa Since the Fall of Apartheid (NBER Working Paper No. 11384), co-autores Murray Leibbrandt, James Levinsohn, and Justin McCrary documentam que o declínio e tentativa de explicar o que aconteceu.  Eles demonstram que a renda media dos homens e mulheres sul-africanos caiu 40% entre 1995 e 2000, e notem que houve pouca melhora desde então."

[20] Smith, David. "Quarter of Men in South Africa Admit Rape, Survey Finds." The Guardian. June, 2009. Accessed December 1, 2015. http://www.theguardian.com/world/2009/jun/17/south-africa-rape-survey

EXCERTO: "Um em quarto homens na África do Sul admitiram ter estuprado e muitos confessaram atacar mais de uma vítima, de acordo com um estudo que expõe a cultura endêmica local de violência sexual.  Três dos quarto estupradores primeiro atacaram enquanto ainda eram adolescentes, descobriu o estudo.  Um em 20 homens disseram que estupraram uma mulher ou garota no último ano.  África do Sul é notório por ter um dos mais altos níveis de estupro no mundo.  Somente uma fração é reportada, e somente uma fração daqueles conduziram a uma condenação."

[21] Rohrer, Finlo. "How Dangerous Is South Africa?" BBC News. May 1, 2010. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://news.bbc.co.uk/2/hi/8668615.stm

EXCERTO: "A cada dia uma media de aproximadamente 50 pessoas são assassinadas.  Em acréscimo a esses 18 mil assassinatos por ano, há outras 18 mil tentativas de homicídio."

[22] "Murder Rate in the United States and Germany." Atlantic Review. October 5, 2006. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://atlanticreview.org/archives/434-Murder-Rate-in-the-United-States-and-Germany.html

EXCERTO: "Entre 82 milhões de cidadãos alemães 794 foram assassinados em 2005.  Isso representa duas vezes mais assassinatos que em 2004."

[23] Obama, George. "Homeland: An Extraordinary Story of Hope and Survival." Amazon. 2010. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://www.amazon.com/Homeland-Extraordinary-Story-Hope-Survival/dp/B0048ELDPU

[24] Klaas, Brian. "The Cannibal Emperor of Banguiand Africa?s Forgotten Conflict." Vice Magizine. September 1, 2014. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://www.vice.com/read/the-cannibal-emperor-of-bangui-and-africas-forgotten-conflict

EXCERTO: "Ele também saboreou devorar criminosos acusados aos seus crocodiles e leões pessoais em sua luxuosa Villa Kolongo.  Pior de tudo, Bokassa era supostamente um cannibal, mantendo carne humana em sua cozinha que supostamente servia a insuspeitos convidados.  Durante a cerimônia de coroação, o recém-coroado imperador voltou-se a um ministro da França e murmurou, 'Você nunca notou, mas você comeu carne humana.'"

[25] Vattikonda, Niharika. "The Democratic Republic of the Congo: An Eternal War Zone." International Policy Digest. November 27, 2015. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://www.internationalpolicydigest.org/2015/11/27/the-democratic-republic-of-the-congo-an-eternal-war-zone

[26] "South Sudan Profile - Timeline." BBC News. August 1, 2015. Accessed December 7, 2015. http://www.bbc.com/news/world-africa-14019202

[27] Messner, J.J., and Kendall Lawrence. "Failed States Index 2013: The Troubled Ten." Fund for Peace. June 1, 2013. Acessado em 7 de Dezembro de 2015. http://library.fundforpeace.org/fsi13-troubled10-2

LIST: Somalia, DR Congo, Sudan, South Sudan, Chad, Yemen, Afghanistan, Haiti, Central African Republic, Zimbabwe.

[28] "Tombs in Timbuktu's Djingareyber Mosque 'destroyed'" BBC News. July 10, 2012. Acessado em 7 de Dezembro de 2015. http://www.bbc.com/news/world-africa-18785895

[29] Hanson, Stephanie. "Corruption in Sub-Saharan Africa." Council on Foreign Relations. August 6, 2009. Acessado em 7 de Dezembro de 2015. http://www.cfr.org/africa-sub-saharan/corruption-sub-saharan-africa/p19984

Gaboitsiwe, Thato. "Africa: Cry the Beloved Continent." Linkedin. November 28, 2014. Acessado em 7 de Dezembro de 2015. https://www.linkedin.com/pulse/20141128102808-296225326-africa-cry-the-beloved-continent

EXCERTO: "Um estudo em 2002 pela União Africana (AU), estimou que o continente perdeu aproximadamente $150 bilhões anuais de seus rendimentos para corrupção."

[30] Reader, John. Africa: A Biography of the Continent. New York: A.A. Knopf, 1998. 663.

[31] "Central America and Caribbean: Haiti." Central Intelligence Agency. Acessado em 7 de Dezembro de 2015. https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/geos/ha.html

EXCERTO: "Haiti é uma economia de livre mercado desfruta das vantagens dos pequenos custos de trabalho e acesso livre de tarifas a muitas exportações dos EUA.  Pobreza, corrupção, vulnerabilidade a desastres naturais e baixos níveis de educação para muita da população estão entre os mais sérios impedimentos do Haiti ao crescimento econômico.  Atualmente, é o país mais pobre no Hemisfério Ocidental com 80% da população vivendo abaixo da linha da pobreza e 54% em pobreza abjeta."

[32] "Central America and Caribbean :: Puerto Rico." Central Intelligence Agency. Acessado em 7 de Dezembro de 2015. https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/geos/rq.html

[33] "Economy of Puerto Rico." Wikipedia. Acessado em 7 de Dezembro de 2015. https://en.wikipedia.org/wiki/Economy_of_Puerto_Rico

[34] "Japanin the 19th Century." Japanin the 19th Century. Acessado em 7 de Dezembro de 2015. http://www.historyhaven.com/APWH/unit 4/Japan in the 19th century.htm

EXCERTO: "Em 1853, o Americano Matthew Perry ameaçou bombardear a capital Japonesa se eles não a abrissem ao comércio Americano.  O Japão abriu-se a influência estrangeira e, como na China, ocidentais residentes no Japão não se sujeitaram às leis japonesas.  Houve um movimento contra os estrangeiros nos anos de 1860.  O samurai, usando excesso de armas da Guerra Civil da América ? que havia acabado naquele momento, derrotou o exército do shogun.  Isso deu uma clara mensagem a respeito da supremacia da tecnologia military occidental.  O Meiji tomou controlee m 1871 e começou um período de reformas que iria muito além daquele da Rùssia."

[35] Gottfredson, Linda. "Mainstream Science on Intelligence: An Editorial With 52 Signatories, History, and Bibliography." University of Deleware. 1995. Acessado em 19 de Novembro de 2015. www.udel.edu/educ/gottfredson/reprints/1997mainstream.pdf


EXCERTO: "Afroamericanos são destacadamente mais religiosos numa variedade de medidas do que a população norte-americana como um todo, incluindo nível de afiliação com uma religião, freqüência em celebrações religiosoas, em orações e em importância conferida à religião na vida.  Comparados com outros grupos raciais e étnicos, afroamericanos estão entre os mais prováveis a reportarem uma afiliação religiosa formal."


Fonte: https://judaismoemaconaria.blogspot.com/2017/06/os-negros-conseguem-sustentar.html

O Reino Vindouro Judaico - Dostoyevski 1877 - 26Jun2017 20:08:00


Em 1877, Fyodor Dostoyevski disse que o objetivo do Judaísmo era "exterminar o resto [da humanidade], ou escravizá-la, ou explorá-la".  Isso, obviamente, é a razão real para o anti-semitismo.  Sua profecia está se tornando verdadeira.  O Ocidente é hoje um esquema para a dominação mundial bancária judaico-maçônica.

Quando esses banqueiros ganharam o poder para criar os meios de troca (dinheiro; crédito) na forma de uma dívida para eles, condenaram a humanidade à escravidão.  Inevitavelmente, eles consolidariam esse esquema alavancando-a num monopólio sobre tudo (Comunismo, NOM).  Essa megalomania demente descoberta nos ensinamentos Judaicos Cabalistas/Talmúdicos é a causa real para a maioria das guerras e terror.  Somente um pequeno segmento de Judeus e maçons são ativamente envolvidos.

Mas a maioria de nós (inclusive os Judeus) não podem ver o que Dostoyevski viu 140 anos atrás.  Quando a III Guerra Mundial começar, deveríamos saber a verdadeira razão que nós e nossos filhos estão indo morrer.

"... não é por nada que lá os Judeus estão reinando por toda a parte sobre a Bolsa de Valores; não é por nada que eles controlam o capital, que eles são os mestres do crédito, e não é por nada ? repito ? que eles são também os mestres da política internacional, e o que em breve ocorrerá no futuro é conhecido aos próprios Judeus: seu reino, seu completo reino está se aproximando!" (p. 650).

por Fyodor Dostoyevski
A Writer's Diary, 1877 p. 645
(Excertos por henrymakow.com)

A última palavra para a humanidade dessa grande tribo ainda está por vir.  Porém, sem mergulhar na essência e profundeza do assunto, é possível esboçar, pelo menos, certos sintomas daquele estado dentro de um estado que os Judeus sustentam ? seja ela somente externamente.  Esses sintomas são: alienação e separação em matéria de dogma religioso; a a impossibilidade de fusão; crença que no mundo exista além de uma entidade nacional ? o Judeu, enquanto, muito embora outras entidades existam, todavia deveriam ser presumidas que sejam, como eram, inexistentes.

"Saia da família de nações, e forme sua própria entidade, e tu deverás saber que daqui em diante tu és o único diante de Deus; extermine o resto, ou faça-os escravos, ou explorem-nos.  Tenha fé na conquista do mundo inteiro; adira à crença que tudo se submeterá a ti.  Deteste estritamente tudo, e não tenha relação com ninguém em teu modo de vida.  E mesmo quando tu deverá perder a terra, tua individualidade política, mesmo quando tu deverás ser dispersado por toda a terra entre todas as nações, - nunca esqueça, tenha fé em tudo que eu te prometi, uma vez e para sempre; acredite que tudo isso virá a ocorrer; e enquanto viver, deteste, reúna e explore, e ? espere, espere...."

Essa é a essência do estado dentro do estado, e, em acréscimo, há, obviamente, leis secretas e, talvez, misteriosas, guardando essa idéia.

Dizem os cavalheiros ? Judeus instruídos e oponentes ? que tudo isso é certamente sem sentido, e que mesmo se houvesse um estado dentro de um estado (houve, mas no presente, de acordo com eles, somente os traços turvos desses vestígios), é somente porque a perseguição foi realizada; perseguição religiosa desde a Idade Média, e mesmo antes, gerou isso, e que esse estado dentro do estado veio à lume meramente do instinto de auto-conservação.  Porém, se ele continua, especialmente na Rússia, é porque ao Judeu não foi dado ainda direitos iguais com a população nativa.

Mas isso é como eu sinto: desse ao Judeu ser dado direitos iguais, em circunstância alguma ele renunciaria a esse estado dentro do estado.  Demais a mais, atribuir-lhe nada além de perseguição e o instinto de auto-conservação ? é insuficiente.  Além disso, não haveria tenacidade suficiente em reserva para a auto-preservação durante quarenta séculos; o povo teria progredido saturado de se preservar por tão longo tempo.  Mesmo as mais fortes civilizações no mundo falharam em sobreviver metade de quarenta séculos, perdendo sua força política e feição racial.

Aqui isso não é somente auto-preservação que constitui a causa principal, mas uma certa idéia convincente e sedutora, algo tão universal e profundo que nela, como esclarecido acima, a humanidade seja talvez incapaz de expressar sua última palavra.  Que nós estamos aqui lidando com alguma coisa de um caráter religioso preeminente, não pode haver dúvida.  Que sua Providência, sob o antigo nome inicial de Jeová, com seu ideal e seu pacto, continua a conduzir esse povo rumo a um firme objetivo ? isso é muito claro.  Além disso, repito, é impossível conceber um Judeu sem Deus.

Demais a mais, eu não acredito na existência de ateus mesmo entre os Judeus instruídos: eles são da mesma substância, e Deus somente conhece o que o mundo espera de Judeus instruídos! Mesmo na minha infância, eu tenho lido lendas a respeito de Judeus até o ponto que eles são supostos a estarem sem desvios esperando o Messias, todos eles, tanto o menos instruído ao mais instruído ? o filósofo e o cabalista - rabino; que eles todos acreditam que o Messias os reunirá novamente em Jerusalém e submeterá pela sua espada até seus pés; que isso é a razão pela qual a maioria esmagadora dos Judeus têm uma predileção a não ser uma profissão ? o comércio em ouro, e no extremo ? pelo ourives; e tudo isso, tanto é alegado, no intuito de que, quando o Messias vier, não deverem precisar ter uma nova pátria e ficarem atados a nações estrangeiras, a posse dos Judeus, mas ter tudo convertido em ouro e jóias, de forma que será mais fácil arrastá-los quando

O radio da aurora começar a brilhar:
Nossa flauta, nosso tambor e címbalos
Nossos ricos e nosso símbolo sagrado
Nós traremos de volta a nosso antigo santuário,
A nosso antigo lar ? para a Palestina.

Tudo isso ? repito ? escutei como uma lenda, mas acredito que a substância da matéria incessantemente está ali, na forma de uma tendência instintivamente irresistível.  Mas, no propósito que tal substância da matéria pudesse ser preservada, isto é, obviamente, necessário que o mais escrito estado dentro do estado seja preservado.  E isso está sendo preservado.


Fonte: https://judaismoemaconaria.blogspot.com/2017/06/o-reino-vindouro-judaico-dostoyevski.html

Muitos cristãos pensam que estereótipos étnicos negativos são pecaminosos - 26Jun2017 20:04:00



Certa vez comentei que imigrantes somalianos fediam.  Tão logo eu disse isso, uma garota irada me denunciou por ?racismo?.  Ela acusou-me de generalizar pecaminosamente um grupo inteiro de pessoas.

Minha afirmação foi moralmente errada? Foi pecaminoso pra mim generalizá-los dessa forma?

O apóstolo Paulo não pensaria assim.  Em Tito 1,12-13 disse ele:

?Um dentre eles, o profeta deles disse: Os cretenses são sempre mentirosos, bestas selvagens, glutões preguiçosos.  Esta asserção reflete a verdade. Portanto, repreende-os severamente, para que se mantenham sãos na fé.?

São Paulo reconheceu que os cretenses étnicos tinham alguns problemas morais.  Ele, além disso, sabia que existiam ?vítimas? dos estereótipos negativos. Ao invés de condenar sua linguagem, porém, o autor inspirado afirmou as generalizações e agiu de acordo com elas.

Dificilmente poderia haver uma refutação mais impressionante da idéia que generalizações negativas são erradas.

O que torna Tito 1, 12 especialmente nauseante para os guerreiros da justiça social cristã é que São Paulo não somente afirmou um estereótipo negativo, mas aprovou um singular que clamava que Cretenses eram SEMPRE mentirosos, bestas selvagens e glutões preguiçosos.

São Paulo nunca corrigiu a parte ?sempre?.  O apóstolo assumiu que era aceitável estereotipar um grupo étnico inteiro (mesmo se a linguagem não fosse necessariamente precisa).

Os cristãos modernos freqüentemente sentem-se como se tivessem que tropeçar sobre si mesmos em conversação para assegurar-se não ofender quaisquer grupos de pessoas, mas eles não deveriam, e há um apóstolo inspirado para prová-lo.


Fonte: https://judaismoemaconaria.blogspot.com/2017/06/muitos-cristaos-pensam-que-estereotipos.html

As dez maiores falhas científicas na teoria dos dinossauros - 30Mai2017 17:55:00


Em verdade, uma das maiores razões para duvidar da teoria é que não há qualquer evidência científica.  Mas o que dizer dos museus, todos os ossos descobertos pelos arqueólogos e a datação do carbono?  Chegaremos a isso na seguinte lista das dez mais.

(1) Um evento ao nível da extinção dessa magnitude teria destruído toda vida na Terra, não somente os dinossauros, isso seria evidente arqueologicamente.

Seja paciente e assuma por um segundo que a evolução seja verdadeira e que os dinossauros uma vez perambularam pela Terra.  Agora considere que a razão que nós não vemos qualquer um deles se explica porque a Terra foi atingida por um asteróide gigante que obliterou a Terra e causou a extinção dos dinossauros simultaneamente.  Há vários problemas com tal teoria.

Primeiramente, para um evento dessa magnitude ter ocorrido, a ponto de ter destruído todos os dinossauros (exceto dinossauros oceânicos, os quais falaremos mais adiante), teria que destruir todo o resto da vida, também.  Há maiores problemas com isso.

