desfaço os sinais dos inventores de mentiras, e enlouqueço os adivinhos

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Riscos Potenciais para a Saúde Humana Decorrentes dos Sistemas de Comunicação sub-Milimétricos - Paul Ben Ishai | 19Fev2021 13:21:26

 

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Phantoms
Obrigado pela introdução, como disse o David, chamo-me Paul Ben-Ishai, estou aqui a representar as Universidade Hebraica e a Universidade Ariel que é meu atual porto de escala. Este é um resumo, se quiserem, de alguns dos trabalhos mais recentes que fizemos no nosso laboratório com a visão no que está a acontecer no mundo da indústria, em particular a indústria das comunicações. Quero deixar claro desde o princípio que somos físicos, não somos fisiologistas, portanto é talvez um pouco pomposo ou mesmo pretensioso para um grupo de físicos estarmos a falar do assunto, mas isto vem do seguinte: há alguns anos atrás eu estava na Conferência Terrace em, acho que foi, foi de facto em Hong Kong, sentámo-nos e escutámos uma palestra, uma palestra muito boa de um tipo da Suíça que nos mostrou um phantom [mimetizador de tecido biológico] novo para ondas terahertz, porque um novo padrão está para sair, uma particular faixa de frequência que ainda não está muito bem explorada e que podemos usar. Então isso deu-nos que pensar porque também tínhamos estado a fazer um trabalho semelhante em pele humana e como absorvería energia.

>> Phantoms e simulações, quais são melhores para SAR? - UNIVERSIDADE ARIEL - Qualquer material que possa representar as propriedades elétricas do corpo humano. Os exemplos incluem Cabeças, Mãos, Antebraços, Corpos Inteiros, e o Phantom
para o teste SAR.

Coloco aqui um exemplo para vocês, dos Laboratórios Nacionais de Física, de um dos seus phantoms, e a ideia de phantoms é muito simples, vocês encontram algo que tenha mais ou menos as mesmas propriedades dielétricas da pela ou tecido, para que possam construir um modelo da vossa pele ou tecido, expõem-no à radiação e podem colocar sondas no interior, podem medir as mudanças de temperatura, até já vi algumas ideias japonesas onde eles colocam corantes que mudam de cor de acordo com a temperatura, para que se possa ver a distribuição do campo eléctrico no interior e ter alguma ideia acerca das taxas de auto-absorção que existiriam. Ora, não é má ideia e funcionará sob certas condições e as condições são, primeira, que o comprimento de onda que observamos seja muito maior do que as dimensões do que quer que seja que se estiver a modelar. Se se puder fazer isso então basicamente será como ter quase um campo estático e poder-se-á dizer que temos uma amostra homogénea no interior, (?) o essencial do que é a composição do tecido. Pode-se fazer algo melhor e muito mais fácil e rápido se depois se for para o trabalho de simulação em computador, e esta é a simulação CST.

>> Phantoms e simulações, quais são melhores para SAR? - Qualquer material que possa representar as propriedades elétricas do corpo humano. Os exemplos incluem cabeças, mãos, antebraços, corpos inteiros, e o phantom estilizado para o teste SAR. - Modelo de simulação CST  do telemóvel e da cabeça (2.5 GHz)

Eu escolhi apenas o CST aqui, sem desrespeito por ninguém na assistência, é apenas porque foi o pacote que usámos, e existem bastantes outros pacotes igualmente bons que fazem, sabem, análises por elementos finitos, deixam-vos colocar as vossas ondas eletromagnéticas que irão decompor o vosso modelo em particular e solucionarão as equações de Maxwell propriamente ditas, como equações, nas fronteiras das dimensões que desenharam, o que vos deixa realmente ver quais vão ser os campos elétricos no interior (...) vocês podem compreender sobre a energia e se fizerem algumas suposições poderão obter SAR weights. E isso também, sabem, é muito bom, e mais uma vez, existem aqui alguns pressupostos básicos. Número um vocês têm que ver uma vez mais, como viram com o phantom comum, o phantom físico, que as dimensões vão ser, sabem, muito menores que o comprimento de onda que estão a usar, ou, por outro lado, que o vosso comprimento de onda é muito, muito mais pequeno do que as dimensões que estão a usar. Porque se fizerem isso, no que diz respeito ao vosso comprimento de onda, estamos a falar de um regime infinito, é apenas uma fronteira, nada de mais.