A) Se a evolução fosse verdadeira e esse evento tivesse ocorrido, então significaria que a evolução teria começado do nada desse ponto.  Isso é um grande golpe na teoria evolucionista.  Teria sido melhor se você estivesse tentando apoiar a evolução para nem mesmo tentar apoiar a idéia dos dinossauros;

B) Para não mencionar que todos os humanos teriam também sido extintos, então não vamos nos desviar com falácias que tentam argumentar como dinossauros e humanos existiram simultaneamente;

C) Se um tal evento tivesse ocorrido, significaria que haveria evidência arqueológica de um período de tempo, talvez muitos milhões de anos, em que nenhuma vida existiu na Terra exceto talvez alguns sobreviventes habitantes das cavernas e criaturas das profundezas do mar.  Porém, nenhuma tal evidência arqueológica existe.

Em segundo lugar, a possibilidade que a evolução pudesse começar depois da vida, no mesmo exato momento, com os mesmos princípios biológicos, uma segunda vez é tão astronomicamente absurdo e não só engraçado.

(2) Não havia comida ou água fresca o suficiente para que animais vegetarianos dessa estatura tivessem vivido

Sim, elefantes existem, e elefantes são grandes.  Porém, um elefante, que é uma fração do tamanho de um Brontossauro, tem que comer por 18 horas por dia para sobreviver.  Porém, mesmo em tempos antigos, havia somente 24 horas para cada período de 24 horas (lógica básica).

Na medida em que um elefante não pode sobreviver sem comer 18 horas por dia todos os dias, e um Brontossauro era supostamente 5 a 10 vezes maior do que um elefante, então um Brontossauro teria de comer por volta de 90 a 180 horas por dia.  Sim, você leu corretamente.  É logicamente impossível comer por 90 horas num dia de 24 horas.

Mesmo se ingerisse muita comida rapidamente, ainda assim não haveria tempo suficiente para sustentá-lo.  Se não fizesse absolutamente nada a não ser comer e dormir, ainda assim não seria possível.  Mesmo se nunca dormisse, mas somente comesse, ainda não seria possível.  Isso significa que nunca poderia mesmo atingir tal tamanho.  Isso seria impossível.  Não faz qualquer sentido para uma criatura que nunca pudesse ser maior do que um bebê para mesmo existir.

Porém, isso nem mesmo é o problema real com a existência de criaturas gigantes comedoras de plantas.  O problema real é que não haveria mesmo comida suficiente para comerem (para não citar água fresca para beber).

Tome o exemplo do coelho australiano.  Esse minúsculo animal em relativamente grandes números tem expressado confusão no ambiente local.  Tome o seguinte excerto:

?A rápida dispersão do coelho levou à destruição de amplas extensões de vegetação, levando à extinção de muitas espécies de plantas.  A perda de vegetação conduz à erosão do solo na medida em que o solo exposto é lavado ou devastado, removendo valiosos nutrientes do solo necessários para novas plantas se desenvolverem.  Esse solo é tipicamente depositado em canais, causando assoreamento e destruindo ecossistemas aquáticos (Problemas do Coelho, n.d.).?

Considere o efeito apenas dessas criaturinhas.  Agora considerem o consumo diário de um único dinossauro herbívoro.  Com 13 toneladas, um Mamenchissauro, similar ao Brontossauro, teria de ter comido 521 kg de vegetação por dia.  Isso é provavelmente o equivalente a 10.000 coelhos, talvez mais (esse número é somente uma conjectura).

Se uns 10 mil coelhos podem destruir ecossistemas inteiros, considere então o que bilhões de coelhos fariam.  Não deixariam nada para ninguém.  Todas as plantas seriam extintas.  Isso é o que aconteceria se esses pesados dinossauros vagassem pela Terra.  Não haveria quaisquer plantas para comer.  A maioria das espécies de plantas iria à extinção.

(3) A ninguém é permitido questionar a Ortodoxia Dinossáurica sem críticas extremamente duras

A perpetuação da teoria do Dinossauro, tanto quanto a Teoria Evolucionista e a Teoria do Big Bang, tornaram-se mais do que uma religião, uma ortodoxia do que propriamente ciência.  A expectativa é que as pessoas não a questioná-las, não importa se corram o risco de perder seu emprego, interromper suas carreiras, perder amigos, serem evitados pela família e ridicularizados por quem quer que se recuse a pensar por si mesmo.  Se alguém tente apresentar evidência científica contrariamente à visão sustentada popularmente, é imediatamente rotulado como ?teórico da conspiração? ou ?fanático religioso?.

Isso é um grande indício de segurança.  Toda vez que alguém se recuse a até considerar uma visão contrária às crenças popularmente sustentadas, dever-se-ia questionar em tom elevado aquela visão que tem qualquer validade que seja, até mais do que outras visões.  Pontos de vistas válidos tomam ambos os lados de um argumento com peso igual e aceitam qualquer potencial nova informação e são testados sem preconceitos contra uma hipótese dominante.  Porém, é costumeiro que as visões que não podem ser apoiadas por evidência prefiram engajar-se em ataques ?ad hominem? questionando o caráter da pessoa em vez da evidência apresentada.

Lembre também que todas, todas as minorias, provavelmente um total de meros milhares de pessoas da população inteira do mundo, já realizou qualquer pesquisa real e ativa em quaisquer áreas científicas para promoverem evolução, dinossauros etc.  Como resultado, você deve entender que a maioria das pessoas que aceita a evolução são somente crentes por fé, porque não fizeram a pesquisa por si mesmas.  Ler algo num livro não conta como pesquisa.

Se alguém decida escrever que homens podem vir de alienígenas (tal como a Cientologia em algum perímetro), você não pode acreditar nisso somente porque alguém mais o fez sem pesquisar por si mesmo.  Porém, a maioria das pessoas não têm tempo, energia, dinheiro ou atitude para fazer qualquer pesquisa ativa por si mesma, de modo que apenas acreditam no que leram na escola e livros de faculdade sem questioná-los.  Isso é um assunto sério; mas não somente que, deve-se aceitar como resultado, essas pessoas estão acreditando na evolução por terem fé (em livros), que é uma crença religiosa, não uma crença científica.

Porém, mantenha em mente que apesar da percepção que a maioria das pessoas acredita na evolução e teorias subseqüentes, isso não é verdade.  Em verdade, a maioria do mundo não é ateu; em verdade, cerca de 80% a 90% da população mundial acredita em alguma forma divina.

A única razão que aparenta ser mais de 10% do mundo aqueles que acreditam na evolução é porque evolucionistas controlam o sistema midiático e educacional.  Em verdade, até 90% dos instrutores educacionais e professores não acreditam sinceramente na evolução, mas por medo de perderem trabalho e carreira são forçados a ensiná-las.  É precisamente os 10% ou menos de pessoas que sustentam uma visão ateísta do mundo que tendem a falar mais alto do que qualquer outro.

(4) Dinossauros eram muito grandes para terem existido nas fronteiras das leis da física

As leis da física e gravidade impedem a existência de criaturas tão gigantescas quanto os dinossauros.  Houve muitas tentativas para justificar isso, mas o fato é que sem mudar as leis da física, isso não é possível.

Em verdade, alguns já tentaram mudar as leis da física sugerindo que a gravidade era mais fraca na era pré-histórica.  Porém, essa noção é pseudo-ciência.  Qualquer um que conheça algo a respeito de física pode lhe dizer que tal noção é pura ficção.

Devido aos princípios da gravidade, massa e limitações de anatomia muscular em qualquer forma de vida, não seria possível para qualquer animal pesar mais de 9 toneladas e meia para ser capaz de levantar seu próprio peso (Holden, 1994).  Porém, o Brontossauro é suposto ter pesado mais de 31.780 kg, e outros assim-chamados saurópodes supõe-se serem muitas vezes maior do que isso.

Há também o assunto do tamanho do pescoço ? um animal pescoçudo daquele tamanho nem mesmo seria capaz de levantar seu pescoço.  Em acréscimo, a pressão de seu sangue seria bastante elevada para ser capaz de viver.  Seu coração explodiria literalmente.  Como referência, uma girafa tem um pescoço longo, e mesmo com seu relativamente minúsculo tamanho em comparação a saurópodes, uma girafa está essencialmente no pico da pressão sangüínea que seja possível viver, tendo a pressão sangüínea mais elevada do que qualquer outro animal.

Por último, há o assunto das leis da física relacionadas ao vôo.  O gigante pterossauro não poderia ter voado porque a amplitude de sua asa teria que ser bem maior para apoiar seu peso gigantesco.  Isso simplesmente não era possível.  Quem quer que tenha inventado o gigante pterossauro claramente não era muito familiar com as leis da física e do vôo.

Pode ter tido algo a ver com o fato que humanos não compreenderam completamente os princípios envolvendo o vôo até o início do século XX**.  Quando você está criando uma criatura mitológica, pode ser difícil fazê-la adequada com as leis da física quando você nem mesmo as conheceu.

(5) Falta de evidência perpétua de fósseis ? qualquer um deveria achá-los no quintal

Se os dinossauros vagaram pela Terra e estavam por toda parte, e tais criaturas eram gigantescas, bestas gigantes, então deveria haver devastadoras evidências por toda a parte que olhássemos.  Você iria jardinar e encontrar dez ou vinte gigantescos ossos toda vez que você tentasse plantar algumas sementes.

As pessoas estariam construindo casas com esses ossos porque haveria um monte deles.  Quem precisa de tijolos quando se tem fósseis?  Seus filhos iriam brincar no quintal e eventualmente voltar com um petrificado osso de dinossauro.  Porém, nunca houve uma ocorrência em que alguém acidentalmente encontrou um osso de dinossauro.

(6) Datação por radiocarbono, também conhecida como datação do Carbono 14, não pode regredir por mais que 40 mil anos

Até cientistas evolucionistas aceitam que a datação do carbono é totalmente ineficaz em medir tempo.  Não somente é ineficaz com relativamente curtos períodos de tempo, mas a teoria inteira é baseada numa premissa que essencialmente diz que a máxima quantidade de anos que pode ser usada para isso são 40 mil anos.

Usar datação de radio carbono para dizer que os dinossauros existiram 65 milhões de anos atrás é algo semelhante a usar um termômetro para medir a altura do Monte Everest.  As únicas pessoas que você enganará são pessoas que não sabem o que é um termômetro.

De acordo com Luigi Cavalli-Sforza, um geneticista evolucionista da Universidade de Stanford, que escreveu o livro, "Genes, People, and Languages" publicado em 2000,

?As datas mais cruciais na moderna evolução humana estão infelizmente além do alcance do método radio carbono, que tem um limite de aproximadamente 40.000 anos? (Cavalli-Sforza, 2000, p. 61)

Em acréscimo, o evolucionista Richard Dawkins, autor do famoso livro, "O Relojoeiro Cego", tinha isso a dizer sobre a datação de radio carbono:

?Diferentes tipos de decaimento radioativo baseado em cronômetros geológicos funcionam em diferentes medidas.  O cronômetro do radio carbono voa ao redor de uma grande medida, tão rapidamente que, depois de alguns milhares de anos, sua elasticidade fica quase sem intensidade até o relógio não ser mais confiável.

É útil para datação de matéria orgânica sobre divisões de tempo arqueológicas/históricas, onde estamos lidando com centenas ou milhares de anos, mas isso não é bom para as divisões de tempo evolucionistas onde estamos lidando com milhões de anos? (Dawkins, 1986, p. 226).

Assim, mesmo os cientistas evolucionistas da elite no mundo afirmam que a datação de radio carbono é impossível de utilizar para determinar a idade ou existência dos dinossauros.

(7) Dinossauros não existiam na mitologia em qualquer cultura antes do século XIX

Para um conjunto de criaturas que supostamente foram tão predominantes, tão fortes e tão populosas, ao ponto de nunca figurarem em qualquer mitologia cultural em qualquer época da história, desafia a lógica que tais criaturas tivessem de fato existido.

Em lugar, a mitologia dos dinossauros não se espraiou até por volta do século XIX.  Desde então, e especialmente desde o século XX, quando a ?Origem das Espécies? de Darwin (publicado em 1859) se tornou mais popular, os dinossauros se tornaram uma parte difundida na sociedade.  Hoje, vemos essas criaturas pré-históricas em livros de crianças, novelas, filmes, televisão e toda forma de mídia.

Porém, antes do século XIX, os Dinossauros estavam completamente ausentes da mitologia.  Nós não os vemos na Grécia, Roma ou qualquer tipo de mitologia.  Alguns historiadores alegam que alguns antigos chineses encontraram um fóssil de dinossauro, mas a evidência para isso é meramente incidental (em outras palavras, não há qualquer evidência real para isso).  Você não pode acreditar em tudo que você lê na Wikipédia.  E este é o ponto sobre o qual explicaremos abaixo.

Se, como disseram, os dinossauros vagaram pela Terra muito tempo atrás, gigantes, criaturas enormes que desafiavam a imaginação, então se tornariam o ponto focal de toda mitologia histórica.  Não há evidência incidental de algo que deveria ou não ser um dinossauro, aqui e ali.

Apesar de tudo, foi provado nos últimos 100 anos desde que os dinossauros nos foram introduzidos que uma vez que povo tenha capturado essa idéia, ela se tornou loucamente famosa.  Porém, se fosse verdade, teria sido loucamente famosa dezenas de milhares de anos atrás.  Mas não foi.  Nem uma única referência absoluta é encontrada.

Referência absoluta é a peça-chave.  Não uma referência que deveria ser uma grande baleia ou elefante ("leviatã" e "um grande hipopótamo" na Bíblia).  Se tais criaturas gigantescas existiram, não seria uma ou duas referência ambíguas aqui e ali.  Não, se fosse verdade então você ouviria bem especificamente a respeito de gigantescas criaturas com cabeça gigantes, dentes ferozes e braços minúsculos (Tyrannosaurus Rex), criaturas gigantes pacíficas que eram muitas, muitas vezes maior do que as maiores craituras conhecidas como elefantes (Brontossauros), e muito rápidas e inteligentes criaturas com garras de 9 polegadas e dentes e mentalidades feitas para a caça (Velociraptor).

Lembre-se, nada de referências ambíguas uma ou duas vezes que poderiam ser algo mais.  Haveriam de ser milhares, até milhões de referências que são muito específicas.  Por exemplo, não é como pensamos que referências a um dragão pudessem ser referências, como exemplo, a um grande pássaro.  Não.  Mitologia é bem clara a respeito de dragões serem répteis grandes, voadores e que exalam fogo; e dragões são extremamente impregnantes por toda mitologia.

Não pense que se os dinossauros existissem, mitólogos como Homero teriam capitalizado nisso na sua "Ilíada e a Odisséia" e outros famosos escritos mitológicos e grandes estórias? Não, em vez disso encontra-se muitas criaturas mitológicas como Cíclopes, sereias e cavalos falantes.  Mas nenhuma referência a dinossauros.

Não vemos absolutamente nenhuma referência específica aos dinossauros na mitologia.  Nem uma referência absoluta.  Se a história tivesse nos ensinado qualquer coisa, criaturas fantásticas, até ficcionais, capturaria a imaginação e se tornaria penetrante por toda mitologia.  Demônios, trolls, e até dragões são algumas das criaturas famosas.  Mas nenhuma mitologia referenciou qualquer dinossauro.  Nem uma única em qualquer tempo.

Nem uma única vez na história, antes do século XIX, qualquer dinossauro foi especificamente mencionado; mas se fosse verdade que eles realmente existiram, então muitos, muitos dinossauros seriam referenciados incontáveis vezes.  Assim, evidência histórica sugere fortemente que a existência de dinossauros é altamente improvável.

(8) Um esqueleto completo ou um dinossauro nunca foi encontrado ? nem perto disso

Você vai a um museu e vê esqueletos de dinossauros.  Pelo menos, você pensa que sim.  Veja, aqueles dinossauros são amálgamas de várias coisas ajustando-se a ossos de galinha, a ossos aleatórios, a ajustar-se a esculturas de gesso.  Nem mesmo os dentes são reais.  Vários ossos que foram encontrados haviam sido alegados pertencer a um dinossauro.

Porém, nenhum esqueleto de dinossauro já foi encontrado.  Os únicos poucos que foram, provaram-se depois serem fraudulentos.  Como resultado, o único meio de criar um esqueleto de dinossauro para um museu é literalmente fazê-lo.  Isto é, eles têm de criar o que pensam que deveria parecer preenchendo 99% dos ossos com outras coisas para fazer o que eles pensam o que seria a coisa completa.

Porém, é mais provável que os poucos ossos que foram encontrados pertenciam a outros animais.  Assim, o que você vê num museu não é nada mais do que uma rendição do artista ao que eles pensam como dinossauros pareceriam se tivessem existido.  Se eles colocam num esqueleto de um dragão, você provavelmente também acreditaria, especialmente se eles lhe contassem nas suas aulas de ciências que dragões existiram e poderiam até mesmo falar inglês.

(9) Há mais evidência para a pressuposição de dinossauros do que o reverso

Pressuposição é um termo filosófico que significa que você cria uma evidência baseada numa premissa assumida.  Na filosofia, quaisquer argumentos pressupostos são costumeiramente descartados.

Pra ficar mais claro, a idéia de dinossauros foi primeiramente imaginada, e depois os cientistas tentaram procurar por evidência que eles existiram.  Porém, isso não é como a ciência trabalha.  Isso é anti-ciência, ou pseudo-ciência.  O método científico dita que no intuito de assumir uma noção científica válida, deve primeiro ser descoberta, e somente depois criar as teorias baseadas somente no fato científico.

Em lugar, porém, os dinossauros foram primeiramente imaginados, e depois esqueletos inteiros foram desenhados por artistas criativos; e então depois eles tiveram o que pensavam que pudesse existir.  Eles saíram e tentaram encontrar evidência que sua teoria existia.  Eles encontrariam um osso, e pensaram: "bem, isso poderia ser similar ao que imaginei como pareceria um osso de dinossauro", enquanto sustentava um osso de vaca ou de baleia.

É como desenhar uma figura de uma criatura imaginária que você pense que pudesse ser capaz de existir e depois tentar encontrar a criatura imaginária na vida real.  Não vai ocorrer a não ser que você faça acontecer.  Isso é exatamente o que ocorreu com a teoria dos Dinossauros.  Poderiam existir os dinossauros? Talvez.  Mas é provável? Não baseado na ciência como nós a conhecemos.

(10) Mesmo um evento ao nível de extinção não teria destruído os dinossauros que viviam no oceano

Um evento a nível de extinção, tal como um cometa gigante colidindo com a Terra, ou talvez uma doença que exterminou todos os dinossauros, somente teria impactado os dinossauros terrestres e dinossauros de águas rasas, não aqueles no oceano profundo.  Se um tal evento fosse apontado como razão pela qual os dinossauros "fossem extintos", não teria se aplicado aos dinossauros do oceano profundo que estariam vivos até hoje.

Veríamos hoje esses dinossauros de todos os tamanhos ? gigantes, de tamanhos médio e pequeno ? todo o tempo através de redes de águas profundas, redes de pesca, às vezes levado pelas águas até a costa, o mergulhador ocasionalmente devorado e o submarino destruído, e veríamos até evidência fotográfica tirada de máquinas submergíveis.  Porém, nenhuma dessas evidências está presente, o que significa que mais certeiramente um evento ao nível de extinção não poderia ser a razão pela qual nós não vemos quaisquer dinossauros na Terra.  A única solução plausível é que eles não poderia ter existido cientificamente.

CONCLUSÃO

Assim, a teoria dos Dinossauros é uma fraude? Talvez.  Ou é verdade que gigantes dinossauros vagaram pela Terra nos dias pré-históricos?  Talvez.  Porém, é provável que tais gigantescas criaturas chamadas dinossauros existiram? Não baseado em evidência científica devastadora.

A única coisa que é certa é que é impossível saber com certeza, sem viagem no tempo.  Porém, deveriam ser ensinado aos nossos filhos teorias como se elas não fossem um fato? Isto podemos afirmar com mais certeza: não, absolutamente, não mais do que você lhes conta que dragões, espíritos ou trolls existem.  Em verdade, baseando-se em evidência histórica, é mais provável que dragões e trolls existiram do que os dinossauros.

Referências:

Anderson, J. F., Hall-Martin, A., & Russell, D. A. (1985). Long-Bone Circumference and Weight in Mammals, Birds, and Dinosaurs. Journal of Zoology, London (A) 207: 53-61.

Cavalli-Sforza, Luigi. (2000). Genes, Peoples, and Languages. New York: North Point Press.

Dawkins, Richard. (1986). The Blind Watchmaker. New York: W.W. Norton.

DinoBuzz. (n.d.). What Killed The Dinosaurs: The Invalid Hypothesis. Disponível em http://www.ucmp.berkeley.edu/diapsids/extincthypo.html

Holden, Ted. (1994). Dinosaurs and the Gravity Problem. Disponível em http://www.bibliotecapleyades.net/ciencia/ciencia_dinosaurs01.htm

James , Frances C. & Pourtless IV, John A. (2009). Cladistics and the Origins of Birds: A Review and Two New Analyses. Ornithological Monographs, 66:1-78.

Lyons, Eric. (2007). Evolution and Carbon-14 Dating. Disponível em http://www.apologeticspress.org/APContent.aspx?category=9&article=307&topic=59

NPR News. (2012, December 9). Forget Extinct: The Brontosaurus Never Even Existed. Disponível em http://www.npr.org/2012/12/09/166665795/forget-extinct-the-brontosaurus-never-even-existed

Oregon State University. (2009, June 9). Discovery Raises New Doubts About Dinosaur-bird Links. Disponível em http://www.sciencedaily.com/releases/2009/06/090609092055.htm

Rabbit Problems in Australia. (n.d.). Disponível em http://www.animalcontrol.com.au/rabbit.htm

Wozney, David. (2010, September 14). Dinosaurs: Science Or Science Fiction. Disponível em http://loveforlife.com.au/content/10/09/14/dinosaur-deception-dinosaurs-never-existed-dinosaur-fossils-are-hoax-dinosaurs-scie


Fonte: https://judaismoemaconaria.blogspot.com/2017/05/as-dez-maiores-falhas-cientificas-na.html

Definindo ?perversão sexual? - 30Mai2017 17:52:00


por Henry Makow Ph.D.

Num mundo controlado por um culto satânico que encoraja todo desejo, o significado de "perversão" foi obscurecido.  Perversão é algo que se desvia do saudável e natural.  A palavra "perverso" é sinônimo de "doente".

Realidade (em oposição à realidade social) é governada por um desenho imanente ? uma ordem moral e natural ? a qual reflete o propósito e sabedoria do Criador.  Quando obedecemos sua ordem, ficamos felizes e temos sucesso.

A essência do Satanismo é desafiar Deus e inverter sua ordem: Tornar o não-natural e doente parecer natural e saudável.  Essencialmente, um culto satânico controla e explora seus membros os corrompendo e pervertendo.  A sociedade Ocidental é um culto satânico.

SEXO

Depois da sobrevivência, o sexo é nosso mais poderoso instinto natural.  A natureza fez o sexo prazeroso para assegurar a sobrevivência das espécies.  Tornar esse poderoso instinto um fim em si mesmo, para prazer sensual, é perversão.  Em nossa sociedade satânica, o sexo é uma obsessão e recreação em tempo integral.

O charme feminino é, na maior parte, uma função de fertilidade.  Poucas mulheres são sexualmente atrativas aos homens depois da menopausa.  A atração masculina a mulheres férteis é grandemente baseada em planejamento reprodutivo.

Perversão sexual é medida pela distância de como um ato sexual encontra-se do contexto geral da procriação (Não excluo o controle de natalidade).  Desta forma, pedofilia, incesto e homossexualismo (sodomia) são formas extremas de perversão sexual porque elas não contribuem em nada para a procriação.  Promiscuidade sexual é uma forma mais suave de perversão porque impede a formação de casamento e família.  Moralidade entra como equação quando outras pessoas estão feridas.

Perversão sexual é chata, degradante e auto-destrutiva; isso é o motivo pelo qual elas devem utilizar-se de drogas e aumentar o valor da aposta.

Em uma sociedade saudável, intercurso seria confinado ao casamento ou pelo menos a relacionamentos comprometidos de longo prazo, fundados em compatibilidade e amor.  Desta forma, energia sexual consagraria e fortaleceria os laços do casamento e forneceria um firme fundamento para a família.  Mulheres querem ser desejadas com exclusividade, e não usadas e descartadas.

Mulheres jovens foram enganadas a pensarem que promiscuidade é "empoderamento."  Elas estão em confusão.  Seus instintos lhes dizem a casar e propagar, mas a sociedade lhes diz a perseguir carreiras, beber e fornicar com estrangeiros.  Na verdade, o casamento é que é empoderamento.  Casamento assegura que uma mulher é amada como um ser humano e não usada como um objeto sexual.

"Sexo livre" desumaniza e degrada tanto homens quanto mulheres pela promoção de intimidade física sem intimidade humana.  É transformar milhões de mulheres jovens em putas e atrizes pornô.  Sim, há um lugar para o sexo como uma fonte de prazer.  O lugar é o casamento.

COMUNISMO É SATANISMO, QUE É A NOM

Criado pelos cabalistas, comunismo sempre representou o compartilhamento comunal das mulheres e destruição da família.  "Liberação" sexual é o método primário da possessão satânica.  Desta maneira, os cabalistas promovem sexo anônimo e pornografia.  No fim das contas, eles querem abolir o casamento e a família.  O estado tomará conta total da procriação, da mesma forma que a educação.

Os cabalistas promovem o homossexualismo, que é definido pelo seu credo - "sexo como causa final".  Eles atacam o sexo, que é uma parte essencial da ordem natural, e tentam fazê-lo parecer não-natural.  Eles atacam o recato natural das mulheres promovendo banheiros assexuados.  Em educação sexual, eles ensinam às crianças pré-púberes a respeitarem o homossexualismo como normal e a se engajarem na sodomia.  Eles promovem promiscuidade às mulheres jovens como saudável.

Satanistas invertem doença e salubridade.  Eles fazem o que é doente e disfuncional parecer ser saudável e normal.  E não estamos incluindo a cultura da ganância e violência que eles estimulam, para não mencionar suas guerras incessantes e odiosos crimes de guerra.

O ponto principal é que perversão é o dogma da elite governante.  A humanidade está possuída satanicamente.  Fomos induzidos a um bem organizado e poderoso culto satânico.

Os cabalistas estão determinados a escravizar a humanidade, mentalmente e espiritualmente, se não fisicamente.  Vigilância massiva gratuita da NSA e FBI confirma isso.  Os pervertidos cabalistas querem assegurar que a humanidade perderá seu destino divino.  Nossos líderes políticos e culturais são traidores, oportunistas ou pior que isso.  Mas, graças à Internet, a humanidade está despertando para às suas verdadeiras aflições.


Fonte: https://judaismoemaconaria.blogspot.com/2017/05/definindo-perversao-sexual.html

Plano de 10 pontos para Judaizar a Igreja Católica - 30Mai2017 17:49:00

Arai Daniele e família

?O primeiro ponto reza: ?Lembre-se que um só Deus fala a todos nós através do Antigo e do Novo Testamento?.
«O Judaísmo moderno, porém, não bíblico, mas talmúdico, abandonou o primeiro e recusa categoricamente o segundo.»

Segundoponto: ?Lembre-se que Jesus nasceu de mãe hebréia da estirpe de David e do povo de Israel, e que o Seu perene amor e perdão abraçam o Seu próprio povo e o mundo inteiro.?
«É bem verdade, mas para que os homens desse mundo se convertam.»

Terceiro: ?Lembre-se que os primeiros discípulos, os apóstolos e os primeiros mártires foram hebreus.?  Sim, mas não fiéis ao Judaísmo.

Quarto: ?Lembre-se que o mandamento basilar do Cristianismo de amar a Deus e o próximo, já proclamado no Antigo Testamento [que o Judaísmo abandonou] e confirmado por Jesus [que o Judaísmo recusa], deve vincular seja os cristãos seja os judeus em toda relação humana, sem nenhuma exceção.? Mandamento obrigatório para todo homem, mas ao qual o Judaísmo não se considera vinculado e não pratica.  Aqui estamos em cheio na já citada ?falaz impressão.?

Quinto: ?Evite-se distorcer ou representar falsamente o Judaísmo bíblico ou pós-bíblico para exaltar o Cristianismo?.  Mas este, dede o seu Fundador nunca precisou falsear nada, em especial para se exaltar a si mesmo.  Nunca foi preciso, basta estudar um pouco a história.

Sexto: ?Evite-se usar o termo judeu no sentido exclusivo dos inimigos de Jesus para nomear todo povo judeu?.

Sétimo: ?Evite-se apresentar a Paixão de modo a transferir o ódio pela morte de Jesus a todos os judeus ou só aos judeus.  Só parte dos judeus de Jerusalém pediu a morte de Jesus, e a mensagem cristã foi sempre de que foram os pecados do gênero humano, figurados por aqueles judeus, nos quais todos têm parte, a levarem Cristo à Cruz?.

Oitavo: ?Evite-se referir às maldições escriturais, ou ao grito da turba enfurecida: seu sangue caia sobre nós e sobre nossos filhos, sem lembrar que este grito não deveria contar diante das palavras de peso infinitamente maior de Nosso Senhor: Pai perdoe-os, porque não sabem o que fazem?.

Nono: ?Evite-se promover a supersticiosa noção que o povo judaico seja reprovado, maldito, reservado a um destino de sofrimentos?.

Décimo: ?Evite-se falar dos judeus como se os primeiros membros da Igreja não tenham sido judeus?.?

(Arai Daniele, Segredo de Fátima ou Perfídia em Roma?, Editora Promissio, pp. 151-143)


Fonte: https://judaismoemaconaria.blogspot.com/2017/05/plano-de-10-pontos-para-judaizar-igreja.html

Movimento LGBT foi fundado por Judeu comunista - 30Mai2017 17:45:00

Em 14 de maio de 1868 nasceu Magnus Hirschfeld, na cidade de Kolberg, na Alemanha, de uma família judaica.  Hirschfeld foi um dos fundadores do lobby homossexual e criador do termo "racismo".  Hirschfeld estimulou um tamanho desgosto na Alemanha que foi espacando até a morte.

Depois de estudar medicina e filosofia e aberto um consultório médico, Hirschfeld iniciou sua carreira política em 1897, quando fundou o "Comitê Científico Humanitário" (WHK), em Berlim.  WHK foi a primeira organização política para gays na Alemanha, e foi fundado no aniversário de Hirschfeld, 14 de maio.  O objetivo era trabalhar pela abolição que criminalizava o homossexualismo entre os homens.

Em 1919, Hirschfeld fundou o Instituto de Ciência do Sexo, onde concentrou-se em pesquisa científica de desvios sexuais combinada com ação e educação política.  O instituto se tornou um local de encontro para gays e transgêneros ao redor do mundo.  Por exemplo, visitou o Social Democrata Eric Thorsell, um fundador do movimento gay na Suécia, Instituto Hirschfeld, no início da década de 30.  Ao redor, o Instituto aglomerou muitos importantes Judeus Marxistas, como Benedict Friedlander e Kurt Hiller, e o Sionista Albert Einsten.

O próprio Magnus Hirschfeld foi um Marxista e um Comunista.  Ele foi o primeiro apoiador do Partido Social Democrata, mas depois cooperou com o Partido Comunista (KPD), que ele celebrava como uma parte da batalha pela liberação gay.  KPD tentou o Projeto Hirschfeld para abolir a lei que criminalizava o homossexualismo entre os homens.  Isso ocorreu no parlamento Alemão, em 1924.

Hirschfeld engajou-se no Marxismo, assuntos gays e "liberação sexual" generlizada ? que também incluía apoio ao feminismo e aborto.  Em Berlim, criou, durante a década de 20, um ambiente homosexual decadente, que sucessivamente levou a formação daquilo que é descrito como o primeiro movimento mundial LGBT.  O movimento homossexual na Alemanha, com Hirschfeld como uma das figuras mais importantes, trabalhou com ardor para fazer de Berlim um local de encontro para os homossexuais de todo o mundo.  Um enxame de saunas e até jornais irrompeu em Berlim, e em 1922 sustentavam na cidade a primeira demonstração gay já vista, que é dita ter reunido 400 participantes.

O que muitos viam como um deliberado ataque na moralidade social criou reações na Alemanha.  Os jornais Nacional-Socialistas Völkischer Beobachter e Der Angriff respondiam e criticavam Hirschfeld em várias ocasiões.  Em 1933, quando os Nacional Socialistas chegaram ao poder, o lobby homossexual foi banido da Alemanha.  Hirschfeld, que fazia uma excursão com palestras nos Estados Unidos logo aprendeu que seu negócio não mais era bem vindo na Alemanha.  O Instituto Hirschfeld foi banido depois de uns meses e estudantes Alemães vandalizaram-no em 1933.  Porém, foram os Aliados que, ironicamente, destruíram a construção durante um bombardeio em 1943.