Engenheiros, matemáticos, nós sabemos o que estamos a ver e é simples e podemos perceber. É realidade? Algumas vezes. Frequentemente não, mas é bom o suficiente para a indústria, para baixarem os padrões que vos dizem a quantidade de radiação a que podemos estar expostos.

Canais sudoríperos
>> A pele humana e as canais sudoríperos - OCT - Tomografia de Coerência Óptica - Epiderme ~ 15 - 350 µm - Derme ~ 1000 µm

O que acontece quando se chega àquele limite realmente mau? Quando o comprimento de onda da energia se aproxima das dimensões da estrutura biológica? Todas essas hipóteses colapsam. E irão realmente ter que considerar como irá ser a interação. Então, começámos este trabalho em 2008 quando vimos imagens similares a esta da pele humana pela primeira vez. Esta é uma imagem OCT da pele humana viva, OCT é a Tomografia de Coerência Ótica, basicamente é o método de imagem da pele como pele e o que estão a ver é a camada superior da pele aqui, o estrato córneo, estão basicamente a ver, esta área escura é a epiderme derme. Estão a ver daqui para aqui a epiderme viva à medida que sobe, o limite que realmente muitas pessoas chamam de derme para epiderme e até ao estrato córneo aqui. E aquelas espirais que estão a ver nitidamente ali são os canais sudoríparos. Nós temos de dois a cinco milhões destes na nossa pele, temos uma concentração massiva nas mãos, seiscentos por centímetro quadrado, temos uma concentração muito menor, cem por centímetro quadrado nas costas ou no peito. Nas nossas testas e cabeça, na nuca temos uma concentração de trezentos por centímetro quadrado, estamos cheios deles e estamos constantemente a transpirar.

De facto, perdemos 15% da nossa humidade todo o tempo através destes canais sudoríparos, mesmo nos dias mais frios. Agora, olhem, tomem atenção a estas dimensões: zero ponto três milímetros que eu coloquei em palavras simples, é o que é. Isto é relevante quando começamos a olhar as frequências a partir de 60 GHz, acima de 300 GHz ou se falar em termos industriais, 5G. Então agora estamos de facto numa situação em que vamos investir milhões de dólares, construir estruturas fantásticas e nos irradiar com comprimentos de onda que vão interagir de alguma maneira com a estrutura geométrica da nossa pele! Haverão implicações para a saúde? Essa é a grande questão, e só vos direi isto, não sei dizer. Não sei, mais uma vez, sou um físico, não sou um fisiólogo. Mas posso dizer-vos o que nós observámos. Começámos por ver se isto, de alguma maneira, estaria ativo. Se tiver algo, vou apenas um passo atrás, se tiver algo que para um engenheiro de rádio se parece como uma antena em espiral, semelhante à que estaria dentro de um rádio, será que funcionaria como uma antena?

A pele humana e os canais sudoríparos - UNIVERSIDADE ARIEL - OCT - Tomografia de Coerência Óptica - Epiderme ~ 15 - 350 µm - Derme ~ 1000 µm

E há aqui um outro aspeto, os níveis de distribuição da água, desculpem, lado errado, também muito diferente, e é por isso que temos claro e escuro nesta imagem em particular, é também um ponto que abordarei um pouco mais tarde. De fato a razão principal de nos perguntarmos se poderia, e se pudesse, seríamos capazes de mudar o coeficiente de reflexão que obteríamos ao fazer saltar esse tal sinal da pele de alguém? Acontece que conseguimos fazer isso, tínhamos um analisador de rede vectorial topo de gama que podia enviar um sinal, de 75 GHz a 110 GHz, direcionado à pele de uma pessoa e ler o que retornava.

>> Phantoms e simulações, quais são melhores para SAR? - Qualquer material que possa representar as propriedades elétricas do corpo humano. Os exemplos incluem cabeças, mãos, antebraços, corpos inteiros, e o phantom estilizado para o teste SAR. - Modelo de simulação CST do telemóvel e da cabeça (2.5 GHz)

Dito desta maneira é uma experiência simples. Então o que fizemos foi criámos um pequeno protocolo, medimos as mãos das pessoas enquanto estavam sentadas e descansadas, depois fizemo-las correr à volta de um circuito duas ou três vezes, para voltaram bastante cansadas, a transpirar profusamente, secaram as mãos para não termos nenhum problema, medimos as suas mãos novamente e vimos o resultado. O resultado foi colocado neste artigo publicado em 2008, onde declarámos basicamente que estas coisas poderiam funcionar como antenas em espiral, que o canal sudoríparo era uma parte integral do mecanismo para a absorção de energia, eletromagnética, entre 75 e 110 GHz e se se mudasse a natureza do canal sudoríparo, i.e., o ativássemos, poderíamos talvez mudar, de alguma maneira, essa absorção e se se pudesse fazer isso então poder-se-ia rastrear como é que uma pessoa se comporta sob tensão.

Comprovada existência de mecanismo
Ora, nós fizemos muitos testes para ter a certeza, tínhamos que ter a certeza que o canal sudoríparo não funcionaria neutralizando as extremidades nervosas e podíamos ver as diferenças. Fizemos o seguimento com uma visão mais aprofundada disto e também tivemos em consideração aspetos como o stress, não por meio de corridas à volta do campus, mas simplesmente por meio de um grande esforço mental e ainda podíamos encontrar vestígios, e ainda podíamos ver indícios dos níveis de stress no coeficiente de reflexão, conseguimos correlações muito boas nesse sentido. Então, existe claramente um mecanismo que é bastante bom e que, pelo menos nesse nível de frequência em particular, a pele está a absorver e, se quiserem, o principal motivador dessa absorção será o canal sudoríparo.

Isto tudo antes de nos darmos conta que estes padrões industriais para o 5G iriam sair. Ora, finalmente, em nossa opinião, colocámos o prego final no caixão, quando dissemos que também existe quiralidade no coeficiente de reflexão. Quiralidade é este, este fato que quando se envia uma onda e se está apontada desta maneira é um campo eléctrico e está apontado desta maneira e ressalta, volta para trás, isso é uma polarização linear simples, mas se ao mesmo tempo esta coisa gira à medida que avança isso é a chamada polarização circular. Se bater e voltar, ou se se enviar uma em linha recta e volta para trás, a girar, então isso é significativo porque quer dizer que deve haver algo circular na sua composição para que volte dessa maneira e o canal sudoríparo é assim, então isto provou de facto que o canal sudoríparo é o fator responsável.

Outros estudiosos
Não somos os únicos, tem havido igualmente uns poucos outros grupos que têm estudado isto, na verdade utilizando o programa, Gal Shafirstein também chegou à mesma conclusão e até foi mais além do que nós.

>> Outros grupos
Modelação de propagação e absorção das ondas milimétricas em modelos de pele de alta resolução: o efeito dos canais sudoríporos - ... - Abstracto - O objectivo deste trabalho foi o de investigar o efeito potencial das glândulas dos canais sudoríparos (SGD) em determinados índices de absorção (SAR) e a distribuição da temperatura durante a radiação de ondas milimétricas. Eletromagnetismo de alta resolução e bio aquecimento ...

Com efeito ele também observou as taxas SAR. E ele fez isto porque o exército americano o tinha contratado para explicar porque é que a sua arma de dispersão de multidões de 94 GHz fazia as pessoas fugir quando o raio os atingia. Este raio tem a potência de 2 GWh, tem 2 metros de diâmetro e se se tiver a pouca sorte suficiente de estar lá quando for atingido, a sensação é de que o corpo está a arder. Você vai fugir e vai dar-se conta de que afinal está tudo bem, mais ou menos. Então eles contrataram-no para descobrir a razão e ele descobriu algo espantoso quando observou as taxas SAR e ele descobriu que preferencialmente a taxa SAR era muito alta dentro do canal sudoríparo em comparação com o tecido circundante. Então, existe já alguma evidência de que uma influência física poderia ser exercida sobre nós, graças ao seu trabalho. Tem havido alguns outros grupos, foi-me igualmente confirmado por um grupo da Universidade Queen Mary, escrito por Robert Dunham, e por último há um indivíduo muito simpático na Universidade Queen Mary, Ackim? é o seu nome, que está a estudar como poderemos usar a pele como uma camada transportadora.

Enviar sinais através da pele para comunicar com dispositivos nos nossos corpos, para quê, sim sim, para quê ter cabos quando se pode usar a pele? E ele também vê a mesma coisa, que estes canais sudoríparos são muito, muito importantes em como esse sinal será transmitido através da própria camada da pele. Portanto, pelo menos ao nosso nível de físicos, reconhecemos que há algo aqui! Será significativo? Bem, essa é uma grande questão. Bom vamos falar um pouco sobre a composição da pele, na verdade talvez nem devesse falar sobre isso, haverão aqui médicos suficientes no auditório e eles é que poderiam explicar-me qual é a composição da pele.