Hirschfeld foi também um formador de opinião em diferentes conceitos.  Foi Hirschfeld quem cunhou os termos "travesti" (1910) e "transsexual" (1923).  Foi Hirschfeld também que lançou o termo "racismo" a um conjunto amplo de espectadores. Quando os Nacional-Socialistas chegaram ao poder em 1933, Hirschfeld mudou o foco da liberação sexual para "lutar contra o racismo". Ele publicou, no final de 1933, durante seu tempo no exílio, o livro "Rassismus", que foi traduzido para o inglês poucos anos depois.  Isso foi uma tentativa de um estudo científico do racismo, mas a maior parte veio a conter superficialidades polêmicas.

Hirschfeld, que descreveu-se mais como um propagandista do que um cientista, usava os argumentos e explicações que conhecemos hoje.  Hirschfeld disse que a prova que raças não existem é porque "não existe uma raça pura" e destacou o fato que humanos podem cruzar, que de acordo com ele, significa que "há apenas uma raça".  Hirschfeld também argumentava que o "racismo" não é biologic e naturalmente sem qualquer coisa aprendida da tenra idade.

Hirschfeld morreu em 1935, na França.  Seus esforços tiveram um fim abrupto quando os Nacional-Socialistas tomaram o poder na Alemanha, mas poderia ser reiniciados depois que as ?forças do bem? ganhassem a Segunda Grande Guerra.  Tendo fornecido locais de encontro para o mundo gay, fazendo campanhas para homossexualismo em público e criado uma arena política para que o lobby homossexual lobby tivesse um comunista Judeu, Hirschfeld teve um profundo impacto no movimento LGBT de hoje.


Fonte: https://judaismoemaconaria.blogspot.com/2017/05/movimento-lgbt-foi-fundado-por-judeu.html

Irlandeses logo experimentarão extinção étnica - 26Mai2017 15:53:00

 
by Jude Duffy

A Irlanda tem um problema de imigração pior do que a Alemanha, Suécia, Inglaterra ou França.  Na O'Connell Street, a principal rua do centro Dublin, estrangeiros freqüentemente estão em maior número do que Irlandeses nativos numa taxa de bem mais do que 100 para um.  Os números oficiais dizem que imigrantes contabilizam por volta de 15% da população irlandesa ? percentual muito mais alto do que na maioria dos países europeus, mas ainda um imenso número subestimado.

Atualmente, dirigimos do centro de Dublin até sua periferia do norte sem ver um pedestre branco irlandês na rua.  Escolas em grandes partes de Dublin não têm quase nenhum aluno branco irlandês e lojas de conveniências, restaurantes e supermercados são compostos majoritariamente de Asiáticos do Sul, Africanos, Chineses e Europeus Orientais.

Ano passado, Merkel e seus sócios Rotchshild abriram as portas da Europa continental para milhões de "refugiados", mas sucessivos governos irlandeses bateram-na há cerca de 20 anos.  Desde meados dos anos 90 em diante, a Irlanda recebeu centenas de milhares de imigrantes.  Esse processo acelerou-se rapidamente desde meados de 2000 em diante ? até o ponto em que estrangeiros formam hoje uma maioria em muitas localidades.

Tome por exemplo o anteriormente sossegado povoado à beira mar de Balbriggan, somente 15 milhas ao norte de Dublin: o censo de 2011 declara que de uma população de quase 20 mil habitantes, 31% são etnicamente não irlandeses e 12% são negros.  Até cinco anos atrás, um passeio nas ruas indicava que esse número dizia menos do que a realidade do número de estrangeiros ali residindo.  De fato, Africanos predominam nas ruas a um tal nível que a linguagem popular renomeou a cidade por "Blackbriggan".

Realmente, ao invés de procurar colocar uma tampa no problema, a classe política irlandesa procura por novos imigrantes ? para todo o mundo como um tratador de galinhas chamando raposas para sua terra.  Somente duas semanas atrás, um barco naval irlandês "resgatou" quase 800 "refugidados" na costa de Tripoli e os embarcaram para a Irlanda.  A Grã-Bretanha diz que eles levarão vinte mil refugiados por um período de cinco anos; a Irlanda, uma economia muito menor, diz haver nenhum limite maior para o número que aceitarão.

NENHUM DEBATE NACIONAL

Ao contrário das crises de imigração Alemã, Sueca ou Britânica, não houve discussão, muito menos clamor a respeito dessa coordenada invasão à Irlanda de todos os recantos do mundo.  Em verdade, qualquer debate sobre o assunto reside exclusivamente se o Estado Irlandês e o povo Irlandês estão fazendo o suficiente pelas novas chegadas.  Jornais britânicos como The Sun e o Daily Mail encaram com indignação os problemas de imigração do Reino Unido, mas suas versões na Irlanda não denunciam qualquer preocupação similar da parte do povo Irlandês como cruel racismo.

Pelo mesmo sinal, os comentários na mídia Irlandesa sobre o referendo do Brexit invariavelmente reconheciam as "preocupações legítimas do povo inglês a respeito da imigração".  Nenhum argumento ali, obviamente, mas esses desabafos Anglo-Sio-Maçônicos considerem qualquer preocupação similar da parte do povo Irlandês a respeito de um proporcionalmente muito maior influxo, completamente fora de controle.

Não é de admirar que os supremacistas tribais Judeus retratam com destaque entre aqueles que promovem a causa da imigração na Irlanda, destacando-se dentre eles o político veterano Alan Shatter.  Shatter, um sênior por décadas de causas marxistas culturais e anti-nacionalistas, projetou a ascensão à proeminência da atual Taoiseach (Primeiro Ministro Irlandês) Enda Kenny ? ao ponto de um obscuro negociante TD (Membro Irlandês do Parlamento) ter lançado rumores de se tratar de um travesti.

SACANAS

Em 2008, o então Taoiseach Brian Cowen foi captado no microfone ao vivo no Dail Eireann chamando Kenny, Shatter, e o resto da delicada oposição do banco da frente do parlamento Galês de "Maçons Sacanas".  No espaço de poucas semanas dessa erupção, o governo de Cowen foi atingido por uma gigantesca crise financeira e econômica instigada por Goldman Sachs ? uma crise que fragmentou os últimos vestígios da independência política e econômica da Irlanda.  Cowen balançou no cargo por uns dois anos, até o ponto em que uma Cabala Maçônica em seu próprio partido o expulsou, e instalou um de seus irmãos, Michael Martin, como líder.  Depois da seguinte eleição geral no início de 2011, Kenny e seu camarada "Maçom sacana" tomou o poder.

Shatter não perdeu seu tempo em demonstrar que se responsabiliza pelo novo regime, avocando nada menos do que quarto ministérios: Justiça, Defesa, Igualdade e Reforma da Justiça.

Como Ministro de quase tudo, ele avidamente promoveu imigração em massa, e regularmente hospedava cerimônias elaboradas de cidadania em massa para os "novos irlandeses".

Como seus camaradas Sionistas, defensores das fronteiras abertas para a Irlanda, seu entusiasmo pela imigração para a Irlanda simplesmente encontra-se compatível com seu apoio por um estado de Israel que aprisiona e deporta africanos que buscam asilo, e é abertamente racista pela sua plena natureza.

Tribalistas Judeus, como Shatter, Ronit Lentin, e os ativistas marxistas culturais de múltiplos propósitos, Ivan Bacik, abundam nos movimentos "anti-racistas" e pró-imigração Irlandeses, mas seria fugir do problema implicar que somente os Judeus conduzem esse movimento.  A grande maioria das prostitutas políticas e mídias vendidas que promovem a imigração em massa na Irlanda é formada por, pasmem, cornos de descendência católica irlandesa, que cultivam ódio a si próprios.  E para onde a mídia venal direciona, o rebanho segue.  Lamente a gigantesca transformação demográfica da Irlanda e muitos irlandeses responderão na verdade com um sorriso tolo, com um jeito ?patológico altruísta? genuinamente feminino, "Certo, nós emigramos para toda parte" ? como se o Irlandês fosse obrigado a sucumbir num suicídio coletivo, simplesmente porque, como toda outra nação européia, teve uma história de imigração.

MACHOS EMASCULADOS

Para muitos irlandeses, a afirmação fundamental de sua masculinidade não é o orgulho pela sua própria nação, mas uma retardada obsessiva devoção a times ingleses de futebol como Manchester United ou Chelsea.  Eles exemplificam o fenômeno cultural que chamo de "macho mangina": aqueles que não têm qualquer estômago para desobedecer a patrulha de pensamento feminista e os engenheiros de suicídio nacional, e que, ao invés disso, compensam demasiamente adotando o estilo de vida da estúpida mídia corporativa, com claro intento diversionário, disponibilizando-lhes "principalmente" obsessivo interesse em esporte, carros, heavy metal, álcool, pornografia etc.

O site de Makow freqüentemente refere-se à atração dos cabalistas em projetar em seus inimigos as maquinações que eles mesmos perpetuamente se engajam.  Desde o fundação do novo estado, a maçonaria anglo-irlandesa tem empregado habitualmente essa técnica.  A literatura irlandesa, por exemplo, tem choramingado por muito tempo a respeito do poder da Igreja Católica e da "estreiteza mental do nacionalismo irlandês" supostamente utilizado com abrangência sobre a sociedade de outrora.

Asneira maçônica.  Mesmo na pesada alegada ?teocracia? católica de Eamon De Valera, maçons protestantes e Judeus dominavam todos os maiores bancos e indústrias na Irlanda.  Algumas delas, como a Guinness, continuaram empregando práticas anti-Católicas até na década de 60.  O principal jornal da Irlanda, Irish Times, somente teve seu primeiro editor nomnalmente Católico (muito nominal, ressalte-se) em meados dos anos 80.  Dois dos primeiros quarto presidentes irlandeses do Estado Irlandês eram Protestantes, muito embora Católicos contabilizavam mais de 95% da população.  O Trinity College Dublin, era uma outra cidadela protestante.

Quanto ao tormentoso assunto de abuso sexual clerical, alguns importantes protestantes anglo-irlandeses, para seu grande crédito, lamentavam como a mídia irlandesa e classe política deliberadamente suprimiam informação a respeito de abusos em denominações protestantes ? o claro intento da mídia venal era encorajar a falsa impressão que essa nojeira é um problema puramente católico.  E até o notoriamente pseudo-católico Arcebispo de Dublin revelou que o mesmo governo irlandês que cruelmente envergonha-se da Igreja por acobertar abuso sexual clerical, escreveu-lhe requisitando que permitisse colocar professores acusados de abuso sexual infantil a fim de continuarem ensinando em escolas Católicas!

FRACASSO DO NACIONALISMO

Há método em tudo isso.  Retratando os fundadores do estado irlandês como psicóticos sedentos de sangue, a fé Católico como uma religião toda-poderosa de sádicos pervertidos reprimidos, a mídia irlandesa anglo-sionista instiga o povo irlandês a admitir culpa pela própria existência de sua nação.  E, desnecessário dizer, essa forma psiquicamente ofensiva de se condução encaixa-se perfeitamente com a agenda de imigração em massa.

Não há quase nenhum movimento nacionalista branco na Irlanda para falar a respeito, parcialmente pelas razões já citadas, mas também porque nacionalistas irlandeses da velha escolha não podem ter qualquer contato com um movimento nativista anglo-branco, que, muito mais freqüentemente, detesta qualquer forma de nacionalismo irlandês, e está servirlmente dedicado às doutrinas ultra-judaico-maçônicas do Organenismo Britânico de Ulster (com entusiasmo nativistas anglo-brancos compartilham seus alegados inimigos com o movimento talmúdico Neocon).

Não que haja muitas antigas escolas nacionalistas deixadas de qualquer jeito.  Desde a década de 70 em diante, ambos os lados do Sinn Fein/IRA foram cooptados pelos seus inimigos anglo-maçônicos, e por mais bizarro que pareça, ambos agora atuam como porta-vozes pela agenda anti-nacionalista de imigração em massa e multiculturalismo.  O mesmo se aplica a todos os outros partidos politicos.  Realmente, a um perímetro sem paralelos a qualquer outra nação européia, a cultura Irlandesa é definida pela automática aderência às ideologias politicamente corretas.

ECONOMIA

Hoje, o país está numa fase pós-depressão.  Salários foram reduzidos, horas de trabalho aumentaram, e novos impostos draconianos lançados, todos em resposta a fabricada ?crise? econômica de 2008.  Shatter foi derrubado dos politicos da linha de frente, mas sua protegida Dama Enda permanence como Taoiseach pelas suas (envernizados?) unhas ? com um abertamente homosexual meio-indiano Leo Varadkar, esperando no seu flanco para tomar o comando.

Os mesmos lacaios do Goldman Sachs que impingem sua austeridade se afetam por não ver qualquer contradição em sua política de persistentes fronteiras abertas, para não mencionar fornecer abundância de auxílios sociais, de saúde e de educação, e por aí vai, a novos ingressantes.  As meretrizes políticas e a mídia venal defendem essa agenda gritando: "O partido acabou! O dinheiro não existe mais!"

Não é preciso dizer que eles nunca contornam explicando o porquê, se esse é o caso, de tantos donativos ainda abundantes para dezenas de milhares de imigrantes que são jorrados em nossos portos, aeroportos e fronteiras do norte todo ano.  A política econômica dos lacaios é como um pai doando as poupanças da família para capacitar mendigos corpulentos, enquanto forçam sua esposa e filhos a viver de pão seco e água.

Em razão de seus pequenos números (por volta de quatro milhões e meio), o volume massivo de novas chegadas, e a completa ausência de qualquer forma de resistência organizada, o nativo irlandês experimentará extinção étnica muito mais breve do que a maioria das outras nações ocidentais.


Fonte: https://judaismoemaconaria.blogspot.com/2017/05/irlandeses-logo-experimentarao-extincao.html

Judeus satanistas são Edomitas - 26Mai2017 15:49:00

por Sid Green

No movimento da verdade, freqüentemente nos referimos à conspiração como Judaico-maçônica.  Isso é preciso, porém penso ser importante saber que no interior do povo Judeu há pressões de povos não-Judeus que foram convertidos ao Judaísmo.

De acordo com Josefo em "Antiguidades Judaicas", por volta de 100 AC, João Hircano converteu os Edomitas ao Judaísmo.  Os Edomitas eram a prole de Esaú.  Deus avisou que os Judeus não se misturassem com os Edomitas.  Em Reis 2, 25, os Edomitas ajudaram os babilônios a destruir o primeiro templo.  Uma vez que Hircano converteu os Edomitas, eles tornaram-se influentes em Jerusalém entre os escribas, fariseus e o Governo Romano.  A mistura dos Romanos e Edom é descrita no Livro de Jasher, e a mistura entre os Judeus e os Edomitas é documentada na edição de 1925 da Enciclopédia Judaica.

Josefo também lembrou que muitos Fariseus e povos influentes eram Edomitas.  Herodes era um Edomita.  Eles usurparam as posições mais elevadas na tribo de Judá, e secretamente desejavam exterminar o verdadeiro povo Judeu.

Shabbatai Tzvi, o messias Satânico de 1666 chamou essa religião de "A santa religião de Edom".

Na doutrina de Shabbatai Tzvi e seu sucessor, Jacob Frank, a lei bíblica não mais se aplicava, porque o Messias (Tzvi) havia chegado.  Agora uma nova Tora estava em vigor.  O novo mandamento era pecar e reverter os Dez Mandamentos.

Em um livro escrito por Jacob Frank chamado uma "Coleção de provérbios do Senhor Jacob Frank", Frank transita sobre vários assuntos ocultos, e louva Edom.

No Provérbio 251 ele afirma: "Quando você merecer ir até Esaú (Edom), sentirá alegria que nunca sentiu". No Provérbio 590, Frank diz "Há deuses na terra, mas você não pode vê-los.  Eles são os únicos que dizem às pessoas fazerem todo tipo de coisas abomináveis ".

No Provérbio 2153, Frank diz, "Eu lhe digo, somente Esaú e Edom compreendem o Bem de todos os mundos.  Eu vejo que tempo está próximo, por essa razão eu lhe digo que minha ajuda virá de Edom."

Jacob Frank e os Rothschilds seguem essa doutrina satânica.  A ajuda das finanças na realidade veio dos Rothschilds, que aceitaram essa doutrina.

Os Edomitas sempre adoraram demônios.  A estrela de seis pontas era um símbolo que era usado para esse propósito.  Foi o brasão de Rothschild.  Rothschild significa "Escudo Vermelho" e "Edom" significa Vermelho.  As bandeiras do comunismo e da revolução são todas vermelhas.

JUDEUS FORAM OS PRIMEIROS A SEREM SUBVERTIDOS

Em resumo, as posições mais elevadas entre os Judeus Satânicos são ocupadas pelos Edomitas.  Enquanto se chamam por Judeus, são os piores inimigos do povo Judeu, tendo causado o holocausto (um sacrifício a Satã).

Os Edomitas estão por trás dos aparentemente "Judaicos" movimentos do comunismo, ateísmo, secularismo e o moderno sistema financeiro.  Essa doutrina ofendeu os Rabinos Ortodoxos que excomungaram os Sabbatianos/Frankistas.  Porém, depois da Segunda Grande Guerra, a maioria dos Judeus foi convencida a seguir doutrinas influenciadas pelas crenças Sabbatianas/Frankistas, tais como o Sionismo, Judaísmo Reformista e ateísmo.

Gershom Sholem, em seu ensaio a respeito dos Frankistas chamado "Redenção através do Pecado" descreve como os intelectuais Sabbatianos/Frankistas terminaram por se tornar os intelectuais seculares modernos, enquanto cobriam suas raízes.

Sholem: "Muitos de seus descendentes, particularmente na Áustria, ascenderam a posições de importância durante o século XIX, como proeminentes intelectuais, grandes financistas e homens de altas conexões políticas.  Tais pessoas, necessário frisar, dificilmente poderiam ter supostamente aprovado as tentativas de "expor" sua linhagem "corrupta".

Estamos falhando em enxergar a conexão entre o moderno pensamento secular e essa heresia satânica no Judaísmo? Enquanto alguns verdadeiros Judeus estão na conspiração (Jeremias 11, 9), a maioria da Judiaria Organizada como no tempo de Cristo, é dominada por Edomitas posando como Judeus.

Enquanto a teoria Khazar é popular, somente uma pequena percentagem da Judiaria descende dos Khazares.  Essa teoria é parcialmente correta, mas distorcida pela falsa oposição.  De acordo com David Livingstone, os Khazares descendem das tribos perdidas e os Edomitas também.  Na realidade, os Judeus da Sinagoga de Satã são Edomitas.


Fonte: https://judaismoemaconaria.blogspot.com/2017/05/judeus-satanistas-sao-edomitas.html

Diferenças raciais em inteligência - 27Dez2016 19:46:00



Cristãos são obrigados a falar a verdade.  Proclamar uma verdade impopular é sustentar o legado dos profetas de Deus.

Uma avaliação honesta da história afro-étnica demonstra que esse grupo raramente contribuiu ao progresso intelectual da humanidade.  Pesquisas sugerem que isso é devido à reduzida inteligência média.

O último parágrafo é heresia moderna, e simplesmente discutir essa verdade em alguns países é suficiente para ser atirado na cadeia por ?discurso de ódio?.  No mesmo ponto, porém, a verdade ser pronunciada.  A civilização ocidental não pode mais tolerar perniciosas mentiras igualitárias.

TESTES DE QI

Quase todo estudo científico conduzido confirmou que o QI médio afro-étnico é mais baixo do que as médias de asiáticos e euro-étnicos.

Testes de QI têm estudado as diferenças entre grupos étnicos por um século, [1] e as mesmas diferenças em inteligência existiram por décadas sem maiores mudanças. [2] O QI médio para americanos europeus é de 100, para afro-americanos é somente de 85. [3] Não obstante as mudanças sociais e econômicas, essa diferença persiste inalterada.

Em um livro publicado em 2006, O Professor da Universidade de Ulster, Professor Richard Lynn, concluiu que o QI médio de africanos sub-saarianos era de 67. [4] Depois de considerar essa peça de informação, a causa da disfunção da África se torna óbvia.  Africanos não são simplesmente inteligentes o suficiente como grupo para desenvolver uma civilização de Primeiro Mundo.

A antiquada definição médica de um ?idiota? é uma pessoa com um QI entre 50 e 70. [5] A África é um continente habitado com residentes mentalmente deficientes.  Cristãos podem não apreciar esses fatos, mas Deus aparentemente viu como adequado desenhar os grupos étnicos africanos com baixa inteligência média.

Um QI de 50 a 70 é associado com crianças euro-étnicas de 9 a 12 anos. [5] A África é um continente dominado pelos equivalentes mentais de crianças.  Comparações poderiam ser feitas com o ?Senhor das Moscas?.

Igualitaristas raciais poderiam negar a precisão dos testes de Lynn acusando-o de ?racismo?.  Mais importante, porém, é que a maioria dos cientistas de inteligência concorda com as conclusões de Lynn.

Em 1994, os maiores peritos em inteligência no mundo lançaram um documento para clarear suas crenças sobre inteligência e genética.  O documento intitulado ?Ciência Dominante em Inteligência? (Mainstream Science on Intelligence) foi publicado no Wall Street Journal.  Brevemente antes de sua publicação, a grande mídia começou a falsamente alegar que a ciência confirmou a igualdade étnica em QI.  Odocumento foi assinado por 52 dos principais cientistas em inteligência no campo.  Lê-se nele que:

?A curva de sino para brancos é centralizada aproximadamente no QI de 100; a curva de sino para afro-americanos aproximadamente em 85; e para diferentes subgrupos de hispânicos aproximadamente no meio entre aqueles de brancos e negros.  A evidência é menos definitiva para exatamente onde acima do QI de 100 as curvas de sino para Judeus e Asiáticos estão centralizadas?. [2]

NÃO É AMBIENTAL

Poderia ser sugerido que o QI é principalmente determinado pelo ambiente depois de observar que afro-americanos têm QIs médios mais elevados do que seus primos africanos.  Porém, essa disparidade é rapidamente explicada quando se considera que afro-americanos são misturados com euro-étnicos.  Seu DNA europeu tem os tornado mais espertos.

O Professor da Universidade de Harvard, Henry Louis Gates, escreveu em 2009 que ?Afro-americanos... são um povo racialmente misturado ou mulato ? profundamente e predominantemente.? [6]

Quanto maior ancestralidade africana alguém possua, mais provavelmente tem menor inteligência.  Cor escura geralmente indica QI mais baixo.  Uma publicação resumiu assim:

?Crianças negras com cor mais clara... têm QI médio mais elevado.  Na África do Sul, o QI das populações misturadas racialmente têm média de 85, intermediando os Africanos com 70 e os brancos com 100.? [7]

Essas conclusões politicamente incorretas têm forçado muitos euro-étnicos liberais a procurarem explicações alternativas para baixa inteligência afro-étnica.  Uma das explicações comuns é expressada como ?status sócio-econômico?.  Essa explicação assegura que se crianças afro-americanas pertencessem à mesma classe econômica que as crianças euro-americanas, a diferença intelectual atingida terminaria.  Nesse caminho é argumentado que a pobreza, em lugar da genética, seja a principal causa da baixa performance dos afro-étnicos.

Essa explicação, porém, tem sido explorada pelas ciências sociais e biológicas.  Um fato pouco conhecido é que estudantes afro-americanos provenientes de famílias com rendas anuais de mais de $160.000 pontuam menos do que aqueles estudantes euro-americanos provenientes de famílias com rendas anuais menores que $20.000. [8]

Em outras palavras, afro-americanos mais ricos são menos inteligentes do que euro-americanos empobrecidos.

O jornal ?The New York Times? expressou esse fato com pesar em 2010:

?Pobreza isoladamente não parece explicar as diferenças [em performance escolar]: garotos brancos pobres pontuam tanto quanto garotos afro-americanos que não vivem na pobreza, medida caso se qualifiquem para escolas com lanches subsidiados.? [9]

Nos anos 70, Richard Weinberg e Sandra Scarr conduziram uma investigação em que testaram e estudaram crianças pequenas afro-americanas que foram adotadas e educadas por pais euro-americanos de classe média-alta.  Os resultados foram surpreendentes.

Apesar de estarem cercados pela riqueza e cultura euro-étnica, ao tempo que as crianças tinham 17 anos seu QI era idêntico à média afro-americana em seu país natal.  O estudo sugeriu que educação e ambiente têm pouco efeito sobre inteligência, e que o QI é determinado primariamente pela genética. [10]

Como a ciência da inteligência expandiu-se desde os anos 70, cientistas têm se tornado mais e mais pessimistas a respeito dos efeitos do ambiente sobre o QI.  Hoje, a maioria dos peritos em inteligência reconhece que até os mais radicais movimentos ambientais têm pouco ou nenhum efeito sobre o QI adulto.

Em 2014, Gregory Clark, professor de economia na Universidade da Califórnia, escreveu uma coluna no New York Times explicando que economia e sucesso cognitivo eram largamente resultado dos genes herdados:

??estudos de adoção, em algumas formas a mais dramática das intervenções sociais, sustentam essa visão.  Um número de estudos de crianças adotadas nos Estados Unidos e países nórdicos mostram convincentemente que suas chances de vida são mais fortemente preditas de seus pais biológicos do que de suas famílias adotivas.  Nos Estados Unidos, por exemplo, o QI de crianças adotadas correlaciona-se com o de seus pais adotivos quando jovens, mas a correlação é próximo a zero na maioridade.  Há baixa correlação entre renda e realização educacional de crianças adotadas e aquelas de seus pais adotivos.? [11]

Se o ambiente tem quase nenhum efeito sobre a inteligência, então a performance inferior dos afro-americanos é quase certamente ligada a deficiências cognitivas produzidas pela herança genética.

Por quanto tempo o mito da igualdade intelectual étnica sobreviverá?  Por quanto tempo os americanos serão enganados sem perceberem que os afro-americanos não são intelectualmente capazes de sustentar a civilização ocidental?

Espantosamente, na medida em que a ciência têm constantemente desmantelado as falhas da igualdade étnica em inteligência pelo último século, essa idéia continua a dominar o pensamento popular.  Nas décadas precedentes aos anos 60, porém, a maioria dos americanos aceitava a verdade da desigualdade.  O mito igualitário somente representou consenso por cerca de 40 anos.

SENSO COMUM

Mesmo antes do teste de QI, escaneamentos do cérebro e registros estatísticos freqüentes, europeus sentiam intrinsecamente que afro-étnicos não eram tão inteligentes quanto asiáticos e ocidentais.

No início do século XIX, o famoso filósofo alemão Georg Wilhelm Friedrich Hegel desenvolveu uma filosofia de história que envolva toda região do mundo exceto a África.  Ele explicou sua lógica para excluir a África da história humana:

?O peculiar caráter africano é difícil de compreender, pela plena razão que em referência a isso, devemos abrir mão completamente do princípio que naturalmente acompanha todos nossos ideais ? a categoria da universalidade.  Na vida [negra] o ponto característico é o fato que a consciência ainda não chegou à realização de qualquer objetivo de existência substancial, - como por exemplo, Deus, ou Lei ? em que o interesse volitivo do homem esteja envolvido e em que ele perceba seu próprio ser.  Essa distinção entre si como um indivíduo e a universalidade de seu ser essencial, o africano na uniforme e não-desenvolvida unicidade de sua existência ainda não o atingiu; de maneira que o conhecimento de um Ser absoluto, um Outro e um Mais Elevado que seu individual, encontra-se inteiramente ausente.  O [negro], como já observado, exibe o homem natural em seu estado completamente selvagem e indomado.  Nós devemos colocar de lado todos pensamentos de reverência e moralidade ? tudo o que chamamos de sentimento ? se nós o compreendêssemos com razão; não há nada harmonioso com a humanidade a ser encontrado nesse tipo de caráter.  As descrições copiosas e circunstanciadas dos missionários confirmam isso completamente, e o maometismo parece ser a única coisa que de qualquer forma serve ao interior da extensão da cultura [afro-étnica]?

Nesse ponto deixamos a África, para não mencioná-la novamente.  Pois essa não é uma parte da história do Mundo; não tem qualquer movimento ou desenvolvimento a exibir.  Movimentos históricos nele ? isto é, em sua parte norte ? pertencem ao Mundo Asiático ou Europeu.  Cartago revelou ali uma importante fase de transição da civilização; mas, como uma colônia Fenícia, pertencente à Ásia.  Egito será considerado em referência à passagem da mente humana desde sua fase Oriental a sua fase Oriental, mas não pertence ao espírito Africano.  O que propriamente entendemos por África é o espírito não-histórico, não-desenvolvido, ainda envolvido nas condições da mera natureza, e que deve ser apresentado aqui somente como um limiar da história mundial.? [12]

Hegel pensava profundamente a respeito dos motivos pelos quais os afro-étnicos eram indignos de um lugar na história da humanidade.  Porém, Hegel estava somente expressando o sentimento geral de seus intelectuais contemporâneos.

Entre aqueles que concordavam com Hegel estava o famoso pensador escocês David Hume.  Ele escreveu no século anterior:

?Sou capaz de suspeitar [aqueles de descendência africana] ... sejam naturalmente inferiores aos brancos.  Nunca houve uma nação civilizada de qualquer outra aparência que a branca, nem mesmo qualquer indivíduo eminente tanto em ação ou especulação.  Nenhuma manufatura engenhosa entre eles, nenhuma arte, nem ciência.  Por outro lado, o mais rude e bárbaro dos brancos, tais como os antigos alemães, os atuais tártaros, têm ainda algo eminente a respeito deles, em seu valor, forma de governo.  Uma tal diferença uniforme e constante não poderia ocorrer em tantos países e eras, caso a natureza não tivesse feito uma distinção original entre essas raças humanas.? [13]

O afamado historiador Arnold Toynbee escreveu em seu livro de história, em 1934 que: ?será visto que quando classificamos a humanidade por cor, a única raça principal que não deu uma contribuição criativa a qualquer civilização é a raça negra.? [14]

A lista de pessoas famosas que reconheceram que afro-étnicos não eram tão brilhantes quanto eurasianos poderia ser facilmente expandida.

POR QUE IMPORTA?

Inteligência é vinculada ao sucesso e renda, violência e desviados sociais. [15] [16] Por todos os EUA, os afro-étnicos e Latinos estão sendo levados a odiar euro-étnicos americanos ?racistas? por ?reprimi-los?.  Crime, disfunção familiar, disparidades em educação e pobreza são todas culpadas de ?racismo? quando são, em verdade, causadas pelas diferenças genéticas desenhadas por Deus.

Afro-americanos são levados a detestar euro-étnicos americanos a respeito de uma situação grupal que não possuem controle.  Esse constante jogo de culpa está produzindo animosidade e ressentimento.  Afro-americanos acreditam que euro-étnicos são ?racistas?, e estes últimos se ressentem por estarem sendo culpados por algo que não podem remediar.  Muito pouco amor é possível em tal ambiente.

A verdade é a solução.  Somente depois que ambos os grupos reconheçam que o papel de Deus em criar essas disparidades pode nos mover na direção de caminhos possíveis a administrar essas desigualdades.  Se nunca aceitarmos a realidade, ódio e incompreensão crescerá.  A verdade nos libertará.

CONCLUSÃO

Antes das revoluções culturais dos anos 60, quase ninguém acreditava que os grupos étnicos eram mentalmente idênticos.  Desde o primeiro contato entre Europeus e Africanos ficou entendido que os Europeus eram os mais inteligentes entre os dois grupos.

O abandono dessa realidade é uma afronta à verdade e uma desgraça à nossa honestidade e inteligência.  Cristãos alegam servir o Deus que criou a humanidade, mas freqüentemente adoramos um ídolo igualitário que procura adulterar a criação de Nosso Senhor.

Apocalipse 22,15 ensina que aqueles que ?amam e praticam a mentira? não entrarão na Cidade de Deus.  Deus criou as disparidades genéticas em inteligência entre etnias, e Ele espera que os cristãos as reconheçam.  Podemos ser odiados por contarmos a verdade a respeito de diferenças étnicas em inteligência, mas por fazer isso assumimos o papel do profeta em uma era atéia de mentiras.

Se formos lutar contra a injustiça social, necessitamos saber o material com o qual trabalhamos.  Devemos entender o que pode ou não ser feito.  Somente depois que tivermos medido nossos recursos, seremos capazes de descobrir precisamente as soluções mutuamente benéficas para nossos problemas.

Não podemos amar nossos vizinhos sem sabermos como propriamente fazê-lo.  Não podemos ajudar os povos afro-étnicos se não entendemos a maneira comopensam.  Aprender é o primeiro passo para amar nossos vizinhos.

NOTAS

[1] Rushton, Philippe and Arthur Jensen. ?Thirty Years of Research on Race Differences in Cognitive Ability.? Psychology, Public Policy and Law (American Psychological Association). June, 2005. Via: University of Delaware. Acesso em 28 de Abril de 2016. http://www.udel.edu/educ/gottfredson/30years/Rushton-Jensen30years.pdf

EXCERTO: ??Nem a existência nem o grau de diferenças de raça em QI são um material de disputa, somente sua causa?, escreve os autores.  A diferença entre negro e branco foi encontrada consistentemente desde o tempo do sólido teste da Primeira Grande Guerra de 90 anos atrás a um sólido estudo de mais de 6 milhões de testagens em ambientes empresarial, militar e de ensino superior em 2001.??
EXCERTO: ??As diferenças de raça revelam-se com mais de 3 anos de idade, mesmo depois de adaptação na educação maternal e outras variáveis,? disse Rushton.  ?Portanto, elas não podem ser devido à educação pobre na medida em que isso não começou a exercer efeito.??