>> As camadas da epiderme
A epiderme consiste em 5 camadas: - Camada córnea - Camada lucidum - Camada granulosa - Camada espinhosa - Queratinócitos mortos - Grânulos lamelares -  Queratinócitos - Células de Langerhans - Células de Merkel - Disco táctil - Neurónio sensorial - (Camada ?) superficial

Gradiente hidráulico
Mas a coisa importante para mim é o facto de que há uma estrutura. Ora, estas estruturas, sim estas papilas são também do mesmo nível de grandeza das ondas de rádio, desde algo como 60 gigas até 300 gigas, 5G mais uma vez! E claro, as células estão vivas aqui, começam a morrer, morrem, e mortas aqui em cima, então o teor da água está também a mudar bastante dramaticamente. E, de facto, se apenas ignorar isto, nem vou citar os nomes porque certamente os sabem melhor do que eu. Se ignorar estes e chegar ao gradiente hidráulico, que é importante se se quiser fazer então um tipo de modelo, certo? Sobre como isto poderia funcionar.

É realmente água, que é provavelmente a parte mais indicativa do que absorveria toda essa que informação que vejo, pelo menos ao nível da abordagem do beduíno no deserto: vou encontrar um que absorva um grande dipolo e era um grande dipolo, é água (?). Há um gradiente hidráulico e, de facto, temos muita sorte, isto claro, como disse, levaria a uma diferença no gradiente da permeabilidade dielétrica. Deveria ter mencionado logo no princípio: o objetivo deste trabalho é fazer um modelo de simulação aceitável e ver o que realmente se pode observar. Bem, se olharmos para esses gradientes hidráulicos e estes foram na verdade medidos, os japoneses fizeram isto, eles fizeram-no para um grupo de cerca de dez, vinte estudantes, e mediram bastante bem a mudança no conteúdo da água à medida que se entra na pele, e está bastante bem apresentado, de facto, esta é a derme aqui em cima, é cerca de 70 a 80 por cento de água dependendo da pessoa, existe uma barreira, que é realmente aquela barreira entre, sabem, a epiderme e a própria derme onde há uma queda súbita para 40% e depois desce gradualmente até que chega ao extrato córneo, o extrato córneo é aquela camada de 10 micrómetros com células completamente mortas contendo cerca de 10% de água. Bem, uma vez mais, como engenheiro de rádio, isso significa que tenho uma barreira refletiva em termos de energia. O que significa que tenho condições para absorção preferencial em laboratório.

Modelos anteriores
Então começámos por pensar sobre isto e os nossos primeiros modelos foram muito, muito, muito primitivos, fizemos modelos de duas camadas assim, uma alta permeabilidade dielétrica aqui, uma baixa permeabilidade dielétrica aqui e os nossos canais sudoríparos no modelo e tentámos ver o que conseguíamos.

>> Modelos anteriores
ûModelo de 3 camadas: Derme, Epiderme e SC (Extrato Córneo) - ûLimites planos (ondas estacionárias) -ûBanda de frequência: 75 - 110 GHz - ... –

E conseguimos alguns resultados muito bons. Depois aperfeiçoamos esta ideia e começamos a colocar a estrutura desse limite entre a derme e a própria epiderme. Isso é significativo porque estas dimensões são muito semelhantes e têm um efeito considerável. E constatámos alguns, sabem, alguns pontos interessantes, mas não levamos em consideração o facto de que esta área não é homogénea e à medida que aumentamos a frequência, essas camadas adicionais também são importantes, porque também se tornam agora no mesmo tamanho que o comprimento de onda.
Então, levámos esta ideia um pouco mais adiante e temos uma questão particular que temos de responder. Se você é um engenheiro de rádio e se diz, tenho algo que vai absorver a onda eletromagnética, a primeira questão que se coloca é, qual a minha fonte de corrente? E é uma questão realmente importante, porque enquanto engenheiro de rádio eu sei o que é corrente, está num fio de metal, são eletrões, isto é biologia. A biologia não tem eletrões, não é realmente um detalhe importante para nós e se olharmos para os outros meios de corrente que temos em biologia eles são iões, e sabem que mais, eles movem-se demasiado lentamente, para as frequências que queremos observar.