[2] Rushton, Philippe J. and Arthur Jensen. ?The rise and fall of the Flynn Effect as a reason to expect a narrowing of the Black?White IQ gap.? Intelligence journal. March-April 2010. Acesso em 28 de Abril de 2016. http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0160289609001561

EXCERTO: ?Numa análise de matemática e lendo as pontuações de tais testes, tais como o NAEP e o Relatório Coleman pelos últimos 54 anos, descobrimos que não houve qualquer estreitamento da diferença tanto de pontuações de QI quanto em realização educacional.  De 1954 a 2008, negros de 17 anos consistemente pontuaram mais ou menos no mesmo nível de brancos de 14 anos de idade, superando equivalentes de QI de 85 para 1954, 82 para 1965, 70 para 1975 e 81 para 2008.  Concluímos que as predições a respeito do estreitamento da diferença entre o QI de brancos e negros como um resultado de ascensão secular não tem fundamento.?

[3] Gottfredson, Linda. ?Mainstream Science on Intelligence: An Editorial with 52 Signatories, History, and Bibliography.? University of Deleware. 1995. Acesso em 28 de Abril de 2016. www.udel.edu/educ/gottfredson/reprints/1997mainstrea m.pdf

[4] Lynn, Richard. ?Race Differences in Intelligence.? WashingtonSummitPublishers (National Policy Institute). 2006. Page: 22-21 (PDF).
EXCERTO: ?Estudos do QI dos africanos na África Subsariana encontram-se resumidos na Tabela 4.1. Explicações dos resultados arrumados na tabela são dados quando apropriados.  Linha 1 fornece um QI de 64 para trabalhadores adultos de Camarões.  Linha 2 fornece um QI de 64 para jovens homens da República Central Africana aplicando uma técnica de curso de treinamento emu ma universidade na cidade de Bangui durante os anos de 1951 a 1955.  Linhas 3 até 5 fornecem o QI de 64 para amostras do Congo-Brazzaville coletadas ao mesmo tempo nas cidades de Brazzaville e Pointe-Noire.  Linhas 6,7,8,9 e 10 fornecem o QI de 64, 68, 62, 68, e 65 para Congo-Zaire.  Linha 11 fornece um QI de 59 para Guiné Equatorial.  Linha 12 fornece um QI de 80 para adultos em Gana.  O QIexcepcionalmente alto [80 para Gana] para a África Subsariana, possivelmente por causa da amostra veio da capital da cidade de Accra; o povo nas cidades da capital freqüentemente têm QIs mais elevados do que aquelas no resto do país, provavelmente porque há uma tendência para indivíduos mais inteligentes migrarem para a capital; QIs em Londres e Paris são mais elevados do que o resto da Inglaterra e França (Lynn, 1979, 1980).  Linha 13 fornece um QI de 62 para um amostra representativa extraída de Gana por inteiro?. A mais impressionante característica dos QIs de africanos na África Subsariana é que eles são consistemente mais baixos do que daqueles dos europeus especificados na Tabela 3.1 do Capítulo 3.  A mediana é 67 e é adotada como a melhor estimativa do QI dos africanos.?

[5] Wikipedia contributors, ?Moron(psychology),? Wikipedia, The Free Encyclopedia, https://en.wikipedia.org/w/index.php?title=Moron_(psychology)&oldid=654205686(Acesso 28 de Abril de 2016). Original Source: Zenderland, Leila (2001). Measuring Minds: Henry Herbert Goddard and the Origins of American Intelligence Testing. Cambridge University Press, ISBN 978-0-521-00363-6.
EXCERTO: ??Moron? foi cunhado em 1910 pelo psicólogo Henry H. Goddard a partir da palavra Grega Antiga ????? (moros), que significa ?estúpido? (oposta a oxy, que significa ?esperto? (ver também: oxymoron)), e utilizada para descrever uma pessoa com uma idade mental na maioridade entre 8 e 12 na escala Binet.  Foi uma vez aplicada a pessoas com um QI de 51?70, sendo superior em um grau a ?imbecil? (QI de 26?50) e superior em dois graus a ?idiota? (QI de 0?25).?

[6] Gates, Henry Louis. ?Michelle?s Great-Great-Great-Granddaddy?and Yours.? History News Network (George Mason University). October, 2009. Acesso em 28 de Abril de 2016. http://historynewsnetwork.org/article/118292
EXCERTO: ?Afro-americanos, assim como nossa primeira dama [Michelle Obama], são um povo racialmente misturado ou mulato?profundamente e predominantemente.  Fato: De forma geral, 58% do povo afro-americano, de acordo com o geneticista Mark Shriver da Morehouse College, possui pelo menos 12,5% de ancestralidade européia (novamente, o equivalente à de um bisavô). Na realidade, se eu analisei o y-DNA (que um homem herda exatamente de seu pais, e ele de seu pai etc.) de todos os jogadores negros na NBA, geralmente 1/3 (alguns entre 30 e 35%) descobriria, incrivelmente, que eram descendentes de um homem branco que engravidou uma negra, muito provavelmente uma escrava? Nos anos 60, éramos fãs em dizer que somos um ?povo africano?.  Bem, nosso DNA proclama em voz alta que somos um povo europeu, um povo multicultural, um povo tão negro quanto branco.  Deveríamos nos imaginar comoum povo afro-mulato, nossos genes recombinados naquele teste chamado escravidão.?

[7] Rushton, Philippe and Arthur Jensen. ?Thirty Years of Research on Race Differences in Cognitive Ability.? Psychology, Public Policy and Law (American Psychological Association). June, 2005. Via: University of Delaware. Acesso em 28 de Abril de 2016. http://www.udel.edu/educ/gottfredson/30years/Rushton-Jensen30years.pdf

[8] ?Family Income Differences Explain Only a Small Part of the SAT Racial Scoring Gap.? Journal of Blacks in Higher Education. 2009. Acesso em 28 de Abril de 2016. http://www.jbhe.com/latest/index012209_p.html

[9] Gabriel, Trip. ?Black boys score far behind white students: Poverty alone doesn?t seem to explain gap; expert cites ?racial differences.?? The New York Times. November, 2010. [The New York Times and NBC News.

[10] Jencks, Christopher and Meredith Phillips. ?The Black-White Test Score Gap: Why It Persists and What Can Be Done.? Brookings Institute. Spring, 1998. Acesso em 28 de Abril de 2016. http://www.brookings.edu/research/articles/1998/03/spring-education-jencks
EXCERTO: ?Quando crianças negras ou mestiças são educadas em lares brancos em vez de negros, seus testes como pré-adolescentes crescem dramaticamente.  Esses pontos dos adotados parecem cair na adolescência, mas isso poderia facilmente ser porque sua ambiente social e cultural assemelha-se àquele de outros adolescentes negros.?

[11] Clark, Gregory. ?Your Ancestors, Your Fate.? New York Times. February 1, 2014. Acesso em 28 de Abril de 2016. http://opinionator.blogs.nytimes.com/2014/02/21/yourfate-thank-your-ancestors

[12] Hegel, Georg. ?The Philosophy of History.? Dover Publications, 1956. Pages: 93-99. Via: University of Massachusetts. Acesso em 28 de Abril de 2016. http://www.umass.edu/afroam/aa254_hegel.html

[13] Hume, David. ?Of National Characters.? University of Virginia. Acesso em 28 de Abril de 2016. http://graduate.engl.virginia.edu/enec981/dictionary/03humeK1.html

[14] Vaughn, Leroy. ?Who Created Civilization?? Los Angeles Sentinel. October, 2000. Via: High Beam Research. Acesso em 28 de Abril de 2016. https://www.highbeam.com/doc/1P1-79456877.html

[15] Goodman, R and Simonoff and Stevenson. ?The impact of child IQ, parent IQ and sibling IQ on child behavioural deviance scores.? Journal of Child and Adolescent Psychiatry, Institute of Psychiatry. March, 1995. Acesso em 28 de Abril de 2016. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/7782405
EXCERTO: ?Numa amostra epidemiológica de 411, gêmeos de 13 anos de inteligência normal, tanto os pais quanto professores relataram mais problemas ambientais entre crianças com QI mais baixo.  Isso não era atribuível aos efeitos do QI parental ou classe social e não era completamente mediado por realizações escolásticas mais baixas.?

[16] Irwing, Paul and Richard Lynn. ?The Relation between Childhood IQ and Income in Middle Age.? The Journal of Social, Political, and Economic Studies. Summer, 2006. Acesso em 28 de Abril de 2016. https://www.questia.com/library/journal/1P3-1151105721/the-relation-between-childhood-iq-and-income-in-middle

EXCERTO: ?O presente estudo examina se esse resultado pode ser reproduzido na Grã-Bretanha.  Os dados são reportados para uma amostra nacional cuja inteligência foi obtida na idade de 8 anos e cuja renda foi obtida na idade de 43 anos.  As correlações entre QI e renda eram 0.368 para homens (n = 1280) e 0.317 para mulheres (n=1085).?


Fonte: https://judaismoemaconaria.blogspot.com/2016/12/diferencas-raciais-em-inteligencia.html

Duplafala: um dicionário cabalista - 27Dez2016 19:41:00



Linguagem política não é somente designada para criar mentiras que soam verdadeiras, mas para criar uma falsa nova realidade baseada na doentia agenda oculta e política cabalista.

O mal-estar humano é devido ao fato que os banqueiros cabalistas desejam depor Deus.

Na prática, isso significa que a realidade deve ser revolucionada.  Eles, e não Deus (Realidade), definem "Verdade".  Eles definem-na em termos de suas perversões e megalomania.  Como Otto Kahn admite abaixo, eles estão usando o povo Judeu como instrumento para impor uma servidão permanente à espécie humana.

"Devemos purificar a idéia [de Deus], identificando-o com a nação de Israel, que se torna seu próprio Messias.  O advento dele será facilitado pelo triunfo final de Israel... " (Otto Kahn).  Em outras palavras, a liderança Judaica, os banqueiros cabalistas, são Deus, e Judeus (e Franco-maçons) seus instrumentos.

Um sistema que revoluciona a realidade é satânico.  Mentiras são aceitas como verdade; mal é bom; doença é saúde; feio é belo e anti-natural é natural.  Judaísmo cabalista é um culto satânico que defende todas essas coisas.  Judiaria organizada e franco-maçonaria são seus instrumentos.

Como a humanidade é induzida à irrealidade, a própria linguagem inevitavelmente é invertida e se torna uma parte dessa opressão.

Abaixo, eu darei alguns exemplos do dicionário cabalista deturpado:

1. Um "Terrorista" é qualquer um que não tenha uma força aérea.  Terroristas que são treinados e financiados pelos cabalistas não são terroristas, mas "insurgentes".  Palestinos que atiram foguetes e matam 1 a 2 israelenses são "terroristas".  Eles têm "túneis do terror" embora nenhum ataque de terror tenha emanado deles.  Israelenses, que em 2014 usaram aviões, mísseis e bombas para matarem mais de 2.000 civis, incluindo 500 crianças e demolem edifícios não são "terroristas".  Eles estão "se defendendo".

Quando a Al Queda supostamente atacou o World Trade Center, eles são "terroristas".  Quando eles derrubaram a Síria de Assad, eles são "insurgentes".

2. "Ódio" e "discurso de ódio" é qualquer resistência ao plano de ódio em combustão de desumanizar e escravizar a espécie humana.  O Talmud que trata não-Judeus como animais destinados a servirem os Judeus é o ódio verdadeiro, mas nunca reconhecido como tal.  Ao invés disso, eles invertem a realidade e simulam que resistir a sua agenda Talmúdica seja is "ódio".

3. "Anti-Semitismo" é supostamente um preconceito racial.  Porém, banqueiros Judeus admitem usar os Judeus para substituir Deus, abolir todas as demais raças, nações e religiões, e estabelecerem uma distribuição satânica na terra.  Usar Judeus em seu modo é o verdadeiro "anti-semitismo".  A palavra-talismã cabalista "anti-semitismo" é na realidade resistência a esse ataque sobre Deus e o homem.

4. "Homofobia" é na realidade resistência ao ataque Judaico-cabalista sobre identidade sexual à guisa de "direitos gays".  O ódio real é heterofobia, o ataque sobre instituições heterossexuais como casamento e família.  Há quatro milhões de links para "homofobia" no Google, 25 vezes mais do que para "heterofobia" (160.000.)  Heterofobia é raramente reconhecida como uma palavra, um exemplo de como a linguagem é manipulada para transformar a sociedade.

5. "Racismo"  supostamente é a hostilidade para com outras raças.  Em verdade, quando eles não alegam ser superior, os assim-chamados "racistas" são os melhores amigos de outras raças, porque gostam de outras raças e não querem que elas desapareçam.  Eles celebram diferenças e reconhecem que a humanidade é uma família. Obviamente, ninguém deveria ser esperado fortificar sua herança racial e cultural para satisfazer a doentia agenda Sionista.  "Anti-racistas" favorecem miscigenação de forma que todas as raças menos os Judeus Israelenses desapareçam.

6. "Sexismo" é supostamente a hostilidade às mulheres.  Na realidade, sexismo é heterossexualidade.  Por reconhecerem as diferenças entre os sexos, sexistas são os melhores amigos da mulheres.   Similarmente, "feminismo" simula lutar pelas mulheres, enquanto negam sua feminilidade, encorajando o lesbianismo e privando-as de seu papel social especial de mãe e esposa.  Rejeitar o "sexismo" é odiar as mulheres, negar suas diferenças sexuais inerentes e defender as mulheres a comportarem-se feito homens.

7. "Diversidade" alega celebrar todas as diferenças étnicas e sexuais.  Na realidade, é voltado a conter a genuína diversidade, erradicando a influência da cultura (heterossexual) cristã européia.

8. "Isolacionista" é alguém que se opõe em usar os recursos de seu país e jovens para promover a agenda imperialista satânica dos banqueiros.  "Lutar pela liberdade" é na realidade lutar pela escravidão (despendendo os recursos nacionais travando guerras forjadas para enriquecer banqueiros e matar goyim).

9. "Direitos humanos" são privilégios conferidos a pessoas que podem ser usados para privar outras pessoas de seus direitos humanos.  "Direitos gays", por exemplo, são usados para minar a identidade heterossexual e da família de 98% da população, convencendo-os que doença é saúde e anti-natural é natural.

10. Ato "Patriótico". O nome usa a operação de bandeira falsa cabalista do 11 de setembro para destruir direitos humanos e justificar guerra e vigilância constante.  É o "Ato de Traição". Verdadeiramente, entramos numa orwelliana era da duplafala.

Cabalistas são, na realidade, criadores.  Eles criam realidade através de seu domínio no sistema educacional e nos mass media.  Naturalemente, eles se utilizam da linguagem para inverter a realidade e difamar seus oponentes.  Em suas mãos, a linguagem é nossa inimiga.

Vamos aproveitar essas palavras-talismãs e dizermos: sou orgulhoso de ser um "anti-semita, homofóbico, sexista e racista" porque isso significa que estou resistindo à tirania e defendendo minha identidade.  Eu quero diversidade real, direitos humanos e patriotismo, não duplafala?.

O único "ódio" e "terror" reais originam-se dos cabalistas que odeiam tanto o homem quanto Deus.

Eu saúdo suas sugestões para o dicionário cabalista.


Fonte: https://judaismoemaconaria.blogspot.com/2016/12/duplafala-um-dicionario-cabalista.html

Um Plano Judaico de Dominação Mundial - 27Dez2016 19:36:00




Um artigo publicado no Paris Review, Le Contemperain de 1º de Julho de 1880, intitulado 'Um Relato por John Readcliffe dos Eventos Político-Históricos Registrados nos Últimos 10 Anos' propunha ser uma conferência dada por um grande Rabino, Reichorn, em um Segundo encontro do círculo interno dos líderes Judaicos em Praga, em 1869, sobre a tumba do grande Rabino, Simeon-ben-Jehuda.  O documento é hoje difícil de encontrar.

Como de costume, os simpatizantes dos Judeus têm sido ligeiros em desacreditar o documento que é dito ser um protótipo para os Protocolos de Sião, embora seja totalmente diferente.  Em ?The Role of Conspiracy Theory in Shaping Modern History? (?O Papel da Teoria Conspiratória em Moldar a História Moderna?), de 2009, David Aronowitch alega que John Retcliffe foi o pseudônimo de Hermann Goedsche cujo romance "Biarritz" contém um capítulo "No Cemitério Judaico de Praga" que forma a base de seu ultimo relato.  Isso é similar a sua artificial desmitificação para ?Os Protocolos? envolvendo Maurice Joly.

La Via France, número 214, relatou que Readcliff foi assassinado brevemente depois da publicação do discurso.  O Judeu, Lisal, que lhe foi apresentado, morreu em um duelo.  Eis aqui alguns excertos do texto, comoeditado por the Britons, 40 Great Ormond Street, Londres, Inglaterra, as pessoas que publicaram os Protocolos:

Citação:

"Nossos padres delegaram aos líderes escolhidos de Judá o dever de encontrarem-se pelo menos uma vez em cada século ao redor da tumba do grande mestre Caleb, o Rabino santo, Simeon-ben-Jehuda, cujos aprendizados foram transmitidos aos eleitos de cada geração, poder sobre todo o mundo e autoridade sobre todos os descendentes de Judá.

Já agora, por 18 séculos tem durado a Guerra do povo de Judá contra esse Poder que foi prometido a Abraão, mas que dele foi arrancado pela 'Cruz', pisado sobre os pés, humilhado por nossos inimigos, constantemente sob o medo de morte ou perseguição ou roubo e de violação de todos o gênero.  O povo de Judá, porém, por nenhum meio sucumbiu.  E se nós somos dispersos pelo mundo inteiro, é porque o mundo inteiro nos deve pertencer.  Desde vários séculos atrás, nossos instruídos homens têm estado lutando bravamente e com a perseverança que nada pode destruir a 'Cruz'.

Nosso povo está gradualmente chegando ao topo e a cada dia nosso poder aumenta.  A nós pertence o deus de hoje, que Aarão nos construiu no deserto; esse bezerro de ouro, que é o deus universal dos dias atuais.  Desde o momento quando deveríamos ter feito de nós os únicos possuidores de todo ouro do mundo, o real poder passaria a nossas mãos, e então deveriam estar cumpridas as promessas feitas a Abraão.  O ouro é o maior poder no mundo.  O ouro, que é força, recompense, e os meios para todos os prazeres, tudo que o homem teme e cobiça; ali você tem o mistério; o profundo conhecimento do espírito que governa o mundo; ali você tem o futuro.  Dezoito séculos pertenceram aos nossos inimigos, mas o presente século e os futuros séculos deverão nos pertencer, o povo de Judá, e seguramente nos pertencerá.

Essa é a 10ª ocasião durante os 1000 anos da incessante e feroz batalha contra nossos inimigos que se encontraram no cemitério, diante da tumba de nosso grande mestre Caleb, o Santo Rabino, Simeon-ben-Jehuda.  Os líderes eleitos de Judá, no intuito de desenvolver meios de colocar a nosso favor os sérios erros e pecados que nossos inimigos, os Cristãos, estão sempre cometendo.  Em cada ocasião, o novo Sinédrio proclamou e pregou a luta sem misericórdia contra esses inimigos.  Mas em nenhum dos séculos precedentes nossos ancestrais tiveram êxito em concentrar em nossas mãos tanto ouro e, desta forma, tanto poder como no século XIX, que foram os anos de 1800, que quase já passaram.  Nós podemos, portanto, nos elogiar sem medo de nos enganar, que nós obtivemos nosso objetivo e podemos olhar com confiança para o futuro.  Os tempos de perseguição e humilhação, aqueles tempos sombrios e dolorosos, que o povo de Judá suportou com tal heróica paciência, felizmente se passaram graças ao progresso da civilização entre os Cristãos.  E esse progresso é o melhor escudo por trás do qual podemos ocultar e trabalhar no intuito de limpar com firmeza e cadenciar o espaço que ainda nos separa de nosso objetivo final.

Vamos simplesmente lançar nossos olhos sobre o estado material da Europa e examinar os recursos que os Judeus conseguiram coletar desde o início do presente século, somente pela concentração em nossas mãos do vasto capital que controlamos hoje nesse momento.  Assim, em Paris, Londres, Viena, Berlim, Amsterdam, Hamburgo, Roma, Nápoles etc., e entre os Rothschilds por toda a parte, os Judeus são os mestres da situação financeira pela posse de vários milhares de milhões.  Isso, sem contra que em cada localidade de medida de secundária ou terciária importância, há aqueles que mantêm fundos em circulação e em toda parte sem os filhos de Judá, sem sua direta influência, nenhuma transação financeira, nenhum trabalho importante pode ser realizado.

Hoje, todos os imperadores, reis e príncipes reinantes são esmagados pelas dívidas contraídas para a manutenção de imensos exércitos permanentes para empurrá-los até seus tronos rasgados.  O mercado financeiro calcula e regula essas dívidas e nós somos, em uma grande medida, os mestres do mercado financeiro por toda parte.  Nós devemos estudar, portanto, para encorajar esses empréstimos mais e mais de forma que possamos nos tornar os únicos controladores de todos os mercados e, tanto quanto possível, tomar para si como proteção ao capital que temos abastecido os países a exploração de suas estradas de ferro, minas, florestas, fundições, fábricas; desta forma, o próprio estado e o controle da tributação.

A agricultura sempre permanecerá a grande fonte de riqueza em todos os países.  A posse de grandes propriedades carrega consigo honra e influência para os proprietários.  Segue-se, então, que nossos esforços deveriam ser dirigidos em fazer dos Judeus ímas de imensos territórios.  Nós devemos, portanto, apressar o desmanche dessas grandes propriedades para que possamos adquiri-los muito mais rápida e facilmente.  Sob a pretensão de ajudar as classes trabalhadoras, devemos colocar todas as taxas sobre os grandes proprietários.  E quando essas propriedades devessem cair em nossas mãos, todos os trabalhadores e proletariado cristão se tornará para nós a fonte de imenso ganho.

Pobreza é escravidão, disse um poeta.  O proletariado é o mais humildes servo da especulação.  Mas opressão e influência são os mais humildes servos da mente que inspira e estimula a esperteza.  Quem, então, recusará aos filhos de Judá a inteligência, prudência e perspicácia?  Nosso povo é ambicioso, orgulhoso e ganancioso por prazer.  Onde há luz, há também sombra.  E não é sem razão que o nosso deus deu ao seu povo escolhido a vitalidade da serpente, a esperteza da raposa, a visão do falcão, a memória do cachorro, a solidariedade e o instinto gregário do castor.  Nós nos desenvolvemos no cativeiro da Babilônia e nos tornarmos poderosos.  Nossos templos foram destruídos e reconstruímos milhares de templos em seu lugar.  Durante 18 séculos nós fomos escravos e no presente século ascendemos sobre todos os demais povos.

É dito que inúmeros de nossos irmãos de Judá foram convertidos e batizados comoCristãos.  O que importa? Os batizados podem tornar-se muito úteis para nós.  Eles podem se tornar nossos auxiliares para marchar até novos horizontes, que ainda nos são desconhecidos.  Pois esses convertidos ainda nos pertence apesar do batismos de seus corpos, seu espírito e sua almasempre permanecerá fiel a Judá.  Em um século não haverá filhos de Judá que desejem ser cristãos, mas, ao reverso, cristãos que afluirão para nossa fé.  Mas, então, Judá os repelirão com desdém.  A igreja Cristã sendo uma de nossos mais perigosos inimigos, nós devemos trabalhar com perseverança para enfraquecer sua influência.  Nós devemos enxertar tanto quanto possível sobre a inteligência daqueles que professam a religião cristã, idéias de liberdade de pensamento, de dúvida, de cisma e provocar disputas religiosas.  Assim, naturalmente provocar divisões em seitas do Cristianismo; naturalmente devemos começar por desacreditar os ministros de sua religião.  Vamos declarar Guerra aberta sobre eles; sugerir suspeitas comosua devoção de sua vida privada e ridicularizá-los e zombá-los.  Nós devemos obter o melhor da consideração ligada ao estado e ao figurino.

O inimigo natural da igreja é a luz que vem da instrução e é o inevitável resultado de uma multiplicação de escolas.  Vamos nos preparar para ganhar influência sobre os jovens pupilos.  A idéia de progresso carrega consigo a igualdade de todas as religiões que, em sua volta, conduz à supressão na escola de lições de Cristianismo.  Os Judeus, pela sutileza e aprendizado, obterá sem dificuldade cadeiras e posições como professores nas escolas cristãs.  Por esses meios, a educação religiosa sera deixada ao círculo familiar e, comoem muitas famílias, não haverá tempo para cuidar desse ramo de instrução.  O espírito religioso enfraquecerá, pouco a pouco, e desaparecerá completamente.

Cada Guerra, cada revolução, cada choque político ou religioso, que vem a suceder no mundo Cristão traz mais próximo o momento em que nós deveremos obter o objetivo rumo ao qual estamos pressionando.  Comércio e especulação, dois fatores férteis de vasto ganho, nunca devem estar fora das mãos dos Judeus.  E, primeiro de tudo, devemos fazer um monopólio de álcool, manteiga, pão e vinho.  Através disso, nós deveremos nos tornar os mestres absolutos da agricultura e de a inteira posição econômica rural.  Nós deveremos ser os distribuidores de milho em tudo.  Mas se uma certa quantidade de descontentes devesse suceder ascendendo da miséria do proletariado, seria fácil atirar a responsabilidade no governo.

Todos os cargos públicos devem ser abertos aos Judeus, e uma vez instalados, nós deveremos saber comopenetrar direto na origem da genuína influência e poder.  Isso, por meio da atividade e astúcia e nossos bajuladores.  É de ser entendido que tudo isso somente se aplica às posições de honra e poder e privilégio, pois comorecompensas àqueles cargos que requerem conhecimento, trabalho e problema, essas devem ser deixadas aos Cristãos.  A magistratura é para nós uma instituição de primeira importância.

A carreira de advogado, mais do que qualquer outra, desenvolve a faculdade de civilização e mantém-se em contato com os negócios de nossos inimigos naturais, os Cristãos.  E é por conta disso que nós somos capazes de deixá-los a nossa misericórdia.  Por que os Judeus não deveriam se tornar ministros de instrução pública quando eles supostamente controlarem os cargos de finanças? Os Judeus devem também aspirar aos postos dos legisladores de forma que eles possam trabalhar destruindo as leis feitas pelos gentios, pecadores infiéis; contra os filhos de Judá, que são os únicos fiéis pela constante obediência das leis de Abraão.  Em relação ao restante desse assunto, nosso planoé um plano de sucesso completo em progresso, pois, por quase toda parte, reconheceu-se e consentiu-se os mesmos direitos de cidadania aos Cristãos.  Mas o que é importante obter e que deve ser objeto de nosso constante esforço é uma lei menos severa sobre a falência.  Nós deveremos torná-la uma mina de ouro, mais rica do que já foram as minas da Califórnia.

O povo de Judá deve dirigir suas ambições rumo ao alto grau de poder de onde fluem preferências e honras.  O caminho mais efetivo de obter êxito é ter uma firme mão sobre todas as associações: industriais, financeiras e comerciais.  Ao mesmo tempo, resguardando-se cuidadosamente contra qualquer armadilha ou tentação que poderia nos expor a processos legais.  Nós devemos nos conduzir, portanto, com esses tipos de especulações, com essa cautela e tato que marcam nossa especial atitude para os negócios.

Devemos ser estrangeiros para tudo que merece uma posição de distinção na sociedade: filosofia, medicina, direito, música, poítica, economia.  Numa palavra, todos os ramos da ciência, da arte e da literature são um campo vasto.  Onde o sucesso deve nos tornar muito importantes e exibir nossa atitude.  Esses ambientes são inseparáveis da especulação.  Assim, uma composição musical, não importa se medíocre, nos dará uma desculpa plausível para preparar um pedestal, envolvendo com uma auréola o Judeu que foi o autor.  Quanto às ciências, medicina e filosofia, eles deveriam também formar parte de nosso domínio intelectual.  Um doutor é iniciado nos segredos familiares mais íntimos, e tem comotale m suas mãos a saúde e a vida de nossos inimigos mortais, os Cristãos.

Nós devemos encorajar os casamentos entre Judeus e Cristãos.  Pois o povo de Judá, sem arriscar perder o contato, não pode senão ganhar por essas alianças.  A introdução de uma pequena gota de sangue impuro em nossa raça, escolhida por Deus, não poderia por qualquer meio corrompê-la, e nossos filhos e filhas suprirão por esses casamentos alianças com as famílias Cristãs na posse de alguma promoção e poder.

Em troca de dinheiro que nós deveremos dar, é justo que nós devamos obter o equivalente em influência sobre aqueles que nos cercasse.  Essa linhagem com os Cristãos não impõe qualquer desvio do curso que nós traçamos.  Pelo contrário, com um pouco de diplomacia, isso nos tornará, de alguma maneira, soberanos de seu destino.  É desejável que os Judeus devessem se abster de ter mulheres de nossa santa religião comoamantes e que eles devessem escolher para esse papel entre virgens Cristãs.  Trocar o sacramento do matrimônio numa Igreja por um simples contrato diante de alguma autoridade civil seria um assunto de grande importância para nós; pois a partir daí as mulheres Cristãs fluiriam para nosso campo.

Se o outro é o primeiro poder nesse mundo, o Segundo sem duvida nenhuma é a imprensa.  Mas o que pode o segundo sem o primeiro? Na medida em que  nós não possamos perceber tudo que já foi dito e planejado sem a ajuda da imprensa, por conseguinte nosso povo deve dirigir todos os diários em cada país.  A posse do ouro e a esperteza em usá-lo para untar a palmadas mãos daqueles abertos ao suborno nos tornará árbitros da opinião pública e nos dará domínio sobre as massas.

Avançando desta forma, passo por passo nesse caminho, e com a perseverança que é nossa grande virtude, nós deveremos recuar os Cristãos e aniquilar sua influência.  Nós deveremos ditar ao mundo naquilo que eles deveriam ter fé, o que eles devem honrar e amaldiçoar.  Talvez alguns indivíduos se prepararão contra nós e nos condenarão e amaldiçoaram; mas as massas dóceis e ignorantes nos escutarão e tomarão nosso lado.

Uma vez mestres absolutos da imprensa, nós deveremos ser capazes de alterar nosso gusto por todas as idéias de honra, virtude, sinceridade de caráter, e fazer o primeiro ataque e quebrar o primeiro golpe naquela instituição, até aqui secreta, nomeadamente, vida familiar; e assim realizar sua destruição.  Nós deveremos ser capazes de apagar a crença e fé em tudo que nossos inimigos, os Cristãos, têm até aqui venerado.  Então forjando para nós como uma arma o cultivo das paixões, nós deveremos declarar Guerra aberta sobre tudo que ainda é respeitado e venerado.

Permitam todos os precedentes serem entendidos e pontualmente registrados.  E deixe cada filho de Judá absorver esses princípios.  Então nosso poder crescerá como uma árvore gigante cujos ramos darão o fruto que é chamado riqueza, prazer, alegria, poder como compensação pelo repugnante estado pelo qual o povo de Judá passou por vários séculos.

Quando um dos nossos dá um passo à frente, deixe outro segui-lo de perto.  Se um Judeu é saudado diante das cortes do país, deixe seu irmão vir comoseu assistente; mas somente quando este ultimo agir em concordância com as leis que Judá estritamente observou por tantos séculos.

Nosso povo é conservador, fiel às cerimônias religiosas e aos costumes passado pelas gerações por nossos ancestrais.  Nosso interesse requer que pelo menos simulemos um zelo pelas questões sociais que são a ordem do dia; aqueles acima dos quais preocupam o aprimoramento das condições dos trabalhadores.  Mas, em realidade, nossos esforços devem ser dirigidos a tomar posse desse movimento de opinião pública (p.e. a emancipação das classes trabalhadoras, o Movimento Trabalhista) e usá-los para manipular a política pública.  A cegueira das massas, a facilidade com que elas são influenciadas pela eloqüência que, tão vazia quanto ruidosa ? fez delas instrumento de adestramento e presas fáceis de besteiras e trapaças.  Nós deveremos ser capazes de achar entre nosso povo aqueles que são capazes de falsificar o sentimento e comandar na mesma medida a eloqüência quanto sinceros Cristãos tenho-no em seu entusiasmo.

Nós devemos tanto quanto possível desviar o proletariado e submetê-los aos manipuladores das finanças.  Através disso, nós deveremos fazer as massas ascenderem quando quisermos.  Nós os empurraremos a insurreições e revoluções, e cada uma dessas catástrofes avança nossos interesses secretos e nos traz rapidamente mais próximos ao nosso grande objetivo, nomeadamente aquele de reinar sobre todo o mundo, comofoi prometido ao nosso pai Abraão.