Então estávamos entalados! Haverá uma possível fonte de corrente? Porque não conseguíamos ver nenhuma. Mas afinal há, se bem que ainda não foi confirmada experimentalmente, mas há. Muito simplesmente temos canais sudoríparos cheios de água, a água é uma coisa fantástica. Não é apenas um simples líquido, para além desse querido dipolo também tem algo chamado o mecanismo Grotthuss no interior e muito simplesmente porque se dispõe numa estrutura de camadas muito bem formada, deixem-me seguir adiante, vocês podem ter protões a saltar entre as moléculas de água ao longo dessas estruturas especiais que têm.

Ora, a constante de tempo desse salto é 10 elevado a menos 13 segundos, e essa é uma ordem de grandeza pelo menos acima das frequências que estamos a considerar, o que significa que poderia haver um (...) mecanismo e são os protões dentro da água, e onde está a água? Dentro dos canais sudoríparos. Fizemos algumas estimativas e primeiro medimos a condutividade da água a 100 gigas e é cerca de cem Siemens por metro. Fizemos algumas estimativas sobre quanto isso seria dentro de um lindo e simpático canal sudoríparo nesta água muito bem ordenada e chegámos a uma conclusão surpreendente de que poderia ser ainda maior, ou seja, até mesmo mil Siemens por metro, ou seja, existe aqui um mecanismo, há a possibilidade de absorver estes comprimentos de onda no interior desses canais sudoríparos.

Canais sudoríparos podem ser antenas
Se existe a possibilidade de absorver os comprimentos de onda no interior dos canais sudoríparos, eles podem ser antenas e se podem ser antenas, temos que aceitar o que são. Então nós fizemos um mecanismo novo, fizemos um modelo novo, e desta vez, este é o nosso modelo novo, incluímos a derme, esta aqui é a área da derme, bem feita, este é já a fronteira entre a derme e a epiderme, mas agora também incluímos as várias camadas no interior da derme, a própria epiderme. E lá dentro, no topo do (...), colocámos lá dentro um canal sudoríparo e certificámo-nos que estas camadas irão corresponder aos típicos gradientes da água calculada através desta camada em particular. Agora, é uma simples fórmula de mistura para ir da quantidade de água que a permeabilidade dielétrica deveria ser, que é o que se necessita, se se for um engenheiro de rádio quer-se saber quanta energia vai estar no interior e isso nós temos, podemos fazer isso e podemos obter resultados bastante interessantes. Agora, o nosso modelo aqui é sobre uma dimensão total de um par de milímetros. O "AustinMan"  tem, e o "AustinMan," para aqueles que não sabem é um modelo simulatório do corpo inteiro para estudos electromagnéticos. ele tem uma resolução de 2 milímetros. O "HugoMan," esse é do CST (ATELIER CST - PROGRAMA DE SIMULAÇÃO DE CAMPO ELECTROMAGNÉTICO) tem uma resolução de 1 milímetro. São modelos informáticos impressionantes, mas na verdade não vos mostram isto. Porque isto está abaixo da sua resolução, mas tem que ser considerado. Bem, com este pequeno modelo e olhando ao resultado, é a mudança que a permeabilidade dielétrica causará a todo este limite, estes são o tipo de resultados da simulação que obtemos.

Agora, o que fizemos, enviámos um sinal e verificámos o que voltou para nós. E fizemos isso em várias frequências e claro fizemos isso por meio de computador e podemos ver aqui uma camada de absorção clara, uma onda estacionária. Ora, claro que não tomámos qualquer consideração, nada tipo perfusão, saída de energia a sair ou seja o que for, isto é apenas, estes são elementos estáticos passivos. E mudámos a condutividade do canal, e esta linha a tracejado é se não estivesse nenhum canal lá, e o que vemos mostra-nos que há uma mudança aqui, nesta camada, isto é verdade, mas há algo a acontecer aqui e aqui, que é devido ao canal sudoríparo (...), onde ele está a funcionar realmente como uma antena.

Confirmação experimental
Mostrámos isto à indústria e o professor Feldman mostrou isto à indústria em 2014, não foi? Na BioWireleSS? 2015 na BioWireleSS Conference. Não podemos dizer que tenham ficado felizes, isso seria um eufemismo e acho que podemos dizer com segurança, que vão varrer isto para debaixo do tapete, tanto quanto puderem. Mas o que é que isto tudo significa? Confirmação experimental. Já medimos alguma coisa semelhante? Sim, medimos. Usámos reflectometria no domínio do tempo, em THz, para fazer isto e isto é de uma pessoa que mandámos correr e basicamente pode-se ver o que acontece, aqui está ele, muito bem, então nós mandámos o tipo correr, antes tínhamos feito a medição e mostrámos o coeficiente refletivo normalizado àquilo que tínhamos antes da corrida e isto foi logo quando voltou, esta linha vermelha, cerca de quando detectamos um efeito, vemos um efeito bastante forte aqui, este é o sinal diferencial e parece grande em vez de parecer pequeno, e desce até que chegamos a cerca de meia hora depois que voltou e quase que atinge uma linha plana de uma pessoa que está calma, então há definitivamente um efeito. Quando comparamos com a medição efetiva, esta é a medida, esta é a simulação podem ver que são muito semelhantes. Então não é apenas um truque algorítmico, nós medimo-lo! É apenas, existe algo lá, algo está a acontecer e parece funcionar da forma que esperaríamos que funcionasse se o mecanismo de absorção for de facto os canais sudoríparos nessa camada da pele.

>> Coeficiente de reflexão - Confirmação experimental!
Resultados da simulação: - Resultados experimentais: - Coeficiente de reflexão em escala linear - magnitude (normalizado ao estado calmo) vs. Frequência [GHz]
- (0 minutos depois) - (calmo) - (5 minutos depois) - (calmo) - (10 minutos depois) - (calmo) - (15 minutos depois) - (calmo) - (20 minutos depois) - (calmo) - Coeficiente de reflexão - (0 minutos depois) - (calmo) - (5 minutos depois) - (calmo) - (10 minutos depois) - (calmo) - (15 minutos depois) - (calmo) - (20 minutos depois) - (calmo)

Ora, nós aqui usamos níveis de energia muito baixos, então estamos basicamente apenas a ver o que volta, estamos a investigar, não estamos a influenciar nada nessas linhas.

>> Coeficiente de reflexão –
Configuração experimental - Aqui está uma boa correlação entre a tensão física humana (regulada pela atividade do cérebro) e o coeficiente de reflexão dos canais sudoríparos

SAR
Então, o que é que isto nos pode dizer? Bem, o próximo passo a dar, uma vez que já se olhou tudo isto e se notaram as diferenças entre tudo, é perguntarmo-nos, como seria no que diz respeito ao SAR? Poder-se-á então tomar a absorção dB, mudar isso para um resultado térmico, e perguntar o que pode ser feito? Com a nossa grande sorte não foi há muito tempo atrás que o CST lançou um modelo SAR para programas de informática sobre eletromagnetismo, então pudemos usar isso, e usámos! Então, esta é a imagem que obtivemos e, se apenas eliminarmos algumas camadas deste aqui, vamos lá, então agora estamos de facto a tentar cortar através das camadas para ver onde está a absorção, onde quer que a vejam um pouco mais para o vermelho é onde a grande absorção está em termos (...). Extrato córneo, isso seria onde o canal sudoríparo acaba de facto à superfície da pele, não é muito, mas à medida que se vai mais uma camada para baixo, podem ver que a absorção está de facto concentrada no próprio canal sudoríparo e não na derme, na própria camada da epiderme. À medida que se vai mais fundo, esta é a camada de mistura antes de chegar à epiderme mais baixa, até se pode ver onde está o canal sudoríparo, ali está a torcida do canal sudoríparo em termos da camada SAR, e isso simplesmente vai mais para baixo até que eventualmente há uma dispersão ao longo do limite entre o que é a derme e a epiderme, basicamente a reflexão (...) a si própria.

Então, sem dúvida, é no canal sudoríparo que a absorção acontece e de facto isso corresponde muito bem com o que Gal Shafirstein também descobriu em 2011. Então isso acontece lá, e isto é ignorado pela indústria, quando preparam as recomendações para o 5G ninguém presta atenção a isto, ninguém está até ciente disto. Então, vou só avançar isso um pouco para vocês, um momento, não está a ir, ok, sim, então se se fizer um corte, para que se possa ver os canais sudoríparos, num plano agora, pode-se ver com clareza onde a absorção está a acontecer.

>> ... - Plano de corte: - Absorção concentrada dentro do canal sudoríparo e na parte superior da derme.

O que é que aconteceu?! Ok, já está. Então, está concentrada lá e é bastante evidente. Muito bem, então, vamos ter um pouco, olhem isso é em termos de dB, ainda está muito lá, é ainda bastante intenso, mas se nós agora olharmos de facto para o nível máximo de absorção que obtivemos, isto é sem qualquer canal, isso é o que deveríamos obter, e isso é com o canal. Então podem ver que existe uma frequência específica aqui, que de facto corresponde muito bem com aquilo que deveria ser o modo end-fire  de uma antena axial com as mesmas dimensões e corresponde, de facto, demasiado bem, e podem ver que a diferença é na verdade muito significativa.