Fonte: https://judaismoemaconaria.blogspot.com/2016/12/um-plano-judaico-de-dominacao-mundial.html

Yom Kippur, o Feriado dos Mentirosos - 27Dez2016 19:30:00


por Michael Hoffman

Yom Kippur começa quinta à noite, dia 22 de Setembro, de maneira que o mundo ocidental observará respeitosamente como ?Judeus piedosos? supostamente ?implorando a misericórdia divina?, enquanto supostamente ?aspiram pela justiça?.  Sem dúvida que o Antipapa de Roma e os chefes das igrejas fundamentalistas protestantes transmitirão sua estima pela cerimônia de Yom Kippur como realizada pelo "Povo de Deus".

No Yom Kippur, o infame Kol Nidrei tem lugar, quase sempre explicado ao púbico externo como uma cerimônia sagrada de súplica a Deus por perdão por juramentos que foram violados, contratos que foram rompidos e promessas que não foram mantidas no ano precedente.  O problema é que o retrato de piedade é uma fraude.

Em verdade, o Kol Nidrei é uma cerimônia na qual:

1. Todo perjúrio que você irá cometer no ano vindouro e

2. Todos os contratos que você firmará e violará no ano vindouro, e

3. Todas as promessas que você empenhará no ano vindouro

- são absolvidos, sem nenhuma punição celestial acrescida pelo resultado.

Essa é a realidade do rito do Kol Nidrei do Yom Kippur, e esta é a única razão pela qual o Yom Kippur é a mais freqüentada de todas as cerimônias na sinagoga do Judaísmo. Talmudistas apreciam ter uma burla e durante o Yom Kippur isso representar tornar Deus como um parceiro mais velho na trapaça.

A verdade a respeito da liturgia do Kol Nidrei é costumeiramente liberada pelos rabinos e sua mídia obsequiosa como uma "ficção anti-semita repulsiva".

Eles arremessam sua acusação mentirosa na expectativa que o público ficará tão intimidado por medo de ser rotulado como "anti-semita" que não irão consultar a documentação, e, ao invés disso, aceitarão o valor de face da palavra dos nobres rabinos e da sempre verídica mídia.

Do livro ?Judaism Discovered?, pp. 912-916:

?A mídia norte-americana exibe de forma reverencial a piedosa extravagância das amostras Farisaicas de penitência e purificação, jejum e orações do Yom Kippur, que supostamente evidenciam o suposto relacionamento especial dos Talmudistas com Deus.  Uma bastante gritante amostra é feita do confessionário Viduy, compreendendo o Ashamnu e o Al het, o catálogo de pecados insignificantes como uma forma de auto-acusação, a partir das súplicas integrais dos Judeus, sejam eles realmente culpados ou não de transgressão.

Depois da declamação de cada transgressão, golpeia-se o lado esquerdo do tórax de alguém com seu punho direito.  Isso é seguido pela oração de súplica, Avinu malkenu e o Alenu, o assim-chamado "kaddish para os defuntos."

Tudo isso torna impressionante o acompanhamento da noite de Yom Kippur até a quebra das promessas do Kol Nidrei e demonstra, em lugar, que simulando-se mais íntimos a Deus, essas cerimônias movam Judeus que são aderentes do Judaísmo por mais tempo, tornando Deus um cúmplice do engano e da violação de juramentos, cercado por uma amostra hipócrita de piedade e suplício.

O Talmud no Mishnah Hagigah 1:8(a) admite que não há qualquer base bíblica para o rito do Kol Nidrei.

O Rabino Moses Maimonides confirma que o rito do Kol Nidrei não é de forma alguma bíblico: "A absolvição dos juramentos não tem qualquer base na Torá Escrita" (Mishneh Torah, Sefer Haflaah, Hilkhot Shevuot 6:2).

A lei Talmúdica concernindo o rito do Kol Nidrei é a seguinte:

"E aquele que deseja que nenhum desses juramentos feitos durante o ano devesse ser válido, deixe-o sustentar no início do ano e declarar, 'Todo juramento que eu faço no futuro deverá ser nulo." (Babylonian Talmud: Nedarim 23a and 23b).

Note que o Talmud declara que a ação anuladora de juramentos é para ser tomada no início do ano e com respeito a promessas feitas no futuro.  Essa distinção é crítica, na medida em que contradiz o que os impostores reclamam ser um serviço penitencial para obter perdão pelas promessas quebradas no passado, em vez do que é: uma anulação feita antecipadamente para juramentos e promessas que ainda serão feitas (e deliberadamente quebradas com impunidade).

Essa "promovida estipulação" é chamada de bitul tenai e é a base para um Judeu ser absolvido por adiantar uma promessa quebrada que tomará no futuro, ou para utilizar o jargão rabínico de advogado: "declaração de intento para a invalidação antecipatória de futuros juramentos."

Isso corresponde à lição Talmúdica que Deus retribui aos mentirosos espertos (Kallah 51a).

Você deve ter piedade do povo enlaçado nessa sórdida charada de seduzir Deus para ajudá-lo nessa trapaça.

Pouca dessa dura realidade virá a superfície nos próximos dias, de qualquer forma.  Ao invés, a mídia corporativa jorrará siluetas confusas e ingênuas a respeito do Yom Kippur como parte do dissimulado disfarce através do qual o Judaísmo eleva-se ainda mais no Ocidente, enquanto seus aderentes afundam na torpeza moral.

Para todos aqueles "Cristãos" que, em vez de procurarem resgatar os desgraçados Judeus que estão cativos a esse sistema de desonestidade religiosa institucionalizada, em vez de abandoná-lo, podemos apenas dizer: possa Deus ter misericórdia de você pela detestável parte que você está tomando em cooperar com os rabinos Ortodoxos em permitir que mais almas Judaicas sejam perdidas ao Pai das Mentiras.?



Fonte: https://judaismoemaconaria.blogspot.com/2016/12/yom-kippur-o-feriado-dos-mentirosos.html

O abate dos Goym - 27Dez2016 19:27:00


Adaptado de Anon

A elite global tem uma agenda.  Eles desejam iniciar uma Guerra cataclísmica entre o "Ocidente" e o "Islã".  Ela indubitavelmente incendiará o mundo todo, matando muitos.  Fora das cinzas desse inferno na terra, eles conduzirão a Nova Ordem Mundial, escravizando aqueles que sobrevivem de uma vez por todas.

O neo-conservador da elite governante Samuel Huntington revela corajosamente os desejos de seus mestres sob o título de seu manifesto globalista, "Choque de Civilizações".

No intuito de fazê-lo, eles precisam de duas coisas. 1. Fazer o Ocidente detestar o Oriente (nações muçulmanas); e 2. Fazer o Oriente detestar o Ocidente.

Para criar esse profundo ódio ao Ocidente, eles bombardearam sem misericórdia civis das nações muçulmanas pelos últimos 20 anos.  A maior tragédia humana foi o Iraque.  Quantas vezes uma criança viu seus pais se explodirem em pedaços numa festa de casamento por um drone insensível que sobre eles despeja morte? Houve centenas de milhares de defeitos de nascimento de Urânio esvaziado que a maioria dos iraquianos hoje respira constantemente.  Isso é apenas a ponta do iceberg.  Leia a respeito Fallujah, onde soldados chegavam de porta em porta atirando em todo homem, mulher e criança em seu caminho.

Então, eles radicalizaram os psicopatas nessas sociedades criando uma mistura de gangsters e criminosos ao estilo Mad Max.  Glenn Greenwald faz um grande trabalho em expor o papel dos EUA e da CIA na ascensão e armamento do ISIS.

O terror islâmico é uma criação da elite global.  Qualquer um que vilifique o Islã ou o Ocidente está agindo de acordo com suas mãos.  A civilização Ocidental não bombardeou o Iraque e formou o ISIS ? os globalistas o fizeram.  Eles não são civilização Ocidental.  Eles são a antítese disso.  Eles construíram esses grupos do Islã Radical, os armaram, os manipularam, e agora estão os manipulando para cobrir a outra parte de suas maquinações:

Criar ódio no Ocidente aos Muçulmanos

A elite global está fazendo um trabalho muito bom em localizar sociopatas e criminosos sedentos por sangue para forçar uma interpretação que, de outra forma, não existiria.  Toda cultura, raça e religião têm uma população psicopata marginalizada.  Costumeiramente, eles terminam na prisão, ou ocultam-se entre nós.  O terrorismo islâmico é simplesmente a elite global manipulando sociopatas do mundo islâmico.  Eles admitem abertamente que os libertaram das cadeias da Líbia e do Iraque.

No sentido de difundir a mensagem de "ódio ao Muçulmano", a elite global tem aperfeiçoado uma gloriosa máquina de propaganda.  Alex Jones e Paul Watson tornaram-se uma saída neo-conservadora para vilificar Muçulmanos e Islã.

Observe Paul Joseph Watson no youtube.  Ele é tão cheio de ódio, é chocante! Ele promove o a mensagem de choque do cartel de banqueiros globais com perfeição concentrada.  Ele postará freqüentemente estórias anedotais da "incompatibilidade do Islã" e civilização ocidental.  O argumento pela anedota é uma ferramenta para patifes.

Há milhões de muçulmanos construindo pontes, criando tecnologia, fazendo medicina e agregando herança comum à criadora civilização ocidental.  Há bilhões, derramando lágrimas e acendendo velas por vítimas inocentes de todo o terror.  Descontextualizar é a única tática de um manipulador.  Infelizmente há vários demônios globalistas inundando milhões de dólares para psicopatas muçulmanos.

Um terrorista não tem qualquer base moral.  Mas ao apontar isso, e não entender que bombardear um país (Iraque, Líbia) em pedacinhos, é uma base moral bem mais corroída, é um tipo patológico de hipocrisia e ignorância.

Talvez o Sr. Watson deveria postar vídeos de crianças iraquianas perdendo seus pais às bombas de MOAB que são tão poderosas, que fervem seus órgãos à distância de centenas de metros.  Ou talvez fornecer a história da CIA intrometendo-se nesses países pelos últimos 50 anos, financiando e armando seu ?ditador do mês? para seus próprios propósitos.

O ponto é que essas ações não são eventos orgânicos.  Eles são insidiosamente criados e forjados para criar ódio e vilificar os muçulmanos.  Como se poderia ser tão estúpido e sem senso crítico para cair nessa armadilha parece impossível.  Quando você vê entende o que os globalistas estão fazendo ? você quererá alimentar uma aliança entre cristãos e muçulmanos.

Watson e Jones são sócios da Nova Ordem Mundial.  Eles são vendedores de ódio e falsos profetas do apocalipse.

Concluo com uma pequena dose de esperança.  Entre todo esse caos e confusão, no estádio do mundo, há um homem que vejo como a última esperança da humanidade e seu nome é Vladimir Putin.


Fonte: https://judaismoemaconaria.blogspot.com/2016/12/o-abate-dos-goym.html

Satanismo governa o Ocidente - 27Dez2016 19:23:00


por Henry Makow Ph.D.

A sociedade Ocidental se tornou um culto satânico.  Crescentemente, nossa cultura popular é a cultura de um culto satânico, promovendo doutrinação satanista.

As pessoas geralmente estão inconscientes de como se comportar.  Muitos vêem a TV, filmes e vídeos musicais por orientação.  Esses têm se tornado crescentemente pornográficos por causa da depravação sexual que é a marca do Satanismo.  As pessoas foram ensinadas a demandar satisfação lasciva.

Pornografia explícita está disponível em imagens do Google e no YouTube.

Até aproximadamente uns cem anos, o Cristianismo foi o espírito do tempo dominante.  Era uma ética que via a humanidade como uma família dedicada ao bem estar e realização de tudo de seus membros, baseada na crença que nossa alma vem de Deus.

Por causa do controle Satanista da educação e das mídias de massa, poucas pessoas notaram que esse pernicioso espírito do tempo foi dirigido à "mudança social" desde então.  O Espírito do Tempo Satanista é o mesmo que o Comunismo, "um sistema que transforma a pessoa numa ferramenta nas mãos, tal como um escravo." (George Solomon, Among the Red Autocrats, 1935, p.5)

Os Satanistas foram capazes de disfarçar sua agenda como ?progresso social? racional e natural.  Porém, o objetivo tem sido destruir tudo de benéfico e positivo baseado nessa herança Cristã.  Isso se explica porque é desconhecido à maioria que Judeus e Franco-maçons; que o Judaísmo Cabalista é um culto satânico cujo objetivo é escravizar e explorar a humanidade.  A menos que haja uma drástica mudança de curso, estaremos no rumo de uma Terceira Guerra Mundial.

Um Orwelliano estado escravo mundial com uma enormemente reduzida população emergirá de suas cinzas radioativas.

EVIDÊNCIA ANEDOTAL

O espírito do tempo está prestes a redirecionar a humanidade do propósito de Deus e reduzi-la ao nível da imundície.  Isso requer que todos os valores sejam invertidos: mal é o bem; feiúra é beleza; fraqueza é força; verdade é falsidade; artificial é natural; doença é saudável; ódio é amor; insanidade é sanidade etc.

1. Doença é saudável.  O sexo masculino e feminino é universal por toda a natureza e fundamental à sobrevivência de todas as espécies.  Por toda história, culturas cultivaram essas diferenças de gênero para o benefício de todos.  Em sua tentativa de escravizar a sociedade, os Cabalistas travaram guerra contra os sexos que inclui a vertente do feminismo e do homossexualismo.  Agora que o ?casamento? gay é aceitável, eles estão tentando apagar o conceito de sexo inato dizendo que você deve se identificar com seja o que for, não obstante a biologia.  Esse ataque se estende aos banheiros.  Novas leis tornarão um "direito humano" ter o sexo flexível e punir aqueles que recusam reconhecer esse status.  Os Cabalistas são responsáveis por 100 milhões de mortos no último século.  Você realmente acha que eles se importam com os "direitos" de um punhado de gente perturbada? Isso é um ataque psicológico sobre a sociedade.  Um culto satânico controla e explora as pessoas tornando-as doentes e vendendo-lhes a "cura".  Eles dizem que sexo é uma "construção social" a menos que, obviamente, alguém queira trocar, então não é inato.

2. Feiúra é belezaDe acordo com Dr. Radio, pacientes obesos estão agora acusando os medicos de "constrangimento" caso lhes recomendem perder algum peso.  A Cabala é tudo a respeito de fortalecer disfunção e doença.

3. Fraqueza é força ? Uma igreja na minha cidade erigiu um impressionante "jardim memorial" em seu primeiro andar para um antigo mendigo que faleceu. "Por que despender vosso dinheiro naquilo que não alimenta?" (Isaías 55) é o que diz o monumento.  Você pode imaginar se eles erigiram tal monumento para alguém que realmente fez a obra de Deus?? Mas isso não é o que as igrejas fazem mais.  A religião nada mais é do que uma aparência hipócrita da preocupação pelos desgraçados.  A comunista ?Broadcasting Corporation? (CBC) aqui no Canadá não cessa de divulgar doenças, minorias e oprimidos.  Eles nunca mostram o forte, feliz e o saudável.  Nunca há qualquer exemplo positivo.

4. Falsidade é verdade ? Nunca em minha vida vi um candidato presidencial mais obviamente sinistro do que Hillary Clinton.  Com a ajuda da msm, ela normalizou a fraude e a corrupção.  Há rumores que ela seja uma sumo-sacerdotisa pedófila e satânica.  Não obstante, a elite governante Cabalista está determinada para elegê-la, e milhões de norte-americanos estão sinalizando sua lealdade para o culto votando nela.

5. Traição é altruísmo ? Por toda minha vida, admissão num país dependia das prioridades nacionais.  Era assumido que, em caso contrário, quem viesse do Terceiro Mundo naturalmente entraria.  Agora, os traidores satanistas reclassificam imigrantes econômicos como "refugiados" e retratam traição como um ato de maldade.  A solução, obviamente, é para o Ocidente Sionista, cessar de destruir suas pátrias.

6. Guerra é Paz ? A chicana e o cinismo na política externa do Ocidente também parece sem precedentes.  A devastação persiste na Síria, Iraque e Ucrânia.  Eles nos convenceram que a guerra é normal.  A Guerra é a expansão da plantação dos banqueiros centrais.  Rússia parece estar resistindo a essa expansão, mas isso poderia simplesmente ser um pretexto para uma ainda maior.

CONCLUSÃO

Comunismo é Satanismo, que é o Judaísmo Cabalista.  A sociedade está assumindo feições de um culto satânico.  Em acréscimo ao que foi dito, vemos a arregimentação social implicada pelo "politicamente correto" que não passa de conformidade satânica.  Num culto, quem se desvia está sujeito a blasfêmia, calúnia, intimidação física e perda do sustento.  É o que ocorre hoje.

O que ocorreu a respeito ao indivíduo e amor à liberdade? Nós atingimos o ponto onde distingüir entre o bem e o mal é considerado "ódio".



Fonte: https://judaismoemaconaria.blogspot.com/2016/12/satanismo-governa-o-ocidente.html

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