5G

>> Especificações IEEE 802.15
WPAN - IEEE 802.15 WPAN TM - Terahertz Interest Group (Grupo de Interesses Raios-T) (IGthz) - 90 GHz - ... - http://www.ieee802.org/15/pub/TG3d/index_IGthz.html -ûGama de frequência: 275 GHz a 3 THz -ûHomem-máquina - ûHomem-homem -ûEstado Actual - O Grupo de Internet Raios-T IEEE 802.15 preparou um documento de "Apelo a Candidaturas" e está presentemente a trabalhar num documento entitulado "Documento de Expectativas Técnicas." Estamos a solicitar e a analisar contribuições que abordam numerosas questões acerca dos THz (Raios-T) de forma a acompanhar e avaliar o progresso feito nos THz (Raios-T) ...

Bem, esse é o comité que está a preparar as especificações para o 5G. O que me preocupa é que é basicamente um comité da indústria, que não é independente e, como podem ver, estão a progredir a passos largos, e dentro de, dois anos foi o que você disse Darius? Daqui a dois anos deveremos ter isto em todo o lado em cima de nós e isto não está a ser visto, ninguém está realmente a tomar em consideração quais os efeitos que poderá ter na saúde, devido a esse mecanismo, que nós provámos que existe, está lá, ninguém está realmente a considerar o que possa ser. E com essa mensagem deveras assustadora deixo-vos.

>> ... - Estes padrões não têm em consideração os efeitos da radiação na pele, quando avaliam as possíveis questões de risco para a saúde! - ...

Perguntas & Respostas
Sim?
(Pergunta sobre os efeitos à medida que se envelhece ?)
É realmente uma boa questão, de alguma forma cremos que deve haver, se bem que não tenhamos feito a experiência, a verdadeira pesquisa, o que sabemos sobre a pele é claro quanto mais velho você fica mais fina a pele se torna, torna-se mais seca, isso deve ter algum efeito. Devo admitir, tenho lido bastante sobre transpiração, mas realmente nunca averiguei se os idosos transpiram mais do que os jovens.

Não, os canais (sudoríparos) que você tem são os mesmos de quando nasceu, eles estão lá! O próprio canal (sudoríparo) não muda as suas propriedades, mas a pele fica mais fina, perdemos coisas como a elasticina (elastina), colagénio elasticina vão diminuindo, elastina obrigado, e colagénio, então a nossa pele fica mais fina, torna-se muito menos maleável, então nós mantemos os mesmos canais sudoríparos, mas as dimensões mudam, se bem que não muito, continuarão a estar dentro desta faixa.

Quais os efeitos sobre nós enquanto pessoas, uma vez mais, ainda não temos bem a certeza. Todos os estudos que fizemos foram feitos numa população de maioria branca, maioria masculina, maioria entre os 20 e os 35, então, é bastante homogénea.

Sim? Qual a correspondência com resultados do polígrafo detetor de mentiras? Corresponde bastante bem. Você está a usá-lo? Não, fizemos isso antes. Agora, de facto não nos aprofundámos na pesquisa que fizemos, publicámos cerca de oito artigos sobre isso. Cruzámos os nossos resultados que obtivemos do coeficiente de reflexão, não apenas em termos do registo de tempo, mas também quanto a outros marcadores fisiológicos como o GSR (Resposta Galvânica da Pele) que é a essência do polígrafo, por outras palavras, testar o stress, frequência cardíaca, ECG (Eletrocardiograma), e nós, de facto começámos um protocolo completo de simulação de mentira, se quiserem, a chamada simulação da cena do crime.
Nunca terminámos o estudo, mas certamente, tanto quanto o GSR consegue mostrar a alteração dos níveis de stress, sejam eles emocionais ou mentais ou físicos, existe uma boa correlação com o coeficiente de reflexão, encontrámos uma correlação decente pelo menos.

Sim, qual? Sim! Compreendo o que está a dizer mas basicamente, o que a indústria quer é comunicação.
Sim!
Micro-ondas é perfeitamente relevante nesse aspeto porque atravessa tudo menos metal,
Sim!
mas GHz, este tipo de THz, não vai conseguir atravessar muita coisa, se é que alguma
Bem, aqui está o grande problema, ... das telecomunicações
bem, a ideia, estas especificações eles não estão realmente a considerá-las para tipo redes de telemóveis de grande extensão, eles estão basicamente a considerar o 5G para altas taxas de transmissão de dados para o utilizador final, pelo menos a nível sem fios, dentro de edifício, dentro de sala. Agora, eles podem fazer isso, agora, há um problema quando se chega a cerca de 5-50 GHz, forte linha de absorção de oxigénio; 60 GHz linha de absorção ainda mais forte das águas atmosféricas, etc., etc., etc., então vão-se concentrar até 300. Já agora, para os que estiverem interessados, existe também uma forte linha de absorção para o álcool a cerca de 330, então isso poderia ser interessante em certos países onde talvez bebam demasiado, mas o que quer dizer é que, numa sala como esta, com um sistema sem fios com base no 5G, poder-se-ia transmitir a taxas super altas com taxas de transmissão de informação com terabytes. Então, em termos do que você (...) seu telemóvel é gigantesco, no entanto, temos que pensar qual será a voltagem que vão usar e esta é a verdadeira questão.

Se neste momento se está a trabalhar com um telemóvel que transmite em miliwatts, e isso é problemático, numa estação base, a 2 km de distância a transmitir a 120 watts, que se você está perto pode te matar, certo? Ou, se você estiver a trabalhar na sua rede sem fios, onde mais uma vez estamos a falar em miliwatts de potência, é razoável assumir que vão existir acho que, 4 vezes mais alto você disse? Darius? Quatro vezes mais alto.
O que é que vai ser quatro vezes mais alto?
O típico router sem fios na sua sala com base no 5G, quanto ao...
Não será THz, mas vai ser o nível sub-THz, mas vai estar a transmitir em força, sabe, voltagem

Segundo o que percebo é que vão ser necessárias muitos mais milhares de antenas para transmitir o 5G, do que temos no presente. ...
Sim.
... são necessárias muito, muito mais antenas precisamente porque não alcançam tão longe.
Sim! Então é por isso que estão orientados para basicamente o mercado das redes sem fios, não será para o mercado dos telemóveis em si, mas será para por exemplo salas como esta, talvez ter duas ou três antenas dentro desta sala, para poder ter gráficos de alta qualidade no computador ou no telemóvel.

Certo. Sem qualquer consideração pelos potenciais fatores relacionados com a saúde
Porque deviam ser conhecidos através deste livro.
Mas qual, qual é o problema? Só está a afetar a transpiração certo? Porque deveríamos estar preocupados acerca disto como uma questão para a saúde?
Para ser completamente franco, não sabemos de que modo nos afeta. Sabemos que temos absorção. Se o exército dos E.U.A. pode usar isso para dispersar as pessoas, na minha opinião isso é já um mau sinal. Não sabemos como isso ... estes aparelhos que estão associados a impulsos, os diferentes tipos de aparatos de guerra eletromagnética que inventam, estão projetados para repelir pessoas etc.?
Bem, as intenções do exército americano eram muito, muito rudimentares, eram simplesmente para afastar as multidões, o mais rápido que pudessem...
Os israelitas usam isso?
Não.
Não usam?
Não. E, já agora, os americanos quase não usam, acho que tentaram uma vez ou duas no Iraque e não foi tão eficaz quanto estavam à espera e tem um certo número de problemas,
é um sistema muito volumoso que não é fácil de usar.
Então, vamos preparar a próxima apresentação e, enquanto fazemos isso haverá mais perguntas?

Qual seria a SAR relevante nos melanócitos?
Primeiro que tudo, o que é um melanócito?
... é donde surge o melanoma
Estimula o melanoma e tornam-se...
Certo, é uma boa pergunta porque, se tivermos o verdadeiro SAR, bem isso terá que se considerar, como o Ezra salientou, profusão, como também desparece o (...) Mas como podem ver, da simulação vê-se muito claramente direto para baixo no canal sudoríparo é onde, onde a maior quantidade de água está é onde a maior absorção vai estar e depois ao longo da camada limite, então, qualquer coisa que esteja no interior dessa camada vai estar a alimentar isto. Como é que isso vai conduzir a um diferencial de temperatura e possível deterioração celular baseado nisso, essa é uma grande questão. Para isso penso que seja necessário um modelo muito mais sofisticado como o que o Ezra tem, que também pode ter em consideração, não apenas a absorção de energia mas também a perfusão que daí advém e o que seria de facto expulso no final e isto é apenas considerando um efeito térmico, para sermos realmente honestos.
Poderá haver efeitos que podem ser muito, muito insidiosos.
 






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